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Polícia

Homem é perseguido e morto com facada no pescoço após discussão em bar

Vítima teria discutido com outro homem antes de ser perseguida e atingida durante a madrugada deste sábado

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Denys José dos Santos Correa, de 33 anos, foi assassinado com um golpe de faca no pescoço durante a madrugada deste sábado (15), em Poconé, a 104 quilômetros de Cuiabá. O crime teria ocorrido após um desentendimento entre a vítima e outro homem em um bar.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta de 1h20, após uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ser chamada para atender uma pessoa esfaqueada.

Quando os socorristas chegaram ao local, Denys já estava morto.

Conforme informações repassadas por um familiar aos policiais, testemunhas relataram que a vítima havia discutido com um homem no Bar do Dito. Após o desentendimento, os dois teriam entrado em luta corporal e saído correndo pela Rua 13 de Maio.

Ainda segundo o relato, depois de percorrer alguns metros, o suspeito teria alcançado Denys e desferido um golpe de faca contra o pescoço dele.

Após o ataque, o homem fugiu e não foi localizado pelas equipes policiais.

Até o momento, o autor do homicídio não foi identificado. A Polícia Militar informou que não conseguiu obter características físicas ou outras informações que pudessem auxiliar na identificação e localização do suspeito.

Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local para realizar os procedimentos periciais.

A Polícia Civil investiga o caso e deverá apurar a motivação do crime, identificar o autor e esclarecer a dinâmica do homicídio.

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Polícia

PM resgata homem mantido em cativeiro e impede possível execução

A vítima e o suspeito foram atendidos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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A Polícia Militar resgatou um homem que estaria sendo mantido em cativeiro na noite desta sexta-feira (14), em Campo Verde, a cerca de 140 quilômetros de Cuiabá. A vítima foi encontrada amarrada e amordaçada dentro de uma residência e apresentava sinais de agressão. Segundo a PM, havia indícios de que ela poderia ser executada por integrantes de uma organização criminosa.

A ocorrência começou após informações repassadas pela Agência Local de Inteligência, que auxiliaram as equipes do Grupo de Apoio (GAP) a localizar o imóvel, situado na Rua Natal, no bairro Eckert.

Durante a entrada na residência, um suspeito de 24 anos, que estava armado, teria disparado contra os policiais. Diante da ameaça, os militares reagiram e atingiram o homem.

Dentro do imóvel, os policiais encontraram a vítima amarrada e amordaçada. Conforme a PM, o homem também apresentava sinais de agressão.

No local foram apreendidos objetos que poderiam ter sido utilizados nas agressões, entre eles um alicate, um porrete metálico, um isqueiro e um martelo. Uma pistola e uma grande porção de uma substância semelhante à maconha também foram encontradas.

A vítima e o suspeito foram atendidos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo a Polícia Militar, o suspeito de 24 anos possui registros anteriores relacionados aos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa.

A ocorrência foi encaminhada às autoridades competentes, que deverão investigar a motivação do crime, as circunstâncias do cárcere e uma possível participação de outras pessoas.

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Jovem é baleada dentro de casa, morre no hospital e polícia procura companheiro

Após receber informações de que Ana Cristina havia sido baleada, o ex-namorado da jovem foi até a residência. No local, ele encontrou o filho dela, de 3 anos, que teria entregue as chaves do portão.

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A manhã deste sábado (15) foi marcada por uma ocorrência de violência grave no bairro Alvorada, em Cuiabá. Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, morreu após ser atingida por um disparo de arma de fogo dentro de uma residência na Rua Amambaí.

A Polícia Militar registrou inicialmente o caso como feminicídio consumado. A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para investigar as circunstâncias da morte.

De acordo com as informações preliminares registradas na ocorrência, vizinhos relataram ter ouvido uma discussão entre Ana Cristina e o atual companheiro durante a noite. Por volta das 6h30, moradores disseram ter escutado um barulho semelhante a um disparo.

