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Brasil

Obra sobre Maria de Arruda Müller destaca legado centenário na formação de gerações

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A trajetória de Maria de Arruda Müller, considerada a educadora mais antiga do Brasil, passa a integrar o registro literário com o lançamento do livro “Escola Maria de Arruda Müller – Fruto de um Ideal”, escrito pelo jornalista Jair Donato. A obra será apresentada no dia 9 de dezembro, às 18h30, no Casarão Solar da Família Müller, em Cuiabá.

O livro reúne detalhes sobre a vida e a carreira de Maria de Arruda Müller, poetisa e referência na educação, que iniciou a docência aos 16 anos e permaneceu lecionando até os 96. Entre suas iniciativas, está a criação de uma sala para alfabetização na varanda de sua casa, na antiga Fazenda Abolição, hoje sede da Escola Estadual Maria de Arruda Müller.

Além da atuação como educadora, Maria também teve papel marcante como primeira-dama de Mato Grosso, participando da criação da primeira maternidade de Cuiabá e do Abrigo Bom Jesus, instituição que segue acolhendo crianças e idosos na Capital. Em 2002, recebeu o título de Comendadora da Ordem Nacional do Mérito Educativo, grau de grande oficial, concedido pelo Ministério da Educação.

A obra também relembra o momento em que, ao receber a honraria do MEC, Maria reencontrou sua ex-aluna Benedita Eva, alfabetizada por ela quando já tinha 92 anos.

O lançamento convida o público a conhecer, além de sua história pessoal, um panorama da educação e do desenvolvimento de Cuiabá e de Mato Grosso em períodos de importantes investimentos no setor.

Sobre o autor
Jair Donato é jornalista, escritor, palestrante e professor universitário. Atua como psicólogo clínico e organizacional, é psicoterapeuta de Brainspotting e trabalha como ghostwriter, editor literário, articulista, podcaster e produtor cultural. Mestre em Ensino Acadêmico e especialista em Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida, é editor-geral da Umanos Editora desde 2020. Entre suas publicações está o livro “SMARTPHONE – e os perigos para o cérebro de crianças e adolescentes”, lançado em 2025.

Sobre a editora
A Umanos Editora atua há 13 anos no mercado nacional e publica obras de diversos gêneros, incluindo história mato-grossense, biografias, espiritualidade, literatura infantojuvenil, poesia, administração, psicologia, direito e alta fantasia.

Redes sociais: @umanoseditora
Portal: www.umanoseditora.com.br

Serviço
Título: Escola Maria de Arruda Müller – Fruto de um Ideal
Edição: 1ª • 156 páginas
Formato: 15,5 x 23 cm
Categoria: Biografia | Literatura
Preço de capa: Doações acima de R$ 40 por exemplar
Finalidade: Arrecadação destinada ao Abrigo Bom Jesus, fundado por Maria de Arruda Müller

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Brasil

Vereador tem mandato cassado após chamar prefeita de “cachorra viciada”

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O vereador Gilson da Agricultura, do União Brasil, teve o mandato cassado na noite desta quarta-feira (3) pela Câmara Municipal de Pedra Preta. A decisão, aprovada por oito votos a dois, ocorreu após o parlamentar ser acusado de quebra de decoro por proferir ofensas à prefeita Iraci Ferreira, do PSDB.

A declaração que motivou o processo disciplinar foi dada em agosto, durante uma sessão legislativa, quando Gilson atacou a chefe do Executivo ao criticar investimentos da prefeitura. Revoltado com supostos gastos de R$ 500 mil em festas enquanto moradores da zona rural enfrentariam falta de água, o vereador afirmou que Iraci agia “que nem cachorra viciada dentro dos assentamentos pedindo votos”.

A fala ganhou repercussão estadual e gerou forte reação política. A Associação Mato-Grossense de Municípios classificou o episódio como um caso de violência política de gênero. A deputada estadual Janaína Riva e a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes, também repudiaram o ataque. Até mesmo o União Brasil, partido do vereador, criticou publicamente sua postura.

Na votação, foram favoráveis à cassação os vereadores Chico Lima Tur (PSDB), Cícero da Ambulância (Republicanos), Ediérico Machado (União Brasil), Hélio de Farias (PSDB), Mateus Barbosa (PSDB), Samuel Cabral (Republicanos), Thiago Kulkamp (PSB) e Ronaldo Pereira dos Santos. Apenas Eder da Mecânica (PSB) e Fernando do Gelvalino (Podemos) votaram contra. O presidente da Câmara, Laudir, só se manifestaria em caso de empate, o que não ocorreu.

Com a cassação, a vaga de Gilson da Agricultura deve ser preenchida conforme determinação da Justiça Eleitoral, seguindo a ordem de suplência do União Brasil no município.

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Agronegócio

Sorriso lidera e outras cinco cidades de MT integram ranking com maiores valores de produção agrícola

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Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões.
Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões.

Seis cidade de Mato Grosso aparecem entre os dez municípios do país com maiores valores de produção agrícola. Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões. A soja é o principal produto agrícola.

Os seis principais são Sorriso, Sapezal, Campo Novo dos Parecis, Diamantino, Nova Ubiratã e Nova Mutum.
Em 2023, os 10 municípios com os maiores valores da produção agrícola geraram juntos R$ 65,1 bilhões, concentrando 8,0% do valor obtido no país com a produção agrícola.

