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Pré-candidatura de Emanuel movimenta bastidores e acirra disputa interna no PSD

Com dois nomes colocados, o PSD passa a protagonizar uma das principais movimentações da pré-campanha estadual, em um cenário que ainda deve sofrer novos desdobramentos até a oficialização das candidaturas.

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente estadual do Partido Social Democrático em Mato Grosso, teria confirmardo  nesta terça-feira (30) que o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD) manifestou interesse em disputar a candidatura do partido ao Governo do Estado nas eleições deste ano. A declaração foi dada durante evento realizado em Várzea Grande e reforça a existência de uma disputa interna na legenda, que também tem como pré-candidata a médica Natasha Slhessarenko.

Segundo Fávaro, a intenção de Emanuel é legítima e deverá ser submetida à análise da convenção partidária, responsável por definir oficialmente o nome que representará o PSD na disputa pelo Palácio Paiaguás.

O senador afirmou que orientou o ex-prefeito a dialogar com Natasha Slhessarenko antes de formalizar sua pretensão, ressaltando que a médica já reúne apoios importantes para a construção de sua candidatura. Entre eles está o respaldo da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, articulação construída nos últimos meses pelo próprio PSD.

Ao comentar o cenário, Fávaro afirmou que a existência de mais de um nome para disputar a indicação partidária demonstra a pluralidade da legenda e comparou a situação com a disputa interna que o PSD enfrentou para definir seu projeto presidencial.

“O partido é plural e a decisão será tomada democraticamente pela convenção”, afirmou o senador durante entrevista à imprensa.

Natasha Slhessarenko chegou ao PSD após articulações conduzidas por Fávaro e consolidou sua pré-candidatura com o apoio da Federação Brasil da Esperança. A aliança reúne partidos que deverão compor a base da campanha ao Governo de Mato Grosso, caso seu nome seja confirmado pela convenção.

Enquanto isso, Emanuel Pinheiro intensifica sua movimentação política dentro da legenda. O ex-prefeito filiou-se ao PSD após deixar o MDB e passou a integrar o projeto político liderado por Carlos Fávaro. Nos últimos meses, seu grupo também foi reforçado com a filiação do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho, ao partido.

A entrada de Emanuel na disputa amplia o debate interno sobre o perfil que o PSD pretende apresentar ao eleitorado mato-grossense. A definição deverá ocorrer durante a convenção estadual da sigla, quando os filiados decidirão quem representará o partido na eleição para o Governo de Mato Grosso.

Com dois nomes colocados, o PSD passa a protagonizar uma das principais movimentações da pré-campanha estadual, em um cenário que ainda deve sofrer novos desdobramentos até a oficialização das candidaturas.

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Politica

Recursos destinados por Gisela reforçam Patrulha Maria da Penha em nove municípios de MT

As novas viaturas foram entregues na abertura da Capacitação Tecnológica Estratégica em Defesa das Mulheres, promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), iniciativa voltada ao fortalecimento das ações da Patrulha Maria da Penha em diferentes regiões do Estado.

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A entrega de novas viaturas para fortalecer a Patrulha Maria da Penha em Mato Grosso ganhou um significado especial para a diretora-executiva do União Brasil Mulher e presidente do partido em Cuiabá, Gisela Simona. Das 47 unidades entregues pelo Governo do Estado, esta semana, nove foram adquiridas com recursos destinados por seu mandato na Câmara dos Deputados. Ampliando a estrutura de atendimento às mulheres em situação de violência.

Os veículos passam a atender Araputanga, Aripuanã, Chapada dos Guimarães, Diamantino, Jauru, Paranatinga, Primavera do Leste, Santo Antônio de Leverger e São José do Rio Claro, reforçando o trabalho desenvolvido pela Polícia Militar no acolhimento e proteção de vítimas de violência doméstica.

Reconhecida por transformar a defesa das mulheres em uma das principais bandeiras de sua atuação parlamentar, Gisela afirmou que o investimento representa a continuidade de um trabalho que ultrapassou a apresentação de projetos de lei e alcançou ações concretas para fortalecer a rede de proteção feminina.

