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Estrutura de circo de Tirulipa pega fogo durante a madrugada e assusta moradores em Natal

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Um incêndio de grandes proporções atingiu, na madrugada desta segunda-feira (11), o circo do humorista Tirulipa, montado nas proximidades da Arena das Dunas, em Natal. As chamas destruíram parte da estrutura do espaço e mobilizaram equipes do Corpo de Bombeiros.

Segundo informações iniciais, o fogo começou antes das 5h da manhã e rapidamente se espalhou por setores centrais do circo. Imagens gravadas por moradores e compartilhadas nas redes sociais mostram uma intensa fumaça e o avanço das chamas consumindo parte da lona e das estruturas internas.

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De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, o primeiro chamado foi registrado por volta das 4h45. Equipes foram enviadas ao local para controlar o incêndio e evitar que o fogo atingisse áreas próximas.

As informações preliminares apontam que os maiores danos ocorreram na área de recepção do público, no picadeiro principal e em estruturas de apoio utilizadas nas apresentações. Equipamentos usados nos espetáculos também teriam sido atingidos pelas chamas.

Apesar do susto, não houve registro imediato de feridos. Segundo os bombeiros, havia pessoas nas imediações no momento do incêndio, mas elas estavam afastadas da área afetada.

O circo estava instalado ao lado da Arena das Dunas, um dos principais pontos de eventos da capital potiguar, e vinha recebendo apresentações nos últimos dias.

Até o momento, as causas do incêndio ainda não foram divulgadas oficialmente. A perícia deve analisar a estrutura para identificar o que provocou o fogo e avaliar os prejuízos causados pela ocorrência.

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Defesa de Bolsonaro questiona julgamento e pede revisão criminal no STF

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O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a acionar o Supremo Tribunal Federal em uma nova tentativa de reverter a condenação relacionada às investigações sobre a suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

A defesa do ex-chefe do Executivo protocolou um pedido de revisão criminal solicitando a anulação da pena, que ultrapassa 27 anos de prisão. Os advogados alegam que o processo apresenta falhas processuais e questionam a condução do julgamento realizado no STF.

Entre os argumentos apresentados pela equipe jurídica está a contestação sobre a forma como o caso foi analisado pela Corte. Segundo a defesa, o julgamento deveria ter ocorrido no plenário completo do Supremo e não apenas em uma das turmas do tribunal.

Outro ponto levantado pelos advogados envolve a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, considerada uma das principais bases das investigações. A defesa sustenta que o acordo de colaboração possui inconsistências que comprometeriam a validade das provas utilizadas no processo.

Os representantes de Bolsonaro também afirmam que não há elementos concretos que liguem diretamente o ex-presidente aos atos de 8 de janeiro ou a uma eventual articulação para ruptura institucional.

Além da revisão criminal, os advogados pedem que o caso deixe de estar sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelas investigações relacionadas aos atos antidemocráticos.

Conforme as regras internas do STF, o recurso deverá ser analisado pela Segunda Turma da Corte, atualmente composta pelos ministros André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.

O novo recurso amplia mais um capítulo da disputa jurídica envolvendo Bolsonaro e os processos relacionados aos atos investigados pela Suprema Corte.

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Retrato da Mãe Empreendedora

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Por Lélia Brun, diretora-superintendente

Dados e informações ajudam a apontar caminhos, orientar estratégias e compreender, com mais profundidade, a realidade de quem empreende. No Sebrae Mato Grosso, realizamos pesquisas periódicas para apoiar decisões mais conscientes, tanto dos empreendedores quanto das instituições que atuam pelo desenvolvimento dos pequenos negócios.

Foi com esse olhar que analisamos o Panorama do Empreendedorismo Feminino em Mato Grosso 2026 e a Pesquisa de Intenção de Consumo para o Dia das Mães. Entre tantos indicadores relevantes, um dado específico me chamou atenção: 36,6% das mães que empreendem no estado se identificam como mães atípicas. Cuidam de filhos com necessidades específicas e mesmo assim estão construindo um negócio.

Esse dado convida a uma pergunta que os números sozinhos não respondem: quem é essa mulher? Existe uma versão romantizada da mãe empreendedora, a que “faz tudo”, que “se reinventou”, que “é uma inspiração”. Essa narrativa tem sua função, mas não retrata a complexidade do cenário. O empreendedorismo feminino cresceu cerca de 20% entre 2025 e 2026, totalizando cerca de 224 mil mulheres empreendedoras em Mato Grosso. A maioria delas, 68,2%, são mães e boa parte, chefes de família, responsáveis pelo sustento da casa.

Esse perfil tem contornos precisos. A maior parte está entre 25 e 44 anos, fase em que maternidade e negócio se acumulam. Uma em cada quatro empreende dentro de casa. Para as mães solo, o quadro é ainda mais desafiador: menos estabelecimentos fixos, mais atendimentos na casa de clientes, mais formatos improvisados. O negócio sustenta a família em 44,9% dos casos, o que significa, na prática, que se ele parar, a família fica desamparada.

