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Sucesso internacional, Hot Wheels Monster Trucks Live desembarca em Cuiabá em 2027

Para os fãs, a proposta é simples: aquilo que durante décadas coube na palma da mão agora ocupará uma arena inteira, com motores, rampas, velocidade e os tradicionais caminhões-monstro em tamanho real.

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Os carrinhos que atravessaram gerações nas pistas improvisadas das salas de casa vão ganhar tamanho real e muita velocidade em Cuiabá. O espetáculo Hot Wheels Monster Trucks Live confirmou apresentação na capital mato-grossense para 3 de julho de 2027, dentro da South America Tour, que também passa pelo Brasil, Paraguai e Uruguai.

A produção transforma os conhecidos veículos da Hot Wheels em gigantes sobre rodas e leva para a arena uma combinação de manobras, saltos, corridas, motocross freestyle e efeitos visuais. A proposta é reunir adultos que cresceram brincando com os carrinhos e crianças que continuam tendo os modelos entre seus brinquedos favoritos.

A experiência promete reproduzir em escala real a fantasia das pistas de brinquedo, com caminhões preparados para grandes saltos e apresentações de alta velocidade.

Pré-venda já está disponível

Quem quiser garantir acesso antecipado poderá participar da pré-venda destinada ao público VIP por meio do cadastro na página oficial do evento.

Para o público geral, as vendas estão previstas para começar na próxima segunda-feira (10), às 10h, pela plataforma oficial de ingressos.

Espetáculo já atraiu milhares de pessoas

A turnê vem registrando forte procura nas cidades brasileiras por onde passou. Segundo a organização, o espetáculo já ultrapassou a marca de 250 mil espectadores no país e teve sessões extras abertas em algumas capitais diante da demanda.

Em São Paulo, foram comercializados 60 mil ingressos na primeira hora de vendas. Curitiba também registrou lotação das apresentações em apenas dois dias, enquanto Porto Alegre e Brasília tiveram alta procura e filas virtuais.

A expectativa é de que a chegada a Cuiabá amplie a agenda de grandes atrações internacionais na capital e coloque Mato Grosso na rota de um dos espetáculos mais conhecidos do universo Hot Wheels.

Para os fãs, a proposta é simples: aquilo que durante décadas coube na palma da mão agora ocupará uma arena inteira, com motores, rampas, velocidade e os tradicionais caminhões-monstro em tamanho real.

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Aos 30 anos, fisioterapeuta morre de forma súbita durante festa em Goiás

Larissa era fisioterapeuta e também atuava como professora universitária. A morte precoce provocou comoção entre familiares, amigos, alunos e colegas de profissão, que lamentaram a perda nas redes sociais.

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A morte da fisioterapeuta e professora universitária Larissa da Mata Silva, de 30 anos, durante uma festa em Mozarlândia, no norte de Goiás, foi esclarecida pelo Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica. O laudo concluiu que ela morreu por causas naturais, após sofrer uma trombose venosa profunda que evoluiu rapidamente para um tromboembolismo pulmonar.

Segundo o documento, o quadro teve início com a formação de um coágulo em uma veia profunda da perna direita. O trombo se desprendeu e seguiu pela corrente sanguínea até alcançar uma artéria do pulmão, provocando uma obstrução que comprometeu a circulação e levou à morte.

Testemunhas relataram que Larissa sentiu fortes dores na perna enquanto participava da festa. Diante do mal-estar, ela procurou atendimento médico, mas o quadro evoluiu rapidamente e, apesar das tentativas de estabilização, não resistiu.

A investigação médico-legal não encontrou sinais de violência, acidente ou qualquer ação externa relacionada à morte. A conclusão oficial foi de óbito natural provocado pela sequência de eventos vasculares.

O tromboembolismo pulmonar ocorre quando um coágulo, geralmente originado nas veias profundas das pernas, se desloca até os pulmões. Dependendo do tamanho do trombo e da região afetada, a obstrução pode provocar uma deterioração rápida do quadro e, em situações graves, levar à morte.

