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“É de direita e é caveira”: Abílio confirma apoio a Coronel Assis

“Esse é de direita, é caveira e vai continuar trabalhando para melhorar nosso Brasil. Por Mato Grosso melhor e um Brasil melhor”, declarou.

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O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), declarou apoio público à candidatura do deputado federal Coronel Assis (PL) à reeleição para a Câmara dos Deputados. A manifestação ocorre no início da campanha eleitoral e reforça a aproximação entre duas lideranças do PL que construíram parte de suas trajetórias políticas em Cuiabá.

Em publicação nas redes sociais, Abílio apresentou Assis como uma opção para o eleitor que procura um parlamentar identificado com a direita. O prefeito também destacou a relação pessoal e política que mantém com o deputado, lembrando o período em que os dois atuaram na Câmara Federal.

“Tá procurando um deputado federal de direita que você pode ficar tranquilo que não vai trocar de lado? Coronel Assis 2244 tem posicionamento, coragem e pulso firme. É meu amigo, trabalhou comigo na Câmara Federal e é amigo de nossa cidade”, afirmou Abílio.

Na sequência, o prefeito voltou a destacar o posicionamento ideológico do deputado e utilizou a expressão “caveira” para reforçar a imagem de firmeza associada ao parlamentar.

“Esse é de direita, é caveira e vai continuar trabalhando para melhorar nosso Brasil. Por Mato Grosso melhor e um Brasil melhor”, declarou.

O apoio de Abílio representa um movimento importante para a campanha de Coronel Assis, especialmente pelo peso político do prefeito na capital. Antes de assumir a Prefeitura de Cuiabá, Abílio também exerceu mandato de deputado federal, trajetória que criou uma conexão política com Assis durante a passagem de ambos pelo Congresso.

Além da atuação parlamentar, Coronel Assis busca fortalecer sua presença eleitoral em Cuiabá por meio da destinação de recursos para diferentes áreas. Entre as ações citadas está o investimento para a construção da Casa do Autista na capital, além de emendas destinadas a projetos culturais e ao setor da saúde.

A declaração de apoio também ocorre em um momento de reorganização das forças políticas para as eleições de 2026. Dentro do PL, a movimentação de lideranças em torno das candidaturas consideradas prioritárias tende a ganhar importância na formação das estratégias eleitorais para a Câmara Federal.

Para Coronel Assis, o apoio público do prefeito amplia o grupo de lideranças que sustentam sua candidatura e reforça a estratégia de apresentar sua campanha como alinhada às pautas da direita e do conservadorismo.

A aliança entre os dois políticos, portanto, ultrapassa o apoio eleitoral individual e sinaliza a tentativa de consolidar uma frente do PL em Cuiabá para a disputa pela Câmara dos Deputados. Com o início oficial da campanha, a tendência é de que novos apoios e movimentos políticos sejam anunciados nas próximas semanas.

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Dois nomes na disputa ao Senado pelo AGIR 36 pontuam na corrida eleitoral em MT

O resultado coloca Nelson à frente de Beny dentro da chapa do AGIR 36 e mostra que a legenda já possui dois nomes identificados pelo eleitorado na corrida por uma das duas cadeiras que Mato Grosso escolherá para o Senado em 2026.

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Em uma disputa pelo Senado ainda marcada por alto índice de eleitores sem decisão definida, o AGIR 36 tenta construir um espaço próprio no campo da direita em Mato Grosso. A legenda lançou dois candidatos ao Senado, Professor Nelson Ferreira e Beny Godoy, e vem se apresentando como uma alternativa aos grupos políticos tradicionais.

No levantamento da PercentBrasil apresentado no gráfico, que considera a média entre a primeira e a segunda opção de voto, Nelson Ferreira aparece com 1,2%, enquanto Beny Godoy registra 0,4%. Os dois nomes somam 1,6% das intenções nesse recorte da pesquisa.

VEJA GRÁFICO

O resultado coloca Nelson à frente de Beny dentro da chapa do AGIR 36 e mostra que a legenda já possui dois nomes identificados pelo eleitorado na corrida por uma das duas cadeiras que Mato Grosso escolherá para o Senado em 2026.

A estratégia do partido é ocupar um espaço que considera ainda aberto no eleitorado mato-grossense. Em sua movimentação para as eleições, o AGIR reforçou uma identidade voltada ao eleitorado de direita e apostou em candidaturas próprias, incluindo Nelson Ferreira e Beny Godoy para o Senado e o sargento Laudicério Machado para o Governo do Estado.

A presença de dois candidatos da mesma legenda também diferencia o AGIR de partidos que concentraram sua estratégia em apenas um nome para o Senado. A escolha foi formalizada na convenção estadual realizada em Cuiabá, quando o partido também apresentou candidaturas proporcionais e definiu sua chapa majoritária.

