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Conecta Jovem inaugura segunda turma e amplia caminhos para jovens na tecnologia em Mato Grosso

Para a Log Lab e a UFMT, o Conecta Jovem representa uma ação concreta de transformação social, ao preparar jovens para uma das áreas que mais crescem no mercado de trabalho.

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A Log Lab, em parceria com o Instituto de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), realizará no dia 24 de junho de 2026, a partir das 8h30, a cerimônia de aula inaugural da Turma II do Programa Conecta Jovem. O evento será realizado no Yumit Hub, localizado na Avenida São Sebastião, nº 3205, bairro Quilombo, em Cuiabá.

Após o sucesso da primeira turma, a nova turma consolida o Conecta Jovem como uma iniciativa e formação tecnológica gratuita voltada a jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica em Mato Grosso. O programa tem como objetivo ampliar oportunidades de acesso ao mercado de tecnologia, unindo a experiência acadêmica da UFMT à atuação inovadora da Log Lab no setor privado.

Além da capacitação técnica especializada, os participantes da turma II receberão bolsa estudantil, auxílio-alimentação, auxílio-transporte e material escolar. A proposta é garantir condições adequadas de permanência, dedicação e aproveitamento durante toda a formação.

Para a Log Lab e a UFMT, o Conecta Jovem representa uma ação concreta de transformação social, ao preparar jovens para uma das áreas que mais crescem no mercado de trabalho. A iniciativa também contribui para o fortalecimento do ecossistema de tecnologia, inovação e educação em Mato Grosso.

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Médico quebra silêncio e diz ter visto ET de Varginha dentro de hospital

O médico descreveu a criatura como sendo de baixa estatura, com cabeça volumosa em formato semelhante a uma gota, olhos grandes e características físicas incomuns.

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Quase três décadas após o episódio que transformou Varginha em referência mundial da ufologia, um novo relato voltou a colocar o caso no centro das discussões. O neurocirurgião Ítalo Venturelli afirmou ter tido contato direto com a suposta criatura conhecida como ET de Varginha dentro de um hospital da cidade mineira, em janeiro de 1996.

Segundo o médico, o encontro ocorreu em circunstâncias incomuns. Ele conta que havia acabado de realizar uma cirurgia em uma criança quando percebeu uma movimentação atípica nas dependências do hospital, incluindo a presença de caminhões do Exército e forte esquema de isolamento da área.

De acordo com Venturelli, um colega o convidou para observar um caso que estaria sendo mantido em uma sala improvisada. Ao entrar no local, ele acreditou inicialmente que se tratava de uma criança com alguma deformidade física. No entanto, após uma observação mais detalhada, concluiu que o ser não se parecia com nenhum humano ou animal conhecido.

O médico descreveu a criatura como sendo de baixa estatura, com cabeça volumosa em formato semelhante a uma gota, olhos grandes e características físicas incomuns. Ele afirma ainda ter sentido uma sensação de desconforto durante o encontro, como se estivesse sendo observado pela suposta entidade.

Durante anos, Venturelli optou por manter a história em sigilo. Segundo ele, o receio de ser alvo de descrédito e questionamentos o levou a guardar o relato, compartilhado apenas recentemente. O neurocirurgião afirma que nem mesmo familiares próximos tinham conhecimento da experiência.

Apesar da repercussão, o médico ressalta que não possui explicações sobre a origem da suposta criatura, nem sabe qual teria sido seu destino após a passagem pelo hospital.

O caso de Varginha ocorreu em janeiro de 1996 e ganhou notoriedade após relatos de moradores que afirmaram ter visto seres estranhos circulando pela cidade. Desde então, a história se tornou um dos episódios mais conhecidos da ufologia brasileira, cercada por versões divergentes, investigações independentes e questionamentos sobre a atuação das autoridades na época.

Até hoje, não há comprovação científica da existência de seres extraterrestres relacionados ao caso. Ainda assim, o episódio continua despertando curiosidade e dividindo opiniões entre pesquisadores, moradores, céticos e entusiastas do fenômeno.

 

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El Niño pode agravar crise do crédito rural em meio a R$ 800 bilhões em dívidas estressadas no agro

O momento é especialmente sensível porque o agronegócio já enfrenta uma combinação de fatores que pressionam sua capacidade financeira

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A estimativa de 60% de probabilidade do El Niño se consolidar no segundo semestre de 2026, segundo nota técnica assinada por INPE, Inmet, Cemaden, Funceme e Censipam, acende um sinal de preocupação para o agronegócio brasileiro. O fenômeno climático chega em um momento delicado para o setor, que já acumula mais de R$ 800 bilhões em dívidas consideradas estressadas, segundo estimativas debatidas pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Para especialistas, caso as perdas de produtividade se confirmem, cresce também a tendência de aumento dos pedidos de prorrogação e renegociação das operações de crédito rural previstas na legislação.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e altera o regime de chuvas em diversas regiões do planeta. No Brasil, os efeitos costumam ser distintos entre as regiões. Enquanto o Sul registra precipitações acima da média, o Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste enfrentam redução das chuvas, veranicos e temperaturas mais elevadas. A expectativa é que seus efeitos se estendam até o início de 2027.