“É impossível não comemorar a entrega dessas viaturas. Nove delas foram adquiridas com recursos do nosso mandato na Câmara dos Deputados e agora passam a fortalecer um trabalho essencial realizado diariamente pela Patrulha Maria da Penha em Mato Grosso. Investir na proteção das mulheres é investir na preservação da vida”, afirmou.

Durante 33 meses de mandato, Gisela esteve à frente de iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. Foi relatora do Pacote Antifeminicídio, transformado em lei em 2024. Viu ser sancionada lei articulada por ela na Câmara, que obriga a Voz do Brasil a divulgar diariamente redes de proteção às mulheres.

E neste final de junho sua relatoria sobre o uso de spray de pimenta como autodefesa foi à sanção presidencial, ao ser também aprovado no Senado. Além de lutar por estruturas públicas de acolhimento, como a Casa da Mulher Brasileira.

O reconhecimento desse trabalho tem sido destacado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Sempre que pode cita a contribuição de Gisela no fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres. Apontando sua atuação arrojada durante os quase três anos de Câmara Federal. “Abrimos uma cruzada contra a violência e não vamos relativizar a criminalidade “.

As novas viaturas foram entregues na abertura da Capacitação Tecnológica Estratégica em Defesa das Mulheres, promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), iniciativa voltada ao fortalecimento das ações da Patrulha Maria da Penha em diferentes regiões do Estado.

Mais do que ampliar a frota, a entrega representa um reforço à rede de proteção destinada às mulheres mato-grossenses e evidencia a importância da articulação entre investimentos públicos e políticas permanentes de enfrentamento à violência de gênero.

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Fávaro abre espaço para Emanuel e admite disputa interna na Federação pelo Governo de MT

A declaração também alimenta a possibilidade de um racha interno na Federação, uma vez que dois projetos distintos podem disputar o apoio dos partidos e dos convencionais antes da definição do candidato oficial.

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A disputa pelo comando da Federação Brasil da Esperança em Mato Grosso ganhou um novo capítulo após o senador Carlos Fávaro (PSD) admitir que o ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), poderá, sim, disputar a indicação ao Governo do Estado nas eleições de 2026.

A declaração, dada à imprensa nesta quarta-feira (1º), abre oficialmente espaço para uma disputa interna e evidencia que a pré-candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD), anunciada anteriormente pela Federação, não está consolidada de forma definitiva.

Ao afirmar que Emanuel poderá ser candidato caso consiga construir apoio político e vencer uma escolha democrática entre os partidos que integram a Federação Brasil da Esperança, Fávaro reconhece a possibilidade de mudança no cenário e, consequentemente, de uma disputa direta pela vaga.

A fala do senador também evidencia que a definição do candidato não está encerrada e que a convenção partidária poderá alterar o rumo das articulações já em andamento.

Atualmente, Natasha é tratada como o principal nome da Federação para disputar o Palácio Paiaguás e conta com apoio político já anunciado por lideranças do campo progressista. No entanto, com a manifestação de Fávaro, o ex-prefeito Emanuel Pinheiro passa a ser oficialmente considerado uma alternativa viável dentro do mesmo grupo político.

A declaração também alimenta a possibilidade de um racha interno na Federação, uma vez que dois projetos distintos podem disputar o apoio dos partidos e dos convencionais antes da definição do candidato oficial.

Nos bastidores, Emanuel intensificou as articulações nas últimas semanas em busca de apoio para viabilizar sua candidatura. Agora, com o posicionamento de Fávaro, essas movimentações ganham respaldo público e colocam o ex-prefeito definitivamente no tabuleiro da sucessão estadual.

Embora tenha defendido que o processo ocorra de forma democrática, a fala do presidente estadual do PSD deixa claro que a Federação não trabalha mais com um único cenário. Caso Emanuel confirme sua pré-candidatura, Natasha poderá ter de disputar internamente a indicação que, até então, era tratada como encaminhada.

