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Rosto coberto de sangue: veja como ficou vereador após ataque em Rondonópolis

Após as agressões, os criminosos fugiram levando cerca de R$ 40 mil e joias. Até o momento, ninguém foi preso.

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Imagens feitas após o assalto mostram o vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) com o rosto coberto de sangue e ferimentos visíveis na cabeça e na face. O parlamentar ficou ferido depois de ser espancado durante a invasão à residência da família, na madrugada desta segunda-feira (28), no bairro Cascalhinho.

Nas imagens, Wesley aparece com grande quantidade de sangue no rosto e marcas aparentes das agressões. Segundo as informações sobre o caso, parte da orelha do vereador foi arrancada durante o ataque.

A violência ocorreu durante um assalto cometido por dois criminosos. Eles teriam invadido o imóvel por volta das 5h30 e exigido R$ 1 milhão que, segundo os suspeitos, estaria guardado na residência.

A esposa do vereador também teria sido agredida e asfixiada, chegando a desmaiar durante a ação. O filho do casal, de 9 anos, teria sido ameaçado.

Após as agressões, os criminosos fugiram levando cerca de R$ 40 mil e joias. Até o momento, ninguém foi preso.

Wesley foi socorrido e levado para atendimento médico. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar os responsáveis pelo ataque.

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Policial civil aposentado é preso após ex-companheira ser morta a tiros em Cáceres

Informações do Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso indicam que o suspeito é servidor aposentado da Polícia Civil.

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Uma mulher de 50 anos, identificada como Noeli Simsen, foi morta a tiros na tarde desta segunda-feira (28), dentro de um hotel localizado no bairro Cidade Nova, em Cáceres, a 225 quilômetros de Cuiabá. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, um policial civil aposentado de 63 anos, que se apresentou espontaneamente à polícia após o assassinato.

Conforme informações repassadas pela Polícia Civil, o casal estava separado havia aproximadamente cinco meses. Aos investigadores, o suspeito teria relatado insatisfação com o fim do relacionamento e dificuldades em aceitar a separação.

Noeli teria retornado recentemente a Cáceres para tratar da venda do hotel de sua propriedade. Segundo informações apuradas pela polícia, ela estava morando fora do Brasil e teria manifestado temor em relação ao ex-companheiro.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h40 para atender uma ocorrência envolvendo uma pessoa atingida por disparos de arma de fogo. Quando a equipe chegou ao endereço, a vítima já estava sem sinais vitais. Ela apresentava um ferimento provocado por tiro na região do peito.

Após o crime, o suspeito compareceu à Delegacia Regional de Cáceres levando a arma que teria sido utilizada no homicídio. Ele foi detido e autuado em flagrante por feminicídio.

A ocorrência é investigada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional e da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres. As circunstâncias do assassinato e a dinâmica dos fatos ainda serão apuradas.

Informações do Portal da Transparência do Governo de Mato Grosso indicam que o suspeito é servidor aposentado da Polícia Civil.

Investigação

A Polícia Civil deverá ouvir testemunhas e reunir outros elementos para esclarecer o que ocorreu antes e durante o crime. A investigação também deverá verificar eventuais registros anteriores envolvendo o casal e as circunstâncias relatadas sobre o relacionamento.

O caso foi registrado como feminicídio, crime caracterizado pelo assassinato de uma mulher em contexto de violência doméstica e familiar ou por menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

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Câmeras flagram últimos momentos de professor antes dele desaparecer

Ainda conforme o irmão, depois do desaparecimento Breno deixou de atender às ligações e passou a responder às mensagens de maneira que os familiares consideraram incomum.

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Imagens divulgadas pela Guarda Municipal de Várzea Grande registraram os últimos momentos conhecidos do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, antes de seu desaparecimento, ocorrido no sábado (26), no bairro Capela do Piçarrão, em Várzea Grande.

As imagens foram captadas pelo Centro de Inteligência Municipal de Segurança. Às 20h21, Breno aparece caminhando pela calçada, carregando um celular e um capacete.

Três minutos depois, às 20h24, o professor é registrado parado próximo ao muro do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professora Jayr Luíza, onde trabalha com as séries iniciais.

Pouco depois, uma motocicleta chega ao local. Breno conversa com o motociclista, coloca o capacete e deixa o ponto na garupa da moto.

Nas imagens, o condutor aparece usando calça jeans azul e camisa preta. Não foi possível identificar, pelas imagens divulgadas, o modelo da motocicleta ou a placa.

Família estranhou mensagens

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil e familiares, Breno saiu de casa dizendo que retornaria em pouco tempo.

