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Max Russi reúne 5 mil pessoas e mostra força política em Cuiabá

A presença de aproximadamente 5 mil pessoas chamou atenção pelo volume de mobilização em torno da candidatura de Max.

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O deputado estadual Max Russi (Podemos), candidato à reeleição, reuniu cerca de 5 mil pessoas em um ato político realizado na noite desta quarta-feira (9), em Cuiabá. O tamanho do público e a composição do palanque transformaram o encontro em uma das principais demonstrações de força política do parlamentar nesta fase da pré-campanha.

O evento reuniu apoiadores de diferentes regiões, candidatos do Podemos à Câmara Federal e nomes que disputam vagas ao Senado. Entre as principais lideranças presentes estavam a deputada estadual Janaína Riva (MDB), candidata ao Senado, e o ex-governador Mauro Mendes (União), também candidato ao Senado, além de Elson Ramos (Podemos), que concorre como suplente de Mendes.

A presença de aproximadamente 5 mil pessoas chamou atenção pelo volume de mobilização em torno da candidatura de Max. O encontro também evidenciou a articulação construída pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso dentro do grupo político que participa da disputa eleitoral de 2026.

Janaína destaca liderança de Max

Durante o ato, Janaína Riva ressaltou a capacidade de articulação de Max Russi e o apoio que ele recebe de outros parlamentares.

“Meu título de mais votada acaba este ano com a eleição de Max Russi. Ele é o deputado estadual que tem outros deputados estaduais no palanque, que apoiam o trabalho dele e reconhecem a liderança dele, como presidente do partido e da Assembleia”, afirmou.

A declaração reforçou uma das características que marcaram a trajetória recente de Max: a capacidade de reunir diferentes grupos políticos em torno de sua atuação na Assembleia Legislativa.

Mauro Mendes reforça parceria

Mauro Mendes também participou do evento e destacou os resultados alcançados por Mato Grosso durante sua gestão como governador, além da relação construída com o Legislativo estadual.

“Mostramos que é possível fazer coisas que pareciam ser impossíveis para Mato Grosso, e vamos fazer muito mais”, afirmou.

A presença do ex-governador ao lado de Max Russi acrescentou peso ao ato, que reuniu, em um mesmo palanque, lideranças com forte presença eleitoral e diferentes espaços de influência na política mato-grossense.

Max apresenta resultados e aposta na continuidade

Em seu discurso, Max Russi apresentou ações desenvolvidas durante sua atuação na Assembleia Legislativa e procurou reforçar a imagem de parlamentar ligado a diferentes pautas sociais e regionais.

Entre os exemplos citados estiveram iniciativas relacionadas à causa animal, a atuação em defesa dos moradores da região do Porto, em Cuiabá, diante de processos de desocupação, e projetos desenvolvidos por meio do Gabinete Social e do VG Mais Ação.

O deputado também destacou ações voltadas aos povos indígenas e medidas relacionadas à valorização dos servidores públicos efetivos.

Outro projeto apresentado foi a Vila Aconchego, implantada em Jaciara para oferecer moradia e estrutura de convivência a idosos. O empreendimento conta com 54 casas e, segundo Max, pode servir de modelo para outros municípios de Mato Grosso.

“Isso é fazer política pública, é fazer mais pelo povo de Mato Grosso, e é o que vou continuar fazendo”, afirmou.

Com um público estimado em 5 mil pessoas e um palanque que reuniu deputados, candidatos ao Senado e lideranças de diferentes grupos, o ato reforçou a posição de Max Russi como um dos nomes com maior capacidade de mobilização dentro do cenário político de Mato Grosso para as eleições de 2026.

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Politica

Wellington Fagundes é o mais rejeitado para o Governo de MT; aponta pesquisa

Senador aparece com 25,7% dos eleitores dizendo que não votariam nele; Natasha tem 24,2% e Pivetta chega a 19,3%

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O senador Wellington Fagundes (PL) aparece com a maior rejeição entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso na nova rodada do Paraná Pesquisas. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (9), 25,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam no senador.

