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Moretti comemora repasse federal e afirma que “dinheiro não tem bandeira ideológica”

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), comemorou nesta sexta-feira (24) o repasse de R$ 3,1 milhões do governo federal para a área da Saúde do município e aproveitou a ocasião para reforçar que recursos públicos devem estar acima de disputas partidárias.

Durante agenda pública, a gestora afirmou que, apesar de integrar o mesmo partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, não vê espaço para ideologia quando o assunto é investimento em serviços essenciais. Segundo ela, a prioridade da gestão é buscar recursos onde houver disponibilidade, independentemente da origem política.

“Eu já falei: dinheiro não tem bandeira ideológica nem partidária. O dinheiro é do povo brasileiro, e eu vou buscar onde tiver recurso. Eu bato na porta, peço recurso, porque nossa cidade precisa”, declarou.

A prefeita destacou que o repasse será destinado ao fortalecimento da rede municipal de Saúde e garantiu que os valores serão aplicados diretamente em benefício da população de Várzea Grande.

“Cada centavo que vier vai ser aplicado para o cidadão de Várzea Grande”, completou.

A fala de Flávia Moretti ocorre em meio ao cenário de polarização política nacional e reforça o discurso de pragmatismo administrativo adotado pela prefeita ao tratar de investimentos e parcerias institucionais.

O recurso de R$ 3,1 milhões será incorporado às ações da Saúde municipal, área considerada uma das prioridades da atual gestão.

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Piveta admite falha na comunicação, mas sustenta integração do SAMU com Bombeiros

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Após dias de forte repercussão política e pressão de profissionais da saúde, o governador Otaviano Piveta tentou encerrar neste sábado (26) a crise em torno da reestruturação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Mato Grosso. Em declaração à imprensa, o chefe do Executivo negou que o serviço esteja sendo extinto, afirmou que houve falha na interpretação de sua fala anterior e defendeu a integração do atendimento com o Corpo de Bombeiros como medida para ampliar a agilidade no socorro à população.

A declaração ocorre após o anúncio de mudanças na estrutura do serviço provocar reações imediatas entre deputados estaduais, trabalhadores da saúde e representantes sindicais, que passaram a denunciar risco de enfraquecimento do modelo de atendimento pré-hospitalar em funcionamento no estado.

Ao tentar frear a crise, Piveta afirmou que o SAMU não será encerrado e classificou como equivocada a interpretação de que o governo estaria promovendo o fechamento do serviço. Segundo ele, a proposta em andamento busca apenas reorganizar a logística de atendimento, com foco na redução do tempo de resposta às ocorrências.

“O cidadão precisa é de resposta rápida. Se o Corpo de Bombeiros estiver mais perto, por que não atender?”, declarou o governador ao justificar a integração entre os serviços.

Piveta explicou que o SAMU é um programa federal de adesão municipal e destacou que, em Mato Grosso, o modelo possui particularidades, especialmente em Cuiabá, onde o Estado assumiu a operação em razão da ausência de adesão municipal em gestões anteriores. Segundo ele, a cooperação com o Corpo de Bombeiros já existe desde administrações passadas e vem sendo ampliada como estratégia para otimizar recursos e ampliar a cobertura do atendimento.

De acordo com o governador, o principal argumento para a reestruturação está nos indicadores operacionais. Dados apresentados pelo governo apontam que o tempo médio de resposta caiu de aproximadamente 25 minutos para 17 minutos após o início da integração, com meta de reduzir esse intervalo para até 10 minutos.

Outro ponto que ampliou a tensão foi o desligamento de profissionais vinculados ao serviço. Piveta negou demissões e afirmou que houve apenas o encerramento natural de contratos temporários com duração de dois anos. Segundo ele, cerca de 38 vínculos foram finalizados, sem impacto direto no funcionamento do atendimento. O governador também afirmou que novas contratações poderão ser realizadas, caso haja necessidade.

Mesmo com a tentativa de pacificação, a resposta do governo não foi suficiente para conter a pressão política. Na Assembleia Legislativa, deputados estaduais passaram a cobrar mais transparência sobre a condução das mudanças e pediram revisão imediata dos desligamentos. A Comissão de Saúde da Casa formalizou questionamentos ao Executivo e cobrou esclarecimentos sobre a manutenção das unidades e das equipes em atividade.

Nos bastidores, parlamentares avaliam que a crise foi agravada pela forma como a comunicação foi conduzida pelo governo, considerada precipitada e mal calibrada. A avaliação é de que a falta de clareza no anúncio abriu espaço para interpretações de desmonte e elevou a tensão entre servidores, categoria e população.

Do lado dos profissionais do SAMU, o clima segue de insatisfação. Trabalhadores relatam insegurança, denunciam perda de postos de trabalho e temem o enfraquecimento da estrutura tradicional do atendimento pré-hospitalar. Em audiências e manifestações públicas, representantes da categoria têm defendido a manutenção da autonomia do serviço, a valorização das equipes e a ampliação da estrutura já existente.

Enquanto isso, o governo sustenta que a integração com os Bombeiros representa modernização e ganho de eficiência. A gestão estadual afirma que o modelo ampliou a cobertura operacional, aumentou o número de bases e permitiu respostas mais rápidas em situações de urgência.