Como ele demorou a voltar, a mãe tentou entrar em contato. A família recebeu uma mensagem pelo aplicativo indicando que o jovem estaria em um motel acompanhado de outra pessoa.

A resposta chamou a atenção dos familiares porque, segundo eles, Breno normalmente atendia às ligações e mantinha contato.

O irmão dele, Bruno Humberto, relatou que Breno teria saído inicialmente para tomar sorvete e depois retornado para casa, de onde teria saído novamente para encontrar uma pessoa. Para sair, ele teria pegado emprestado o capacete da irmã.

Ainda conforme o irmão, depois do desaparecimento Breno deixou de atender às ligações e passou a responder às mensagens de maneira que os familiares consideraram incomum.

Família questiona foto recebida pelo celular

Bruno também relatou que os familiares pediram uma fotografia para confirmar que Breno estava bem. Segundo ele, a imagem recebida levantou dúvidas entre os parentes, que consideraram que a fotografia poderia ter sido produzida ou modificada digitalmente.

De acordo com o relato, o homem que aparece na imagem estaria usando uma roupa diferente daquela que Breno vestia quando deixou a residência.

O irmão também tentou acessar a conta de WhatsApp de Breno por meio de um computador, mas encontrou o aplicativo desconectado. Pelo iCloud, a família também não conseguiu localizar o aparelho, pois o rastreamento do iPhone estaria desativado.

Polícia investiga desaparecimento

Breno foi visto pela última vez na região da Avenida Apolonio E. da Silva, no bairro Capela do Piçarrão.

No momento em que saiu de casa, segundo os familiares, ele usava short preto, camisa regata marrom e chinelos de dedo.

A Polícia Civil investiga o desaparecimento. Até o momento, não há informação oficial sobre o paradeiro do professor.

Qualquer informação que possa ajudar a localizar Breno pode ser comunicada pelo telefone 197 ou diretamente ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pelo telefone (65) 98173-0565.

A orientação é que informações sobre possível localização sejam repassadas diretamente às autoridades.

 

 

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Vereador é torturado e família é feita refém durante assalto em Rondonópolis

A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

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O vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) e a família foram mantidos reféns e torturados durante um assalto dentro da própria residência, na madrugada desta segunda-feira (28), em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá.

Segundo o boletim de ocorrência, o vereador teve a orelha direita cortada pelos criminosos após ser agredido com uma coronhada na cabeça. A esposa também teria sido enforcada duas vezes e chegou a perder parcialmente a consciência.

De acordo com o registro policial, os criminosos invadiram a residência e exigiram que Wesley entregasse dinheiro. Os suspeitos afirmavam ter informações de que o vereador mantinha cerca de R$ 1 milhão na casa, supostamente destinado à compra de votos para a campanha de um político da cidade. A informação consta no relato registrado pela polícia e não há, no material apresentado, confirmação de que esse valor existisse ou tivesse essa finalidade.

Durante o crime, o filho adolescente do casal relatou aos policiais que também foi agredido. Os criminosos ainda teriam ameaçado cortar a mão do filho mais novo, que é menor de idade, caso o vereador não informasse onde estaria o dinheiro.

Mesmo depois de encontrarem parte dos valores, os suspeitos continuaram exigindo mais dinheiro. Conforme o boletim, eles reviraram diversos cômodos da residência e roubaram aproximadamente R$ 42 mil em espécie, sendo R$ 38 mil que estavam na casa e cerca de R$ 4 mil que estavam no veículo da família.

Também foram levados dois celulares, algumas bijuterias e duas alianças pertencentes ao casal.

Ainda segundo o registro policial, os criminosos disseram que monitoravam Wesley havia cerca de três dias. Durante a ação, fizeram uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um dos participantes teria sido apontado como responsável por coordenar o assalto e ordenado que os comparsas continuassem agredindo o vereador para descobrir onde estaria o restante do dinheiro.

Após o roubo, as quatro vítimas foram amarradas e trancadas no quarto do casal.

Por volta das 3h50, o filho adolescente percebeu que os criminosos haviam deixado o imóvel utilizando o carro da família. Ele conseguiu se soltar, abriu uma janela que havia sido trancada pelos suspeitos e saiu da residência.

Em seguida, retornou pela cozinha e arrombou a porta do quarto onde estavam os pais e o irmão mais novo, libertando os familiares.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional. O vereador apresentava um corte extenso na orelha direita e uma lesão na cabeça provocada pela coronhada.

A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

Confira nota emitida nas redes sociais:

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