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União Brasil decide em votação secreta entre candidatura própria e aliança com Pivetta

Ao explicar o procedimento adotado, Mendes destacou que o estatuto do partido determina a realização de votação secreta quando há mais de uma proposta para a composição da chapa majoritária.

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O União Brasil iniciou, às 12h45 desta quinta-feira (30), a votação secreta que definirá o posicionamento da legenda na disputa pelo Governo de Mato Grosso. Os 51 convencionais do partido terão cinco horas para escolher entre lançar a candidatura do senador Jayme Campos ao Palácio Paiaguás, apoiar a reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ou se abster da votação.

A abertura do processo foi conduzida pelo presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, durante a convenção realizada em Cuiabá. Antes do início da votação, o ex-governador informou que o regimento interno da legenda não permite interrupções ou questões de ordem durante o período de votação, motivo pelo qual pedidos apresentados por participantes foram indeferidos.

Segundo Mauro Mendes, duas propostas foram oficialmente registradas para apreciação dos convencionais. A primeira prevê o lançamento da candidatura própria do senador Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso. A segunda, apresentada pelo próprio presidente estadual da sigla, propõe a formação de uma coligação entre a Federação União Progressista e o Republicanos, partido do governador Otaviano Pivetta.

Ao explicar o procedimento adotado, Mendes destacou que o estatuto do partido determina a realização de votação secreta quando há mais de uma proposta para a composição da chapa majoritária.

“Foi registrado, a pedido do senador Jayme Campos, o seu nome como representante do União Brasil para concorrer ao Governo. Também foi apresentada uma indicação para que o partido e a Federação União Progressista façam uma coligação com o Republicanos. Diante dessa divergência, o estatuto estabelece que a decisão seja tomada por votação secreta”, afirmou.

As urnas permanecerão disponíveis até as 17h45 em uma sala reservada ao lado do plenário da convenção. Ao todo, 51 convencionais estão aptos a votar.

O resultado definirá a estratégia eleitoral do União Brasil para a sucessão estadual e servirá de base para a atuação da Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, nas eleições de 2026.

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“Venho de espírito desarmado”, diz Jayme ao defender candidatura ao Palácio Paiaguás

Ao defender seu nome para a disputa ao Governo, o senador disse confiar na escolha dos delegados e convencionais e apresentou as diretrizes que pretende adotar caso seja confirmado como candidato e eleito.

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O senador Jayme Campos (União Brasil) utilizou a convenção estadual da legenda, realizada nesta quinta-feira (30), para defender sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso e pedir unidade entre os correligionários diante da disputa interna que divide o partido. Em um discurso marcado por apelos à conciliação, o parlamentar afirmou que respeitará as regras estabelecidas pela sigla e disse confiar na decisão que será tomada pelos convencionais.

A convenção do União Brasil foi convocada para definir se o partido lançará candidatura própria ao Palácio Paiaguás, com Jayme Campos, ou se apoiará o projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), conforme articulação defendida pelo presidente estadual da legenda, Mauro Mendes.

Ao iniciar sua fala, Jayme afirmou que o processo poderia ter sido conduzido de forma consensual, evitando a disputa interna. Mesmo mencionando dispositivos do estatuto partidário, o senador ressaltou que não apresentaria qualquer contestação formal e que manteria o compromisso firmado com a direção da legenda.

“Gostaria que essa convenção acontecesse por aclamação. Entretanto, houve um entendimento e eu sou um homem de palavra. O que foi combinado será cumprido”, declarou.

Durante o pronunciamento, o senador classificou a convenção como um momento decisivo para o futuro do União Brasil e para o cenário político de Mato Grosso. Segundo ele, a definição tomada pelos convencionais terá impacto não apenas sobre o partido, mas também sobre o projeto político para o Estado.

Jayme afirmou que participa da disputa sem acirrar conflitos internos e destacou sua trajetória política construída, segundo ele, com diálogo e lealdade aos aliados.

“Venho a esta convenção de espírito desarmado. Construí minha história com trabalho e lealdade aos companheiros”, afirmou.

Ao defender seu nome para a disputa ao Governo, o senador disse confiar na escolha dos delegados e convencionais e apresentou as diretrizes que pretende adotar caso seja confirmado como candidato e eleito.

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PP oficializa Margareth Buzetti ao Senado e aguarda definição do União sobre disputa ao Governo

O dirigente explicou que, concluídas as convenções, as decisões eleitorais passarão a ser conduzidas de forma conjunta pela Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.

