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FIT Pantanal 2026 abre as portas com estrutura grandiosa, cultura, negócios e inovação na comunicação

Maior vitrine do turismo mato-grossense reúne municípios, instituições e empresas em uma edição marcada pela diversidade cultural, oportunidades de negócios e experiências tecnológicas

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A 33ª edição da FIT Pantanal foi oficialmente aberta nesta quarta-feira, em Cuiabá, consolidando-se mais uma vez como um dos maiores eventos de turismo, cultura e negócios do Centro-Oeste brasileiro. Com uma estrutura moderna, estandes temáticos, culturais e espaços interativos, a feira reúne municípios de todas as regiões do Estado, instituições públicas, entidades do setor produtivo e empresas que apresentam ao público o que Mato Grosso tem de melhor.

Logo na entrada, os visitantes encontram uma verdadeira imersão na identidade mato-grossense. Cultura, gastronomia, artesanato, turismo de natureza, agricultura familiar e empreendedorismo dividem espaço em um ambiente que valoriza as potencialidades dos municípios e fortalece a economia regional. A diversidade dos estandes e a riqueza dos detalhes chamam a atenção de quem passa pela feira, transformando o evento em uma grande vitrine para negócios, promoção turística e intercâmbio de experiências.

Para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, a FIT cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento do Estado.

“A FIT Pantanal é muito mais que uma feira de turismo. É um ambiente que movimenta a economia, gera oportunidades, fortalece os municípios e valoriza tudo aquilo que Mato Grosso tem de melhor.”

A programação também evidencia o potencial dos municípios, que aproveitam o evento para apresentar seus atrativos turísticos, manifestações culturais e projetos voltados ao desenvolvimento econômico. A presença de representantes de diferentes regiões reforça a importância da feira como um espaço de integração e fortalecimento de parcerias.

O empresário Tião Dazaelli destacou a capacidade do evento de conectar pessoas, ideias e oportunidades.

“A FIT mostra a força do nosso Estado. Aqui encontramos cultura, empreendedorismo, turismo e inovação reunidos em um único espaço, criando conexões e abrindo portas para novos negócios.”

Além dos atrativos tradicionais, a edição deste ano também se destaca pela presença de iniciativas voltadas à tecnologia e à comunicação. Entre elas, o estande da Agência Gonçalves Cordeiro tem atraído a atenção dos visitantes ao transformar a cobertura da feira em uma experiência dinâmica e interativa.

Com um estúdio de podcast instalado dentro do evento, o espaço recebeu autoridades, empresários, lideranças políticas e representantes de diversos segmentos para entrevistas, ampliando o alcance das discussões e proporcionando ao público acesso aos bastidores e às principais pautas da FIT Pantanal.

O governador em exercício, Otaviano Pivetta, ressaltou a importância da feira para a divulgação das potencialidades mato-grossenses.

“Mato Grosso vive um momento de crescimento e desenvolvimento. A FIT Pantanal é uma vitrine importante para mostrar nossas potencialidades, atrair investimentos e fortalecer a identidade do nosso povo.”

Ao unir cultura, turismo, negócios, inovação e comunicação em um único ambiente, a FIT Pantanal 2026 reafirma seu protagonismo no calendário estadual. Mais do que uma feira, o evento se consolida como um espaço de valorização da identidade mato-grossense e de construção de oportunidades para o futuro do Estado.

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Influenciadora morre após complicações de cirurgia bariátrica

Até o momento, não foram divulgadas oficialmente informações detalhadas sobre as circunstâncias exatas das complicações médicas que levaram à morte de Thaylana.

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A influenciadora digital e modelo plus size Thaylana Cordeiro morreu na última segunda-feira (1º), após enfrentar complicações relacionadas a uma cirurgia bariátrica. A jovem estava internada no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, no sul da Bahia, onde recebia atendimento médico.

