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Mãe de influenciadora morta em Dubai pede fim dos boatos: “Minha filha merece respeito”

“É muito fácil ser juiz quando a dor pertence ao outro. Minha filha merece respeito”

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A mãe da influenciadora brasileira Kauana Bilhar, Darla Bilhar, utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (9) para rebater os boatos e as especulações que surgiram após a morte da filha, ocorrida em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Kauana morreu após cair do 27º andar de um edifício. O caso segue sob investigação pelas autoridades locais, que ainda não descartam nenhuma das linhas de apuração, incluindo homicídio, feminicídio ou suicídio.

Em uma carta publicada e lida em seu perfil no Instagram, Darla fez um desabafo sobre o momento de luto e lamentou que, além da perda da filha, esteja enfrentando comentários ofensivos e informações falsas divulgadas nas redes sociais.

“É com a minha alma em pedaços que eu venho me pronunciar, enquanto encontro forças para enfrentar a maior dor que uma mãe pode sentir. Preciso assistir à memória da minha filha ser julgada, exposta e desrespeitada por pessoas que não conheciam a sua história”, afirmou.

Ao longo da publicação, Darla criticou as pessoas que, segundo ela, têm criado versões sem fundamento sobre a vida da influenciadora.

“É muito fácil ser juiz quando a dor pertence ao outro. Minha filha merece respeito. Ela não pode mais responder às acusações, aos comentários maldosos e às histórias que estão criando sobre ela. Quem realmente a conheceu sabe da pessoa que ela era, dos seus sonhos e da sua humanidade”, escreveu.

A mãe também fez um apelo para que os internautas demonstrem empatia diante da dor da família e evitem compartilhar informações sem confirmação.

“A todos que estão espalhando boatos ou emitindo opiniões sem conhecer os fatos, peço apenas uma coisa: tenham empatia. Hoje é a minha filha, amanhã pode ser alguém que vocês amam muito. Nenhuma mãe deveria enterrar uma filha e nenhuma deveria, em meio ao luto, lutar para defender a honra de quem já partiu”, declarou.

A morte de Kauana Bilhar teve grande repercussão no Brasil e no exterior. Enquanto a investigação prossegue, a família aguarda a conclusão dos trabalhos das autoridades dos Emirados Árabes Unidos para esclarecer as circunstâncias da queda que vitimou a influenciadora.

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Família levanta dúvidas sobre morte de modelo brasileira em Dubai

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A morte da modelo e influenciadora brasileira Kauana Bilhar, de 24 anos, continua cercada de dúvidas e ganhou um novo capítulo nesta semana. A mãe da jovem e um amigo próximo passaram a contestar publicamente a versão apresentada pela companheira de Kauana sobre a queda do 27º andar de um edifício em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Segundo o relato da companheira, identificada como Bárbara, ela estava no apartamento no momento da tragédia e afirmou às autoridades que Kauana teria tirado a própria vida. No entanto, a versão não convenceu familiares e pessoas próximas da influenciadora.

A mãe de Kauana declarou que não acredita na hipótese apresentada e afirmou esperar que as investigações esclareçam o que realmente aconteceu. Um amigo da modelo também manifestou desconfiança em relação ao relato da companheira, reforçando o pedido para que todas as circunstâncias da morte sejam apuradas.

O caso segue sob investigação pelas autoridades de Dubai. Até o momento, a polícia local informou que não descarta nenhuma linha de investigação, incluindo homicídio, feminicídio e suicídio. Peritos estiveram no apartamento onde a brasileira estava hospedada para coletar vestígios e elementos que possam auxiliar na conclusão do inquérito.

Natural de Itajaí (SC), Kauana Bilhar acumulava milhares de seguidores nas redes sociais, onde compartilhava registros de viagens internacionais, trabalhos como modelo e momentos de sua rotina nos Emirados Árabes Unidos.

Enquanto aguardam o avanço das investigações, familiares pedem respeito à memória da jovem e evitam conclusões precipitadas sobre as circunstâncias de sua morte. Até a divulgação do laudo oficial e da conclusão da polícia, a causa e a dinâmica da queda permanecem sem definição oficial.

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Detento morre após passar mal na PCE; suspeita inicial é de infarto

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exame de necropsia. O laudo pericial deverá confirmar a causa da morte.

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Um detento identificado como Cleyton Hercínio de Arruda morreu na manhã desta sexta-feira (10), após passar mal na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, mas não resistiu.

Segundo informações preliminares, o reeducando vinha reclamando de fortes dores no peito havia cerca de cinco dias. Relatos apontam que, durante esse período, ele não teria recebido atendimento médico, e seu quadro de saúde se agravou nesta sexta-feira, quando foi necessário o acionamento do Samu.

Após os primeiros atendimentos ainda na unidade prisional, Cleyton foi levado em estado grave ao Hospital Central. Apesar dos esforços da equipe médica, ele morreu pouco depois de dar entrada na unidade.

Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) informou que o reeducando passou mal dentro da penitenciária, foi atendido pelo Samu e encaminhado ao Hospital Central para um procedimento cirúrgico. Conforme relato da equipe médica, a principal suspeita é de que ele tenha sofrido um infarto.

“O reeducando passou mal, foi atendido pelo Samu no interior da Penitenciária Central do Estado e encaminhado para procedimento cirúrgico no Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, onde veio a óbito. Conforme relato da equipe médica, a suspeita é que ele tenha sofrido um infarto”, informou a pasta.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exame de necropsia. O laudo pericial deverá confirmar a causa da morte.

A diferença entre os relatos sobre o estado de saúde do detento antes do atendimento também deverá ser esclarecida durante a investigação. Além da necropsia, a apuração deve verificar o histórico de atendimentos médicos prestados ao interno dentro da Penitenciária Central do Estado e os procedimentos adotados pela equipe de saúde da unidade antes do acionamento do Samu.

O caso será acompanhado pelas autoridades competentes para esclarecer as circunstâncias da morte e apurar eventual responsabilidade, caso sejam identificadas falhas no atendimento ao reeducando.

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Angelo Henrique é encontrado com vida após dias desaparecido em Cuiabá

Na manhã desta quinta-feira, familiares confirmaram que ele havia sido localizado. Conforme relatado à polícia, Angelo afirmou que decidiu se afastar voluntariamente em razão de problemas pessoais e dificuldades financeiras.

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O desaparecimento de Angelo Henrique Cappello Maciel, de 33 anos, teve um desfecho positivo nesta quinta-feira (9). O homem, que estava desaparecido desde o último domingo (5), foi localizado em boas condições de saúde no município de Barra do Garças, a 520 quilômetros de Cuiabá.

As investigações conduzidas pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram que Angelo deixou a Capital de forma voluntária, embarcando em um ônibus com destino ao interior do Estado.

Assim que a família registrou o desaparecimento, a Polícia Civil iniciou uma série de diligências. As equipes realizaram buscas em hospitais, unidades de saúde, abrigos, terminais rodoviários, além de consultas em sistemas policiais, órgãos públicos e levantamentos em redes sociais.

Durante a investigação, os policiais identificaram que Angelo havia seguido viagem para Barra do Garças, informação que direcionou as buscas para o município.

Na manhã desta quinta-feira, familiares confirmaram que ele havia sido localizado. Conforme relatado à polícia, Angelo afirmou que decidiu se afastar voluntariamente em razão de problemas pessoais e dificuldades financeiras.

De acordo com a Polícia Civil, não foram encontrados indícios de qualquer prática criminosa relacionada ao desaparecimento. Diante da confirmação de seu paradeiro e das circunstâncias apresentadas, o procedimento de localização foi oficialmente encerrado.

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