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Politica

Jornada de 30 horas para psicólogos é aprovada por unanimidade na Câmara de Rondonópolis

O presidente do Sindpsi-MT, Gilvane Teixeira de Souza, ressaltou que a aprovação é resultado de um trabalho permanente de articulação política desenvolvido pelo Sindicato desde a sua fundação.

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A Câmara Municipal de Rondonópolis aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei que estabelece a jornada de 30 horas semanais para psicólogos do município. A proposta foi construída por meio de articulação entre o Sindicato dos Psicólogos de Mato Grosso (Sindpsi-MT) e a vereadora Mariuva, autora da matéria aprovada pelo Legislativo.

A aprovação representa mais um avanço no movimento estadual pela valorização da Psicologia e pelo fortalecimento das políticas públicas de saúde mental. Além de reconhecer a importância da atuação dos profissionais, a votação unânime reforça politicamente a medida, uma vez que, em caso de eventual veto do Poder Executivo, amplia as possibilidades de manutenção da proposta pela própria Câmara Municipal.

Autora do projeto, a vereadora Mariuva destacou que a iniciativa reconhece o papel estratégico dos psicólogos na promoção da saúde mental da população e reafirma o compromisso do Legislativo com a valorização da categoria.

“A saúde mental deixou de ser um tema secundário e passou a ocupar um espaço central nas políticas públicas. Valorizar os psicólogos é investir em um atendimento mais qualificado para a população e reconhecer a importância desses profissionais na construção de uma sociedade mais saudável. A aprovação desta lei demonstra o compromisso da Câmara de Rondonópolis com essa pauta”, declarou.

O presidente do Sindpsi-MT, Gilvane Teixeira de Souza, ressaltou que a aprovação é resultado de um trabalho permanente de articulação política desenvolvido pelo Sindicato desde a sua fundação.

“Desde a criação do Sindpsi-MT, estabelecemos como prioridade fortalecer a valorização da Psicologia nos municípios de Mato Grosso. A implantação da jornada de 30 horas é uma pauta histórica da categoria e cada aprovação representa uma conquista coletiva. O diálogo institucional tem mostrado que é possível construir avanços concretos para os profissionais e, ao mesmo tempo, fortalecer os serviços oferecidos à população”, afirmou.

Segundo o presidente, o trabalho do Sindicato não se encerra com a aprovação em Rondonópolis. Gilvane explica que a diretoria tem atuado junto às câmaras municipais, prefeitos e lideranças políticas para ampliar essa conquista em todo o Estado.

“Nosso compromisso é assegurar melhores condições de trabalho para os psicólogos e contribuir para uma Psicologia cada vez mais valorizada e fortalecida em Mato Grosso.”

Com a aprovação em Rondonópolis, o movimento estadual pelas 30 horas ganha ainda mais força. Atualmente, propostas já foram protocoladas nas câmaras municipais de Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra, Cáceres, Rondonópolis e Chapada dos Guimarães. O Sindpsi-MT também mantém articulações em Santo Antônio de Leverger, Acorizal e outros municípios em fase de mobilização.

Além da atuação junto às câmaras municipais, a entidade também avançou na esfera estadual, com a apresentação de uma indicação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso em defesa da implantação da jornada de 30 horas para os psicólogos. O Sindicato segue acompanhando a tramitação das propostas e promovendo diálogo institucional com vereadores, gestores públicos e representantes da categoria, com o objetivo de ampliar a valorização profissional e fortalecer as políticas públicas de saúde mental em todo o estado.

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Politica

Abilio diz que agronegócio sustenta Mato Grosso e acusa deputados de “bancar amantes” com dinheiro do setor

Ao defender a importância econômica do setor, o prefeito afirmou que grande parte da arrecadação do Estado e dos municípios tem origem no agronegócio e acusou políticos de criticarem o segmento enquanto são beneficiados pelos recursos gerados por ele.

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), fez duras críticas a parlamentares e professores que questionam o agronegócio durante discurso na abertura da 58ª Exposição Industrial, Comercial e Agropecuária de Mato Grosso (Expoagro), realizada na noite desta sexta-feira (10), na Capital.

Ao defender a importância econômica do setor, o prefeito afirmou que grande parte da arrecadação do Estado e dos municípios tem origem no agronegócio e acusou políticos de criticarem o segmento enquanto são beneficiados pelos recursos gerados por ele.

“Boa parte da receita do município de Cuiabá vem da onde? Do agro. E ainda tem professor petista em sala de aula falando que o agro é ruim, que o agro mata. Tem deputado na Assembleia Legislativa sustentado com dinheiro do agronegócio, bancado pelo dinheiro do agronegócio, que é capaz de xingar o agronegócio, sendo sustentado ele, a família e as amantes com dinheiro do agronegócio. É brincadeira?”, declarou.

Apesar das críticas, Abilio não citou nomes dos deputados aos quais se referia.

Durante o pronunciamento, o prefeito voltou a defender investimentos públicos voltados ao fortalecimento da cadeia produtiva rural. Segundo ele, como o agronegócio é um dos principais responsáveis pela arrecadação de impostos em Mato Grosso, o poder público deve retribuir com ações que estimulem o crescimento do setor.

