Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Geral

BMW pega fogo e fica destruída na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá

Segundo o relato do condutor, ele seguia pela avenida quando ouviu um barulho semelhante a uma explosão. Na sequência, percebeu a presença de fumaça saindo da região do motor

Publicados

em

 

Um veículo BMW foi completamente destruído por um incêndio na noite desta sexta-feira (14), na Avenida dos Trabalhadores, em Cuiabá. O motorista conseguiu deixar o automóvel antes que as chamas se espalhassem e não houve registro de feridos.

Segundo o relato do condutor, ele seguia pela avenida quando ouviu um barulho semelhante a uma explosão. Na sequência, percebeu a presença de fumaça saindo da região do motor.

O motorista conseguiu estacionar o veículo e sair do carro, mas o fogo se alastrou rapidamente, atingindo praticamente toda a estrutura da BMW.

Vídeos registrados por pessoas que estavam nas proximidades mostram o automóvel tomado pelas chamas durante o incêndio.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 22h e enviou uma equipe ao local. Os militares realizaram o combate ao fogo e, posteriormente, o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos que pudessem provocar uma nova ignição.

Apesar da intensidade do incêndio, ninguém ficou ferido.

Na manhã deste sábado (15), o veículo ainda permanecia no local, completamente carbonizado, aguardando a remoção. As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda não foram esclarecidas e deverão ser apuradas.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

O voto feminino não perdoa promessa vazia

Publicados

em

Cláudio Cordeiro, é consultor de marketing político e eleitoral, CEO da Gonçalves Cordeiro, publicitário e advogado

E quem faz campanha comigo já sabe disso.

Tenho uma frase que repito para todo candidato que senta comigo antes de fechar um plano de campanha: “se a senhora que administra a casa não acreditar em você, o senhor que administra a empresa também não vai acreditar.” Não é intuição. É o que 30 anos de rua, urna e pesquisa qualitativa me ensinaram, e é também o que uma pesquisa recente do cientista político Renato Dorgan, do Instituto Travessia de Pesquisas, acaba de confirmar com muita precisão: mulheres não votam de qualquer jeito. Elas constroem o voto.

E essa diferença, que parece sutil, é o que decide eleição.

Dorgan mostra algo que eu vejo campanha após campanha, prefeitura após prefeitura: para a eleitora, saúde não é orçamento nem indicador. É a consulta que não saiu, o remédio que faltou na farmácia do bairro, a fila que não andou. Educação não é meta de gestão. É a creche sem vaga, a professora que faltou, o filho andando longe demais para chegar à escola.

Isso acontece porque, goste-se ou não, ainda recai sobre a mulher a maior parte do trabalho invisível de cuidar da família. Ela sente a política pública na pele, todos os dias, muito antes de qualquer pesquisa de opinião chegar para medir isso.

Toda campanha que constrói discurso de saúde e educação em cima de número de obra entregue, sem contar a vida real por trás daquele número, está falando sozinha.

Um erro que vejo repetidamente em campanha: presumir que o eleitorado já decidiu meses antes da eleição. Com o público feminino, essa aposta é ainda mais arriscada. A pesquisa mostra, e a experiência de rua confirma, que a mulher segue comparando, observando comportamento, confrontando o que ouve com a própria realidade, até a reta final. O “poderia votar” é muito mais comum entre elas do que o “votaria com certeza”.

Isso não é indecisão fraca. É prudência. E prudência não se conquista com blitz de passeata na última semana, se conquista com consistência ao longo de toda a campanha.

Outro ponto que a pesquisa traz e que uso há anos em campanha: “roubar dinheiro público” é uma frase abstrata. “Desviar dinheiro da merenda” é outra coisa completamente diferente. Quando o adversário tem esse tipo de mancha, a peça de comunicação certa não fala em “improbidade administrativa”, fala em creche fechada, em remédio que sumiu, em hospital sem equipamento. É isso que revolta, e revolta mais forte entre as mulheres.

Vivemos um momento em que muita campanha confunde grito com força e ataque com coragem. Já vi candidato aplaudido em live de madrugada perder terreno justamente com o público feminino, porque ela consegue, com uma clareza impressionante, separar duas coisas: concordar com a posição do candidato e rejeitar o jeito agressivo como ele se comporta.

Dá para ser firme em segurança, em economia, em qualquer pauta considerada “dura”, sem transformar toda divergência em guerra pessoal. Quem não entende essa diferença perde voto que já tinha ganhado.

“Vou acabar com a fila”, “vou construir dez hospitais”, “vou dobrar o emprego” — pacote fechado assim, sem explicação de como, quando e com que dinheiro, soa vazio para a maioria das eleitoras. E soa vazio justamente porque quem administra orçamento de casa sabe que escolha envolve corte, prazo e prioridade. É teste de realidade, todos os dias, na ponta do lápis.

Em toda campanha que assino, insisto no mesmo ponto com o candidato: prometa menos e explique mais. “Como” vale mais voto do que “quanto”. O menos é mais.

Errado quem pensa que mulher quer discurso brando em segurança pública. O medo dela é real e é mais amplo do que se imagina: o caminho até o ponto de ônibus, o filho que volta tarde, a filha adolescente, a violência doméstica, a droga perto da escola. Ela quer política, investigação e presença do Estado, mas ela também faz uma pergunta que discurso de bravata não responde: “isso vai deixar minha família mais segura de verdade?”

Depois de cinco vitórias em campanhas majoritárias de prefeito na eleição pretérita, aprendi que o voto feminino se decide por uma pergunta silenciosa, quase nunca verbalizada: essa pessoa parece preparada, equilibrada, e cumpre o que promete? Quando o candidato ultrapassa o limite entre firmeza e impulsividade, é exatamente aí que a eleitora entra com o freio.