A notícia provocou forte comoção entre familiares, amigos e seguidores, que acompanharam sua trajetória nas redes sociais. Conhecida por compartilhar conteúdos sobre moda, autoestima, estilo de vida e momentos do cotidiano, Thaylana acumulava mais de 17 mil seguidores em seu perfil digital.

Poucos dias antes de sua morte, a influenciadora publicou um vídeo mostrando produções inspiradas nas festas juninas. Após a divulgação do falecimento, a publicação registrou grande repercussão e recebeu milhares de visualizações, além de mensagens de despedida e homenagens.

Nas redes sociais, amigos e admiradores lamentaram a perda precoce da jovem. Ex-colegas e pessoas próximas destacaram sua simpatia, carisma e a forma positiva com que se relacionava com aqueles ao seu redor.

Uma professora que acompanhou parte de sua trajetória escolar também prestou homenagem, manifestando solidariedade à família e ressaltando as qualidades pessoais da influenciadora durante sua convivência com a estudante.

Até o momento, não foram divulgadas oficialmente informações detalhadas sobre as circunstâncias exatas das complicações médicas que levaram à morte de Thaylana.

O velório foi realizado em Itabuna, cidade onde a influenciadora residia, e o sepultamento ocorreu no Cemitério Campo Santo.

A morte de Thaylana Cordeiro gerou grande repercussão entre internautas, que utilizaram as redes sociais para prestar condolências e demonstrar apoio aos familiares neste momento de luto.

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Família da aposentada quer discutir medidas de prevenção após acidente ocorrido durante desembarque em São Paulo

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A morte da aposentada Maria da Glória Fávaro, de 72 anos, após uma queda durante o desembarque de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, provocou uma mobilização da família em defesa de mudanças nos protocolos de assistência e segurança oferecidos a passageiros idosos. Para a médica dermatologista Raquel Fávaro, filha da vítima, a tragédia não representa um episódio isolado e poderia ter sido evitada.

Maria da Glória viajava para Cuiabá, onde participaria da comemoração de aniversário da filha, quando sofreu o acidente ao descer a escada da aeronave. Ela não resistiu às complicações e morreu no último domingo (31).

Em entrevista, Raquel relatou que tomou conhecimento do ocorrido de forma inesperada e angustiante. Ao tentar falar com a mãe para confirmar detalhes da viagem, teve a ligação atendida por uma funcionária da companhia aérea, que informou apenas que a passageira havia sido encaminhada para uma unidade de saúde na capital paulista.

Segundo a médica, a família passou a receber relatos de outras pessoas que enfrentaram situações semelhantes durante embarques e desembarques em aeroportos brasileiros. Para ela, esses episódios revelam a necessidade de ampliar o debate sobre a segurança de passageiros, especialmente idosos.

Raquel afirmou que havia solicitado assistência especial à companhia aérea semanas antes da viagem, informando que a mãe viajaria desacompanhada. Apesar da solicitação, a família questiona se o suporte oferecido foi suficiente diante das circunstâncias.

A dermatologista também destacou que Maria da Glória mantinha uma rotina ativa, sem histórico de doenças incapacitantes ou limitações físicas que pudessem comprometer sua mobilidade. De acordo com a filha, exames realizados após o acidente descartaram hipóteses como infarto, AVC ou qualquer outro mal súbito que pudesse justificar a queda.

Diante da perda, os familiares decidiram transformar a dor em uma campanha por mudanças que possam evitar novos acidentes. A intenção é buscar apoio junto a autoridades e representantes políticos para discutir medidas que reforcem a segurança de passageiros durante operações de embarque e desembarque.

Entre as propostas defendidas pela família estão a ampliação do uso de rampas de acesso às aeronaves, a disponibilização de equipamentos de elevação para passageiros com mobilidade reduzida e o fortalecimento da assistência prestada a idosos que viajam sozinhos.