“O agro banca esse Estado. E a gente investir na exposição do agro é aplicar uma parte do nosso recurso para que o agro continue crescendo e trazendo de volta esse dinheiro para nós”, afirmou.

As declarações ocorreram durante a abertura oficial da Expoagro, um dos maiores eventos do agronegócio mato-grossense, que reúne produtores rurais, empresários, expositores e autoridades políticas. O discurso reforça o posicionamento do prefeito em defesa do setor e amplia o embate político com críticos das políticas voltadas ao agronegócio.

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Samantha afirma que Abilio quer impedir que grupos “coloquem a faca no pescoço” da Prefeitura

A vereadora sustentou que a postura adotada por Abilio tem como objetivo impedir que interesses políticos prevaleçam sobre os interesses da população cuiabana.

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A primeira-dama de Cuiabá e líder do governo na Câmara Municipal, vereadora Samantha Iris (PL), saiu em defesa do prefeito Abilio Brunini (PL) diante das críticas sobre uma suposta interferência do chefe do Executivo nas discussões envolvendo a eleição da Mesa Diretora do Legislativo.

Questionada sobre o tema, a parlamentar afirmou que a atuação do prefeito não representa uma interferência indevida, mas uma forma de proteger a administração municipal de grupos políticos que, segundo ela, buscam ampliar influência sobre a Câmara para pressionar a Prefeitura.

“Falam muito de interferência, mas vamos falar de todas as interferências”, declarou.

Segundo Samantha Iris, existe um grupo político ligado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que estaria tentando fortalecer sua influência dentro da Câmara Municipal com o objetivo de pressionar o Executivo.

“Existe um grupo político que tenta tomar conta da Câmara e colocar a faca no pescoço do prefeito”, afirmou.

A vereadora sustentou que a postura adotada por Abilio tem como objetivo impedir que interesses políticos prevaleçam sobre os interesses da população cuiabana.

Para ela, a participação do prefeito nas discussões ocorre como uma forma de proteção institucional, evitando que a administração municipal seja submetida a pressões por grupos que buscam ampliar espaço político dentro do Legislativo.

Segundo Samantha Iris, Abilio tem interesse em manter a Prefeitura voltada aos interesses da população de Cuiabá, sem que a gestão fique sujeita a pressões políticas.

As declarações foram dadas em meio ao acirramento da disputa pela futura composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá, tema que tem intensificado o debate sobre a autonomia do Legislativo e a relação entre os Poderes Executivo e Legislativo na Capital.

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Primeira-secretária da Câmara acusa prefeito de tentar impor decisões ao Legislativo

Na publicação, Katiuscia criticou o que classificou como tentativa de o prefeito impor decisões ao Parlamento por meio de medidas judiciais.

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A primeira-secretária da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Katiuscia Manteli (Podemos), voltou a criticar o prefeito Abilio Brunini (PL) e afirmou que não aceitará qualquer tentativa de interferência do Executivo nas decisões internas do Poder Legislativo.

A manifestação foi publicada nas redes sociais após a repercussão da ação movida pelo prefeito no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que questiona dispositivos do Regimento Interno da Câmara relacionados à composição da Mesa Diretora.

Em tom firme, Katiuscia afirmou que a autonomia do Legislativo deve ser preservada e declarou que as decisões da Câmara pertencem exclusivamente aos vereadores.

“Não vou aceitar que o prefeito Abílio tente interferir nas decisões da Câmara dos Vereadores de Cuiabá”, escreveu.

A parlamentar também relembrou que integrou a primeira Mesa Diretora composta exclusivamente por mulheres na história do Legislativo cuiabano e afirmou que sempre defendeu pautas ligadas à representatividade feminina. Segundo ela, essa bandeira não pode ser utilizada como argumento para justificar mudanças que, em sua avaliação, comprometem a independência da Casa.

“Tenho orgulho de ter feito parte da primeira Mesa Diretora formada apenas por mulheres e sou uma defensora firme das pautas femininas. Por isso, não vou permitir que usem desse argumento para forçar uma situação”, afirmou.

Na publicação, Katiuscia criticou o que classificou como tentativa de o prefeito impor decisões ao Parlamento por meio de medidas judiciais.

“Sobretudo, não vou deixar que o prefeito tente impor, na canetada, as decisões que cabem ao Legislativo”, declarou.

A vereadora ainda reforçou que a Câmara Municipal exerce um papel constitucional de representar a população e fiscalizar os atos do Executivo, defendendo que a independência entre os Poderes deve ser preservada.

“A Câmara Municipal representa diretamente o povo. Ela precisa ser livre, independente e forte, inclusive para fiscalizar a administração do prefeito”, destacou.

Ao encerrar a manifestação, Katiuscia voltou a endurecer o discurso contra Abilio Brunini e afirmou que o Legislativo não aceitará imposições do Executivo.

“A Câmara é livre e continuará sendo. Porque o povo é livre e não vai se curvar aos mandos e desmandos de um prefeito que não sabe ouvir um ‘não'”, concluiu.

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