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Polícia Civil avança contra facção e prende investigados por tráfico de drogas

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa, esclarecer a participação de cada envolvido e ampliar o combate ao tráfico de drogas na região.

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Asfixia para desarticular um grupo investigado por tráfico de drogas e associação criminosa com atuação nos municípios de Rondonópolis e Poxoréu. A ação resultou no cumprimento de oito ordens judiciais, entre elas três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão.

As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) – Polo Rondonópolis e cumpridas com apoio de equipes das Delegacias de Polícia de Primavera do Leste e Poxoréu.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam entorpecentes, aparelhos celulares, dinheiro em espécie, balanças de precisão e outros materiais que serão periciados e incorporados às investigações.

De acordo com a Polícia Civil, a operação integra a estratégia permanente de enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas que atuam na região sul de Mato Grosso. O objetivo é enfraquecer a estrutura financeira e operacional do grupo investigado, além de responsabilizar criminalmente seus integrantes.

As investigações que culminaram na Operação Asfixia tiveram início após a prisão em flagrante de um suspeito por tráfico de drogas em Rondonópolis. Na ocasião, os investigadores apreenderam drogas, balanças de precisão, dinheiro, celulares e outros objetos utilizados na atividade criminosa.

A partir da extração e análise dos dados armazenados nos aparelhos celulares apreendidos, a Polícia Civil identificou outros suspeitos ligados ao esquema, com atuação concentrada no bairro Bom Pastor, em Rondonópolis.

Com o avanço das diligências, os investigadores reuniram elementos considerados suficientes para solicitar ao Poder Judiciário as medidas cautelares cumpridas nesta quinta-feira.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa, esclarecer a participação de cada envolvido e ampliar o combate ao tráfico de drogas na região.

 

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Supostos integrantes do CV tentam extorquir morador com pedido de Pix de R$ 3 mil e ameaças por telefone

O morador não realizou a transferência e buscou orientação sobre quais medidas tomar diante da tentativa de extorsão.

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Um morador relatou ter sido alvo de uma tentativa de extorsão após receber uma ligação de dois homens que se apresentaram como integrantes do Comando Vermelho (CV) e exigiram um pagamento via Pix no valor de R$ 3 mil. Segundo a vítima, a abordagem ocorreu pouco tempo depois de ele ter aberto um cadastro como Microempreendedor Individual (MEI).

De acordo com o relato, os suspeitos afirmaram que pertenciam à facção criminosa que atuaria na região onde a vítima mora e alegaram precisar do dinheiro para custear despesas advocatícias. Eles disseram ainda que integrantes do grupo teriam sido presos durante uma operação policial e que o valor seria utilizado para tentar retirar os supostos faccionados da cadeia e recuperar armamentos apreendidos.

Durante a ligação, os homens demonstraram possuir informações sobre a vítima, inclusive o endereço onde ela mora. Eles questionaram se alguém da residência teria gravado uma ação realizada por integrantes do grupo contra dois homens que, segundo os criminosos, estariam cometendo crimes na região.

Conforme a versão apresentada pelos suspeitos, a gravação teria sido encaminhada à polícia e ajudado a desencadear a operação que resultou na prisão de integrantes da facção.

A vítima contou que os homens estavam exaltados durante a conversa, falando em tom agressivo e tentando pressionar para que o Pix fosse realizado. Após a negativa, os suspeitos passaram a fazer ameaças e afirmaram que a pessoa estaria “querendo bater de frente com o CV”.

O morador não realizou a transferência e buscou orientação sobre quais medidas tomar diante da tentativa de extorsão.

Golpe utiliza medo e informações pessoais para pressionar vítimas

Casos em que criminosos se passam por integrantes de facções para exigir dinheiro têm sido registrados em diferentes regiões do país. A estratégia costuma envolver ameaças, uso de informações pessoais e criação de uma situação de urgência para impedir que a vítima procure ajuda.

A Polícia Civil orienta que, diante de ameaças ou tentativas de extorsão, a vítima não faça pagamentos, não negocie com os suspeitos e preserve todas as provas, como número de telefone, gravações, prints de mensagens e horários das ligações.

Também é recomendado registrar boletim de ocorrência para que as autoridades possam investigar a origem dos contatos e identificar os responsáveis.

No caso relatado, a vítima afirmou que pretende formalizar a denúncia e entregar às autoridades os dados disponíveis sobre as ligações recebidas.

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Bebê recém-nascido é localizado sem vida em lixeira de condomínio no bairro Nova Várzea Grande

O caso causou comoção entre moradores do condomínio, que aguardam esclarecimentos das autoridades.

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Um bebê recém-nascido foi encontrado morto dentro de uma lixeira do condomínio Chapada do Poente, no bairro Nova Várzea Grande, em Várzea Grande, na manhã desta quinta-feira (23).

Segundo informações preliminares, a criança foi localizada por funcionários do condomínio durante o procedimento de retirada do lixo. Ao perceberem a situação, os trabalhadores acionaram o Corpo de Bombeiros.

A equipe de resgate esteve no local e confirmou o óbito do recém-nascido.

A área foi isolada para o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável pela coleta de informações e realização dos exames que poderão ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.

Até o momento, não há informações sobre a identidade do bebê, a possível mãe ou familiares. A Polícia Civil foi acionada e deverá investigar o caso para identificar como a criança foi parar no local e as circunstâncias que levaram à morte.

O caso causou comoção entre moradores do condomínio, que aguardam esclarecimentos das autoridades.

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Policial penal atira em homem suspeito de cobrar dinheiro para devolver celular perdido da filha em Cuiabá

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do caso.

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Um homem de 34 anos foi baleado por uma policial penal de 46 anos após, segundo a Polícia Militar, tentar tomar a arma da agente durante uma abordagem no bairro CPA 4, em Cuiabá, na noite desta quarta-feira (22).

Conforme o registro da ocorrência, o caso começou após a filha da policial perder um aparelho celular. O suspeito teria encontrado o telefone e entrado em contato com a jovem, mas, em vez de apenas devolver o objeto, passou a exigir vantagens para entregar o aparelho.

Antes do encontro, a jovem registrou um boletim de ocorrência informando o desaparecimento do celular.

Ainda segundo a PM, o homem foi até a residência da vítima para realizar a suposta devolução do telefone. No local, a policial penal tentou realizar a abordagem e deu voz de prisão, mas o suspeito teria reagido e tentado retirar a arma da agente.

Durante a luta corporal, a policial efetuou disparos e atingiu o homem na perna direita e nas costas.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 19h40 para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo com vítima. Quando os militares chegaram ao endereço, encontraram o suspeito ferido, enquanto a policial penal já havia deixado o local.

O homem foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Durante a ocorrência, os policiais constataram ainda que a motocicleta usada pelo suspeito estava com parte da placa coberta por fita adesiva, dificultando a identificação do veículo. Ele recebeu notificações por adulteração de sinal identificador e por licenciamento vencido.

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do caso.

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