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Justiça rejeita recurso do PT e mantém vitória de Jojo Todynho em processo

Tribunal rejeitou recurso apresentado pelo partido e manteve entendimento de que não houve ofensa direta à legenda nas declarações da influenciadora.

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A Justiça de São Paulo manteve a decisão que rejeitou uma ação movida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra a cantora e influenciadora Jojo Todynho. Em julgamento realizado no fim de maio, o recurso apresentado pela legenda foi negado, consolidando mais uma derrota judicial do partido no caso envolvendo declarações feitas pela artista durante o período eleitoral.

A disputa judicial teve origem em falas públicas de Jojo Todynho, realizadas em 2023, nas quais ela afirmou ter recebido uma proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral.

Na época, o PT contestou a declaração e ingressou com uma queixa-crime alegando que as afirmações causavam danos à imagem da legenda. O partido sustentou que a fala poderia levar a interpretações negativas por parte da opinião pública.

Ao analisar o recurso, o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve o entendimento adotado anteriormente pela 14ª Vara Criminal da Barra Funda. Segundo a decisão, a influenciadora não apontou quem teria realizado a suposta proposta, o que impossibilitaria a atribuição direta da conduta ao partido.

O relator destacou que as declarações não configuraram acusação específica contra a legenda nem atribuíram ao PT qualquer prática criminosa. Para a Justiça, o relato apresentado por Jojo foi genérico e não reuniu elementos suficientes para justificar a abertura de uma ação penal.

Outro ponto considerado pelos magistrados foi o contexto em que as declarações ocorreram. A decisão ressalta que o episódio está inserido no ambiente de debate político e público, cenário em que a liberdade de expressão possui proteção constitucional ampliada.

A controvérsia já havia sido analisada em fevereiro deste ano, quando a queixa-crime foi rejeitada em primeira instância. Na ocasião, o juiz responsável concluiu que a ação carecia de justa causa para prosseguir.

Além de manter o arquivamento do processo, a Justiça preservou a condenação imposta ao partido ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios fixados em R$ 10 mil em favor da defesa da influenciadora.

Com a nova decisão, o entendimento judicial permanece favorável à artista, encerrando mais uma etapa da disputa envolvendo as declarações feitas durante o período pós-eleitoral.

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A construção civil precisa parar de normalizar atrasos

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A construção civil brasileira segue demonstrando resiliência mesmo diante de um cenário econômico desafiador. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) projeta crescimento de 2% para o setor em 2026, impulsionado principalmente pelo crédito imobiliário e pelos investimentos em infraestrutura. Nesse ambiente cada vez mais competitivo, um problema ainda persiste: os atrasos tratados como normalidade.

Em Mato Grosso, por exemplo, onde o crescimento econômico acelerou a demanda por moradia, eficiência operacional deixou de ser apenas diferencial competitivo. Passou a ser necessidade estratégica.

O avanço do setor acompanha um mercado imobiliário em expansão. Em Cuiabá, o segmento movimentou R$ 5,7 bilhões em 2025, segundo dados do Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi-MT) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT). Ao mesmo tempo, aumentaram as cobranças por previsibilidade, capacidade de entrega e controle de custos.

Durante décadas, consolidou-se no setor a ideia de que uma obra possui data para começar, mas não necessariamente para terminar. Esse modelo, porém, já não se sustenta em um ambiente que exige produtividade, planejamento e gestão eficiente.

Existe uma percepção equivocada de que processos tornam as operações mais burocráticas e lentas. Na prática, acontece justamente o contrário. Empresas que investem em padronização, acompanhamento técnico e integração operacional conseguem reduzir desperdícios, minimizar retrabalho e aumentar produtividade sem comprometer a qualidade.

Velocidade não significa correria. Velocidade é consequência de organização. Obras excessivamente longas quase sempre revelam falhas ocultas, ausência de planejamento, desalinhamento entre equipes, baixa integração operacional e dificuldade na tomada de decisão. Já operações estruturadas conseguem manter ritmo produtivo elevado com previsibilidade e estabilidade.

E existe um fator central nessa discussão. O tempo também representa o resultado financeiro. Na construção civil, reduzir o ciclo de execução impacta diretamente a liquidez e a sustentabilidade das empresas. Quanto maior a eficiência operacional, menor tende a ser a exposição a custos indiretos, oscilações econômicas e aumentos sucessivos de insumos.

Esse cenário ganhou ainda mais peso nos últimos anos. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) acumulou alta de 6,28% em 12 meses, refletindo a pressão sobre materiais, logística, combustíveis e mão de obra.

Em um ambiente de custos elevados, obras demoradas deixam de representar apenas atraso operacional e passam a comprometer competitividade. Por isso, eficiência operacional não deve ser tratada apenas como pauta técnica da engenharia. Trata-se de estratégia de negócio.

A construção civil vive uma necessária evolução nos métodos executivos, nos sistemas construtivos e nos modelos de gestão. A busca por industrialização, inovação e novas tecnologias deixou de ser tendência e passou a ser requisito para empresas que desejam crescer de forma sustentável.

