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Escolas do Centro-Oeste se unem para enfrentar desafios da saúde mental de alunos e professores

Comissão criada pelo Educational Leaders reúne instituições de Brasília, Goiânia e Cuiabá para sair do diagnóstico e construir protocolos permanentes de prevenção e apoio

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Lideranças educacionais de Brasília, Goiânia e Cuiabá criaram, em Brasília, a primeira Comissão de Saúde Mental nas Escolas – Centro-Oeste, iniciativa do Educational Leaders voltada a transformar a preocupação com o tema em ações permanentes de cuidado, prevenção e apoio dentro das instituições de ensino. A comissão nasce diante de um cenário documentado pela pesquisa do Instituto Educbank de Educação e Cultura, em parceria com o Great Place to Study (GPTS), que apontou em 2025 que 57% dos alunos não acreditam que a escola esteja preocupada com seu bem-estar.

A urgência atinge os dois lados da sala de aula. Entre os estudantes, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2024), do IBGE, indica que 1 em cada 5 adolescentes não enxerga valor na própria vida. Entre os educadores, levantamento da Nova Escola (2022) mostra que 1 em cada 6 professores relata forte impacto na saúde mental por causa do trabalho.

O Colégio Unicus, de Cuiabá, integra o grupo de fundadores, representado pela diretora e mantenedora Márcia Amorim Pedr’Angelo, que defende tratar a saúde mental de forma estrutural, e não apenas reativa. “É com muita felicidade que integro esse grupo de líderes tão dedicados e atentos às pautas do ambiente escolar. Compor esta Comissão reforça o nosso compromisso, em Cuiabá, de tratar a saúde mental com a seriedade e a profundidade que o cenário atual exige”, afirma.

No início deste ano, o colégio adotou um protocolo de combate ao bullying inspirado no KiVa, método criado pela Universidade de Turku, na Finlândia, país reconhecido como referência mundial em índices educacionais. É a primeira instituição a aplicar o método na capital mato-grossense.

A lógica do método rompe com o modelo tradicional. Em vez de tratar apenas agressor e vítima, ele age sobre o grupo, partindo da premissa de que o bullying só se mantém quando os colegas que assistem o legitimam. Mudar o comportamento desses espectadores passa a ser o centro da estratégia.

“Adotar um fluxo claro nos permite oferecer algo raro hoje em dia: a certeza de como cada caso é identificado e conduzido. É assim que protegemos o vínculo de confiança entre a escola e a comunidade”, afirma. Para ela, o combate ao bullying não é uma campanha de uma semana, mas um compromisso diário com a estrutura de proteção dos jovens.

O protocolo soma-se a um atendimento que o colégio mantém desde a fundação: psicólogas dedicadas a alunos e professores, com acompanhamento individual, e um calendário regular de palestras e seminários para estudantes, pais e docentes.

No Centro-Oeste, a presidência ficará com Dulcinéia Marques, do Colégio Galois, e a vice-presidência com Bruno Nóbrega, da Heavenly International School. Também assinam como fundadores André Pedr’Angelo (Colégio Unicus), Ana Flavia Brandão e Gesiel Alves (Escola Canadense de Brasília), Amanda Payne (Escola Eleva Brasília), Michelle Manzur (Centro Educacional Leonardo da Vinci) e Paola Carloni (Colégio Arena, de Goiânia).

O encontro foi sediado no IBMEC Brasília, que passa a abrigar a comissão como espaço permanente de articulação entre as escolas. Entre as primeiras pautas estão a prevenção de crises, a formação de redes de apoio internas e o fortalecimento de uma cultura de cuidado nas instituições.

“Nenhuma escola consegue enfrentar sozinha a complexidade da saúde mental hoje. O papel da Comissão é criar um espaço de confiança, escuta e colaboração entre lideranças educacionais para que possamos sair do diagnóstico e avançar para uma agenda concreta de cuidado, prevenção e apoio dentro das escolas”, afirma Marcos Talarico, fundador do Educational Leaders e da Educa Week.

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Welcome Women Forum é lançado com coquetel exclusivo no Palacete Tira-Chapéu

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O charme e a elegância deram o tom da tarde deste domingo (28), em Salvador, durante o coquetel de boas-vindas que abriu oficialmente a programação do Welcome Women Forum, evento que começa nesta segunda-feira (29) reunindo mulheres de diferentes áreas para uma intensa jornada de conexões, liderança e desenvolvimento.

 

O cenário escolhido não poderia ser mais emblemático: o histórico Palacete Tira-Chapéu, um dos endereços mais sofisticados do Centro Histórico da capital baiana. Construído no início do século XX, o casarão tornou-se símbolo da elegância soteropolitana e ganhou seu nome pela tradição de que os transeuntes retiravam o chapéu em sinal de respeito diante de sua imponência.