Com isso, a corrida pelo Governo de Mato Grosso passa a ter mais um componente político: além da disputa entre partidos, a Federação Brasil da Esperança poderá enfrentar uma disputa interna para definir quem será seu representante nas urnas em 2026.

 

 

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Após anúncio de nova CPI, Secretaria de Saúde diz que primeiro pedido foi rejeitado por falta de requisitos

Em relação às críticas sobre supostos problemas administrativos, a pasta esclareceu que a ex-secretária adjunta de Saúde, Erislaine Aparecida de Oliveira, deixou o cargo por iniciativa própria, em razão de motivos pessoais e da necessidade de mudança de domicílio.

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A Secretaria Municipal de Saúde de Tangará da Serra se manifestou após o vereador Horácio Pereira (Republicanos) anunciar, durante a sessão da Câmara Municipal realizada na terça-feira (30), que irá protocolar um novo pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a gestão da pasta.

Em nota oficial, a secretária municipal de Saúde, Ângela Belizário, afirmou que uma solicitação semelhante já havia sido apresentada anteriormente e acabou sendo indeferida por não atender aos requisitos legais exigidos para a instalação de uma comissão de investigação.

Segundo a secretaria, a abertura de uma CPI é uma prerrogativa do Poder Legislativo, desde que sejam observados critérios previstos em lei, como a existência de fato determinado e o apoio mínimo de um terço dos vereadores.

Durante o pronunciamento na tribuna, Horácio Pereira afirmou ter recebido documentos relacionados ao caso de um paciente de aproximadamente 70 anos que estaria internado há cerca de 40 dias. O parlamentar também fez críticas à condução da saúde pública municipal e declarou que continuará cobrando esclarecimentos da administração.

Sobre esse caso específico, a Secretaria de Saúde informou que não é possível prestar esclarecimentos diante da insuficiência de informações apresentadas.

Em relação às críticas sobre supostos problemas administrativos, a pasta esclareceu que a ex-secretária adjunta de Saúde, Erislaine Aparecida de Oliveira, deixou o cargo por iniciativa própria, em razão de motivos pessoais e da necessidade de mudança de domicílio.

Quanto à substituição na direção hospitalar da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a secretária afirmou que a alteração faz parte de decisões administrativas da gestão e que não provocou prejuízos ao funcionamento da unidade.

A nota também ressalta que eventuais denúncias envolvendo a Secretaria Municipal de Saúde são tratadas pelos órgãos competentes e acompanhadas pelos mecanismos de controle, entre eles o Ministério Público, quando necessário.

Por fim, Ângela Belizário reafirmou que a administração municipal segue comprometida com os princípios da legalidade, eficiência e transparência, destacando que trabalha continuamente para aperfeiçoar os serviços oferecidos à população. A secretária também pediu cautela na divulgação de informações que ainda não tenham sido devidamente confirmadas, ressaltando que a propagação de dados sem comprovação pode gerar desinformação e insegurança entre os usuários da rede pública de saúde.

Até o momento, o novo pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito ainda não foi apreciado pela Câmara Municipal de Tangará da Serra.

VEJA NOTA

A secretária municipal de Saúde, Ângela Belizário, informou em nota que eventual novo pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a pasta já foi apresentado anteriormente e indeferido por ausência dos requisitos legais.

Sobre as críticas do vereador Orácio Pereira, ela afirma que as ações administrativas seguem os princípios da legalidade e da eficiência, e ressalta que a instauração de CPI é prerrogativa do Legislativo, desde que atendidos critérios como fato determinado e apoio de um terço dos vereadores.

Em relação às demais alegações, como supostos problemas administrativos, saída de servidores e situações envolvendo atendimentos e investigações, Ângela Belizário informou que as mudanças na gestão da UPA decorrem de decisões administrativas e que a ex-secretária adjunta pediu exoneração por motivos pessoais. Ela também destacou que denúncias são apuradas e acompanhadas por órgãos de controle, como o Ministério Público.

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