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Polícia

Dois homens são feridos a golpes de facão após suspeito pedir para dormir em posto

Durante a agressão, as vítimas correram para tentar escapar do suspeito e evitar novos golpes.

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Dois homens, de 41 e 48 anos, ficaram feridos após serem atacados com golpes de facão na noite deste sábado (26), no Posto Esplanada, em Rondonópolis, a 212 quilômetros de Cuiabá. O suspeito fugiu após as agressões e ainda não havia sido localizado.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 22h, por meio do 190, para atender uma ocorrência inicialmente registrada como tentativa de homicídio.

No local, os policiais encontraram as duas vítimas feridas e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Aos policiais, os homens contaram que o suspeito havia pedido autorização aos funcionários do posto para passar a noite no estabelecimento. Diante da negativa, conforme o relato das vítimas, o homem teria se revoltado e iniciado os ataques com um facão.

Um dos homens, de 41 anos, sofreu um corte profundo no antebraço esquerdo. O outro, de 48, foi atingido nos dois braços. Segundo o registro policial, os golpes no braço direito chegaram a atingir e cortar ligamentos da mão.

Durante a agressão, as vítimas correram para tentar escapar do suspeito e evitar novos golpes.

Os homens disseram ainda que não conheciam o agressor. Conforme a descrição fornecida à polícia, ele seria de estatura mediana e teria pele parda.

Após o ataque, o suspeito fugiu em um veículo preto, possivelmente um Volkswagen Gol ou Celta, e tomou rumo desconhecido. Equipes da Polícia Militar fizeram buscas pela região, mas não conseguiram localizá-lo.

As vítimas receberam atendimento do Samu e foram encaminhadas ao Hospital Regional de Rondonópolis.

Ainda de acordo com o boletim, o posto não possui câmeras de monitoramento. A ocorrência foi registrada como homicídio doloso na forma tentada e deverá ser investigada pela Polícia Civil.

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Polícia

Policial civil aposentado é preso após ex-companheira ser morta a tiros em Cáceres

Informações do Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso indicam que o suspeito é servidor aposentado da Polícia Civil.

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Uma mulher de 50 anos, identificada como Noeli Simsen, foi morta a tiros na tarde desta segunda-feira (28), dentro de um hotel localizado no bairro Cidade Nova, em Cáceres, a 225 quilômetros de Cuiabá. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, um policial civil aposentado de 63 anos, que se apresentou espontaneamente à polícia após o assassinato.

Conforme informações repassadas pela Polícia Civil, o casal estava separado havia aproximadamente cinco meses. Aos investigadores, o suspeito teria relatado insatisfação com o fim do relacionamento e dificuldades em aceitar a separação.

Noeli teria retornado recentemente a Cáceres para tratar da venda do hotel de sua propriedade. Segundo informações apuradas pela polícia, ela estava morando fora do Brasil e teria manifestado temor em relação ao ex-companheiro.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h40 para atender uma ocorrência envolvendo uma pessoa atingida por disparos de arma de fogo. Quando a equipe chegou ao endereço, a vítima já estava sem sinais vitais. Ela apresentava um ferimento provocado por tiro na região do peito.

Após o crime, o suspeito compareceu à Delegacia Regional de Cáceres levando a arma que teria sido utilizada no homicídio. Ele foi detido e autuado em flagrante por feminicídio.

A ocorrência é investigada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional e da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres. As circunstâncias do assassinato e a dinâmica dos fatos ainda serão apuradas.

Informações do Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso indicam que o suspeito é servidor aposentado da Polícia Civil.

Investigação

A Polícia Civil deverá ouvir testemunhas e reunir outros elementos para esclarecer o que ocorreu antes e durante o crime. A investigação também deverá verificar eventuais registros anteriores envolvendo o casal e as circunstâncias relatadas sobre o relacionamento.

O caso foi registrado como feminicídio, crime caracterizado pelo assassinato de uma mulher em contexto de violência doméstica e familiar ou por menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

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Polícia

Rosto coberto de sangue: veja como ficou vereador após ataque em Rondonópolis

Após as agressões, os criminosos fugiram levando cerca de R$ 40 mil e joias. Até o momento, ninguém foi preso.

