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Agronegócio

Sorriso lidera e outras cinco cidades de MT integram ranking com maiores valores de produção agrícola

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Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões.
Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões.

Seis cidade de Mato Grosso aparecem entre os dez municípios do país com maiores valores de produção agrícola. Pelo quinto ano consecutivo, Sorriso ocupa o primeiro lugar com o valor superior a R$ 8 bilhões. A soja é o principal produto agrícola.

Os seis principais são Sorriso, Sapezal, Campo Novo dos Parecis, Diamantino, Nova Ubiratã e Nova Mutum.
Em 2023, os 10 municípios com os maiores valores da produção agrícola geraram juntos R$ 65,1 bilhões, concentrando 8,0% do valor obtido no país com a produção agrícola.

Desses, seis pertenciam a Mato Grosso, enquanto Bahia e Goiás aparecem com dois municípios cada. Todos eles, com exceção de Sapezal, em Mato Grosso, têm a soja como principal produto agrícola.

Mato Grosso, o maior produtor nacional, teve incremento de 16,8% na produção, totalizando 44,4 milhões de toneladas, enquanto o Paraná, segundo maior produtor do grão, registrou crescimento de 60,2%, totalizando 21,6 milhões de toneladas.

Milho e algodão também são produtos de destaque nesses municípios. O Mato Grosso, com uma produção recorde de 50,2 milhões de toneladas, seguiu em primeiro lugar na produção de milho. Com os preços em queda, o valor de produção mato-grossense do grão sofre queda de 29,9%, alcançando R$ 29,5 bilhões.

Sorriso destacou-se também, mais uma vez, como o município com maior valor gerado com a produção de soja com R$ 5 bilhões. Já com o milho houve o rendimento de R$ 2,1 bilhões. Destaca-se ainda,a produção de algodão em caroço com R$ 1 bilhão e a cultura do feijão R$ 185,8 milhões.

Sapezal registrou o terceiro maior valor da produção agrícola do país, com R$ 7,5 bilhões sendo decorrentes da soja e algodão herbáceo.

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Agronegócio

Dia do Campo com o Projeto Cacau Sustentável na Gleba Resistência Impulsiona o Agro em Mato Grosso*

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No dia 21 de fevereiro de 2026, a Gleba Resistência, localizada no Sítio do Sr. Dionísio, no município de Santo Antônio do Leverger, foi palco de um marco para o desenvolvimento agrícola do estado: o lançamento do Projeto Cacau Sustentável. O evento reuniu diversas autoridades e representantes de municípios, incluindo o Senador Wellington Fagundes, os deputados Wilson Santos e João Batista, o Sr. Lucas de Oliveira, secretário de Agricultura de Sorriso, o vereador Dídimo Vovó de Cuiabá, e presidentes de associações de Campo Verde, entre outros importantes nomes.

Durante a programação, foram plantadas 400 mudas de cacau clonadas, que darão origem a um Jardim Clonal, fonte de material genético para a produção de mudas que atenderão outros agricultores da região. O deputado Wilson Santos demonstrou grande apreço pela cultura do cacau e se colocou à disposição para trabalhar em prol de seu desenvolvimento, especialmente na Chapada dos Guimarães e na Baixada Cuiabana. O vereador Dídimo Vovó anunciou a intenção de montar um viveiro de mudas de cacau para suprir a demanda do cinturão verde de Cuiabá.

A iniciativa contou com o apoio técnico de peso: o agrônomo e professor da UFMT, Prof. Fileto, e o técnico Cacildo Viana, da CEPLAC, que disponibilizou seu banco de sementes para expandir a produção de mudas em parceria com a FEDAF. A equipe do Senar, representada pela supervisora Cristiane Bernini e pela engenheira agrônoma Flávia Firmini, reconheceu a importância da diversificação de culturas e parabenizou a iniciativa. O secretário de Agricultura de Sorriso, Lucas de Oliveira, já sinalizou o estudo de um projeto para levar a cultura do cacau ao município, com a criação de um campo experimental em uma área de cinco hectares.

Com a presença e participação de Zilda Castanho, idealizadora do Festival do Chocolate em Mato Grosso e representante da diretoria da FEDAF, o evento ganhou ainda mais destaque.