Para Raquel, a principal motivação da mobilização é impedir que outras famílias enfrentem uma situação semelhante. A expectativa é que o caso contribua para a construção de políticas e procedimentos capazes de reduzir riscos e tornar as viagens aéreas mais seguras para passageiros de todas as idades.

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Psicólogo aponta que nova CNH barateia exames, mas mantém barreiras em MT

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Foto: Arquivo Detran-MT

As mudanças promovidas pelo Governo Federal na Carteira Nacional de Habilitação(CNH) em 2026 prometem reduzir custos, simplificar procedimentos e ampliar o acesso da população ao documento. Em Mato Grosso, porém, a nova regra abriu uma discussão sobre quem, de fato, está pagando a conta do barateamento e se o Estado está acompanhando a modernização proposta pela União.

O psicólogo do trânsito Nailton Reis afirmou que a redução dos valores dos exames médicos e psicológicos trouxe alívio para candidatos, mas também pressionou profissionais credenciados, especialmente clínicas, médicos e psicólogos que continuam arcando com taxas, sistemas e custos operacionais.

A principal mudança para o cidadão foi a redução dos exames obrigatórios. Em Mato Grosso, a avaliação psicológica caiu de R$ 171,98 para R$ 101,61, uma redução de 40,92%. Já o exame médico passou de R$ 132,67 para R$ 78,39, queda de 40,91%. Somados, os dois procedimentos saíram de R$ 304,65 para R$ 180.

Para Nailton, o problema não está na tentativa de tornar a CNH mais acessível, mas na forma como a mudança foi aplicada na ponta.

Segundo ele, o valor pago pelo atendimento caiu, mas os custos para manter o serviço praticamente não acompanharam a redução. O psicólogo cita despesas com alvará, acesso a sistemas e manutenção da estrutura exigida para funcionamento das clínicas.

“Nosso instituto fez um balanço deste semestre e sistematizou os ganhos, as perdas e o impacto sentido principalmente entre janeiro e maio. Nesse período, o Instituto Mentes Plurais absorveu perdas sem compensação por parte do Estado. Infelizmente, os profissionais estão tendo que se segurar para não fechar as portas, porque o Estado apenas determina, sem discutir saídas para manter o atendimento”, afirmou Nailton Reis.

De acordo com relatos de profissionais da área, um alvará pode custar aproximadamente R$ 390 por ano. Além disso, há mensalidades próximas de R$ 192 para utilização de sistemas necessários ao exercício da atividade. Esses valores, segundo os profissionais, não foram reduzidos na mesma proporção dos exames.

Na avaliação de Nailton, isso cria uma distorção. O candidato paga menos, mas parte do custo do barateamento acaba sendo transferida para quem executa o serviço.

Um dos pontos que trouxe algum alívio foi a remuneração dos retestes psicológicos. Em Cuiabá, clínicas podem receber entre 60 e 80 candidatos por mês, com média de 15 a 25 retestes mensais.

Considerando o valor atual da avaliação psicológica, de R$ 101,61, esse volume representa entre R$ 1.524,15 e R$ 2.540,25 por mês. Para o psicólogo, esse retorno não resolve todo o problema, mas ajuda a compensar parte das despesas que antes ficavam concentradas sobre os profissionais.

A nova CNH também trouxe mudanças para os motoristas considerados bons condutores. A renovação automática passou a ser uma das principais apostas do novo modelo. A proposta beneficia condutores com histórico positivo, dentro dos critérios estabelecidos pelas normas federais, e reduz deslocamentos, etapas presenciais e burocracia.

A medida é vista como uma forma de premiar quem dirige corretamente e concentrar a fiscalização em motoristas que representam maior risco ao trânsito.

Outro ponto de impacto é o exame toxicológico. O tema ganhou mais força no novo modelo e passou a ser tratado como ferramenta de prevenção. Para Nailton, a exigência ajuda a colocar no centro do debate um problema real: o uso de álcool e outras drogas no trânsito.

