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Real TV de Sinop estreia programa sobre desenvolvimento humano, cidadania e informação

A proposta é transformar assuntos que muitas vezes parecem complexos em conteúdos compreensíveis e úteis para o público.

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“Você em Desenvolvimento com Herlen Koch” estreia no dia 2 de outubro, canal 8.1 HD, e levará ao público conteúdos sobre cidadania, comportamento, empreendedorismo, carreira e relações humanas

A Real TV de Sinop ganha, a partir do dia 2 de outubro, um novo espaço dedicado à informação, ao desenvolvimento humano e à cidadania. Estreia na sexta-feira o programa “Você em Desenvolvimento com Herlen Koch”, que será exibido semanalmente, das 13h45 às 14h15, no canal 8.1 HD.

Apresentado por Herlen Koch, advogada, escritora e jornalista, o programa tem como proposta levar ao público informação acessível e conteúdos que contribuam para a reflexão, o conhecimento e a transformação social.

Com linguagem próxima e objetiva, Herlen irá abordar diretamente os temas apresentados no programa, trazendo esclarecimentos, informações e reflexões sobre assuntos presentes no cotidiano da população.

Entre os temas estão desenvolvimento humano, liderança e comunicação, empreendedorismo e carreira, direito do consumidor, cidadania, comportamento e relações humanas.

A proposta é transformar assuntos que muitas vezes parecem complexos em conteúdos compreensíveis e úteis para o público.

A experiência de Herlen em diferentes áreas profissionais também será um dos diferenciais do programa. Como advogada, poderá abordar questões relacionadas a direitos e cidadania; como jornalista, trabalhará a informação de forma clara e responsável; e, como escritora, levará ao programa uma perspectiva voltada à reflexão e à comunicação.

Além dos conteúdos apresentados por Herlen, o programa contará com entrevistas e participações que possam contribuir para ampliar o debate sobre os temas abordados e aproximar o público de pessoas, iniciativas e experiências relevantes para Sinop e região.

“O objetivo é criar um espaço de conhecimento, informação e reflexão. Quero falar sobre assuntos que fazem parte da vida das pessoas, esclarecer dúvidas e trazer conteúdos que possam realmente ser úteis para quem está nos acompanhando”, explica Herlen Koch.

O Você em Desenvolvimento também terá presença nas plataformas digitais, permitindo que os conteúdos exibidos na televisão tenham continuidade nas redes sociais e alcancem um público ainda maior.

Herlen também apresenta “Você em Desenvolvimento”, no Programa Passando a Limpo, às quartas-feiras, na TV Mato Grosso, canal 27.1, em Cuiabá, com o apresentador Agnelo Corbelino.

A estreia em Sinop acontece na sexta-feira, 2 de outubro, às 13h45, pela Real TV de Sinop.

Serviço

Programa: Você em Desenvolvimento com Herlen Koch
Estreia: 2 de outubro de 2026
Exibição: toda sexta-feira
Horário: 13h45 às 14h15
Emissora: Real TV de Sinop
Cidade: Sinop/MT
Apresentadora: Herlen Koch (@herlen_koch) advogada, escritora e jornalista. É autora do livro: A Inteligência Artificial e o Homem Advogado

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Cuiabá recebe a peça “O Motociclista no Globo da Morte”, com Eduardo Moscovis em 02 de outubro

Espetáculo conta com texto de Leonardo Netto e direção de Rodrigo Portella

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Abordando os limites entre violência, civilidade e comportamento humano, o espetáculo teatral “O Motociclista no Globo da Morte”, protagonizado pelo ator Eduardo Moscovis, chega Cuiabá no próximo dia 02 de outubro. Com texto do dramaturgo, diretor e ator Leonardo Netto e direção de Rodrigo Portella, a montagem será apresentada no Cine Teatro Cuiabá, em duas sessões, às 20h e às 22h, com ingressos a partir de R$25,00.

O monólogo de Netto marca a primeira parceria de Moscovis com Portella na direção, é o quinto espetáculo produzido pelo ator e lhe rendeu, no último mês de março, o Prêmio Shell de Melhor Ator — o mais tradicional reconhecimento das artes cênicas no país e o primeiro de sua carreira. Para além do prêmio recebido o espetáculo obteve duas indicações ao Prêmio Shell, Melhor Dramaturgia para Leonardo Netto e Melhor Iluminação para Ana Luzia de Simoni. O espetáculo conta também com duas indicações ao Prêmio APTR, Melhor Ator em Papel Protagonista para Eduardo Moscovis e Melhor Dramaturgia para Leonardo Netto e mais recentemente recebeu indicação ao Prêmio APCA de melhor ator para Eduardo Moscovis e Dramaturgia para Leonardo Netto.