No cenário apresentado pelo levantamento, a liderança é de Mauro Mendes, com 20%, seguido por Janaina Riva, com 18,9%. José Medeiros aparece com 9,3%, Carlos Fávaro com 9,1% e Pedro Taques com 7,3%. Entre os demais candidatos, Antônio Galvan tem 3%, Nelson Ferreira 1,2%, Coronel Darwin 1,1%, Margareth Buzetti 0,9% e Beny Godoy 0,4%.

Mais importante do que os percentuais dos candidatos que aparecem na parte superior da tabela é o tamanho do eleitorado que ainda não escolheu um nome. O próprio gráfico registra 22,1% de eleitores que não souberam ou não responderam e outros 4,7% que declararam voto nulo ou branco. É nesse espaço de indefinição que candidaturas com menor percentual podem tentar crescer durante a campanha.

A presença de Nelson Ferreira e Beny Godoy representa uma tentativa de consolidar a legenda como uma opção própria dentro da direita mato-grossense, sem depender exclusivamente dos nomes mais conhecidos da política estadual.

A disputa, porém, ainda está aberta. O levantamento retrata o momento em que a pesquisa foi realizada e não representa uma previsão do resultado eleitoral. Com dois nomes no páreo, o desafio do AGIR será transformar a presença registrada na pesquisa em reconhecimento, intenção de voto e competitividade ao longo da campanha.

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Patrimônio de Pivetta chega a R$ 575,6 milhões na declaração eleitoral de 2026

A formação patrimonial de Pivetta está ligada à sua trajetória empresarial e à atuação no agronegócio. Ele chegou a Mato Grosso no início dos anos 1980 e se estabeleceu em Lucas do Rio Verde, município onde iniciou sua carreira política.

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O governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 575,68 milhões para as eleições de 2026. O valor coloca o político entre os maiores patrimônios declarados por candidatos neste pleito, segundo levantamento baseado nos dados apresentados à Justiça Eleitoral.

A maior parte dos bens informados por Pivetta está relacionada a investimentos e participações empresariais. Entre os ativos de maior valor está um fundo de investimento multimercado com aplicação no exterior, declarado em aproximadamente R$ 257,2 milhões.

O patrimônio informado pelo governador também apresenta diferença significativa em relação à declaração feita nas eleições de 2022. Naquele ano, Pivetta havia declarado cerca de R$ 378,9 milhões. A diferença nominal entre os dois registros chega a aproximadamente R$ 197 milhões.

A variação, porém, não permite concluir, isoladamente, como ocorreu a evolução patrimonial, já que as declarações eleitorais reúnem diferentes tipos de ativos e valores informados pelos próprios candidatos.

Trajetória entre política e agronegócio

A formação patrimonial de Pivetta está ligada à sua trajetória empresarial e à atuação no agronegócio. Ele chegou a Mato Grosso no início dos anos 1980 e se estabeleceu em Lucas do Rio Verde, município onde iniciou sua carreira política.

A primeira eleição foi disputada em 1996. Pivetta venceu a disputa pela Prefeitura de Lucas do Rio Verde e comandou o município por dois mandatos consecutivos. Anos depois, voltou ao cargo para um terceiro mandato, entre 2013 e 2016.

No intervalo entre os mandatos municipais, ocupou a Secretaria de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso e, posteriormente, conquistou uma cadeira na Assembleia Legislativa, onde exerceu mandato entre 2007 e 2010.

Em 2010, concorreu ao cargo de vice-governador, mas não conseguiu se eleger. A chegada ao Governo de Mato Grosso ocorreu em 2018, quando foi eleito vice-governador na chapa encabeçada por Mauro Mendes.

A dupla foi reeleita em 2022. Em março de 2026, após Mendes deixar o cargo para disputar uma vaga ao Senado, Pivetta assumiu o comando do Palácio Paiaguás e passou a disputar a eleição para permanecer no cargo.

Outro mato-grossense entre os maiores patrimônios

Mato Grosso também aparece em posição de destaque por meio do empresário Odílio Balbinotti Filho (PL), primeiro suplente de José Medeiros na chapa ao Senado. Ele declarou R$ 359,74 milhões em patrimônio.

Entre os principais ativos informados estão aproximadamente R$ 266,2 milhões em ações da Atto Participações S/A. Também aparecem na declaração cerca de R$ 45,6 milhões em ações da GOT Holding Limited, nas Ilhas Virgens Britânicas, além de um apartamento em Balneário Camboriú avaliado em R$ 16 milhões e aproximadamente R$ 13,8 milhões em valores depositados em instituições financeiras.

Somados, os patrimônios declarados por Pivetta e Balbinotti chegam a aproximadamente R$ 935,4 milhões.

Os valores registrados no sistema eleitoral correspondem às declarações apresentadas pelos próprios candidatos e podem incluir imóveis, propriedades rurais, empresas, investimentos, aplicações financeiras e outros direitos. As informações ainda podem ser alteradas por meio de eventuais retificações durante o processo eleitoral.