Larissa era fisioterapeuta e também atuava como professora universitária. A morte precoce provocou comoção entre familiares, amigos, alunos e colegas de profissão, que lamentaram a perda nas redes sociais.

Com a conclusão do laudo, as circunstâncias médicas que provocaram a morte foram oficialmente esclarecidas, afastando a hipótese de que o falecimento tivesse relação com violência ou acidente durante a festa.

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Moto Encontro cresce, entra no calendário oficial e amplia combate à violência contra mulheres

A inclusão representa um reconhecimento institucional de uma iniciativa que vem crescendo a cada edição e que busca utilizar a força de mobilização dos motociclistas para ampliar uma mensagem que ultrapassa o universo das duas rodas.

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A terceira edição do Moto Encontro Agosto Lilás – Diga Não à Violência Contra as Mulheres movimentou Mato Grosso neste domingo (16) e transformou as rodovias entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães em um grande espaço de conscientização. Motociclistas, forças de segurança, moto clubes, entidades e representantes da sociedade civil participaram da mobilização, que levou para as ruas uma mensagem de respeito, prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar.

A concentração começou nas primeiras horas da manhã, no Comando-Geral da Polícia Militar, em Cuiabá. De lá, o comboio seguiu rumo a Chapada dos Guimarães, reunindo participantes de diferentes regiões e reforçando a capacidade de mobilização do segmento motociclístico em torno de uma causa social.

A edição deste ano ganhou um significado ainda maior por marcar a consolidação do evento no calendário oficial de Mato Grosso. O Moto Encontro Agosto Lilás passou a integrar oficialmente o Calendário de Eventos do Estado por meio da Lei Estadual nº 13.260, de 25 de março de 2026, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani.

A inclusão representa um reconhecimento institucional de uma iniciativa que vem crescendo a cada edição e que busca utilizar a força de mobilização dos motociclistas para ampliar uma mensagem que ultrapassa o universo das duas rodas.

Motociclismo também é cidadania

Mais do que um encontro de motociclistas, a programação reforçou o papel da sociedade na prevenção da violência contra as mulheres. A mobilização reuniu a FECONSEG-MT, Polícia Militar, demais forças de Segurança Pública, Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs), moto clubes, moto grupos e motociclistas independentes.

Ao longo da programação, os participantes foram chamados a atuar como multiplicadores da campanha Agosto Lilás, levando para seus grupos, comunidades e cidades informações sobre prevenção, respeito e a importância de denunciar situações de violência.

Para o presidente da FECONSEG-MT, Danillo Moraes, a dimensão alcançada pelo encontro demonstra que o motociclismo pode ocupar também um espaço de responsabilidade social.

“Quando milhares de motociclistas vestem a mesma causa, mostramos que o motociclismo também é cidadania, responsabilidade social e respeito”, destacou.

Evento ganha força a cada edição

O crescimento do Moto Encontro também evidencia a capacidade de mobilização construída ao longo dos últimos anos. Em 2025, a segunda edição reuniu 1.475 motocicletas. Para 2026, a organização trabalhava com a expectativa de chegar a aproximadamente 2 mil motos.

A mobilização deste domingo reforça a proposta de transformar o encontro em uma ação permanente de conscientização, aproximando motociclistas, órgãos públicos, forças de segurança e sociedade civil.

Com a inclusão no calendário oficial de Mato Grosso, o Moto Encontro Agosto Lilás ganha novas possibilidades de expansão e consolida uma agenda que une motociclismo, cidadania e combate à violência contra as mulheres.

A mensagem levada pelas centenas de participantes ao longo do trajeto até Chapada dos Guimarães foi direta: nenhuma forma de violência contra a mulher deve ser normalizada, silenciada ou ignorada.

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Mulheres na política: ocupar espaços sem abrir mão de princípios

Ana Barros é jornalista e atua como assessora de imprensa há mais de 15 anos.

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A presença feminina na política brasileira avançou, mas ainda está longe de representar a força que as mulheres exercem na sociedade, na economia e na vida pública. Mais do que aumentar números nas estatísticas eleitorais, o desafio está em fazer com que mulheres preparadas tenham espaço para disputar, decidir e participar efetivamente da construção das políticas públicas.