Quem compartilhou os melhores momentos do encontro foi a mentora de empresários Simone Bernardino. Em suas redes sociais, ela definiu o clima da recepção com uma mensagem inspiradora: “Conexões genuína

 

 

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Juros altos e baixa produtividade derrubam Brasil em ranking internacional de competitividade

De acordo com a análise, esses fatores representam obstáculos para o aumento da produtividade e dificultam a capacidade do país de competir em igualdade com outras economias.

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O Brasil perdeu competitividade no cenário internacional e passou a ocupar a 65ª colocação no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD World Competitiveness Center em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). O resultado representa uma queda de sete posições em relação ao levantamento anterior e coloca o país próximo dos seus piores desempenhos históricos na avaliação.

O ranking analisa 70 economias e mede a capacidade dos países de criar ambientes favoráveis ao crescimento econômico, à atração de investimentos e ao desenvolvimento das empresas. A metodologia considera quatro pilares principais: desempenho econômico, eficiência do governo, eficiência empresarial e infraestrutura.

Segundo o estudo, o recuo brasileiro está relacionado à piora nos principais indicadores avaliados. Entre os fatores que contribuíram para a queda estão o elevado custo do crédito, juros altos, dificuldades fiscais, aumento do endividamento público, inflação e instabilidade cambial.

O relatório também aponta que o Brasil ocupa as últimas posições em indicadores considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico, como custo de capital, produtividade da mão de obra, qualidade da educação básica, qualificação profissional, competências financeiras e domínio de idiomas.

De acordo com a análise, esses fatores representam obstáculos para o aumento da produtividade e dificultam a capacidade do país de competir em igualdade com outras economias.

Apesar do desempenho geral negativo, o Brasil apresentou avanços em alguns indicadores específicos. O país ficou entre os dez melhores colocados em critérios relacionados ao crescimento de empregos no longo prazo, incentivos governamentais, participação de fontes renováveis na matriz energética, entrada de investimentos estrangeiros e empreendedorismo em estágio inicial.

O mercado de trabalho foi um dos pontos positivos destacados pelo levantamento. O estudo indica que o país conseguiu ampliar a geração de empregos e absorver trabalhadores em diferentes setores, demonstrando certa resistência da economia mesmo diante de um cenário internacional de maior instabilidade.

No ranking global, Cingapura aparece na primeira posição como a economia mais competitiva entre as avaliadas. Na sequência estão Hong Kong, Suíça e Taiwan. Entre os países com pior desempenho que o Brasil estão Botsuana, Mongólia, Nigéria, Namíbia e Venezuela.

 

 

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Após cancelar apresentação, Gusttavo Lima é alvo de críticas e cobrança de prefeito

Em vídeos publicados nos stories do Instagram, o cantor afirmou estar com um quadro intenso de diarreia, fraqueza e mal-estar.

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O cancelamento do show de Gusttavo Lima, que aconteceria na noite de sábado (27), em Surubim, no Agreste de Pernambuco, provocou forte reação do prefeito Cleber Chaparral (União Brasil). Durante pronunciamento no palco do evento, o gestor chamou o cantor de “ladrão” e exigiu a devolução do cachê de R$ 1,5 milhão pago antecipadamente pela Prefeitura.

Segundo o prefeito, o município cumpriu todas as obrigações previstas no contrato e foi informado do cancelamento poucas horas antes da apresentação.

“A prefeitura contratou e pagou, e ele assinou contrato. A gente o pagou, e ele recebeu. Agora diz que não vai vir se apresentar na nossa cidade”, declarou Chaparral diante do público. Em seguida, elevou o tom das críticas ao afirmar que o artista deveria devolver imediatamente os recursos aos cofres públicos.

Pouco antes das declarações do prefeito, Gusttavo Lima utilizou as redes sociais para explicar que não teria condições de subir ao palco por causa de uma intoxicação alimentar. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, o cantor afirmou estar com um quadro intenso de diarreia, fraqueza e mal-estar.

 

VEJA PUBLICAÇÃO

O sertanejo pediu desculpas aos fãs de Surubim e disse esperar que a apresentação possa ser remarcada em uma nova data.

Esta é a segunda vez que Gusttavo Lima cancela um show programado no município pernambucano. Até o momento, a equipe do artista não se manifestou sobre as declarações do prefeito nem informou como será conduzida a questão contratual envolvendo o evento e o pagamento do cachê.

O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre contratos de shows financiados com recursos públicos e as responsabilidades de artistas e administrações municipais em situações de cancelamento.

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