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O Brasil precisa reagir

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A decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas recoloca em evidência uma realidade que o Brasil não pode mais ignorar: essas facções ultrapassaram há muito tempo os limites do crime comum.

Elas controlam territórios, impõem regras próprias, decretam toques de recolher, executam pessoas e espalham medo para garantir poder e lucro. O terror não é consequência de suas ações; é o método utilizado para dominar comunidades e desafiar a autoridade do Estado.

Como delegado da Polícia Civil, acompanho há anos a transformação dessas organizações em estruturas criminosas sofisticadas, com atuação nacional e internacional, grande poder financeiro e crescente influência sobre populações vulneráveis.

O Brasil vive uma disputa por autoridade. De um lado, o Estado e suas instituições. Do outro, facções que buscam impor um poder paralelo pela violência.

A classificação feita pelos Estados Unidos traz holofotes para o cotidiano de milhões de brasileiros. Mas a solução não virá de fora. Ela precisa nascer aqui.

O problema não é falta de capacidade. O Estado brasileiro possui forças de segurança qualificadas, inteligência, tecnologia e instituições sólidas. O que falta é coordenação, prioridade e decisão.

As facções não são mais fortes que o Estado. Elas avançam apenas quando encontram omissão, ausência ou desarticulação.
Por isso, o enfrentamento ao crime organizado deve ser tratado como prioridade nacional. É necessário integrar as forças de segurança, fortalecer o compartilhamento de informações, atacar as finanças criminosas e retomar os territórios dominados pelo crime.

A solução não virá de fora. Ela depende de liderança, coragem e vontade política.

O Brasil não pode continuar recuando enquanto o crime avança. Quando o Estado ocupa seu espaço, exerce sua autoridade e age com firmeza, as facções recuam.

Chegou a hora de o Brasil agir.

*Fred Murta é delegado da Polícia Civil e pré-candidato a deputado federal pelo Podemos

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FIT Pantanal 2026 abre as portas com estrutura grandiosa, cultura, negócios e inovação na comunicação

Maior vitrine do turismo mato-grossense reúne municípios, instituições e empresas em uma edição marcada pela diversidade cultural, oportunidades de negócios e experiências tecnológicas

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A 33ª edição da FIT Pantanal foi oficialmente aberta nesta quarta-feira, em Cuiabá, consolidando-se mais uma vez como um dos maiores eventos de turismo, cultura e negócios do Centro-Oeste brasileiro. Com uma estrutura moderna, estandes temáticos, culturais e espaços interativos, a feira reúne municípios de todas as regiões do Estado, instituições públicas, entidades do setor produtivo e empresas que apresentam ao público o que Mato Grosso tem de melhor.

Logo na entrada, os visitantes encontram uma verdadeira imersão na identidade mato-grossense. Cultura, gastronomia, artesanato, turismo de natureza, agricultura familiar e empreendedorismo dividem espaço em um ambiente que valoriza as potencialidades dos municípios e fortalece a economia regional. A diversidade dos estandes e a riqueza dos detalhes chamam a atenção de quem passa pela feira, transformando o evento em uma grande vitrine para negócios, promoção turística e intercâmbio de experiências.

Para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, a FIT cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento do Estado.

“A FIT Pantanal é muito mais que uma feira de turismo. É um ambiente que movimenta a economia, gera oportunidades, fortalece os municípios e valoriza tudo aquilo que Mato Grosso tem de melhor.”

A programação também evidencia o potencial dos municípios, que aproveitam o evento para apresentar seus atrativos turísticos, manifestações culturais e projetos voltados ao desenvolvimento econômico. A presença de representantes de diferentes regiões reforça a importância da feira como um espaço de integração e fortalecimento de parcerias.

O empresário Tião Dazaelli destacou a capacidade do evento de conectar pessoas, ideias e oportunidades.

“A FIT mostra a força do nosso Estado. Aqui encontramos cultura, empreendedorismo, turismo e inovação reunidos em um único espaço, criando conexões e abrindo portas para novos negócios.”

Além dos atrativos tradicionais, a edição deste ano também se destaca pela presença de iniciativas voltadas à tecnologia e à comunicação. Entre elas, o estande da Agência Gonçalves Cordeiro tem atraído a atenção dos visitantes ao transformar a cobertura da feira em uma experiência dinâmica e interativa.

Com um estúdio de podcast instalado dentro do evento, o espaço recebeu autoridades, empresários, lideranças políticas e representantes de diversos segmentos para entrevistas, ampliando o alcance das discussões e proporcionando ao público acesso aos bastidores e às principais pautas da FIT Pantanal.

O governador em exercício, Otaviano Pivetta, ressaltou a importância da feira para a divulgação das potencialidades mato-grossenses.

“Mato Grosso vive um momento de crescimento e desenvolvimento. A FIT Pantanal é uma vitrine importante para mostrar nossas potencialidades, atrair investimentos e fortalecer a identidade do nosso povo.”

