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Polícia

Operação da PF investiga compartilhamento de mais de 1,5 mil arquivos de abuso sexual infantojuvenil

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), a Operação Ártemis VIII para combater crimes relacionados ao armazenamento, aquisição e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. A ação foi realizada no município de Santo Estevão, na Bahia, em cumprimento a um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal de Barra do Garças, em Mato Grosso.

Segundo a Polícia Federal, as investigações identificaram, até o momento, a aquisição, o armazenamento e o compartilhamento de 1.518 arquivos, entre imagens e vídeos de violência sexual contra crianças e adolescentes, que teriam sido distribuídos por meio de redes sociais e serviços de armazenamento em nuvem.

O objetivo do mandado de busca e apreensão é recolher provas, apreender equipamentos eletrônicos e outros materiais que possam auxiliar no aprofundamento das investigações, além de identificar a eventual prática de outros crimes que venham a ser constatados durante a perícia dos dispositivos apreendidos.

A investigação apura possíveis crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sem prejuízo da responsabilização por outras condutas que possam ser identificadas no decorrer da análise técnica do material recolhido.

PF reforça alerta sobre proteção de crianças e adolescentes

Em nota, a Polícia Federal destacou que, embora o Estatuto da Criança e do Adolescente ainda utilize a expressão “pornografia infantil”, organismos internacionais e instituições especializadas têm adotado a terminologia “material de abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por considerar que essas expressões representam de forma mais precisa a natureza dos crimes investigados.

A corporação também reforçou a importância da prevenção e orientou pais e responsáveis a acompanharem o acesso de crianças e adolescentes à internet, mantendo diálogo permanente sobre segurança no ambiente digital e incentivando que situações suspeitas sejam comunicadas imediatamente às autoridades competentes.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam e que o material apreendido será submetido à perícia para identificar possíveis novos elementos relacionados ao caso.

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Polícia

Ex-policial continuará preso após agressão registrada por câmeras em elevador de Cuiabá

As imagens do circuito interno do condomínio mostram Luciano Testa desferindo socos e chutes contra um morador de 62 anos. Durante a agressão, a esposa da vítima, de 59 anos, tenta impedir os ataques, mas também é empurrada diversas vezes pelo investigado.

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A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva do policial civil aposentado Luciano Testa, de 56 anos, acusado de agredir um casal dentro do elevador de um condomínio residencial em Cuiabá. A decisão foi proferida pela juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges durante audiência de custódia realizada após o cumprimento do mandado de prisão.

Luciano Testa foi preso no último dia 28, em cumprimento à ordem expedida pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá. O mandado havia sido decretado no dia 23 de junho, após o investigado permanecer foragido por sete dias. O caso ganhou repercussão após imagens das câmeras de segurança registrarem as agressões ocorridas no dia 11 de junho, no elevador do Condomínio Residencial Ilha dos Açores, no bairro Cidade Alta.

Após a audiência, a magistrada determinou a transferência do policial aposentado para a unidade prisional de Chapada dos Guimarães. Conforme a decisão, a medida busca preservar a integridade física e moral do custodiado, considerando sua condição de ex-integrante das forças de segurança pública.

As imagens do circuito interno do condomínio mostram Luciano Testa desferindo socos e chutes contra um morador de 62 anos. Durante a agressão, a esposa da vítima, de 59 anos, tenta impedir os ataques, mas também é empurrada diversas vezes pelo investigado.

Versão apresentada pela defesa

Após o episódio, Luciano Testa divulgou um vídeo nas redes sociais em que afirmou que a agressão teria sido consequência de um desentendimento iniciado em agosto de 2025. Segundo ele, teria sido vítima de assédio sexual por parte do vizinho durante um encontro no elevador do condomínio.

Entretanto, as imagens analisadas pela investigação não corroboram essa versão. O vídeo mostra o policial aposentado impedindo o fechamento da porta do elevador e bloqueando a entrada do morador antes do início das agressões, sem que seja possível identificar qualquer contato físico compatível com o relato apresentado pelo investigado.

Investigação

Ao decretar a prisão preventiva, o juiz João Bosco Soares da Silva entendeu que a medida era necessária para garantir a ordem pública diante da gravidade dos fatos.

Além da prisão, o magistrado determinou a realização de exames de corpo de delito nas vítimas, a preservação das imagens do sistema de monitoramento do condomínio para instrução do inquérito policial e a suspensão imediata de eventual autorização de porte de arma registrada em nome de Luciano Testa.