Em sua fala, Zilda Castanho agradeceu profundamente a presença de todas as autoridades e representantes que prestigiaram este evento fundamental. Ela ressaltou a importância de trazer para Mato Grosso essa visibilidade para o plantio de cacau, uma cultura com enorme potencial em nossa região. “Mato Grosso é um estado próspero, intrinsecamente voltado para o agronegócio e com uma forte vocação para a agricultura familiar. Neste momento, com o lançamento deste projeto, estamos levando não apenas mudas, mas principalmente apoio, capacitação e novas oportunidades para a população mato-grossense. É um passo significativo para diversificar nossa produção e gerar ainda mais desenvolvimento para o nosso povo”, declarou.

Para o presidente da FEDAF, Sr. Mário Benevides, o Projeto Cacau Sustentável representa um avanço estratégico para o estado, promovendo a diversificação agrícola, o fortalecimento da agricultura familiar e agregando valor à cadeia produtiva, consolidando Mato Grosso como um polo de excelência também no cultivo do cacau.

*Apoio:* CEPLAC
*Realização:* FEDAF

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Agronegócio

Apro360 debate endividamento e desafios do crédito rural com advogado especialista

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O podcast Apro360, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), recebeu nesta quinta-feira (06.11) o advogado e especialista em Direito do Agronegócio e Agrário, Lutero de Paiva Pereira, para um debate sobre endividamento rural e as dificuldades de acesso ao crédito, tema que impactam diretamente a produção agrícola.

Durante o quadro Causa e Efeito, o especialista destacou a importância do produtor rural estar amparado por profissionais qualificados, especialmente um advogado e um agrônomo na elaboração do laudo agronômico que embasa renegociações de dívidas e pedidos de crédito junto às instituições financeiras.

“Existe um princípio da lei do crédito rural que o produtor rural tem direito de pagar a dívida segundo a receita que ele obtém da atividade rural e não de outras atividades que porventura ele tenha. Se a receita que ele tem é uma receita que permite que a dívida dele hoje seja paga em oito ou dez  anos, com dois ou três anos de carência, o que vai dizer isso é a realidade fática dele. O que vai direcionar isso é o laudo agronômico. Para isso ele vai ter um agrônomo que vai elaborar um laudo chamado de capacidade de pagamento, que irá dizer porque ele teve a perda da receita, além de fazer a programação da receita estimada para os anos subsequentes. E com essa informação ele pode ir até o agente financeiro e dizer o quanto irá produzir e quanto tempo irá precisar para fazer o pagamento”, explicou Lutero.

Segundo o advogado, o processo de repactuação de dívidas exige atenção redobrada, especialmente quanto às novas garantias e custos adicionais que podem ser impostos de forma indevida durante a negociação. “O crédito rural foi criado para estimular o produtor rural a se desenvolver bem e fazer uma boa infraestrutura. O manual do crédito rural se estabeleceu dizendo que para proteger o produtor rural o banco não pode exigir novas garantias no contrato. Ele não pode onerar mais o patrimônio do produtor justamente quando ele está com dificuldade extrema. O outro ponto é que o banco não pode exigir e nem cobrar novas taxas de juros diferentes daquelas taxas que já estão pactuadas no contrato original que não foi cumprido. A filosofia da norma é de proteção a parte mais frágil da relação negocial que é o devedor”, afirmou.

Lutero também reforçou que nenhum custo extra pode ser embutido no saldo devedor durante o alongamento de prazos ou renegociações. “Nenhum custo além do custo que é próprio do crédito rural. Porque quando o crédito rural foi criado em 1965, a lei já dizia quais seriam os custos próprios da operação de crédito rural. Para além disso, ele não pode pegar mais nada que o credor queira embutir no saldo devedor. A natureza jurídica daquele crédito não permite isso”, esclareceu.

Ao abordar estratégias para evitar armadilhas financeiras, o especialista alertou para as ofertas sedutoras de soluções rápidas que costumam aparecer em períodos de endividamento. “O produtor precisa estar alerta nesses momentos de sedução, pois ele precisa resistir. Ele sabe que determinadas ideias não são possíveis. O primeiro ponto é que não há um nível de possibilidade extrema de solução. O segundo ponto é que, na relação dele com o credor, aquela ideia de amortizar a dívida para fazer um crédito novo no dia seguinte normalmente não dá certo. É melhor amortizar no momento”, aconselhou.