Ao contar uma história que, em tese, poderia acontecer com qualquer um, o espetáculo  provoca ao diluir as fronteiras entre vítima e algoz, civilizado e selvagem. “O que mais me cativou no texto foi perceber que o protagonista é um homem que tem uma vida correta, pacífica, com quem eu facilmente me identificaria, mas que, assim como seu antagonista — um homem vil em todos os aspectos —, pode se igualar a ele ao cometer um ato de extrema violência”, conta Eduardo Moscovis, que encena seu segundo monólogo — o primeiro foi “O Livro” (2011), de Newton Moreno, com direção de Christiane Jatahy. “Mesmo com a ausência da contracenação, que é um dos grandes desafios do monólogo, fui arrebatado pelo texto do Leo, e o processo tem sido muito prazeroso”, completa.

Depois de assistir inadvertidamente, em uma rede social, a um vídeo de extrema violência, Leonardo Netto passou a se questionar sobre o que leva alguém a cometer um ato violento — e também a filmá-lo, publicá-lo e consumi-lo. Outras questões emergiram, como o fascínio e a idolatria por assassinos, psicopatas e serial killers ao longo da história. “A espetacularização, a romantização e a banalização da violência, potencializadas pela multiplicação de câmeras e pela internet, talvez nos tornem mais insensíveis a ela”, reflete o autor. O incômodo persistiu até que decidiu escrever a peça, como forma de elaborar essa experiência. “Foi perturbador assistir, e escrever também foi difícil. Muitas vezes precisei parar”, revela. Durante o processo, passou a imaginar Eduardo Moscovis — com quem dividiu o palco em “Corte Seco” (2010) — como protagonista.

“O título surgiu como uma metáfora da iminência do desastre. Assim como no globo da morte, vivemos tentando nos desviar da catástrofe o tempo inteiro.” Em sua primeira parceria com Rodrigo Portella, Moscovis destaca: “Ele é um diretor-criador, que pensa a cena e o teatro de forma muito genuína e potente”.

Para construir a dramaturgia e o espaço cênico, Portella opta por uma encenação minimalista. “O espetáculo acontece na cabeça do espectador. Qualquer elemento concreto seria uma distração. O personagem constrói um discurso que se aproxima da literatura, convocando o público a imaginar. Temos, assim, uma relação íntima e direta entre ator e espectador, do início ao fim”, afirma o diretor.

“A ideia é enfatizar o caráter comum desse acontecimento, que poderia acontecer com qualquer um de nós. Um evento extraordinário em um lugar ordinário, executado por um homem ordinário.” Nesse sentido, trilha sonora (André Muato), figurino (Gabriella Marra) e iluminação (Ana Luzia de Simoni) reforçam essa abordagem. Portella identifica ainda uma camada político-social: “Sem nomear lados, o espetáculo evidencia a polarização ideológica em que a sociedade brasileira está imersa”.

SERVIÇO
Espetáculo: O Motociclista no Globo da Morte
Data: 2 de outubro
Horários: 20h e 22h
Local: Cine Teatro Cuiabá
Texto: Leonardo Netto
Direção: Rodrigo Portella
Atuação: Eduardo Moscovis
Classificação indicativa: 14 anos
Atenção: o espetáculo contém descrição gráfica de violência e cenas que podem despertar gatilhos emocionais.

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Laudo confirma morte de Hayden Panettiere por efeitos do fentanil

Mensagens trocadas entre Hayden e um suposto fornecedor também entraram no foco da investigação, segundo o veículo. A apuração busca esclarecer como as substâncias chegaram até a atriz e se houve fornecimento de comprimidos adulterados.

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A causa da morte da atriz Hayden Panettiere foi confirmada pelas autoridades do condado de Greenville, na Carolina do Sul. O laudo do legista apontou os efeitos tóxicos de fentanil, 4-ANPP, alprazolam, metocarbamol e quetiapina como responsáveis pela morte, classificada oficialmente como acidental.

Hayden morreu em 16 de agosto, aos 36 anos, depois de ser encontrada inconsciente em um imóvel onde estava hospedada em Greenville. Segundo informações divulgadas anteriormente pelo TMZ, ela havia viajado de Los Angeles para a Carolina do Sul acompanhada do namorado, Brian Hickerson.

Antes da confirmação do laudo, investigadores trabalhavam com a hipótese de que a atriz tivesse ingerido uma pílula de oxicodona adulterada com fentanil. Fontes ouvidas pelo TMZ afirmaram que Hayden teria comprado medicamentos controlados de um fornecedor de drogas em Los Angeles e que a DEA passou a investigar a origem das substâncias.