Os impactos esperados vão além da meteorologia. No Sul, o excesso de chuva pode comprometer a colheita de culturas como trigo, café, cana-de-açúcar e outras lavouras de inverno, além de favorecer doenças fúngicas e dificultar a entrada de máquinas nas propriedades. Já em importantes polos produtores de soja e milho, a irregularidade das chuvas durante o plantio pode comprometer o desenvolvimento inicial das lavouras, reduzindo produtividade e afetando diretamente a renda do produtor.

O momento é especialmente sensível porque o agronegócio já enfrenta uma combinação de fatores que pressionam sua capacidade financeira. Nos últimos anos, produtores conviveram com sucessivas perdas climáticas, queda no preço das commodities agrícolas, aumento dos custos de produção, juros elevados e maior restrição ao crédito.

Segundo o advogado Raphael Condado, especialista em Direito do Agronegócio, o produtor deve acompanhar o cenário climático com a mesma atenção dedicada ao planejamento financeiro da propriedade. “Existe uma preocupação real com os efeitos do El Niño, principalmente sobre culturas que podem sofrer perdas de produtividade e dificuldades na colheita. O produtor já vem de um período marcado por preços mais baixos das commodities, aumento dos custos de produção, diesel em patamares historicamente elevados e crédito mais caro. Se perceber que não terá fluxo de caixa suficiente para cumprir seus financiamentos em razão dos impactos climáticos, é importante saber que a legislação garante mecanismos de prorrogação das operações, com carência e prazos compatíveis com sua capacidade de pagamento”, explica.

Embora pouco conhecido por muitos produtores, esse direito está previsto no Manual de Crédito Rural (MCR), norma de cumprimento obrigatório por bancos e cooperativas de crédito. O regulamento permite a prorrogação das operações quando houver dificuldade temporária de pagamento decorrente de fatores como frustração de safra causada por eventos climáticos, desde que a situação seja devidamente comprovada. A medida busca preservar a atividade produtiva e evitar que dificuldades momentâneas resultem em inadimplência permanente.

Raphael Condado alerta ainda que nem toda renegociação realizada pelas instituições financeiras e cooperativas de crédito seguem as regras específicas do crédito rural. “Em alguns casos, produtores são direcionados para contratos bancários comuns, com encargos superiores aos previstos para operações rurais. Quando há substituição indevida do crédito rural por outro tipo de financiamento, pode existir desvio de finalidade, situação que pode ser questionada judicialmente para restabelecer as condições asseguradas pela legislação especial”, afirma.

A preocupação com o avanço do endividamento também alcança o sistema financeiro. Dados da Serasa Experian mostram que o agronegócio registrou 1.990 pedidos de recuperação judicial no ano passado, o maior volume da série histórica iniciada em 2021. O crescimento das recuperações judiciais e da inadimplência tende a tornar bancos e cooperativas mais cautelosos na concessão de novos financiamentos, reduzindo a oferta de crédito justamente em um setor que depende fortemente do financiamento para custear cada safra.o cérebro.

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Susto em evento junino: estrutura cede antes de apresentação de Amado Batista

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Um incidente registrado durante os festejos de São João em Itapetinga, no sudoeste da Bahia, provocou momentos de tensão na noite de segunda-feira (22). Parte da estrutura do palco montado para a apresentação do cantor Amado Batista cedeu, causando correria entre integrantes da produção e pessoas que estavam próximas ao local.

Vídeos gravados por participantes do evento mostram o momento em que a estrutura desaba. Nas imagens, é possível ver a movimentação repentina no palco e a reação do público diante da ocorrência.

Segundo informações divulgadas pela Prefeitura de Itapetinga, o incidente aconteceu antes do início oficial da apresentação do artista. Algumas pessoas que estavam na estrutura acabaram caindo no momento do desabamento e sofreram ferimentos considerados leves.

Equipes do Corpo de Bombeiros, profissionais de apoio e equipes de emergência prestaram atendimento imediato às vítimas no próprio local. Nenhum caso grave foi registrado, de acordo com a administração municipal.

Após o atendimento aos feridos e a realização de uma vistoria técnica para avaliar as condições da estrutura, o palco foi liberado para uso. Com a autorização dos responsáveis pela segurança do evento, o cantor Amado Batista retornou e realizou normalmente sua apresentação.

Em nota, a prefeitura informou que todas as medidas necessárias foram adotadas para garantir a segurança do público, dos trabalhadores envolvidos na festa e dos artistas que participavam da programação.

O episódio chamou a atenção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a necessidade de rigor nas inspeções e na montagem de estruturas temporárias utilizadas em grandes eventos, especialmente durante o período de festas juninas, quando milhares de pessoas participam das celebrações em todo o país.

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