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Politica

Mauro Mendes evita previsão sobre 1º turno e diz que Pivetta está “próximo” da vitória

Candidato ao Senado, ex-governador afirma que números indicam possibilidade de vitória de Otaviano Pivetta, mas destaca indecisos e eleitores que ainda podem mudar de voto

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União) evitou afirmar que o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) será reeleito já no primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Segundo Mendes, as pesquisas de intenção de voto apontam que a disputa está próxima de uma definição, mas ainda não permitem cravar o resultado.

“Não dá para cravar a vitória em primeiro turno, os números não mostram isso… Mas mostram que está próximo disso”, afirmou Mendes em entrevista ao MidiaNews.

O ex-governador disse que a estratégia nesta reta final será manter o trabalho de campanha e buscar ampliar a votação de Pivetta.

“Vamos continuar trabalhando e buscar o melhor resultado”, declarou.

Indecisos

Mendes também citou o número de eleitores que ainda não definiram o voto e daqueles que, embora tenham escolhido um candidato nas pesquisas, podem mudar de posição até o dia da eleição.

Na avaliação apresentada pelo candidato, o desempenho de Pivetta também está relacionado ao conhecimento que o eleitorado tem sobre as duas gestões anteriores no Palácio Paiaguás.

“No caso do Pivetta, conta mesmo o trabalho que fizemos nesses quase oito anos. Ao invés de ficar fazendo um exercício de futorologia, vamos concentrar toda a nossa energia e trabalhar nessa reta final”, afirmou.

Mendes acrescentou que a campanha pretende transformar a avaliação positiva mencionada por ele em votos nas urnas.

“Vamos ampliar o conceito que temos, pelo trabalho prestado, e tentar colher esses votos, transformando essa simpatia em votos”, disse.

Disputa ao Senado

Mauro Mendes também comentou a própria disputa ao Senado. Segundo ele, as pesquisas divulgadas durante a campanha apontam sua liderança, mas o candidato afirmou que não considera o cenário definido.

“As pesquisas mostram a liderança no processo, mas isso não nos ilude, vamos trabalhar até o último minuto”, resumiu.

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Politica

Novo expõe atraso em repasses do PL, mas descarta romper com Wellington

“Por conta desses imprevistos, nós fomos pressionados pelos próprios candidatos, e é dever nosso, da diretoria, sempre deixar muito às claras o que está ocorrendo”, afirmou Iacovacci.

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O presidente do Novo em Mato Grosso, Rafael Iacovacci, afirmou que o PL ainda não repassou integralmente os recursos previstos em um acordo para auxiliar as campanhas proporcionais do partido nas eleições de 2026.

Segundo Iacovacci, o entendimento previa repasses entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões. Até o momento, porém, aproximadamente metade do valor teria sido entregue, deixando uma diferença que pode chegar a R$ 1,25 milhão.

A situação veio a público após candidatos do Novo cobrarem a direção estadual diante de dificuldades enfrentadas durante a campanha, principalmente na produção e distribuição de materiais.

“Por conta desses imprevistos, nós fomos pressionados pelos próprios candidatos, e é dever nosso, da diretoria, sempre deixar muito às claras o que está ocorrendo”, afirmou Iacovacci.

Repasses e material de campanha

De acordo com o dirigente, uma reunião foi realizada na semana passada com o presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, e candidatos do Novo. No encontro, ficou definido que os repasses e os problemas relacionados à produção de materiais começariam a ser regularizados a partir de sexta-feira (25) ou segunda-feira (28).

“Não concretizou 100%, mas está em andamento”, disse.

Além da questão financeira, Iacovacci citou dificuldades envolvendo gráficas, produção de santinhos, logística, comunicação e cumprimento de prazos.

O Novo possui 34 candidatos no Estado, sendo 25 para deputado estadual e nove para deputado federal. Para o presidente da sigla, o número de candidaturas e os compromissos assumidos ao longo da campanha contribuíram para os problemas operacionais.

“São muitos candidatos, só nós, por exemplo, o partido tem 34 candidatos, são 25 estaduais e nove federais. Muitas promessas são feitas, compromissos são firmados, e não dá para ser 100%”, afirmou.

Segundo Iacovacci, problemas com fornecedores de material gráfico também atingiram candidatos de outros partidos da coligação.