Por fim, o alerta mais importante, tanto da pesquisa de Dorgan quanto da minha própria experiência de estrategista: mulher não é pauta eleitoral. Não é “proposta cor-de-rosa” nem evento temático de última hora em outubro. Ela quer discutir emprego, inflação, saúde, segurança, transporte e impostos, os mesmos temas de qualquer eleitor, com o agravante de que, em grande parte das famílias e das comunidades, é ela quem primeiro organiza e repassa essas informações no dia a dia.

Não existe “a mulher brasileira”. Existem milhões de eleitoras diferentes entre si, em classe, idade, religião, região. Mas a forma como avaliam um candidato, pelo equilíbrio, pela coerência entre discurso e comportamento, pela capacidade real de resolver problema concreto, se repete com uma regularidade que nenhuma campanha inteligente pode ignorar.

Quem entende isso planeja campanha diferente. Quem ignora, perde no primeiro turno sem nem entender por quê.

*Cláudio Cordeiro é publicitário, consultor político e estrategista de marketing eleitoral, CEO da Gonçalves Cordeiro Publicidade, autor do livro “Inteligência Política Eleitoral” e responsável por cinco vitórias em campanhas majoritárias de prefeito em Mato Grosso na eleição passada. A análise dialoga com a pesquisa “Mulheres Votam Melhor”, do cientista político Renato Dorgan, CEO do Instituto Travessia de Pesquisas.*

Continue lendo

Geral

Morre aos 63 anos Débora Bernardo, irmã do cantor Mato Grosso, em Cáceres

A notícia da morte gerou manifestações de pesar entre pessoas que conviveram com a professora, especialmente no meio educacional e sindical de Cáceres.

Publicados

em

 

Morreu nesta quinta-feira (13), em Cáceres, Débora Regina Bernardo Viana, aos 63 anos. Professora aposentada da rede estadual de ensino e irmã do cantor Mato Grosso, da dupla Matogrosso & Mathias, ela enfrentava um tratamento contra o câncer e morreu após uma infecção renal.

A morte foi comunicada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), por meio da subsede de Cáceres, que destacou a trajetória profissional e sindical da professora.

Débora atuou como pedagoga na rede estadual e permaneceu na atividade profissional até março de 2026. Ao longo da carreira, também participou de mobilizações sindicais e de iniciativas voltadas à defesa dos direitos dos trabalhadores da educação pública.

A atuação profissional e o envolvimento com as pautas da categoria fizeram com que Débora fosse lembrada por colegas e amigos como uma educadora comprometida com a educação pública e com as lutas dos servidores.

Além da trajetória na área da educação, Débora era conhecida por ser irmã do cantor Mato Grosso, integrante da tradicional dupla sertaneja Matogrosso & Mathias, cuja carreira atravessa décadas de história na música brasileira.

A notícia da morte gerou manifestações de pesar entre pessoas que conviveram com a professora, especialmente no meio educacional e sindical de Cáceres.

Continue lendo

Geral

Governo venezuelano solta 131 presos políticos e abre caminho para diálogo com oposição

A oposição defende que a medida seja ampliada até que todos os presos políticos sejam libertados. Dinorah Figuera classificou o movimento como um avanço, mas cobrou liberdade plena para os demais detidos.

Publicados

em

A Venezuela anunciou nesta sexta-feira (14) a libertação de 131 presos políticos, em uma medida que representa um dos principais sinais de abertura nas negociações entre o governo interino e a oposição. O movimento ocorre em meio às tratativas para uma possível transição política no país e conta com participação dos Estados Unidos.

Entre os libertados está Emirlendris Benítez, detida desde 2018 e condenada a 30 anos de prisão sob acusação de envolvimento em um suposto atentado com drones contra o então presidente Nicolás Maduro. Organizações de direitos humanos afirmam que ela sofreu tortura durante a prisão e perdeu uma gestação.

A libertação de Benítez esteve entre as primeiras anunciadas. Outras cinco mulheres também deixaram a prisão. O Foro Penal, organização que acompanha a situação dos presos políticos no país, confirmou ao menos 40 libertações até o fim da tarde de sexta-feira.

A medida ocorre após Dinorah Figuera, líder da delegação da oposição, assumir o compromisso de trabalhar pela libertação dos detidos durante as negociações. O processo é acompanhado e apoiado pelo governo dos Estados Unidos.

Segundo organizações que monitoram a situação política venezuelana, até 10 de agosto o país ainda mantinha 391 presos considerados políticos. A libertação anunciada, portanto, representa uma redução significativa, mas não encerra a questão dos demais detidos.

Familiares receberam a notícia com alívio. Ángeles Tirado, que possui parentes entre os presos, afirmou estar satisfeita com o avanço. O Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos também divulgou imagens de 25 pessoas libertadas no caso conhecido como Plaza Venezuela, que estavam detidas no presídio de Rodeo I.

A oposição defende que a medida seja ampliada até que todos os presos políticos sejam libertados. Dinorah Figuera classificou o movimento como um avanço, mas cobrou liberdade plena para os demais detidos.

O secretário de Estado dos Estados Unidos também comemorou a iniciativa e considerou a libertação um passo importante no processo de negociação.

A medida ocorre em um momento de profundas mudanças políticas na Venezuela. As negociações entre governo e oposição buscam estabelecer condições para uma transição e reduzir as tensões acumuladas durante anos de crise política, perseguições e confrontos entre os grupos que disputam o poder no país.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana