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Disputa de 2026 esquenta e Jéssica aponta movimento contra candidatura de Janaina Riva ao Senado

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A empresária e pré-candidata a deputada estadual Jéssica Riva (MDB) afirmou que a irmã, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), tem enfrentado movimentos políticos que buscam enfraquecer sua pré-candidatura ao Senado nas eleições de 2026. Segundo ela, a competitividade da parlamentar tem provocado articulações que tentam direcioná-la para outros projetos políticos, como uma eventual composição para vice-governadora.

Durante entrevista ao RDTV Cast, do RDNews, Jéssica Riva avaliou que Janaina se tornou uma das principais protagonistas da disputa eleitoral em Mato Grosso, o que desperta interesses de diferentes grupos políticos.

Segundo a empresária, a deputada reúne capital político, experiência parlamentar e densidade eleitoral suficientes para ocupar qualquer posição em uma chapa majoritária. Ainda assim, ela acredita que setores políticos têm trabalhado para afastar Janaina da corrida ao Senado.

“Janaina cabe em todos os projetos. E eu acho que estão tentando minar, sim, o projeto dela”, afirmou.

Jéssica ressaltou que não vê uma articulação coordenada para prejudicar a irmã, mas sim um movimento natural dentro da disputa política, em que lideranças buscam fortalecer seus próprios interesses eleitorais.

Na avaliação dela, algumas propostas apresentadas à deputada funcionariam como uma alternativa para retirá-la da disputa por uma das duas vagas ao Senado que estarão em jogo em 2026.

“Não existe um grupo maquiavélico tentando minar. O que existe são interesses próprios sendo colocados acima dos demais, tentando oferecer um prêmio de consolação para a Janaina, colocando-a em outro projeto”, declarou.

Nos bastidores da política mato-grossense, o nome de Janaina Riva tem sido frequentemente citado em possíveis composições majoritárias, incluindo a vaga de vice-governadora em chapas consideradas competitivas para a sucessão estadual.

Apesar das especulações, Jéssica garantiu que a prioridade da parlamentar permanece inalterada. Segundo ela, Janaina segue concentrada na construção de sua candidatura ao Senado, projeto que vem sendo articulado nos últimos meses junto a lideranças políticas e setores da sociedade.

A deputada é considerada uma das principais lideranças do MDB em Mato Grosso e aparece constantemente entre os nomes mais lembrados nas discussões sobre a disputa pelas duas cadeiras que serão abertas no Senado Federal em 2026.

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Faissal reage à Operação Gemini e nega qualquer vínculo financeiro com desembargador

Deputado afirma que não possui transações financeiras com magistrado afastado e diz ter entregado celular e senhas aos agentes federais

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O deputado estadual Faissal Calil negou qualquer participação em um suposto esquema de venda de sentenças investigado pela Polícia Federal durante a Operação Gemini, deflagrada nesta segunda-feira (8) em Mato Grosso.

Apontado pela PF como suposto “braço operacional” do desembargador afastado Dirceu dos Santos, Faissal afirmou que não mantém relação financeira com o magistrado e que o vínculo profissional entre ambos ficou no passado, quando atuou no gabinete do desembargador entre 2017 e 2018.

Em declaração à imprensa após o cumprimento do mandado de busca e apreensão em sua residência, o parlamentar garantiu estar tranquilo em relação às investigações e afirmou que colaborou integralmente com os agentes federais.

“Não tem nenhuma transação econômica minha com ele. Desde que virei deputado e deixei o Tribunal de Justiça, perdi todo o contato. Simplesmente me afastei. Então, isso não é verdade. Pode investigar o que for”, declarou.

Faissal também ressaltou que a operação não possui relação com sua atuação parlamentar na Assembleia Legislativa e que ainda não teve acesso completo aos fundamentos da decisão judicial que autorizou as medidas.

Segundo ele, os agentes da Polícia Federal receberam espontaneamente seu aparelho celular, além das senhas de acesso aos dados armazenados em nuvem.

“Recebi a Polícia com muita tranquilidade. Dei meu celular, forneci as senhas e tudo o que foi solicitado. Quero que a verdade venha à tona o mais rápido possível. Quem não deve não teme”, afirmou.

O deputado ainda negou conhecer o advogado Bruno Castro, outro alvo da Operação Gemini, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e possível comercialização de decisões judiciais no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

A operação é um desdobramento da Operação Sisamnes e incluiu mandados de busca e apreensão, além da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático dos investigados. A Polícia Federal sustenta que o grupo investigado teria movimentado mais de R$ 3,2 milhões em operações financeiras consideradas suspeitas.

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Disputa interna esquenta e Wellington denuncia movimento para retirar PL da corrida ao Governo

Senador afirma que ex-presidente recebeu pedidos para que o partido não lançasse candidato ao Palácio Paiaguás; declaração expõe disputa interna na direita mato-grossense

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A pouco mais de um ano das eleições estaduais, o senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, revelou que o ex-presidente Jair Bolsonaro o alertou sobre uma articulação de lideranças políticas para impedir que o Partido Liberal tivesse candidatura própria ao Palácio Paiaguás. A declaração lança luz sobre os bastidores da sucessão estadual e evidencia divergências dentro do próprio campo conservador.