A crise, no entanto, ultrapassa os indicadores técnicos e expõe um embate político e institucional sobre o futuro de um dos serviços mais sensíveis da rede pública de saúde. De um lado, o governo sustenta a narrativa de eficiência e reestruturação. Do outro, parlamentares e profissionais cobram garantias de que a mudança não resultará em perda de qualidade, autonomia ou capacidade de atendimento.

Ao admitir ruído na comunicação, mas manter o discurso em defesa da mudança, Piveta tenta reequilibrar a narrativa em meio a uma crise que ainda deve permanecer no centro do debate político e social em Mato Grosso nos próximos dias.

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Abilio diz que Lula contradiz discurso ao indicar aliado para vaga no STF

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), criticou nesta sexta-feira (24) a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), em substituição ao ministro Luís Roberto Barroso, que antecipou a aposentadoria. Para o gestor municipal, a escolha expõe contradições no discurso do presidente e enfraquece a representatividade feminina na mais alta Corte do país.

Durante conversa com a imprensa na Câmara Municipal de Cuiabá, Abilio relembrou declarações feitas por Lula durante a campanha presidencial de 2022, quando criticou a nomeação de aliados para o STF. Segundo o prefeito, a indicação de Jorge Messias contraria esse posicionamento.

“Basta lembrar o que o Lula dizia no debate com Bolsonaro, quando afirmou que não era correto indicar amigo para o Supremo. Agora indica advogado, aliado e até o ‘Bessias’. É incoerência”, afirmou.

Abilio também criticou o que considera uma redução da presença feminina no Supremo e disse esperar que futuras indicações feitas por Lula contemplem mulheres.

“Hoje, o que eu vejo é ele diminuindo cada vez mais a representatividade das mulheres no Supremo Tribunal Federal. Estão saindo ministras e eu espero que pelo menos ele indique uma mulher na próxima sucessão”, declarou.

O prefeito ainda questionou a ausência de nomes ligados a grupos historicamente defendidos pelo presidente, como mulheres, negros, indígenas e pessoas LGBTQIAPN+, entre os indicados por Lula ao STF.

“Quantas mulheres o Lula indicou para o Supremo? Quantas pessoas negras? Quantos indígenas? Quantas pessoas trans? Cadê a participação desses grupos que ele tanto defende?”, questionou.

Na avaliação de Abilio, o presidente adota um discurso de inclusão que não se reflete nas escolhas institucionais. Para ele, as indicações ao Supremo têm priorizado nomes ligados ao círculo político e jurídico do petista, como Flávio Dino e Cristiano Zanin.

“Todos os ministros que ele indicou ao Supremo até agora não têm nenhuma mulher, nenhuma pessoa negra, nenhum indígena, nenhum LGBTQIA+. É só fantasia”, afirmou.

Ao encerrar, Abilio comparou a composição de sua gestão à do governo federal e afirmou que, em Cuiabá, metade do secretariado municipal é formada por mulheres.

“Em Cuiabá, 50% do meu secretariado é feminino, não por cota, mas por capacidade e competência. No governo do Otaviano Pivetta também há forte presença feminina nos espaços de poder”, concluiu.

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Deputado Moretto destaca protagonismo de Cáceres na abertura do 1º Congresso de Cirurgia do CBC do Pantanal

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O deputado estadual Moretto participou, na noite desta sexta-feira (24/04), da abertura do 1º Congresso de Cirurgia do CBC do Pantanal Mato-Grossense e da 3ª Jornada de Cirurgia de MT, realizados no SEMATUR, em Cáceres. Ao lado da prefeita Eliene Liberato e de lideranças da saúde, como a Dra. Dulcyane Ferreira de Oliveira, anfitriã do evento.

O parlamentar integrou o dispositivo de honra e celebrou o fato de a cidade sediar um evento que a projeta no cenário nacional da medicina. Moretto ressaltou que o congresso evidencia a vocação acadêmica de Cáceres e a força dos profissionais que atuam na linha de frente da saúde no estado.

Em seu discurso, o deputado relembrou as lutas históricas para a consolidação do curso de medicina na UNEMAT e enfatizou o papel transformador da educação e da ciência para o desenvolvimento da região oeste. Ele destacou que o evento promove um intercâmbio valioso, onde profissionais de todo o país conhecem o potencial do Pantanal enquanto compartilham conhecimentos técnicos de ponta. Para o parlamentar, a presença de tantos especialistas e acadêmicos confirma que Mato Grosso vive uma nova era de progresso e assistência à vida.

 

Ao exaltar a qualidade da medicina local e o compromisso dos médicos em salvar vidas, Moretto pontuou o impacto do encontro para a posteridade da região: “É uma troca de informação; eles vão levar a imagem da nossa cidade de Cáceres e do Pantanal para o Brasil inteiro e nós vamos ficar com o conhecimento. Esse congresso mostra o desenvolvimento de uma nova época e prova que temos aqui uma medicina igual a qualquer canto deste Brasil”.

O deputado encerrou reafirmando seu apoio contínuo às demandas da saúde e à valorização dos profissionais mato-grossenses.

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