O índice de Wellington se manteve estável em relação à pesquisa anterior, também em 25,7%, mantendo o parlamentar na primeira posição do ranking de rejeição.

Na segunda colocação aparece a deputada estadual Doutora Natasha (PSD), com 24,2%. O percentual representa uma alta de 4,9 pontos em relação à rodada anterior, indicando crescimento da resistência ao nome da candidata entre os eleitores pesquisados.

O ex-vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) também registrou aumento. A rejeição ao seu nome passou de 16,3% para 19,3%.

Na sequência aparecem Sargento Laudicério, com 13,4%; Rafaell Milas, com 9,8%; e Mauricio Coelho, com 9,4%.

Os percentuais não somam 100% porque os entrevistados puderam indicar mais de um candidato que não receberia seu voto.

Cenário da disputa

O levantamento mostra que Wellington mantém a liderança no quesito rejeição, enquanto Natasha apresentou a maior variação entre os principais nomes em relação à pesquisa anterior.

A rejeição é um dos indicadores acompanhados em pesquisas eleitorais porque ajuda a dimensionar o grau de resistência dos eleitores a cada candidatura. Diferentemente da intenção de voto, o índice mede quantos eleitores afirmam que não escolheriam determinado candidato.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná entre os dias 6 e 8 de setembro, com 1.352 eleitores de 52 municípios de Mato Grosso.

A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-01505/2026.

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“Nada mudou”, Janaina Riva responde ex-suplente e diz estar tranquila

“Quando eu convidei a Ana para ser suplente, eu disse a ela que seria temporário, porque eu não havia tempo hábil para poder fazer a troca de suplência. A suplência era do partido Podemos. Eu tinha dois suplentes definidos com o presidente Max Russi”, explicou.

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A candidata ao Senado Janaína Riva (MDB) respondeu nesta quarta-feira (9) às críticas feitas pela ex-delegada da Polícia Civil Ana Cristina Feldner, que deixou a primeira suplência da chapa em 15 de agosto e foi substituída por Aluizo Lima (PRD), assessor da parlamentar.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Feldner afirmou ter se sentido desrespeitada e desmerecida durante o período em que integrou a chapa. Ela também questionou se teria sido vítima de violência política de gênero e declarou que Janaína não a representa como mulher.

Ao comentar o episódio, Janaína negou ter conduzido a mudança de forma desonesta e afirmou que a condição temporária da participação de Feldner havia sido informada desde o convite para integrar a chapa.

“O que eu precisava expliquei desde o início, então da minha parte não teve nenhuma desonestidade”, afirmou a candidata ao MidiaNews.

Segundo Janaína, a vaga de suplente pertencia ao Podemos e havia sido definida em articulação com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi. Como não haveria tempo hábil para realizar a substituição antes do registro da chapa, Feldner teria sido convidada para ocupar a posição inicialmente.

“Quando eu convidei a Ana para ser suplente, eu disse a ela que seria temporário, porque eu não havia tempo hábil para poder fazer a troca de suplência. A suplência era do partido Podemos. Eu tinha dois suplentes definidos com o presidente Max Russi”, explicou.

 

“Ela disse que sim”

Janaína afirmou ainda que a própria ex-delegada teria concordado com a participação por um período determinado.

“Eu disse a ela que seria temporário e perguntei se ela toparia ser candidata por período determinado. E ela disse que sim”, relatou.

A candidata ao Senado também disse que conversou com Feldner após a substituição e que, até então, as duas mantinham uma relação amistosa.

Segundo Janaína, a ex-delegada chegou a manifestar a expectativa de continuar na chapa, mas essa possibilidade, de acordo com a emedebista, nunca teria sido apresentada como definitiva.

“Ela havia dito para mim que nutria uma expectativa, que havia sido criada por uma assessora que tenho, de que talvez ela poderia ficar. Mas eu falei: olha, mas para mim nada mudou. Desde o começo eu falei que eu precisaria depois fazer a substituição”, afirmou.