Dados das eleições municipais de 2020 ajudam a dimensionar essa mudança. Naquele pleito, 21,2% das candidaturas a vice-prefeita eram de mulheres, contra 17,5% em 2016. O número de mulheres eleitas para o cargo também cresceu, passando de 834 para 927.

Os números mostram avanço, mas também revelam uma desigualdade que não pode ser ignorada. Em 2020, apenas uma pequena parcela das chapas era formada exclusivamente por mulheres, enquanto a maioria ainda era composta por homens nos dois postos principais. Isso demonstra que a participação feminina cresceu, mas o acesso aos espaços de maior poder de decisão continua sendo um desafio.

Para mudar esse cenário, entretanto, não basta defender mulheres na política apenas por serem mulheres. É preciso defender mulheres que tenham preparo, independência, capacidade de gestão e clareza sobre aquilo que pretendem fazer quando chegarem ao poder.

Essa discussão ganha ainda mais importância diante do crescimento do empreendedorismo feminino. Mulheres estão à frente de empresas, propriedades rurais, pequenos negócios, escritórios, indústrias e iniciativas que movimentam a economia. Muitas administram equipes, enfrentam burocracias, gerenciam recursos e tomam decisões diariamente. Essa experiência também pode contribuir para a administração pública.

Uma política comprometida com responsabilidade fiscal, liberdade econômica, geração de empregos e valorização de quem empreende precisa considerar essa participação feminina. A mulher que conhece as dificuldades de abrir e manter um negócio sabe, na prática, o peso dos impostos, da burocracia e da falta de previsibilidade.

Mas a presença feminina na política também precisa alcançar questões que afetam diretamente as famílias.

É necessário discutir políticas públicas capazes de oferecer proteção às mulheres vítimas de violência, fortalecer a atenção básica em saúde, melhorar o atendimento às mães e ampliar mecanismos de prevenção ao feminicídio. Não basta criar estruturas no papel. É preciso que elas funcionem, tenham recursos e sejam acessíveis a quem precisa.

Também é importante reconhecer que mulheres não formam um grupo político homogêneo. Existem diferentes visões sobre economia, segurança, família, educação, saúde e administração pública. A participação feminina não precisa significar uniformidade de pensamento.

Ao contrário, a democracia se fortalece quando mulheres com diferentes experiências, valores e posições conseguem participar do debate público.

Por isso, diante de cada eleição, a discussão deveria ir além do slogan de que “mulher vota em mulher”. O eleitorado feminino é diverso e tem autonomia para escolher seus representantes a partir de suas convicções.

A questão fundamental é outra: por que tantas mulheres preparadas ainda hesitam em ocupar espaços de decisão?

Talvez parte da resposta esteja na própria cultura política brasileira, que muitas vezes transforma a política em ambiente de disputa pessoal, enquanto quem empreende, trabalha e administra uma família prefere manter distância desse universo.

É justamente essa distância que precisa ser repensada.

Mulheres que administram empresas, propriedades, instituições e famílias já exercem liderança todos os dias. Levar essa experiência para a vida pública pode contribuir para uma política mais conectada com a realidade de quem trabalha, produz e sustenta suas famílias.

O objetivo não deve ser substituir homens por mulheres, mas ampliar a participação e garantir que diferentes experiências estejam representadas nas decisões que afetam toda a sociedade.

A mulher não precisa ocupar o lugar de ninguém. Precisa ter condições para ocupar o seu próprio espaço, com liberdade para defender suas ideias, responsabilidade para exercer seus mandatos e coragem para transformar experiência em serviço público.

Mais mulheres na política, portanto, não devem significar apenas mais candidaturas. Devem significar mais preparo, mais diversidade de ideias, mais responsabilidade e representantes verdadeiramente comprometidas com os problemas reais de suas comunidades.

Ana Barros é jornalista e atua como assessora de imprensa há mais de 15 anos.

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