Histórico

Conforme consta nos autos, Luciano Testa também é citado em outros episódios ocorridos no mesmo condomínio.

Entre eles está uma ocorrência registrada em 2025, quando foi denunciado por danificar os quatro pneus do veículo de um vizinho com uma faca, após suspeitar de uma suposta aproximação entre o morador e sua esposa.

O policial civil aposentado também responde a um procedimento administrativo disciplinar e já foi investigado por suposto envolvimento em um homicídio qualificado. Esses fatos, no entanto, são distintos da investigação referente às agressões ocorridas no elevador e seguem tramitação própria.

O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, enquanto o processo criminal tramita na Justiça de Mato Grosso.

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Polícia

Confusão na UPA Verdão termina com paciente encaminhado à delegacia

Segundo o relato da supervisora da unidade, o paciente havia sido encaminhado ao local por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), recebeu atendimento médico e aguardava a administração de medicamentos quando passou a apresentar comportamento alterado.

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Um idoso foi conduzido à Central de Flagrantes de Cuiabá na noite de terça-feira (30), após causar tumulto, ameaçar uma funcionária e danificar um equipamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Verdão. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar após um pedido de apoio feito pela direção da unidade de saúde.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 18h53 por meio do sistema SOS Saúde, utilizado para solicitar atendimento em situações de risco nas unidades públicas de saúde. A supervisão da UPA informou que um paciente apresentava comportamento agressivo e colocava em risco servidores e demais pessoas que aguardavam atendimento.

Quando a equipe policial chegou ao local, o suspeito já estava na área externa da unidade. Conforme os militares, o homem é idoso, possui limitação física e utiliza muletas para se locomover. Durante a abordagem, ele negou ter cometido as agressões e os danos relatados.

Apesar da negativa, testemunhas confirmaram a versão apresentada pelos funcionários da UPA e mostraram aos policiais vídeos que registraram parte da confusão.

Segundo o relato da supervisora da unidade, o paciente havia sido encaminhado ao local por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), recebeu atendimento médico e aguardava a administração de medicamentos quando passou a apresentar comportamento alterado.

Ainda conforme a gestora, o homem começou a proferir ofensas e palavras de baixo calão contra profissionais da saúde e outros pacientes. Em seguida, teria tentado atingir uma recepcionista utilizando uma das muletas e quebrado um monitor de computador pertencente à unidade.

Diante dos fatos, a direção da UPA informou aos policiais que pretende adotar as medidas legais cabíveis para responsabilizar o paciente pelos danos ao patrimônio público e pelas ameaças feitas aos servidores.

Após a intervenção da Polícia Militar, a situação foi controlada e o idoso foi encaminhado à Central de Flagrantes, sem a necessidade do uso de algemas. O caso foi registrado e será apurado pelas autoridades competentes.

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Garota de programa é espancada por cliente em Várzea Grande e sofre graves ferimentos no rosto

Conforme relato da mãe aos militares, o filho costumava utilizar o telefone celular dos pais para contratar garotas de programa e realizar os encontros nos fundos da casa da família.

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Uma jovem de 20 anos foi brutalmente agredida por um cliente durante um programa na madrugada de terça-feira (30), no bairro Princesa do Sol, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O suspeito, de 22 anos, foi preso após fugir do local e tentar retornar para a residência onde o crime ocorreu.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a vítima com o rosto gravemente ferido, apresentando diversos hematomas e um corte profundo na região da boca. Em razão da gravidade das lesões, ela recebeu atendimento médico e foi encaminhada a uma unidade de saúde.

De acordo com informações da Polícia Militar, o homem teria contratado a jovem para um encontro em sua residência. Durante o atendimento, os dois iniciaram uma discussão motivada por questões financeiras. Em seguida, o suspeito passou a agredir a vítima com violência, causando diversos ferimentos.

Após as agressões, a mãe do suspeito acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e informou, inicialmente, que a mulher teria sofrido um acidente. No entanto, a versão foi posteriormente esclarecida durante o atendimento da ocorrência.

Depois do crime, o suspeito fugiu para uma área de mata nas proximidades da residência. Horas depois, ele retornou ao imóvel e acabou localizado pelos policiais. Conforme relato da mãe aos militares, o filho costumava utilizar o telefone celular dos pais para contratar garotas de programa e realizar os encontros nos fundos da casa da família.

O homem foi detido e encaminhado à delegacia, onde o caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventual autuação em flagrante ou decisão da Justiça em relação à prisão.

A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer todas as circunstâncias da agressão e apurar os crimes praticados pelo suspeito.

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