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Antonio Galvan promete independência e cobra mudanças no Senado

“Mas ninguém vai me dizer o que eu tenho que fazer ou deixar de fazer. Se for preciso, fico sem partido, mas não abro mão da minha independência”, afirmou.

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Pré-candidato ao Senado por Mato Grosso, Antonio Galvan (Avante) afirmou que, caso eleito, terá independência total para atuar em Brasília, sem aceitar interferências partidárias ou pressões que possam comprometer os compromissos assumidos com a população. A declaração foi dada ao comentar sua permanência no partido e sua futura atuação no Senado Federal.

Galvan destacou que sua lealdade está acima de qualquer interesse político ou partidário. Segundo ele, sua permanência no Avante está condicionada ao respeito à sua autonomia e à missão que pretende cumprir em defesa dos valores conservadores e da população brasileira. “Se não interferirem no meu trabalho dentro do Senado, permanecerei no partido até o fim do mandato. Mas ninguém vai me dizer o que eu tenho que fazer ou deixar de fazer. Se for preciso, fico sem partido, mas não abro mão da minha independência”, afirmou.

O pré-candidato reforçou que sua candidatura nasce da insatisfação de milhões de brasileiros com os rumos do país e da necessidade de fortalecer a representação da direita no Congresso Nacional. Para ele, o Senado terá papel decisivo nos próximos anos para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e garantir o respeito à Constituição.

Galvan voltou a defender a renovação do Senado como uma das principais pautas do campo conservador. Segundo ele, é necessário eleger parlamentares comprometidos com a fiscalização das instituições e com a defesa das liberdades individuais. “O próprio presidente Bolsonaro já apontava esse caminho, renovar o Senado e colocar gente de direita que tenha coragem de fazer o que precisa ser feito”, declarou.

Antonio Galvan também criticou o que considera excessos praticados por ministros do Supremo Tribunal Federal e afirmou que o Senado não pode se omitir diante desse cenário. “Estamos vendo abusos que preocupam milhões de brasileiros. O Senado tem prerrogativas constitucionais que precisam ser exercidas com responsabilidade e coragem. Não podemos aceitar que alguns poucos decidam os destinos do país sem qualquer questionamento”, disse.

Ao finalizar, Galvan reafirmou que pretende chegar a Brasília para representar os valores da família, da liberdade, do agronegócio e da democracia. “Minha missão é defender Mato Grosso e o Brasil. Não vou para o Senado para agradar partido, liderança ou grupo político. Vou para cumprir aquilo que prometi ao povo matogrossense”, concluiu.

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Polícia

Suspeito de estupro é preso após vítima reconhecer voz durante crime em Nova Mutum

O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades, que irão apurar as circunstâncias do crime e reunir elementos para o inquérito policia

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Mulher acorda durante abuso sexual e descobre que suspeito era amigo do companheiro em Nova Mutum

Um homem foi preso na madrugada deste sábado (13), em Nova Mutum, após ser acusado de estuprar uma mulher dentro da residência onde ela dormia ao lado do companheiro.

De acordo com informações da Polícia Civil, o crime foi registrado por volta da 1h10. A vítima relatou que estava dormindo quando despertou e percebeu que alguém mantinha relação sexual com ela.

Inicialmente, a mulher acreditou que se tratava de seu companheiro. No entanto, ao ouvir a voz do homem, percebeu que a pessoa não era seu parceiro e entrou em estado de choque.

Segundo o relato, ela reagiu imediatamente, empurrou o suspeito e acendeu a luz do quarto. Nesse momento, identificou que o homem era um conhecido de seu marido e que havia estado na residência horas antes.

Após o ocorrido, a vítima acionou as forças de segurança e informou o endereço onde o suspeito poderia ser encontrado. Durante as diligências, uma testemunha confirmou à polícia que esteve na casa da vítima anteriormente e que deixou o investigado no local antes de sair.

A mulher foi encaminhada para atendimento médico e realização dos procedimentos necessários. Já o suspeito foi localizado, preso e conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Nova Mutum.

O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades, que irão apurar as circunstâncias do crime e reunir elementos para o inquérito policia

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Policial penal afirma ter agido em legítima defesa após morte de enteado em Cuiabá

Segundo a versão apresentada pelo servidor, Átila estava bastante alterado no momento da ocorrência.

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O policial penal Emerson Geremias, preso nesta quarta-feira (10) após a morte do enteado Átila Yuri Santos, de 21 anos, afirmou que agiu em legítima defesa durante o confronto ocorrido em uma propriedade na região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá.

Ao chegar à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento, Emerson relatou à imprensa que o jovem teria avançado contra ele portando uma faca, o que o levou a efetuar disparos de arma de fogo.

Segundo a versão apresentada pelo servidor, Átila estava bastante alterado no momento da ocorrência. Durante a situação de conflito, ele teria tentado conter o enteado, mas diante da suposta ameaça decidiu utilizar a arma.

O jovem foi atingido pelos disparos e recebeu atendimento ainda no local. No entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu antes de ser encaminhado a uma unidade de saúde.

Após o ocorrido, Emerson permaneceu na propriedade e acompanhou a chegada das equipes policiais. Ele foi conduzido à DHPP, onde o caso passou a ser investigado.

A Polícia Civil apura as circunstâncias da ocorrência e trabalha para esclarecer a dinâmica dos fatos, incluindo a sequência dos acontecimentos que antecederam os disparos e a possível caracterização de legítima defesa.

Peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram levantamentos no local para auxiliar na investigação. O corpo de Átila Yuri Santos foi encaminhado para exames de necropsia.

As conclusões sobre a responsabilidade criminal e as circunstâncias da morte dependerão do andamento das investigações e da análise dos laudos periciais.

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Polícia Civil desarticula esquema de tráfico interestadual comandado de dentro de presídios

Investigação da Polícia Civil aponta que integrantes da organização também atuavam no abastecimento de unidades prisionais e mantinham comunicação entre criminosos presos e em liberdade.

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A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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