“A gráfica foi o principal, mas eu digo que a gráfica foi para todos os partidos da coligação inteira. Então o próprio PL teve problemas, nós tivemos, e o pessoal do MDB também”, declarou.

Novo mantém apoio a Wellington

Apesar das cobranças internas, Iacovacci negou que o Novo esteja articulando o rompimento da aliança com o candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL).

O Novo ocupa a vaga de vice na chapa, com Reinaldo Morais.

Segundo o dirigente, houve insatisfação entre alguns candidatos, mas não existe um movimento organizado para abandonar a aliança. Ele classificou os episódios como “ruído” ocorrido durante a campanha e afirmou que a direção buscou esclarecer a situação internamente.

“Não, na verdade, você não consegue agradar 100%. Quando eu falo uma minoria, é uma minoria mesmo, que ficaram mais inflamados por certas situações”, disse.

Iacovacci afirmou ainda que o Novo não pode garantir compromissos assumidos por terceiros, mas continuará cobrando a regularização dos repasses.

“É claro que a gente não consegue avalizar terceiros. Nós tivemos alguns imprevistos, mas a gente tentou contornar da melhor forma”, afirmou.

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Medeiros confirma áudio sobre eleitores e diz que não vai pedir desculpas: “Quem me conhece sabe”

A declaração sobre o eleitorado veio à tona um dia depois de outro áudio atribuído a Medeiros, também enviado a Chico Mendes.

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O deputado federal e candidato ao Senado por Mato Grosso José Medeiros (PL) reconheceu ter feito a declaração em que se refere ao próprio eleitorado como pessoas que “oram para alienígena” e “bebem detergente”. A fala consta de um áudio enviado ao prefeito de Diamantino, Francisco “Chico” Mendes (União), irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

Após a repercussão da gravação, Medeiros publicou um vídeo nas redes sociais em que confirmou a autoria da fala, mas afirmou que a declaração foi uma provocação e que o conteúdo teria sido retirado de contexto.

“A pergunta que é preciso ser feita não é se eu disse ou se eu não disse. Eu disse, e sou homem para reconhecer”, afirmou o candidato.

Na sequência, Medeiros questionou a divulgação do áudio e direcionou críticas aos adversários políticos. Segundo ele, o episódio estaria sendo utilizado para tentar atingir sua candidatura.

O trecho que provocou a repercussão tem cerca de 11 segundos. Na gravação, Medeiros diz a Chico Mendes: “Você sabe que o meu eleitor é aquele eleitor que ora para alienígena e bebe detergente, né? Esse eleitor, Chico”.

As expressões utilizadas no áudio fazem referência a episódios que circularam amplamente nas redes sociais. A menção a “orar para alienígena” remete a imagens de manifestações realizadas após as eleições de 2022, nas quais participantes utilizaram celulares voltados para o céu. Já a referência ao detergente passou a ser associada a conteúdos e episódios que circularam em redes sociais entre grupos de apoiadores de Jair Bolsonaro.

Críticas ao STF

A declaração sobre o eleitorado veio à tona um dia depois de outro áudio atribuído a Medeiros, também enviado a Chico Mendes.

Na gravação anterior, o deputado afirmou que havia orientado sua equipe de comunicação a retirar referências ao STF dos textos preparados para suas gravações de campanha.

“Eu não leio um texto para gravação que tenha qualquer coisa mencionando o STF”, disse Medeiros. No mesmo áudio, porém, afirmou que estaria disponível para fazer críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

A autenticidade desse primeiro áudio foi confirmada pelo próprio parlamentar após sua divulgação.

Posicionamento

No vídeo divulgado após a repercussão, Medeiros também mencionou seu alinhamento político com Jair Bolsonaro e integrantes da família do ex-presidente.

O candidato afirmou que não pretende pedir desculpas pela declaração e disse que considera a divulgação dos áudios parte de uma tentativa de prejudicar sua candidatura.

A expressão utilizada no vídeo sobre eventual envolvimento de adversários em irregularidades deve ser tratada como declaração do próprio candidato, sem ser apresentada como fato comprovado.

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Politica

VÍDEO: Candidato ao Senado reage a áudios de Medeiros e cobra Flávio Bolsonaro

Foi diante dessa repercussão que Beny Godoy publicou um vídeo direcionado principalmente a Flávio Bolsonaro (PL), senador e candidato à Presidência da República.

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O candidato ao Senado por Mato Grosso Beny Godoy (Agir 36) usou as redes sociais nesta quarta-feira (23) para reagir aos áudios atribuídos ao deputado federal e também candidato ao Senado José Medeiros (PL). As gravações foram divulgadas pelo site Metrópoles e mostram uma conversa entre Medeiros e o prefeito de Diamantino, Chico Mendes (União), irmão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

Em um dos trechos divulgados, Medeiros afirma que evita ataques ao STF durante a campanha e relata ter orientado sua equipe de marketing a retirar dos textos qualquer menção à Corte. Na sequência, diz que aceitaria fazer críticas ao ministro Alexandre de Moraes, mas pede que não seja cobrado a atacar outros ministros.

Medeiros confirmou ao Metrópoles a autenticidade da gravação e afirmou que tem como orientação preservar a instituição, embora mantenha críticas e pedidos de impeachment contra ministros em determinadas situações.

Outro áudio atribuído ao parlamentar também ganhou repercussão nesta quarta-feira. Na gravação, Medeiros faz referência ao próprio eleitorado e afirma que seu eleitor é aquele que “ora para alienígena e bebe detergente”. O conteúdo foi divulgado em meio à sequência de áudios relacionados à conversa com Chico Mendes.

Foi diante dessa repercussão que Beny Godoy publicou um vídeo direcionado principalmente a Flávio Bolsonaro (PL), senador e candidato à Presidência da República.

Na manifestação, Beny afirmou que os áudios reforçariam críticas que, segundo ele, já fazia há anos sobre Medeiros e sobre a atuação política da direita em Mato Grosso.

“Esses áudios vazados só servem apenas para comprovar aquilo que eu já falei há muito tempo”, declarou.

Cobrança a Flávio Bolsonaro

Beny foi além das críticas a Medeiros e fez um pedido direto a Flávio Bolsonaro, que disputa a Presidência da República pelo PL contra Lula (PT). Pesquisas nacionais recentes colocam os dois no centro dos principais cenários eleitorais para a Presidência, embora os resultados variem de acordo com o instituto, período e cenário testado. Na pesquisa Quaest divulgada em 21 de setembro, por exemplo, Lula apareceu com 37% no primeiro turno, contra 33% de Flávio; em um cenário de segundo turno, Flávio tinha 42% e Lula, 41%, dentro da margem de erro.

Ao falar diretamente com o candidato à Presidência, Beny pediu que Flávio retire o apoio a José Medeiros na disputa pelo Senado em Mato Grosso.

“Esse é um recado a Flávio Bolsonaro. O povo de bem de Mato Grosso exige que você retire o apoio desse melancia, desse esquerdista infiltrado dentro da direita de Mato Grosso”, afirmou.

 

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Beny também disse que sua candidatura pretende manter alinhamento com o grupo político de Jair Bolsonaro e declarou apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro.

“Beny Godoy está com Flávio Bolsonaro, mas já esteve com Bolsonaro desde 2016”, afirmou durante o vídeo.

Disputa dentro do campo bolsonarista

A manifestação acrescenta um novo capítulo à disputa pelas duas vagas ao Senado em Mato Grosso. Ao citar diretamente Flávio Bolsonaro, Beny leva a controvérsia envolvendo os áudios para o centro da disputa política estadual e questiona publicamente o apoio do candidato presidencial a Medeiros.

O candidato do Agir também criticou o que considera uma divisão entre diferentes grupos que se apresentam como representantes da direita no Estado. Em seu discurso, passou a utilizar novamente a expressão “direita raiz” para definir sua própria candidatura.

“Direita raiz, porque existia outra direita que não é direita. Que é a direita fake, infiltrada”, afirmou.

Beny encerrou o pronunciamento dizendo que pretende disputar o voto desse eleitorado nas urnas e repetiu o número de sua candidatura: “Beny Godoy, 365”.

A manifestação ocorre enquanto os áudios de Medeiros continuam repercutindo nacionalmente e no cenário eleitoral de Mato Grosso. O deputado confirmou a autenticidade do primeiro áudio divulgado pelo Metrópoles, enquanto o segundo registro, sobre seu eleitorado, também passou a circular amplamente nas redes sociais.

 

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