Por fim, Lutero fez um alerta sobre o uso de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, nas tratativas com credores. “Cuidado com golpes, pois quando você menos espera alguém te leva a um estado de complicação. E isso tem se multiplicado. Outro cuidado é com o uso do WhatsApp, pois ele é um documento que você está gerando. É uma confissão espontaneamente e precisamos ter cuidado. Não se anime tanto nessas trocas de correspondência. Tanto é fato que escrever no WhastApp é perigoso que os credores dificilmente escrevem para o devedor e quando o fazem o seu jurídico interno já passou os olhos pela mensagem e validou. O produtor nem sempre tem um advogado 24 horas. Então, cuidado!”, alertou.

O episódio completo está disponível no Youtube e Spotify da Aprosoja Mato Grosso, reforçando o compromisso da entidade em levar informação técnica e jurídica de qualidade aos produtores rurais de Mato Grosso.

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Agronegócio

VÁRZEA GRANDE: Marfrig realiza mais uma edição da ‘Feira de Benefícios’

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Realizada nos dois turnos de operação da unidade, a feira contou com a participação de aproximadamente 15 parceiros, abordando áreas como saúde, educação, lazer, assistência médica e odontológica.
Realizada nos dois turnos de operação da unidade, a feira contou com a participação de aproximadamente 15 parceiros, abordando áreas como saúde, educação, lazer, assistência médica e odontológica.

Na última semana a Marfrig, unidade de Várzea Grande, promoveu mais uma edição da sua ‘Feira de Benefícios’, reunindo diversos parceiros e empresas que oferecem uma ampla gama de serviços voltados ao bem-estar dos seus colaboradores. Realizada nos dois turnos de operação da unidade, a feira contou com a participação de aproximadamente 15 parceiros, abordando áreas como saúde, educação, lazer, assistência médica e odontológica.

Kátia Camargo, analista de benefícios sênior da Marfrig, destacou a importância da iniciativa: “Esse evento é muito importante, pois, garante que todos os funcionários tenham acesso a informações sobre os benefícios que a empresa oferece, tanto para eles quanto para seus dependentes. Isso fortalece a relação com a Marfrig vez que, o funcionário se sente mais motivado”, disse.

A parceria com o Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT) também foi enfatizada por Maria Cristina, analista de relacionamento da Federação. “O sistema FIEMT é muito robusto, com parcerias em áreas importantes como educação, lazer e finanças que agregam valor ao salário dos funcionários. Oferecer cursos superiores e planos de saúde acessíveis, por exemplo, pode mudar vidas e é isso que buscamos”.

Roberta Hipólito, gestora de negócios do ‘Clube 40 Graus’, um dos parceiros da feira, fez questão de ressaltar a importância do lazer para a qualidade de vida dos colaboradores. “Empresas inovadoras saem na frente ao oferecer entretenimento. Nossa parceria com a Marfrig aumenta a motivação dos colaboradores e promove mais qualidade de vida no trabalho”.

De acordo com a Lirian Rocha, agente de carreiras da Faculdade de Tecnologia do SENAI (Fatec), a ‘Feira de Benefícios’ se consagra como um evento estratégico ao unir cooperadores e empresas em prol do bem-estar e, do desenvolvimento pessoal e profissional de todos os envolvidos.

“A Fatec oferece convênios diretos com indústrias, com descontos que variam de 30 a 35%, dependendo do colaborador, em todos os nossos cursos de graduação e pós-graduação. Essa é uma grande oportunidade para os colaboradores da Marfrig utilizarem esses benefícios, pois, fazer uma faculdade particular pode pesar no orçamento. Com o desconto, eles conseguem mais qualificação e isso irá impactar tanto sua carreira, quanto sua vida pessoal, ” concluiu.

Sobre a Marfrig

A Marfrig é uma das companhias líderes em carne bovina, suína e de aves e a maior produtora de hambúrguer no mundo, com receita líquida de 30,4 bilhões no primeiro trimestre de 2024. A empresa emprega mais de 120 mil colaboradores, distribuídos entre Operação América do Norte, Operação América do Sul e BRF.

As operações América do Norte e América do Sul processam e comercializam carne bovina in natura, produtos industrializados, de marca, pratos prontos à base de carne bovina, produtos complementares e derivados de carne, além de couro para os mercados doméstico e internacional. Reconhecida pela qualidade de seus produtos e por sua atuação sustentável, a Marfrig mantém projetos pioneiros para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais.

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