Segundo ele, a CNH não pode ser vista apenas como documento administrativo. Ela autoriza uma pessoa a conduzir um veículo, o que exige responsabilidade, equilíbrio e condições adequadas.

“A discussão sobre álcool e outras drogas no trânsito é uma discussão sobre vida. Quem dirige sob efeito de substâncias não coloca apenas a própria vida em risco. Coloca outras pessoas em risco também”, avalia o psicólogo.

A parte mais polêmica da mudança, porém, envolve os instrutores práticos autônomos. O aplicativo CNH do Brasil passou a permitir que candidatos encontrem instrutores e centros de formação por localização, facilitando o contato direto com profissionais e reduzindo a dependência exclusiva das autoescolas.

Na teoria, a medida amplia a concorrência e pode reduzir custos para quem tenta tirar a habilitação. Na prática, instrutores relatam que a regulamentação em Mato Grosso criou novas despesas.

Segundo profissionais da categoria, a atuação como instrutor autônomo exige investimento aproximado de R$ 2 mil, além de adequações no veículo. Outro ponto de reclamação envolve a validação biométrica das aulas.

A biometria é usada para evitar fraudes e comprovar a presença do aluno e do instrutor durante a aula prática. Em Mato Grosso, os profissionais relatam que esse controle é feito por meio dos aplicativos Criar e InfoSae.

O problema, segundo os instrutores, está no custo. Cada aula teria cobrança aproximada de R$ 15 pelo uso dos sistemas. Como o mínimo envolve duas aulas, o custo inicial seria de cerca de R$ 30 por candidato. Além disso, os profissionais afirmam que não há opção de pagamento via Pix, sendo necessário emitir boleto, com tarifa bancária aproximada de R$ 2,50.

Para Nailton Reis, esse ponto precisa ser discutido pelo Estado, porque a tecnologia deveria servir para facilitar o acesso e não para criar novas barreiras.

A crítica feita por profissionais não é contra a biometria. Eles defendem mecanismos de controle para evitar fraude. O questionamento é por que o Estado, que já possui o aplicativo MT Cidadão, não utiliza a própria plataforma para centralizar cadastro, validação biométrica e acompanhamento das aulas práticas.

Na avaliação dos profissionais, o uso de uma estrutura pública poderia reduzir custos, simplificar etapas e diminuir a dependência de sistemas privados pagos pelos instrutores.

A discussão também alcança a população de baixa renda. Segundo Nailton, os dados clínicos observados pelo Instituto Mentes Plurais nas anamneses realizadas com candidatos mostram que pessoas que vivem com um salário mínimo têm muito mais dificuldade para chegar ao processo de habilitação.

Para o psicólogo, esse dado é importante porque mostra que a CNH ainda não é apenas um documento de trânsito. Ela também é uma ferramenta de acesso ao trabalho, à renda e à autonomia.

“Pela nossa vivência clínica, é perceptível que quem ganha um salário mínimo tem enorme dificuldade para chegar à habilitação. O custo do processo ainda é muito alto para essa população”, afirmou.

Para Nailton, a mudança federal tem méritos, mas precisa ser acompanhada por uma postura menos arrecadatória do Estado.

“O debate não é contra baratear a CNH. O debate é sobre quem paga essa conta. Se o Estado mantém taxas, exige sistemas e não reduz os custos de quem está na ponta, ele não está ajudando a democratizar o acesso. Ele está apenas mudando o lugar da cobrança”, afirmou.

O psicólogo também chama atenção para outro ponto que, segundo ele, deveria entrar na discussão nacional sobre a reforma da CNH: a forma como a União trata a observação EAR, sigla para Exerce Atividade Remunerada.

Hoje, a avaliação psicológica tem peso diferente quando o candidato informa que pretende exercer atividade remunerada ao volante. Para Nailton, isso faz sentido do ponto de vista técnico, porque dirigir para trabalhar é diferente de dirigir apenas para uso pessoal.