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Do gado à previdência: veja os maiores patrimônios do MDB na corrida pela ALMT

As informações fazem parte das declarações de bens apresentadas pelos candidatos à Justiça Eleitoral e disponibilizadas pelo TSE por meio do sistema DivulgaCandContas

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O MDB de Mato Grosso chega à disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa, em 2026, com candidatos que apresentam patrimônios bastante diferentes entre si. Entre os 25 nomes apresentados pelo partido à Justiça Eleitoral, o ex-prefeito de Cáceres Túlio Fontes e o deputado estadual Eduardo Botelho aparecem como os dois candidatos mais ricos, de acordo com os valores declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Túlio Fontes lidera com ampla vantagem. O ex-prefeito declarou patrimônio de R$ 9,6 milhões, composto por imóveis, propriedade rural, gado e outros bens. Entre os principais itens informados está uma fazenda avaliada em R$ 6 milhões, além de um apartamento no Rio de Janeiro, declarado em R$ 800 mil, e 651 cabeças de gado, estimadas em R$ 1,45 milhão.

Na segunda posição aparece Eduardo Botelho, com R$ 5,3 milhões declarados. O patrimônio do deputado é composto, entre outros itens, por R$ 2,3 milhões aplicados em dois planos de previdência privada, um imóvel comercial em Cuiabá avaliado em R$ 350 mil, R$ 424 mil em cadernetas de poupança e R$ 730 mil mantidos em conta no Sicoob.

A diferença entre os dois primeiros colocados chega a aproximadamente R$ 4,3 milhões.

O deputado estadual Thiago Silva aparece na sequência, com patrimônio declarado de R$ 1,9 milhão. Entre os bens estão uma casa em Cuiabá, avaliada em R$ 500 mil, um terreno em Rondonópolis de R$ 523 mil e um lote em condomínio em Chapada dos Guimarães, estimado em R$ 278 mil, além de outros terrenos e recursos financeiros.

Na faixa dos R$ 2 milhões também estão outros nomes do partido. A vice-prefeita de Cuiabá, Coronel Vania Rosa, declarou R$ 2,1 milhões. Entre os bens estão um apartamento em Itapema, Santa Catarina, avaliado em R$ 918 mil, outro imóvel em Cuiabá, de R$ 680 mil, e uma lancha modelo Magis 275 CX, declarada em R$ 160 mil.

Com o mesmo patrimônio de R$ 2,1 milhões aparece o ex-prefeito de Primavera do Leste, Léo Bortolin. A declaração inclui duas casas no município, que juntas somam R$ 1,1 milhão, além de uma aeronave adquirida por meio de financiamento. Segundo a declaração, R$ 500 mil já haviam sido quitados do bem.

Dra. Vania Viana e Marcinho Lacerda aparecem com R$ 2 milhões cada. Logo depois estão nomes como Primo Brindes, com R$ 1,8 milhão, Dra. Wania Dantas e Fábio de Oliveira, ambos com R$ 1,5 milhão.

A empresária Jéssica Riva declarou patrimônio de R$ 1,2 milhão. Entre os bens informados estão uma participação de 20% em uma holding de energia, avaliada em R$ 160 mil, R$ 210 mil em espécie e um terço de um apartamento no Rio de Janeiro, com valor declarado de R$ 440 mil.

O deputado Dr. João declarou R$ 753 mil. Já Nataniel de Jesus informou R$ 653 mil, enquanto Sargento Vidal declarou R$ 884 mil.

Na outra ponta do ranking, estão candidatos com patrimônios inferiores a R$ 500 mil. Delegada Jannira declarou R$ 200 mil; Ismaili de Oliveira Donassan, R$ 207 mil; Silvano Amaral, R$ 283 mil; Zé Neto da Fato, R$ 332 mil; e Zé Gota, R$ 194,8 mil.

O ex-vereador de Sorriso Leandro Damiani, conhecido como Damiani da TV, havia declarado R$ 334 mil, mas anunciou que desistiu da candidatura após conversar com a família.

As informações fazem parte das declarações de bens apresentadas pelos candidatos à Justiça Eleitoral e disponibilizadas pelo TSE por meio do sistema DivulgaCandContas. Os valores representam os patrimônios informados pelos próprios candidatos no momento do registro e podem incluir imóveis, veículos, investimentos, participações em empresas, propriedades rurais e recursos financeiros.

O levantamento mostra que a chapa do MDB reúne desde candidatos com patrimônio declarado abaixo de R$ 200 mil até nomes com milhões de reais em bens. Entre eles, Túlio Fontes se destaca como o principal patrimônio declarado, seguido por Eduardo Botelho, formando uma diferença expressiva em relação aos demais integrantes da lista.

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