Durante entrevista concedida ao MidiaNews, Wellington afirmou que o episódio ocorreu durante uma mobilização nacional da direita realizada no Rio de Janeiro, em abril de 2025. Segundo ele, Bolsonaro o chamou para uma conversa reservada e relatou que algumas lideranças tentavam convencê-lo de que o PL deveria abrir mão da disputa pelo comando do Estado.

“O presidente Bolsonaro me chamou de lado e falou: estão aqui tentando nos convencer de que o PL não deve ter candidato ao Governo. Eu respondi que a decisão caberia a ele”, relatou o senador.

Embora tenha evitado citar nomes, a fala ocorre em um momento de intensificação das movimentações políticas em Mato Grosso. Nos bastidores, cresce a percepção de que parte das lideranças da direita estaria mais alinhada ao projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) do que à candidatura própria do PL.

A situação ganhou ainda mais repercussão após manifestações públicas de figuras influentes do partido. O deputado federal José Medeiros (PL), pré-candidato ao Senado, já declarou que Wellington não deveria disputar o Governo. Além disso, os prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande, Abilio Brunini e Flávia Moretti, ambos filiados ao PL, têm demonstrado proximidade política com Pivetta.

Questionado sobre a resistência enfrentada dentro do próprio grupo político, Wellington afirmou que há mais de um ano enfrenta tentativas de enfraquecer sua pré-candidatura.

Segundo o senador, adversários políticos e setores ligados ao agronegócio trabalham para consolidar um cenário sem concorrência na disputa estadual.

“Há quanto tempo estão dizendo que o PL não teria candidato? Há mais de um ano tentam construir essa narrativa”, declarou.

Nos bastidores, um dos nomes apontados como articuladores desse movimento é o empresário do agronegócio Eraí Maggi, que defende a ampliação da aliança em torno da candidatura de Pivetta. Uma das possibilidades discutidas seria a composição de chapa com a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que é nora de Wellington e também figura entre os principais nomes cotados para a disputa ao Senado.

A declaração do senador reforça o clima de disputa antecipada dentro da direita mato-grossense e mostra que a definição das alianças para 2026 ainda está longe de um consenso. Enquanto Wellington insiste na manutenção da candidatura própria do PL, outras lideranças trabalham para construir uma frente única em torno do atual grupo que comanda o Estado.

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Enquanto Wellington enfrenta desgaste, Alex Pucineli se aproxima de nomes influentes do PL

Nos bastidores, a fotografia é interpretada como um sinal de aproximação política e de diálogo entre lideranças que podem desempenhar papel relevante na composição das chapas majoritárias para 2026.

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Uma fotografia que circula nos bastidores da política mato-grossense passou a chamar atenção neste fim de semana ao reunir o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Alex Pucineli (Democrata), o deputado federal e pré-candidato ao Senado José Medeiros (PL) e o empresário Odílio Balbinotti (PL), uma das principais lideranças do agronegócio nacional. O registro surge em um momento de intensa movimentação política e amplia as especulações sobre possíveis rearranjos dentro do campo conservador para as eleições de 2026.

A imagem ganhou repercussão poucos dias após o senador Wellington Fagundes (PL), também pré-candidato ao Governo do Estado, enfrentar questionamentos de setores do eleitorado bolsonarista em razão de sua passagem por Portugal durante o período em que ocorreu o tradicional evento jurídico promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Embora Wellington tenha afirmado que a viagem teve caráter religioso e estivesse relacionada ao cumprimento de uma promessa pessoal, a coincidência de datas gerou desconforto entre segmentos mais alinhados à direita ideológica.

É nesse contexto que a aparição pública de Alex Pucineli ao lado de José Medeiros e Odílio Balbinotti passa a ser observada com atenção por lideranças políticas e analistas eleitorais.

José Medeiros é considerado um dos principais representantes do bolsonarismo em Mato Grosso e figura entre os nomes mais influentes do grupo político no estado. Já Odílio Balbinotti, empresário do setor do agronegócio conhecido nacionalmente pela atuação no mercado de sementes, também possui forte influência em segmentos produtivos e políticos.

Ainda sem ocupar posição de destaque nas pesquisas eleitorais divulgadas até o momento, Alex Pucineli tem buscado ampliar sua presença no debate público e conquistar espaço junto ao eleitorado conservador. Em declarações anteriores, chegou a se definir como o “Pablo Marçal de Mato Grosso”, numa referência ao estilo de comunicação adotado pelo empresário e influenciador digital.

Nos bastidores, a fotografia é interpretada como um sinal de aproximação política e de diálogo entre lideranças que podem desempenhar papel relevante na composição das chapas majoritárias para 2026. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de alianças eleitorais ou acordos políticos envolvendo os nomes presentes no encontro.

Com o calendário eleitoral se aproximando, as movimentações de pré-candidatos e lideranças partidárias tendem a ganhar cada vez mais relevância, especialmente em um cenário marcado por disputas internas e pela busca de consolidação de apoios estratégicos dentro dos diferentes grupos políticos de Mato Grosso.

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