Ao unir cultura, turismo, negócios, inovação e comunicação em um único ambiente, a FIT Pantanal 2026 reafirma seu protagonismo no calendário estadual. Mais do que uma feira, o evento se consolida como um espaço de valorização da identidade mato-grossense e de construção de oportunidades para o futuro do Estado.

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Influenciadora morre após complicações de cirurgia bariátrica

Até o momento, não foram divulgadas oficialmente informações detalhadas sobre as circunstâncias exatas das complicações médicas que levaram à morte de Thaylana.

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A influenciadora digital e modelo plus size Thaylana Cordeiro morreu na última segunda-feira (1º), após enfrentar complicações relacionadas a uma cirurgia bariátrica. A jovem estava internada no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, no sul da Bahia, onde recebia atendimento médico.

A notícia provocou forte comoção entre familiares, amigos e seguidores, que acompanharam sua trajetória nas redes sociais. Conhecida por compartilhar conteúdos sobre moda, autoestima, estilo de vida e momentos do cotidiano, Thaylana acumulava mais de 17 mil seguidores em seu perfil digital.

Poucos dias antes de sua morte, a influenciadora publicou um vídeo mostrando produções inspiradas nas festas juninas. Após a divulgação do falecimento, a publicação registrou grande repercussão e recebeu milhares de visualizações, além de mensagens de despedida e homenagens.

Nas redes sociais, amigos e admiradores lamentaram a perda precoce da jovem. Ex-colegas e pessoas próximas destacaram sua simpatia, carisma e a forma positiva com que se relacionava com aqueles ao seu redor.

Uma professora que acompanhou parte de sua trajetória escolar também prestou homenagem, manifestando solidariedade à família e ressaltando as qualidades pessoais da influenciadora durante sua convivência com a estudante.

Até o momento, não foram divulgadas oficialmente informações detalhadas sobre as circunstâncias exatas das complicações médicas que levaram à morte de Thaylana.

O velório foi realizado em Itabuna, cidade onde a influenciadora residia, e o sepultamento ocorreu no Cemitério Campo Santo.

A morte de Thaylana Cordeiro gerou grande repercussão entre internautas, que utilizaram as redes sociais para prestar condolências e demonstrar apoio aos familiares neste momento de luto.

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Família da aposentada quer discutir medidas de prevenção após acidente ocorrido durante desembarque em São Paulo

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A morte da aposentada Maria da Glória Fávaro, de 72 anos, após uma queda durante o desembarque de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, provocou uma mobilização da família em defesa de mudanças nos protocolos de assistência e segurança oferecidos a passageiros idosos. Para a médica dermatologista Raquel Fávaro, filha da vítima, a tragédia não representa um episódio isolado e poderia ter sido evitada.

Maria da Glória viajava para Cuiabá, onde participaria da comemoração de aniversário da filha, quando sofreu o acidente ao descer a escada da aeronave. Ela não resistiu às complicações e morreu no último domingo (31).

Em entrevista, Raquel relatou que tomou conhecimento do ocorrido de forma inesperada e angustiante. Ao tentar falar com a mãe para confirmar detalhes da viagem, teve a ligação atendida por uma funcionária da companhia aérea, que informou apenas que a passageira havia sido encaminhada para uma unidade de saúde na capital paulista.

Segundo a médica, a família passou a receber relatos de outras pessoas que enfrentaram situações semelhantes durante embarques e desembarques em aeroportos brasileiros. Para ela, esses episódios revelam a necessidade de ampliar o debate sobre a segurança de passageiros, especialmente idosos.

Raquel afirmou que havia solicitado assistência especial à companhia aérea semanas antes da viagem, informando que a mãe viajaria desacompanhada. Apesar da solicitação, a família questiona se o suporte oferecido foi suficiente diante das circunstâncias.

A dermatologista também destacou que Maria da Glória mantinha uma rotina ativa, sem histórico de doenças incapacitantes ou limitações físicas que pudessem comprometer sua mobilidade. De acordo com a filha, exames realizados após o acidente descartaram hipóteses como infarto, AVC ou qualquer outro mal súbito que pudesse justificar a queda.

Diante da perda, os familiares decidiram transformar a dor em uma campanha por mudanças que possam evitar novos acidentes. A intenção é buscar apoio junto a autoridades e representantes políticos para discutir medidas que reforcem a segurança de passageiros durante operações de embarque e desembarque.

Entre as propostas defendidas pela família estão a ampliação do uso de rampas de acesso às aeronaves, a disponibilização de equipamentos de elevação para passageiros com mobilidade reduzida e o fortalecimento da assistência prestada a idosos que viajam sozinhos.

Para Raquel, a principal motivação da mobilização é impedir que outras famílias enfrentem uma situação semelhante. A expectativa é que o caso contribua para a construção de políticas e procedimentos capazes de reduzir riscos e tornar as viagens aéreas mais seguras para passageiros de todas as idades.

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