Após o tiro, o homem, de 43 anos, teria deixado o imóvel em uma motocicleta Honda Titan de cor preta. Policiais realizaram buscas e chegaram a verificar um endereço relacionado ao suspeito, mas ele não foi localizado até o momento.

Tentativa de socorro

Após receber informações de que Ana Cristina havia sido baleada, o ex-namorado da jovem foi até a residência. No local, ele encontrou o filho dela, de 3 anos, que teria entregue as chaves do portão.

Ao entrar no imóvel, o homem encontrou Ana Cristina caída e com ferimentos na região da cabeça e do rosto. Com auxílio de um vizinho e do irmão da vítima, ele levou a jovem até o Hospital Municipal de Cuiabá.

Apesar da tentativa de socorro, Ana Cristina não resistiu aos ferimentos.

A presença da criança na residência durante a ocorrência também deverá ser considerada pelas autoridades. Os órgãos responsáveis deverão avaliar as medidas necessárias para garantir a proteção e o acompanhamento do menor.

Investigação

Equipes da DHPP e da Politec estiveram no imóvel para realizar os procedimentos periciais. A análise da cena deverá ajudar a esclarecer a dinâmica do disparo e outros elementos importantes para o inquérito.

A Polícia Civil também deverá ouvir familiares e testemunhas, além de verificar a existência de câmeras de segurança na região e outros vestígios que possam contribuir para a investigação.

Apesar do registro inicial como feminicídio, a autoria e a motivação ainda dependem da conclusão das diligências. O homem citado na ocorrência é tratado como suspeito, e a investigação deverá reunir provas antes de qualquer responsabilização definitiva.

As circunstâncias da morte de Ana Cristina, incluindo o que ocorreu durante a madrugada e quem efetuou o disparo, seguem sob investigação da Polícia Civil.

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Delegado revela detalhes de ataque que matou duas servidoras da saúde: “Crime bárbaro”

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes do ataque e reunir elementos sobre a motivação e a dinâmica dos crimes.

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O delegado Matheus Prates de Oliveira, que conduz a investigação sobre o assassinato de duas agentes comunitárias de saúde em Poconé, afirmou que o crime causou forte comoção no município e teria sido motivado pelo inconformismo do suspeito com o fim de um relacionamento.

Maria Helena do Carmo, de 51 anos, e Cleidineia Eucaris da Costa, de 46, foram mortas durante uma confraternização realizada na casa de Maria Helena, no distrito de Cangas, na quinta-feira (13). As duas trabalhavam no PSF da comunidade e eram conhecidas pelo atendimento às famílias da região.

Segundo o delegado, o suspeito, de 47 anos, teria chegado ao imóvel armado com uma faca e iniciado as agressões. O irmão de Maria Helena tentou intervir e acabou ferido.

Ao tentar ajudar o homem, Cleidineia também foi atacada. De acordo com a investigação, ela sofreu pelo menos 15 golpes de faca, além de agressões com pauladas.

Depois, o suspeito entrou na residência em busca de Maria Helena. A vítima tentou se esconder, mas foi localizada e atacada. As duas mulheres morreram ainda no local.

Para Matheus Prates, a brutalidade do ataque e o fato de as vítimas serem profissionais que atuavam diretamente na saúde pública aumentaram a repercussão do caso.

“É um crime bárbaro que chocou toda a população de Poconé e comoveu bastante porque as duas vítimas que vieram a óbito eram profissionais da saúde, trabalhavam no PSF do Distrito de Cangas, que pertence à Prefeitura de Poconé”, afirmou.

Suspeito foi preso

O homem foi preso em flagrante após o ataque e deverá responder por feminicídio, homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

A principal linha da investigação aponta que ele não aceitava o término do relacionamento com Maria Helena e teria agido por ciúmes.

O caso também provocou manifestações de pesar entre colegas, amigos e moradores. A Prefeitura de Poconé destacou a trajetória das duas servidoras e o trabalho desenvolvido por elas junto à comunidade.

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes do ataque e reunir elementos sobre a motivação e a dinâmica dos crimes.

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