A construção civil possui papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do país. E quanto mais eficiente e preparada ela for, maior será sua capacidade de entregar não apenas empreendimentos, mas confiança e estabilidade para milhares de famílias.

No fim, construir vai muito além da execução de uma obra. Construir é transformar planejamento em realidade, e isso só acontece de forma consistente quando existe excelência operacional sustentando cada etapa do processo.

Leandro Guimarães é diretor operacional da GRF Incorporadora, empresa mato-grossense que constrói moradias populares no Brasil e tem como um dos pilares de valor a agilidade.

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Michelle Bolsonaro relata desgaste e emoção ao cuidar do ex-presidente durante recuperação

Após receber alta hospitalar, Bolsonaro segue em recuperação domiciliar sob acompanhamento médico

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro revelou detalhes da rotina de cuidados com o ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de recuperação de uma cirurgia no ombro. Em publicação nas redes sociais, ela descreveu o desgaste físico provocado pelos últimos dias, mas afirmou sentir gratidão por poder acompanhar de perto o tratamento do marido.

Em um relato publicado durante a madrugada, Michelle contou que tem auxiliado Bolsonaro em atividades básicas do cotidiano, como higiene pessoal, troca de roupas e demais cuidados necessários após o procedimento cirúrgico. Segundo ela, a experiência também despertou reflexões sobre envelhecimento, companheirismo e dedicação nos momentos mais delicados da vida.

A ex-primeira-dama afirmou que, após ajudar o marido em sua rotina diária, passou a pensar sobre a possibilidade de, no futuro, não contar com alguém disposto a oferecer o mesmo tipo de apoio. Apesar do cansaço acumulado, ela destacou que considera esse momento uma demonstração de amor, respeito e gratidão.

Michelle também revelou estar enfrentando limitações físicas. De acordo com o relato, ela sofre com uma inflamação em um tendão da mão, condição que tem provocado dores durante o período em que acompanha a recuperação do ex-presidente.

Na publicação, ela ressaltou que cuidar do marido representa uma forma de retribuir o apoio recebido ao longo do relacionamento e reafirmou sua admiração pela trajetória política e pessoal de Bolsonaro.

O ex-presidente foi submetido recentemente a uma cirurgia para reparação do manguito rotador do ombro. O procedimento integra uma série de intervenções médicas realizadas desde o atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018.

Após receber alta hospitalar, Bolsonaro segue em recuperação domiciliar sob acompanhamento médico. De acordo com a equipe responsável pelo tratamento, o período de reabilitação pode se estender por vários meses.

O médico ortopedista Alexandre Firmino Paniago informou que as dores pós-operatórias costumam representar uma das principais preocupações nesse tipo de procedimento. Segundo o especialista, o quadro clínico do ex-presidente evolui dentro do esperado e os sintomas estão sendo controlados adequadamente.

Ainda conforme a orientação médica, Bolsonaro deverá permanecer utilizando tipoia por cerca de seis semanas antes de iniciar a fase específica de fisioterapia voltada para a recuperação dos movimentos do ombro.

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Henrique Maluf se despede do pai após tragédia que matou cinco pessoas em rodovia de Mato Grosso

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O cantor mato-grossense Henrique Maluf utilizou as redes sociais neste sábado para lamentar a morte do pai, o professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Vitérico Jabur Maluf, de 65 anos, vítima de um grave acidente de trânsito ocorrido na noite de sexta-feira (5), na rodovia MT-358, entre os municípios de Nova Olímpia e Barra do Bugres. A tragédia também vitimou a esposa do professor, Jucineide Maluf, além de outras três pessoas da mesma família.

Abalado pela perda, Henrique compartilhou uma nota de falecimento do pai e expressou sua dor em uma breve e emocionada mensagem publicada nas redes sociais.

“Se foi meu melhor amigo”, escreveu o artista ao se despedir do professor.

Em outra publicação, o cantor compartilhou um vídeo de Vitérico ao lado da esposa, Jucineide Maluf, que também morreu no acidente. Na legenda, Henrique lamentou a partida da madrasta.

“Sentiremos muita falta sua também, tia Juh. Meu Deus”, publicou.

Até o momento, familiares ainda não divulgaram informações sobre o velório e o sepultamento das vítimas.

O acidente aconteceu na MT-358 e envolveu três veículos. Além de Vitérico e Jucineide Maluf, também perderam a vida o motorista Sebastião Ribeiro de Oliveira, sua esposa, Dayane Ribeiro, e o filho do casal, uma criança de apenas quatro anos.

A tragédia provocou grande comoção entre familiares, amigos, alunos e colegas de trabalho do professor, que era conhecido por sua atuação acadêmica na Universidade do Estado de Mato Grosso.

Vitérico Jabur Maluf deixa um legado na educação mato-grossense e era reconhecido por sua dedicação ao ensino superior e à formação de estudantes ao longo de sua trajetória profissional.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

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