“Eu lamento muito, mas eu não vou fazer nenhuma ofensa, nenhum ataque. Campanha é isso mesmo, a gente tem que estar preparado para esse tipo de coisa”, concluiu.

A troca na primeira suplência acrescenta um novo episódio às articulações da disputa pelo Senado em Mato Grosso, em uma eleição marcada pela movimentação de partidos e pela composição das chapas que disputarão as duas vagas destinadas ao Estado.

 

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Taques é multado em R$ 25 mil por chamar gestão de Mauro de “lamaçal de corrupção”

Na primeira decisão, o juiz analisou uma publicação feita por Taques no Instagram e constatou que a declaração ultrapassou os limites da crítica política.

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Pela vigésima vez, o candidato ao Senado Pedro Taques sofreu condenação pela Justiça Eleitoral por denúncias contra o ex-governador Mauro Mendes, que também é candidato a senador. Somente na terça-feira (08.09) foram duas condenações, que juntas somam R$ 25 mil em multas.

As decisões tratam-se se condenações pelo plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), representações pelos juízes de propaganda eleitoral e direito de resposta desde o início da campanha eleitoral. Os casos são o mesmo tema: atribuir a Mauro Mendes condenação inexistente de um caso em fase de investigação pela Polícia Federal.

Em uma delas, Taques foi condenado a pagar R$ 15 mil por associar a gestão de Mauro a um “lamaçal de corrupção”. Na outra, a multa foi de R$ 10 mil por comparar o candidato e seu filho a integrantes de uma facção criminosa e defender a prisão preventiva de ambos.

Na primeira decisão, o juiz analisou uma publicação feita por Taques no Instagram e constatou que a declaração ultrapassou os limites da crítica política. O magistrado destacou que Taques não se limitou a questionar a administração estadual, mas estabeleceu “nexo direto” entre o governo de Mauro e a afirmação de que Mato Grosso teria se transformado em um “lamaçal de corrupção”.

“A manifestação, portanto, ultrapassa a mera crítica político-administrativa e associa, de maneira categórica, a gestão do candidato adversário a um quadro generalizado de corrupção, em contexto inequivocamente eleitoral e com aptidão para atingir sua honra e imagem perante o eleitorado”, escreveu o juiz.

O juiz reconheceu que investigações, operações policiais e procedimentos de controle podem ser levados ao debate eleitoral, mas fez uma distinção entre informar o eleitor sobre uma investigação e apresentar uma conclusão de culpa.

Além disso, reconheceu que fato Taques ter voltado a utilizar a mesma expressão contra o mesmo adversário, depois de uma decisão colegiada que havia considerado a manifestação ilícita, “revela maior grau de reprovabilidade e justifica o afastamento do mínimo legal”.

Na segunda representação, Taques foi condenado por um vídeo publicado no Instagram no qual comentava a Operação Heritage e atribuía a Mauro Mendes e ao filho do candidato supostas ações para ocultar patrimônio e frustrar investigações. No vídeo, Taques comparou a conduta atribuída aos dois a integrantes de uma facção criminosa e afirmou que seria “caso de prisão preventiva”.

O juiz considerou que a existência da Operação Heritage e das investigações é um fato real e que sua simples menção não caracteriza irregularidade. O problema, segundo a decisão, foi a forma como as suspeitas foram apresentadas ao eleitorado.

“Ao afirmar que os fatos estariam provados, comparar o candidato adversário e seu filho a integrantes de facção criminosa que destroem provas e ocultam cadáveres e defender publicamente a prisão preventiva de ambos, o representado converteu suspeitas ainda em apuração em imputação categórica de condutas criminosas”, escreveu.

Na decisão, o juiz ainda reforçou que o fato de Mauro ser agente público não autoriza acusações criminais sem respaldo em condenação ou acusação formal.

“Embora os agentes públicos estejam submetidos a maior exposição e devam tolerar críticas mais contundentes, essa proteção reduzida não autoriza a formulação de acusações criminais categóricas sem condenação ou acusação formal apresentada pelo Ministério Público”, afirmou e arbitrou a multa de R$ 10 mil.

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