Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Medeiros acompanha Flávio Bolsonaro em agenda na Norte Show

Publicados

em

O deputado federal José Medeiros chega a Sinop nesta quarta-feira (22) integrando a comitiva do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, para participação na Norte Show. A comitiva pousa no aeroporto do município às 14h40 e, em seguida, segue em motociata até o Parque de Exposições, onde ocorre o evento.

Esta é a primeira visita do presidenciável a Mato Grosso após ser anunciado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como seu nome para disputar a Presidência da República.

Medeiros destacou a importância da presença de Flávio Bolsonaro no estado e reforçou o compromisso do grupo político com o setor produtivo.

“O agro é a locomotiva do Brasil e precisa ser reconhecido como tal. O atual governo gosta do dinheiro do agro, mas persegue e dificulta o seu desenvolvimento. Nós, ao contrário, trabalhamos para fortalecer o Brasil que dá certo, garantindo resultados que impulsionam o crescimento do nosso estado e do país. A vinda do Flávio aqui reforça esse compromisso”, afirmou o parlamentar.

Considerada uma das principais vitrines do agronegócio brasileiro, a Norte Show reúne produtores, empresários e lideranças políticas em torno de inovação, tecnologia e oportunidades de negócios no setor.

Após a agenda na feira, Medeiros retorna a Brasília às 19h30, em voo ao lado de Flávio Bolsonaro, para cumprir compromissos relacionados à pré-campanha presidencial na capital federal.

Comentários Facebook
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica

Casal Riva pede indenização após acusações de Pedro Taques

Publicados

em

O ex-deputado estadual José Riva e sua esposa, Janete Riva, ingressaram com uma ação judicial contra o ex-governador Pedro Taques, solicitando indenização por danos morais no valor de R$ 40 mil.

A ação foi motivada por declarações feitas por Taques em entrevistas recentes, nas quais o ex-governador atribui ao casal a responsabilidade por supostos desvios de recursos relacionados ao projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Cuiabá. Em uma das falas, ele afirma que “o Riva pai e a Riva mãe roubaram o dinheiro do VLT”, o que, segundo a defesa, configura ataque direto à honra e reputação dos dois.

De acordo com a petição inicial, os autores sustentam que as acusações não são acompanhadas de provas e representam uma distorção dos fatos históricos envolvendo a implantação do modal. O documento também destaca que José Riva teria sido, à época, um dos apoiadores do projeto, defendendo seu potencial de desenvolvimento urbano e de geração de benefícios coletivos.

Os advogados do casal argumentam ainda que as declarações foram amplamente divulgadas em redes sociais, entrevistas e podcasts, o que ampliaria o alcance das supostas ofensas. Para a defesa, as manifestações de Taques extrapolam os limites da liberdade de expressão e configuram, em tese, calúnia, injúria e difamação.

Na ação, o casal também solicita que eventual indenização seja destinada a uma entidade beneficente. Além disso, a petição aponta que as declarações teriam cunho político-eleitoral, uma vez que Pedro Taques deve disputar o Senado nas próximas eleições.

O caso deverá ser analisado pelo Judiciário, que irá avaliar se houve abuso do direito de expressão e eventual dano moral decorrente das declarações.

Comentários Facebook
Continue lendo

Politica

Cassação de vereadora em Mato Grosso ganha maioria no tribunal eleitoral

Publicados

em

 

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso formou maioria para manter a cassação da vereadora de Diamantino, Monnize da Costa Dias Zangeroli (União Brasil), em ação que investiga compra de votos, caixa dois e abuso de poder econômico nas eleições de 2024.

O processo também envolve o pai da parlamentar, Éder de Moraes Dias, apontado durante o julgamento como o principal articulador das irregularidades.

No recurso analisado pelo colegiado, o relator, juiz-membro Raphael de Freitas Arantes, votou pela manutenção das punições aplicadas a Éder, mas defendeu a absolvição de Monnize, sob o entendimento de que não há provas suficientes da participação direta dela no esquema.

A divergência foi aberta pelo juiz Jean Bezerra, que votou pela manutenção da cassação da vereadora. Ele também defendeu a exclusão da multa aplicada a Éder no ponto relacionado à compra de votos, considerando que ele não era candidato no pleito.

Acompanharam a divergência os magistrados Luiz Otávio Marques e a juíza federal Juliana Maria da Paixão Araújo. A presidente da sessão, desembargadora Serly Marcondes, também antecipou seu voto, formando maioria no tribunal pela cassação da parlamentar.

Por outro lado, o desembargador Marcos Machado seguiu o relator e votou contra a cassação. Com isso, o placar parcial ficou em 4 votos a 2 pela manutenção da perda do mandato.

O julgamento, no entanto, ainda não foi concluído. O juiz-membro Pérsio Oliveira Landim pediu vista dos autos para apresentar voto por escrito, suspendendo temporariamente a análise, apesar da maioria provisória já formada no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso.

Comentários Facebook
Continue lendo

Politica

Justiça reavalia recurso de ex-deputado acusado de usar funcionária como fantasma

Publicados

em

 

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso pautou para os próximos dias um novo julgamento que pode manter a condenação do ex-deputado federal Eliene Lima por improbidade administrativa. Entre os dias 22 e 24 de abril, a Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo vai analisar um recurso apresentado pela defesa, que tenta reverter ou ao menos adiar os efeitos da decisão já proferida anteriormente.

Em março deste ano, o colegiado decidiu por unanimidade manter a condenação do ex-parlamentar. Agora, os desembargadores voltam a analisar o caso após a apresentação de novos argumentos pela defesa, que questiona pontos da decisão e sustenta ausência de intenção deliberada de causar prejuízo aos cofres públicos.

Se o recurso for rejeitado, Eliene Lima deverá ressarcir cerca de R$ 214,4 mil aos cofres do Estado. O valor corresponde a salários pagos a uma funcionária nomeada em seu gabinete na Assembleia Legislativa, mas que, segundo a acusação, exercia atividades como empregada doméstica na residência do então deputado. Além da devolução, ele também pode ter os direitos políticos suspensos por seis anos, ficando impedido de disputar eleições nesse período.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o esquema teria ocorrido entre 2009 e 2011, quando Joecy Campos Rodrigues foi nomeada para um cargo comissionado, sem, no entanto, desempenhar funções no Legislativo. Ainda conforme a investigação, parte da remuneração recebida por ela era devolvida ao parlamentar, prática conhecida como “rachadinha”.

Em depoimento à Justiça, a própria funcionária confirmou que já trabalhava como doméstica para a família antes da nomeação e que aceitou a proposta de ser registrada na Assembleia enquanto mantinha as mesmas funções.

Relatora do caso, a desembargadora Vandymara Zanolo já havia destacado em decisão anterior que houve desvio de finalidade e prejuízo direto ao erário, apontando que a conduta foi consciente. O novo julgamento será realizado em ambiente virtual e deve definir os próximos desdobramentos do processo.

Comentários Facebook
Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana