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Operação Mulher Segura reforça combate à violência contra mulheres em Mato Grosso

A iniciativa também marca as ações alusivas aos 20 anos da Lei Maria da Penha, marco da legislação brasileira no enfrentamento à violência doméstica e familiar

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14), a Operação Mulher Segura – Dia D, ação nacional voltada ao enfrentamento da violência contra mulheres. A mobilização ocorre em todo o Estado e inclui o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de agressões.

A operação integra uma força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com as forças de segurança dos estados. Iniciada em junho deste ano, a Operação Nacional Mulher Segura seguirá até dezembro, com ações concentradas na prevenção e repressão da violência contra a mulher.

 

Em Mato Grosso, a mobilização é coordenada pela Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Vulneráveis da Polícia Civil. As equipes atuam em diferentes municípios para cumprir ordens judiciais e reforçar medidas de proteção às vítimas.

 

Entre os principais objetivos estão a prisão de agressores, o cumprimento de medidas protetivas e a apreensão de armas, celulares e outros materiais que possam estar sendo utilizados para ameaçar, intimidar ou coagir mulheres.

 

A iniciativa também marca as ações alusivas aos 20 anos da Lei Maria da Penha, marco da legislação brasileira no enfrentamento à violência doméstica e familiar.

 

A força-tarefa tem como foco situações de violência doméstica e familiar, casos de violência reiterada e investigações relacionadas a feminicídios, buscando ampliar a atuação integrada das instituições de segurança pública.

 

O balanço parcial das ações realizadas em Mato Grosso será apresentado pela Polícia Civil durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira, às 10h, na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, localizada na Avenida Carmindo de Campos, nº 2.109, esquina com a Rua Bahia, no bairro Jardim Paulista.

A operação segue as ações nacionais de enfrentamento à violência contra a mulher e deverá produzir novos resultados ao longo dos próximos meses, durante a continuidade da força-tarefa em Mato Grosso e nos demais estados brasileiros.

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Polícia

Delegado revela detalhes de ataque que matou duas servidoras da saúde: “Crime bárbaro”

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes do ataque e reunir elementos sobre a motivação e a dinâmica dos crimes.

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O delegado Matheus Prates de Oliveira, que conduz a investigação sobre o assassinato de duas agentes comunitárias de saúde em Poconé, afirmou que o crime causou forte comoção no município e teria sido motivado pelo inconformismo do suspeito com o fim de um relacionamento.

Maria Helena do Carmo, de 51 anos, e Cleidineia Eucaris da Costa, de 46, foram mortas durante uma confraternização realizada na casa de Maria Helena, no distrito de Cangas, na quinta-feira (13). As duas trabalhavam no PSF da comunidade e eram conhecidas pelo atendimento às famílias da região.

Segundo o delegado, o suspeito, de 47 anos, teria chegado ao imóvel armado com uma faca e iniciado as agressões. O irmão de Maria Helena tentou intervir e acabou ferido.

Ao tentar ajudar o homem, Cleidineia também foi atacada. De acordo com a investigação, ela sofreu pelo menos 15 golpes de faca, além de agressões com pauladas.

Depois, o suspeito entrou na residência em busca de Maria Helena. A vítima tentou se esconder, mas foi localizada e atacada. As duas mulheres morreram ainda no local.

Para Matheus Prates, a brutalidade do ataque e o fato de as vítimas serem profissionais que atuavam diretamente na saúde pública aumentaram a repercussão do caso.

“É um crime bárbaro que chocou toda a população de Poconé e comoveu bastante porque as duas vítimas que vieram a óbito eram profissionais da saúde, trabalhavam no PSF do Distrito de Cangas, que pertence à Prefeitura de Poconé”, afirmou.

Suspeito foi preso

O homem foi preso em flagrante após o ataque e deverá responder por feminicídio, homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado.

A principal linha da investigação aponta que ele não aceitava o término do relacionamento com Maria Helena e teria agido por ciúmes.

O caso também provocou manifestações de pesar entre colegas, amigos e moradores. A Prefeitura de Poconé destacou a trajetória das duas servidoras e o trabalho desenvolvido por elas junto à comunidade.

A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes do ataque e reunir elementos sobre a motivação e a dinâmica dos crimes.

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Dupla é presa com carga de skunk enviada da fronteira para Cuiabá

A partir das informações obtidas durante a abordagem, os policiais seguiram até uma residência no Jardim Universitário. No imóvel, foram apreendidas 111 munições calibre .38, 50 munições calibre .380 e 119 munições calibre .22.

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A Polícia Civil apreendeu 88 tabletes de skunk, conhecido como “supermaconha”, durante uma operação realizada nesta quinta-feira (13), em Cuiabá. A carga, que segundo as investigações teria saído da região de fronteira e sido encaminhada à capital por meio de uma transportadora, estava escondida junto a borra de café para tentar disfarçar o odor da droga.

Dois homens, de 34 e 48 anos, foram presos em flagrante pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc). Eles foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A investigação começou após a Denarc receber informações de que entorpecentes estariam sendo enviados da região de fronteira para Cuiabá utilizando transportadoras. Durante o monitoramento, os policiais identificaram uma carga que seria retirada na manhã de quinta-feira.

As equipes acompanharam o momento em que um Fiat Mobi entrou em uma transportadora e o motorista retirou três caixas grandes. O veículo passou a ser monitorado e foi abordado no bairro Jardim Universitário, após o condutor perceber a presença dos policiais e tentar fugir.

Dentro do carro, os investigadores encontraram as três caixas de papelão com forte odor de entorpecente. Também foi localizada uma nota fiscal de transporte emitida em nome de outra pessoa.

Questionado, o motorista admitiu que transportava drogas e indicou que estava próximo do local onde faria a entrega. Durante a abertura das caixas, os policiais encontraram os 88 tabletes de skunk. A droga estava acompanhada de borra de café, utilizada, segundo a polícia, na tentativa de reduzir o cheiro do entorpecente.

A partir das informações obtidas durante a abordagem, os policiais seguiram até uma residência no Jardim Universitário. No imóvel, foram apreendidas 111 munições calibre .38, 50 munições calibre .380 e 119 munições calibre .22.

Também foram encontrados três carregadores calibre .22, duas armas longas calibre .22 e outros materiais relacionados à investigação.

As diligências continuaram para localizar o suspeito que seria responsável por receber a carga. Ele foi localizado em um posto de combustíveis na Avenida das Torres, enquanto conduzia uma Ford Ranger.

Durante a abordagem, os policiais encontraram com ele uma pistola calibre .380 municiada, além de outras munições e carregadores.

Além das drogas e armas, a operação resultou na apreensão de celulares e três veículos que, segundo a investigação, estariam ligados aos suspeitos. Entre eles estão o Fiat Mobi utilizado para retirar a carga na transportadora, a Ford Ranger e uma motocicleta Kawasaki Ninja ZX-6R.

Os dois homens foram encaminhados à Denarc junto com todo o material apreendido. Após serem interrogados, foram autuados em flagrante e colocados à disposição da Justiça.

A Polícia Civil mantém as investigações para identificar a origem da droga, esclarecer a participação de cada suspeito e verificar a existência de outros envolvidos na distribuição do entorpecente em Cuiabá.

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Suspeita sequestra jovem e tenta entregá-la ao “tribunal do crime” em MT

O relatório final do inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para análise e as providências cabíveis.

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Uma jovem de 24 anos foi resgatada pela Polícia Civil após ser mantida em cárcere privado por uma mulher de 18 anos, em Apiacás, no norte de Mato Grosso. A suspeita foi presa em flagrante na tarde de quarta-feira (12), quando os policiais chegaram ao imóvel onde a vítima estava.

Segundo as investigações da Delegacia de Apiacás, a vítima estava em um estabelecimento comercial no bairro Goiano quando foi abordada pela suspeita. Sob grave ameaça, ela teria sido levada até a residência da investigada, onde permaneceu contra a própria vontade.

Durante o período em que a jovem esteve no imóvel, a suspeita teria feito ligações para integrantes de uma facção criminosa. A intenção, conforme apurado pelos investigadores, seria entregar a vítima ao grupo, que teria determinado sua execução por meio do chamado “tribunal do crime”.

A Polícia Civil chegou ao endereço após receber uma denúncia sobre o cárcere. Os agentes encontraram a vítima ainda no local, realizaram o resgate e prenderam a suspeita em flagrante.

As investigações apontam ainda que a vítima havia prestado depoimento em um processo relacionado a um homicídio. Ela teria fornecido informações que contribuíram para a identificação do autor do crime. Para os investigadores, o sequestro pode estar relacionado a uma possível retaliação pelo depoimento.

A mulher presa foi levada para a Delegacia de Polícia Civil e autuada em flagrante pelos crimes de sequestro e cárcere privado, além de integrar organização criminosa que atua mediante grave ameaça para impor domínio sobre a comunidade, conforme a legislação.

O relatório final do inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para análise e as providências cabíveis.

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