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O Partido Progressistas (PP) oficializou, nesta quinta-feira (30), durante convenção estadual em Mato Grosso, a pré-candidatura da senadora Margareth Buzetti à reeleição e confirmou o empresário Cidinho Santos como primeiro suplente da chapa ao Senado encabeçada pelo ex-governador Mauro Mendes (União Brasil). A legenda também definiu seus pré-candidatos à Câmara dos Deputados e informou que aguardará a decisão do União Brasil antes de anunciar apoio na disputa pelo Governo do Estado.

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Durante a convenção, o PP homologou os nomes que disputarão as eleições proporcionais para a Câmara dos Deputados. Entre os pré-candidatos estão o presidente estadual da legenda, Nilson Leitão, o ex-deputado federal Victório Galli, Paulo José e a vereadora Magali, de Cáceres, além de outro integrante da chapa.

Ao comentar o cenário da sucessão estadual, Nilson Leitão afirmou que o partido aguarda a definição do União Brasil, parceiro do Progressistas na Federação União Progressista. A legenda realiza nesta quinta-feira sua convenção para decidir se lançará candidatura própria ao Palácio Paiaguás ou apoiará o projeto de reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Segundo Leitão, o Progressistas optou por respeitar o calendário das convenções e evitar qualquer manifestação antecipada sobre o Governo do Estado.

“Nossa missão neste momento é concluir a composição da chapa. O União Brasil ainda está definindo sua situação e não cabe ao PP antecipar apoio a uma candidatura que sequer foi homologada pelo partido”, afirmou.

O dirigente explicou que, concluídas as convenções, as decisões eleitorais passarão a ser conduzidas de forma conjunta pela Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.

“Depois desse processo, a atuação deixa de ser individual de cada partido e passa a ser conduzida pela federação, que terá uma única liderança nas decisões eleitorais e também na atuação parlamentar”, destacou.

Ao ser questionado sobre a disputa ao Governo de Mato Grosso, Nilson Leitão evitou manifestar preferência entre os nomes que estão em discussão e afirmou que a prioridade é preservar a unidade da aliança política.

“Temos dois nomes com credenciais importantes, o governador Otaviano Pivetta e o senador Jayme Campos. Agora é preciso respeitar o calendário, a legislação e o entendimento que será construído dentro da federação”, concluiu.

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Convenção do União Brasil começa com defesa de candidatura de Jayme Campos ao Governo

A convenção segue ao longo desta quinta-feira e deve definir oficialmente a estratégia eleitoral da legenda para a sucessão estadual de 2026.

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A convenção estadual do União Brasil começou na manhã desta quinta-feira (30), em Cuiabá, com a missão de definir o posicionamento da legenda na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026. Na abertura dos trabalhos, o deputado estadual Júlio Campos voltou a defender que o partido lance candidatura própria, com o senador Jayme Campos na disputa ao Palácio Paiaguás, e fez um apelo para que a sigla permaneça unida após a decisão dos convencionais.

O encontro reúne dirigentes, parlamentares, prefeitos, vereadores e delegados partidários responsáveis por decidir se o União Brasil terá candidatura própria ao Governo do Estado ou manterá o entendimento firmado pelo presidente estadual da legenda, Mauro Mendes, de apoiar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta, do Republicanos.

Durante seu pronunciamento, Júlio Campos afirmou que a convenção representa o espaço legítimo para a definição dos rumos do partido e destacou que a decisão tomada pelos filiados deverá ser respeitada por toda a legenda.

“Espero que esta convenção seja soberana e respeitada. Se decidir pela candidatura própria ao Governo, com o senador Jayme Campos, que todos possamos permanecer unidos para construir uma grande vitória em 2026”, declarou.

O parlamentar voltou a sustentar que a participação na disputa pelo Executivo estadual é fundamental para preservar o protagonismo político do União Brasil. Segundo ele, abrir mão de uma candidatura majoritária pode enfraquecer o desempenho da legenda nas eleições proporcionais.

Júlio argumentou que a presença de um candidato ao Governo fortalece as chapas de deputados estaduais e federais, amplia a mobilização partidária e contribui para aumentar a representatividade da sigla no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa.

“O partido precisa disputar o Governo e o Senado, além de apresentar chapas competitivas para deputado federal e estadual. Sem um candidato ao Executivo, corremos o risco de reduzir nossa representação política”, afirmou.

Ao encerrar o discurso, o deputado reiterou apoio à pré-candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado e defendeu o nome de Mauro Mendes para a disputa ao Senado. Apesar da defesa da candidatura própria, reforçou que a prioridade, após a votação, deve ser a unidade interna do União Brasil.

A convenção segue ao longo desta quinta-feira e deve definir oficialmente a estratégia eleitoral da legenda para a sucessão estadual de 2026.

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