A investigação federal também passou a analisar possíveis fornecedores. Segundo o TMZ, agentes da DEA chegaram a cumprir um mandado de busca na residência da atriz em Los Angeles, nove dias depois de sua morte, procurando drogas, materiais relacionados e possíveis evidências que ajudassem a identificar a origem dos comprimidos.

Mensagens trocadas entre Hayden e um suposto fornecedor também entraram no foco da investigação, segundo o veículo. A apuração busca esclarecer como as substâncias chegaram até a atriz e se houve fornecimento de comprimidos adulterados.

No imóvel onde Hayden foi encontrada, Brian Hickerson teria entregue aos socorristas uma sacola com medicamentos que pertenciam à atriz. Segundo o TMZ, ele também administrou Narcan, medicamento utilizado em emergências por overdose de opioides, antes da chegada das equipes de emergência. A tentativa de reanimação não teve sucesso.

A confirmação do legista estabelece oficialmente a causa e a natureza acidental da morte. A investigação sobre a procedência das drogas, no entanto, permanece em andamento, com autoridades buscando esclarecer a cadeia de fornecimento das substâncias que chegaram até a atriz.

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A fé em horário nobre

Eduardo Cardoso é jornalista em Cuiabá

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Imagine um bispo com vestes de gala, diante de um quadro-negro, disputando a atenção dos americanos com Frank Sinatra. A cena parece improvável, mas ajuda a explicar quem foi Fulton Sheen, um dos grandes comunicadores católicos do século XX, beatificado neste 24 de setembro, etapa que antecede a canonização.

Nos anos 1950, seu programa Life Is Worth Living (“A vida vale a pena ser vivida”) alcançou uma audiência estimada em 30 milhões de espectadores por semana. Estreou em três emissoras e, menos de dois meses depois, já estava em quinze. Recebia cerca de 8.500 cartas semanais. O bispo disputava o horário nobre com Sinatra e com o humorista Milton Berle, e o programa do cantor acabou deixando aquela faixa de programação. Em 1952, Fulton Sheen foi capa da revista Time.

O reconhecimento ultrapassou o meio católico. Em 1953, recebeu um Emmy por sua atuação na televisão, numa premiação que reunia grandes nomes da indústria do entretenimento americano. Ao agradecer, atribuiu parte do mérito aos “roteiristas” de seu programa: os evangelistas Mateus, Marcos, Lucas e João.

Sua força ultrapassava as telas. Em Nova York, milhares de pessoas lotavam a Catedral de São Patrício e acompanhavam suas pregações também do lado de fora. A concentração chegou a exigir bloqueios de trânsito na Quinta Avenida e nos arredores, alcançando a região de Times Square.

A aparente espontaneidade tinha muito preparo, concentração e oração. Nada ali era simplesmente improvisado. Um episódio de 28 minutos podia exigir até 35 horas de preparação. Para alcançar também os não católicos, recorria a Freud, Marx ou Shakespeare e relacionava suas reflexões ao Evangelho.

Combinava humor, filosofia e questões do cotidiano para apresentar a mensagem cristã. Falava de consciência, sofrimento, amor, família e casamento, alcançando pessoas que talvez nunca entrassem numa igreja.

Num país marcado, naquele período, por forte resistência ao catolicismo em determinados setores da sociedade, Fulton Sheen ajudou a desfazer preconceitos. Também teve influência na conversão ao catolicismo de personalidades como a ex-dirigente comunista Bella Dodd e o empresário Henry Ford II.

Às vésperas da beatificação, o papa Leão XIV pediu que seu exemplo inspire novas maneiras de anunciar o Evangelho com alegria e entusiasmo. É um convite que alcança também todos nós que trabalhamos com comunicação.

No Brasil, essa missão ganhou muitas vozes: monsenhor Jonas Abib, com a Canção Nova; os redentoristas, com a Rádio e a TV Aparecida; canais como Rede Vida, TV Século 21 e Rede Evangelizar; iniciativas como Signis Brasil, Pascom e Paulinas; além de comunicadores como frei Gilson, padre Marcelo Rossi e padre Paulo Ricardo, da Arquidiocese de Cuiabá.

Fulton Sheen soube entrar nas casas com inteligência e bom humor. Nesta overdose de informação, cabe a nós fazer com que nossas palavras também ajudem quem está do outro lado da tela.

A Igreja ajudou a formar a civilização ocidental, e essa contribuição continua quando a presença cristã na comunicação incentiva a honestidade, a fidelidade, a responsabilidade pelos filhos, o cuidado com os mais frágeis e o compromisso com a verdade. São princípios que também podem favorecer a convivência entre pessoas de diferentes crenças.

Ecoando São Josemaria Escrivá: que a nossa vida não seja estéril. Sigamos deixando rastro.

Eduardo Cardoso é jornalista em Cuiabá.

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