Uma pessoa habilitada nas categorias A ou B pode usar a moto ou o carro apenas para deslocamentos cotidianos, como ir ao trabalho, buscar familiares ou realizar atividades pessoais. Já quem dirige profissionalmente passa mais horas no trânsito, enfrenta pressão diária, longas jornadas, risco de acidentes, cobranças de produtividade e desgaste emocional.

“O sujeito que dirige para autonomia tem uma relação com o trânsito. O sujeito que dirige oito horas por dia, sob pressão, buraco, trânsito pesado e cobrança de trabalho, tem outra realidade psicológica”, analisa Nailton.

A incoerência, segundo ele, aparece com mais força nas categorias C, D e E. Essas categorias estão associadas a veículos maiores, transporte de carga, transporte de passageiros, máquinas e atividades que, na maioria dos casos, têm finalidade profissional. Mesmo assim, o candidato pode buscar essas categorias sem a observação EAR.

Para Nailton, isso cria uma distorção técnica na avaliação psicológica. Se o candidato não declara EAR, o psicólogo avalia aquele processo como habilitação para autonomia, mesmo quando a própria categoria escolhida indica forte probabilidade de uso profissional.

Na avaliação do psicólogo, a União deveria aproveitar a reforma da CNH para enfrentar essa incoerência. Se o objetivo é desburocratizar, categorias como C, D e E poderiam ser analisadas com mais clareza dentro da lógica da atividade remunerada, evitando que o cidadão tenha que retornar depois ao sistema para incluir EAR quando for contratado por uma empresa ou quando precisar se regularizar para trabalhar.

Para Nailton, isso funciona quase como uma pegadinha administrativa. O candidato tira uma categoria pesada sem EAR, paga pelo processo, depois descobre que precisa incluir a observação para exercer atividade profissional e volta a ter novo custo.

A crítica, nesse ponto, é dirigida à própria União. Se a reforma pretende simplificar o sistema, reduzir custos e aproximar a CNH da realidade do trabalhador brasileiro, também deveria discutir por que categorias que indicam uso profissional ainda podem ser emitidas sem essa observação desde o início.

“Quando uma pessoa tira C, D ou E, existe uma finalidade muito evidente. Pode ser empresário, pode ser empregado, pode ser autônomo, mas dificilmente alguém busca essas categorias apenas por lazer. A União poderia olhar para isso e corrigir essa inconsistência”, avalia Nailton.

Segundo ele, a discussão também ajudaria os psicólogos do trânsito, que hoje ficam diante de uma discrepância técnica. O profissional sabe que determinada categoria tende ao uso remunerado, mas, se o candidato não declara EAR, a avaliação segue outro enquadramento.

Para Nailton, a reforma da CNH não deveria discutir apenas o que pode ser retirado do processo, mas também o que precisa ser melhor qualificado. O toxicológico, por exemplo, ganhou força como instrumento de segurança. A avaliação psicológica, segundo ele, também deveria ser tratada com mais profundidade, especialmente quando envolve motoristas que estarão expostos diariamente ao trânsito como ambiente de trabalho.

As novas regras da CNH envolvem modernização, segurança no trânsito, redução de custos e digitalização dos serviços. Mas, em Mato Grosso, a aplicação prática ainda provoca questionamentos.

De um lado, candidatos podem pagar menos e ter acesso a processos mais simples. De outro, médicos, psicólogos e instrutores relatam que continuam presos a taxas, sistemas e exigências que limitam o impacto real da desburocratização.

No plano nacional, a discussão aberta por Nailton Reis aponta outra questão: se a União quer corrigir distorções históricas da CNH, também precisa olhar para a EAR e para as categorias C, D e E, evitando que o cidadão pague duas vezes por uma exigência que poderia estar clara desde o início.

No fim, a pergunta que fica é direta: a nova CNH vai realmente facilitar a vida do cidadão ou apenas reorganizar quem paga a conta?

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