Diante desse cenário, vale entender o que as trouxe até aqui. A necessidade financeira e a percepção de oportunidade aparecem praticamente empatadas como motivações principais, cerca de 40% cada. Mas o terceiro motivo é revelador: 18,6% relatam frustração com o mercado de trabalho formal. Em muitos casos, o negócio próprio surgiu porque a empregabilidade falhou. O mercado não comportou a maternidade com o devido apoio e a flexibilidade necessária.

Se as motivações são múltiplas, as barreiras também são. A que mais me impressionou não é a falta de capital, mas a conciliação da maternidade atípica com os desafios de tocar um negócio. Trata-se de ausência de estrutura, falta de redes que entendam essa realidade e de políticas que reconheçam que empreender com um filho que demanda cuidado constante é uma equação diferente, que merece soluções diferentes. Soma-se a isso o fato de que mães solos enfrentam os maiores índices de discriminação de gênero e racial entre todos os grupos pesquisados.

São esses desafios que tornam o empreendedorismo feminino uma pauta prioritária nas decisões estratégicas do Sebrae Mato Grosso. Tanto que já atendemos mais de 432 mil mulheres no estado, por meio de programas como o Sebrae Delas, o Força Mulher, Mulheres Incríveis e Inteiras para Liderar, Encontros de mães atípicas, entre outras iniciativas que fortalecem o protagonismo feminino e conectam desenvolvimento pessoal, profissional e econômico.
Além do suporte estrutural, há uma janela de oportunidade concreta neste momento. O Dia das Mães deve movimentar cerca de R$ 409 milhões na economia de Mato Grosso, com mais da metade dos consumidores dispostos a comprar e pequenos comércios liderando a preferência de compra.

E vale ressaltar que entre os negócios comandados por mães, a maioria é exatamente isso: pequenos comércios, serviços, produtos artesanais, atendimentos personalizados. A data que celebra a maternidade é também a maior janela de vendas para quem é mãe e empreendedora ao mesmo tempo. Uma oportunidade real, que precisa ser planejada e aproveitada.

Neste Dia das Mães, minha homenagem a todas. Às que empreendem por sonho e às que empreendem por necessidade. Às que têm rede de apoio e às que constroem sozinhas. Às que seguem mesmo quando o tempo, a estrutura e as oportunidades ainda não são suficientes.
Feliz Dia das Mães. Que este dia seja de afeto, reconhecimento e compromisso real com as mulheres que sustentam tantos negócios e tantos futuros.

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Polícia indicia jornalista Eduardo Bueno por falas contra evangélicos

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O escritor e jornalista gaúcho Eduardo Bueno, conhecido popularmente como Peninha, foi formalmente indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul por suspeita de discriminação religiosa contra evangélicos. O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação de um vídeo publicado nas redes sociais em janeiro deste ano, no qual o comunicador fez críticas ao grupo religioso e afirmou que evangélicos não deveriam ter direito ao voto.

A investigação foi concluída nesta quinta-feira (7) e o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, responsável por decidir se apresenta denúncia formal à Justiça.

O vídeo que originou a investigação fazia referência a uma manifestação do deputado federal Nikolas Ferreira. Durante a gravação, Eduardo Bueno utilizou termos considerados ofensivos ao se referir a evangélicos, classificando integrantes do grupo religioso como “nefastos e desprezíveis”. Após a repercussão negativa, o conteúdo foi removido das plataformas digitais por decisão judicial.

De acordo com o delegado Vinicius Nahan, responsável pela investigação, as declarações podem se enquadrar no crime de preconceito religioso, previsto na legislação brasileira.

“A discriminação por motivação religiosa feita pela internet tem o entendimento que o fato de ter defendido a retirada de direitos políticos de um grupo social em razão de sua religião configura o crime de preconceito religioso, que não está protegido pela liberdade de expressão”, afirmou o delegado.

A defesa do escritor contesta o indiciamento e sustenta que as falas ocorreram dentro dos limites constitucionais da liberdade de expressão. Em nota, os advogados Alexandre Wunderlich e Camile Eltz de Lima alegaram que o vídeo possuía caráter irônico e não teve intenção discriminatória.

Segundo a defesa, a manifestação deve ser interpretada como exercício do direito de crítica e manifestação do pensamento. Os advogados também afirmaram que o entendimento poderá ser revisto pelo Poder Judiciário.

Além da Polícia Civil, a Polícia Federal em Porto Alegre também acompanha o caso. A defesa argumenta ainda que a investigação deveria tramitar na esfera federal, em razão da natureza do possível crime investigado.

O episódio volta a colocar em discussão os limites entre liberdade de expressão, discurso de ódio e intolerância religiosa no ambiente digital. Especialistas apontam que críticas a grupos religiosos são permitidas dentro do debate público, mas ressaltam que manifestações que incentivem discriminação ou restrição de direitos podem ultrapassar os limites da proteção constitucional.

O caso segue sob análise das autoridades competentes e ainda não há definição sobre eventual denúncia criminal contra o jornalista.

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