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Imagens feitas após o assalto mostram o vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) com o rosto coberto de sangue e ferimentos visíveis na cabeça e na face. O parlamentar ficou ferido depois de ser espancado durante a invasão à residência da família, na madrugada desta segunda-feira (28), no bairro Cascalhinho.

Nas imagens, Wesley aparece com grande quantidade de sangue no rosto e marcas aparentes das agressões. Segundo as informações sobre o caso, parte da orelha do vereador foi arrancada durante o ataque.

A violência ocorreu durante um assalto cometido por dois criminosos. Eles teriam invadido o imóvel por volta das 5h30 e exigido R$ 1 milhão que, segundo os suspeitos, estaria guardado na residência.

A esposa do vereador também teria sido agredida e asfixiada, chegando a desmaiar durante a ação. O filho do casal, de 9 anos, teria sido ameaçado.

Após as agressões, os criminosos fugiram levando cerca de R$ 40 mil e joias. Até o momento, ninguém foi preso.

Wesley foi socorrido e levado para atendimento médico. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar os responsáveis pelo ataque.

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Polícia

Câmeras flagram últimos momentos de professor antes dele desaparecer

Ainda conforme o irmão, depois do desaparecimento Breno deixou de atender às ligações e passou a responder às mensagens de maneira que os familiares consideraram incomum.

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Imagens divulgadas pela Guarda Municipal de Várzea Grande registraram os últimos momentos conhecidos do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, antes de seu desaparecimento, ocorrido no sábado (26), no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande.

As imagens foram captadas pelo Centro de Inteligência Municipal de Segurança. Às 20h21, Breno aparece caminhando pela calçada, carregando um celular e um capacete.

Três minutos depois, às 20h24, o professor é registrado parado próximo ao muro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Jayr Luíza, onde trabalha com as séries iniciais.

Pouco depois, uma motocicleta chega ao local. Breno conversa com o motociclista, coloca o capacete e deixa o ponto na garupa da moto.

Nas imagens, o condutor aparece usando calça jeans azul e camisa preta. Não foi possível identificar, pelas imagens divulgadas, o modelo da motocicleta ou a placa.

Família estranhou mensagens

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil e familiares, Breno saiu de casa dizendo que retornaria em pouco tempo.

Como ele demorou a voltar, a mãe tentou entrar em contato. A família recebeu uma mensagem pelo aplicativo indicando que o jovem estaria em um motel acompanhado de outra pessoa.

A resposta chamou a atenção dos familiares porque, segundo eles, Breno normalmente atendia às ligações e mantinha contato.

O irmão dele, Bruno Humberto, relatou que Breno teria saído inicialmente para tomar sorvete e depois retornado para casa, de onde teria saído novamente para encontrar uma pessoa. Para sair, ele teria pegado emprestado o capacete da irmã.

Ainda conforme o irmão, depois do desaparecimento Breno deixou de atender às ligações e passou a responder às mensagens de maneira que os familiares consideraram incomum.

Família questiona foto recebida pelo celular

Bruno também relatou que os familiares pediram uma fotografia para confirmar que Breno estava bem. Segundo ele, a imagem recebida levantou dúvidas entre os parentes, que consideraram que a fotografia poderia ter sido produzida ou modificada digitalmente.

De acordo com o relato, o homem que aparece na imagem estaria usando uma roupa diferente daquela que Breno vestia quando deixou a residência.

O irmão também tentou acessar a conta de WhatsApp de Breno por meio de um computador, mas encontrou o aplicativo desconectado. Pelo iCloud, a família também não conseguiu localizar o aparelho, pois o rastreamento do iPhone estaria desativado.

Polícia investiga desaparecimento

Breno foi visto pela última vez na região da Avenida Apolonio E. da Silva, no bairro Capela do Piçarrão.

No momento em que saiu de casa, segundo os familiares, ele usava short preto, camisa regata marrom e chinelos de dedo.

A Polícia Civil investiga o desaparecimento. Até o momento, não há informação oficial sobre o paradeiro do professor.

Qualquer informação que possa ajudar a localizar Breno pode ser comunicada pelo telefone 197 ou diretamente ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pelo telefone (65) 98173-0565.

A orientação é que informações sobre possível localização sejam repassadas diretamente às autoridades.

 

 

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