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Polícia

Operação da PM faz pente-fino e remove quase 100 veículos em Rondonópolis

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Operação da Polícia Militar de Mato Grosso realizada neste domingo (10) terminou com a apreensão de 95 motocicletas e um carro na região do Mirante, no bairro Alta Vista Parque, em Rondonópolis. A ação mobilizou equipes da 17ª Companhia Independente da Polícia Militar (17ª CIPM), do 5º Batalhão da PM e da Força Tática.

Segundo a corporação, a operação foi desencadeada após denúncias de moradores envolvendo manobras perigosas, direção irregular, som excessivo e perturbação da ordem pública na região, que costuma registrar grande concentração de motociclistas durante os fins de semana.

Durante a fiscalização, os policiais realizaram um verdadeiro pente-fino no trânsito local. Viaturas e guinchos foram posicionados para bloquear acessos estratégicos, permitindo abordagens em massa aos condutores.

De acordo com informações repassadas pela PM, alguns motociclistas tentaram fugir ao perceber a chegada das equipes. Em determinadas situações, veículos chegaram a ser escondidos em áreas de vegetação na tentativa de evitar apreensão.

Ao final da operação, 96 veículos foram removidos ao pátio, sendo 95 motocicletas e um automóvel. A grande quantidade de apreensões chamou atenção e evidenciou o alcance da ação policial.

A Polícia Militar de Mato Grosso informou ainda que novas operações devem continuar ocorrendo em Rondonópolis como forma de combater irregularidades no trânsito, reduzir práticas perigosas e ampliar a segurança da população.

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Polícia

PF encontra novas evidências e mantém avanço da investigação sobre Banco Master

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A investigação conduzida pela Polícia Federal sobre a suposta fraude bilionária envolvendo o Banco Master ganhou novos desdobramentos após a quinta fase da Operação Compliance Zero. Com o avanço das apurações, investigadores avaliam que o inquérito já reúne provas suficientes para seguir adiante mesmo sem uma eventual delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, materiais apreendidos durante as operações recentes, além de celulares e computadores ligados ao empresário, fortaleceram a linha investigativa da PF e da Procuradoria-Geral da República. A avaliação interna é de que já existe um conjunto robusto de evidências capaz de sustentar o avanço do caso sem necessidade de colaboração formal do banqueiro.

A quinta fase da operação também ampliou o alcance político das investigações. O senador Ciro Nogueira passou a ser citado em mensagens interceptadas pela Polícia Federal. Conforme os investigadores, conversas analisadas indicariam supostos repasses financeiros mensais e pagamento de despesas pessoais.

Além do parlamentar, outros nomes ligados ao núcleo financeiro e operacional investigado aparecem nas apurações, entre eles Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima e Bernardo Rodrigues de Oliveira Filho, apontado como possível operador financeiro do esquema.

Nos bastidores, investigadores avaliam que Daniel Vorcaro estaria tentando uma “colaboração seletiva”, sem revelar integralmente todos os envolvidos ou o destino completo dos recursos investigados. A Polícia Federal teria informado à defesa do banqueiro que novas fases da operação devem continuar independentemente das negociações envolvendo eventual acordo de delação premiada.

A legislação brasileira exige que acordos de colaboração tragam informações inéditas e provas concretas. Por isso, integrantes da investigação avaliam que a proposta apresentada pela defesa pode acabar rejeitada caso não apresente elementos considerados relevantes para o avanço do processo.

Daniel Vorcaro está preso preventivamente desde março, após desdobramentos da terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga a venda de carteiras de crédito supostamente fraudulentas ao Banco de Brasília. A investigação tramita no Supremo Tribunal Federal sob relatoria do ministro André Mendonça.

Após ser citado na operação, Ciro Nogueira afirmou nas redes sociais que estaria sendo alvo de perseguição política em período pré-eleitoral. O senador negou irregularidades e declarou que as acusações tentam atingir sua imagem pública.

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PF combate crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual em MT

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 A Polícia Federal deflagrou, neste sábado (9/5), em Cuiabá/MT, Várzea Grande/MT e Aracaju/SE, a Operação Berço Seguro, com o objetivo de combater crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes.

Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária contra investigado suspeito de abusar sexualmente de sua filha, uma bebê de apenas 11 meses de idade. As investigações apontaram que, além da prática dos abusos, o indivíduo registrava os atos em vídeos, os quais eram disponibilizados e comercializados na internet, inclusive em ambientes restritos da chamada dark web.

As apurações indicam, ainda, que esta não teria sido a primeira vítima do investigado. Há indícios de abusos praticados anteriormente contra a filha mais velha de sua companheira, circunstância que reforça a gravidade dos fatos investigados.

Durante o cumprimento do mandado em Cuiabá, houve reação por parte do investigado contra a equipe policial. Na intervenção, o suspeito foi atingido, recebeu imediato atendimento médico, mas não resistiu.

A operação integra o esforço permanente da Polícia Federal no enfrentamento aos crimes de exploração sexual infantojuvenil, graves violações à dignidade e aos direitos fundamentais de crianças e adolescentes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção, da vigilância no ambiente digital e da comunicação imediata às autoridades competentes diante de qualquer suspeita de violência ou exploração sexual envolvendo menores.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

Contato: (65) 99218-6164

E-mail: [email protected]

Justiça e Segurança

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Suspeito de matar estudante de Direito em Tangará da Serra é preso

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A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (8) um jovem de 20 anos suspeito de assassinar a estudante de Direito Valéria Araújo Corrêa, de 28 anos, em Tangará da Serra. O crime ocorreu dentro da quitinete onde a vítima morava, no bairro Jardim Itália.

Segundo as investigações, o suspeito possui antecedentes criminais, incluindo registros relacionados à Lei Maria da Penha e roubo. A polícia também apura se outras pessoas participaram da ação criminosa e qual teria sido a motivação do homicídio.

A universitária foi encontrada morta com mãos e pés amarrados, o rosto coberto e ferimentos provocados por faca, principalmente na região do pescoço. O corpo estava enrolado em colchas e lençóis no interior do imóvel.

Familiares estranharam a falta de contato da jovem desde o dia anterior e pediram para um amigo verificar a situação na residência. Ao chegar ao local, ele encontrou Valéria já sem sinais vitais e acionou as autoridades.

Durante os levantamentos iniciais, a polícia constatou o desaparecimento de alguns pertences da vítima, entre eles uma bicicleta, um celular e um tablet, o que levanta a hipótese de furto associado ao crime.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e da Politec estiveram no local realizando os primeiros procedimentos periciais. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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