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Polícia prende suspeito e mantém buscas por corpo de professor desaparecido

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Um homem identificado apenas como Ellias foi preso na tarde desta quinta-feira (8), na região do Manso, suspeito de envolvimento no desaparecimento do professor Breno Antonio Humberto de Moraes, de 25 anos.

A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) durante diligências relacionadas ao caso, em cumprimento a um mandado judicial.

Breno desapareceu em 26 de setembro, em Várzea Grande. O caso é investigado pelo delegado Bruno Sérgio Magalhães Abreu, que busca esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e identificar possíveis outros envolvidos.

Segundo a Polícia Civil, uma das prioridades das equipes é localizar o corpo do professor. As buscas continuam na região e novos detalhes deverão ser divulgados conforme o avanço das investigações.

A polícia também pede a colaboração da população. Informações que possam ajudar a localizar Breno ou esclarecer o caso podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 197 ou diretamente à DHPP.

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Polícia

Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).

Investigações

As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.

No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.

Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.

As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.

Descapitalização financeira

As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.

As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.

As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.

A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.

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PF avança em investigação sobre rota aérea de cocaína entre Bolívia e Mato Grosso

A segunda fase da operação teve como alvo o responsável por uma dessas propriedades, apontado pela investigação como responsável pelo local utilizado como apoio às operações.

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A Polícia Federal cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por envolvimento em um esquema de transporte aéreo de cocaína entre a Bolívia e o Brasil. A prisão ocorreu na terça-feira (6), em Sinop, durante a segunda fase da Operação Mállku.

Segundo a PF, o investigado seria responsável por uma fazenda utilizada como ponto de apoio para a atividade investigada. Conforme as apurações, a propriedade era usada para pousos da aeronave empregada no transporte da droga.

A investigação começou em fevereiro deste ano, após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína no município de Marcelândia, no norte de Mato Grosso. De acordo com a Polícia Federal, a aeronave que transportava a carga havia partido de uma região rural localizada no leste da Bolívia.

Investigação identificou estrutura logística

A partir das informações obtidas durante a apreensão e das diligências realizadas posteriormente, os investigadores avançaram na identificação de pessoas que fariam parte da estrutura utilizada para levar a droga ao território brasileiro.

De acordo com a PF, a logística investigada envolveria diferentes funções, desde o transporte aéreo até o suporte em propriedades rurais e pistas utilizadas pelas aeronaves.

A segunda fase da operação teve como alvo o responsável por uma dessas propriedades, apontado pela investigação como responsável pelo local utilizado como apoio às operações.

PF busca identificar outros envolvidos

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros integrantes do grupo investigado.

Entre os alvos da apuração estão possíveis financiadores, pilotos, operadores logísticos e pessoas responsáveis por disponibilizar propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves.

A Polícia Federal informou que as diligências continuam para esclarecer a participação de cada investigado na cadeia de transporte e distribuição da droga.

A prisão preventiva e as demais medidas determinadas pela Justiça fazem parte da investigação e não representam, por si só, condenação definitiva dos envolvidos.

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Polícia prende quatro e encontra ossada durante investigação sobre desaparecimento em MT

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (7.10), em Nova Nazaré, dois mandados de prisão e ordens de busca e apreensão durante a Operação Revelare, que investiga o desaparecimento de um homem. Durante as diligências, quatro pessoas foram presas, três homens, de 19, 27 e 49 anos, e uma mulher, de 36, sendo duas delas em flagrante por tráfico de drogas. Restos mortais também foram encontrados em uma área de mata.

A operação foi realizada pela Delegacia de Água Boa, com apoio da Delegacia de Nova Xavantina. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal de Água Boa. Dos alvos dos mandados de prisão, um homem, de 19 anos, e uma mulher, de 36 anos, foram localizados. A mulher também foi presa em flagrante por tráfico de drogas. Outros dois homens, de 27 e 49 anos, foram presos em flagrante pelo mesmo crime.

Um dos alvos da operação ainda não foi localizado e permanece foragido, com mandado de prisão em aberto.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi a Nova Nazaré para prestar serviços de refrigeração. Durante a apuração, surgiu a informação de que ele passou a usar entorpecentes e afirmou integrar um grupo criminoso. A suspeita é de que, posteriormente, ele tenha sido levado por integrantes de uma facção para uma residência, onde teria sido submetido ao chamado “tribunal do crime”.

Depois desse episódio, a vítima desapareceu. As diligências apontaram que o desaparecimento pode estar relacionado a conflitos entre facções criminosas.

Durante a operação, os policiais localizaram uma ossada em uma área de mata. No local também foram encontrados vestígios de vestuário semelhante ao utilizado pela vítima, na última vez em que foi visto.

Os restos mortais foram encaminhados à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizará os exames necessários para confirmar a identidade.

A Operação Revelare recebeu esse nome em referência à ideia de revelar ou descortinar, simbolizando o trabalho da Polícia Civil para esclarecer o que aconteceu com a vítima.

As investigações continuam para localizar o último foragido, identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e da possível morte de Rafael.

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