Desses, seis pertenciam a Mato Grosso, enquanto Bahia e Goiás aparecem com dois municípios cada. Todos eles, com exceção de Sapezal, em Mato Grosso, têm a soja como principal produto agrícola.

Mato Grosso, o maior produtor nacional, teve incremento de 16,8% na produção, totalizando 44,4 milhões de toneladas, enquanto o Paraná, segundo maior produtor do grão, registrou crescimento de 60,2%, totalizando 21,6 milhões de toneladas.

Milho e algodão também são produtos de destaque nesses municípios. O Mato Grosso, com uma produção recorde de 50,2 milhões de toneladas, seguiu em primeiro lugar na produção de milho. Com os preços em queda, o valor de produção mato-grossense do grão sofre queda de 29,9%, alcançando R$ 29,5 bilhões.

Sorriso destacou-se também, mais uma vez, como o município com maior valor gerado com a produção de soja com R$ 5 bilhões. Já com o milho houve o rendimento de R$ 2,1 bilhões. Destaca-se ainda,a produção de algodão em caroço com R$ 1 bilhão e a cultura do feijão R$ 185,8 milhões.

Sapezal registrou o terceiro maior valor da produção agrícola do país, com R$ 7,5 bilhões sendo decorrentes da soja e algodão herbáceo.

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Agronegócio

Brasil exporta 31,8 milhões de sacas de café e fatura R$ 41 bilhões em 2024

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Os dados foram divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Os dados foram divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

O Brasil exportou 3,733 milhões de sacas de 60 kg de café em agosto de 2024, gerando uma receita de R$ 5,417 bilhões. Esse desempenho representa um crescimento de 0,7% em volume e de 31% em receita cambial em relação a agosto de 2023, estabelecendo um novo recorde para o mês. Os dados foram divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Nos dois primeiros meses da safra 2024/2025, as exportações totalizaram 7,516 milhões de sacas, um aumento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita gerada no período também registrou alta de 39,1%, atingindo R$ 10,73 bilhões.

De janeiro a agosto de 2024, o Brasil exportou 31,892 milhões de sacas de café, o maior volume já registrado para esse intervalo. Esse resultado representa um crescimento de 39,2% em comparação com as 22,915 milhões de sacas exportadas nos primeiros oito meses de 2023. Em termos de receita, o país arrecadou mais de R$ 41 bilhões, um aumento de 47,2% em relação ao ano anterior.

Segundo Márcio Ferreira, presidente do Cecafé, o destaque nas exportações continua sendo o café canéfora, com sucessivos recordes que têm impulsionado os embarques. “Nossos cafés conilon e robusta somam mais de 6 milhões de sacas exportadas entre janeiro e agosto, o maior volume já registrado para o período, representando um crescimento expressivo de mais de 200% em relação a 2023”, afirma Ferreira.

Ele também destaca os desafios logísticos enfrentados pelos exportadores brasileiros, como atrasos nos portos e custos elevados com armazenagem e transporte. “Mesmo diante dessas dificuldades, as empresas têm mantido o compromisso com seus clientes internacionais, muitas vezes sacrificando suas margens para garantir as exportações”, complementa Ferreira.

Principais Mercados – Os Estados Unidos continuam sendo o principal destino do café brasileiro, com 5,066 milhões de sacas importadas até agosto de 2024, representando 15,9% das exportações totais do país e um crescimento de 30,1% em relação ao mesmo período de 2023. A Alemanha vem em seguida, com 4,575 milhões de sacas adquiridas, um aumento de 69,1%.

Entre os tipos de café exportados, o arábica lidera, com 23,155 milhões de sacas enviadas ao exterior, representando 72,6% do total exportado no ano. Já o café canéfora (conilon e robusta) teve um crescimento significativo de 212,2%, com 6,105 milhões de sacas exportadas, o que corresponde a 19,1% do total.

Além disso, o segmento de cafés diferenciados, com certificações de qualidade ou práticas sustentáveis, também se destacou, representando 17,6% das exportações brasileiras, com 5,623 milhões de sacas exportadas entre janeiro e agosto, um aumento de 49,1% em relação ao ano anterior.

Exportações – O Brasil também tem registrado aumento nas exportações para outros países produtores de café. O México, por exemplo, ampliou suas importações em 261,5%, adquirindo 758.277 sacas no acumulado de 2024. O Vietnã, maior produtor mundial de robusta, aumentou em 514,2% suas compras de café brasileiro, totalizando 485.192 sacas no período. A Indonésia, outro grande produtor de robusta, também ampliou suas importações em 30,5%.

O Porto de Santos continua sendo o principal ponto de escoamento do café brasileiro, responsável por 67,9% das exportações, com 21,664 milhões de sacas embarcadas entre janeiro e agosto. O complexo portuário do Rio de Janeiro vem em seguida, com 9,249 milhões de sacas exportadas, representando 29% do total. O Porto de Paranaguá (PR) também contribuiu com 237.652 sacas, equivalente a 0,7% das exportações.

O cenário das exportações de café em 2024 reflete a força do Brasil no mercado global, mas também destaca os desafios enfrentados pelo setor, que busca manter sua competitividade e compromisso com os clientes, mesmo diante de adversidades logísticas e de infraestrutura.

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