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Último dia de Arraiá do Pan; veja o que já rolou e o que ainda vai rolar neste domingo

Pantanal Shopping reúne transmissão da Copa do Mundo, apresentações culturais e shows musicais nos últimos dias do Arraiá do Pan

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Pra quem ainda não aproveitou o Arraiá do Pan, tem neste fim de semana a última oportunidade para prestigiar a programação da 5º edição do evento, que reúne cultura regional, música ao vivo, gastronomia típica e atrações para toda a família no Pantanal Shopping.

A programação continua nesta sexta (03.07) e sábado (04.07) , a partir das 17h, com apresentação dos Grupos Flor de Atalaia e Os Federais nesta sexta e o grupo Raízes de Santo Antônio, levando ao público o tradicional Siriri e Cururu, seguida pelo show da Banda Stillus no sábado.

No domingo (05.07), as atividades começam mais cedo, às 16h, com a transmissão do jogo da Seleção Brasileira em telão instalado no evento. Após a partida, o público acompanha a apresentação cultural do Grupo Coração Tradição Franciscano e encerra a programação ao som de Matheuzinho Sucessinho.

Além das atrações culturais e musicais, o Arraiá do Pan oferece uma praça gastronômica com pratos típicos das festas juninas, como pamonha, canjica, curau, milho cozido, paçoca, cocadas, maçã do amor, quentão, caldos pantaneiros e diversas opções de lanches, doces, bebidas e artesanato regional.

Segundo a gerente de Marketing e Vendas do Pantanal Shopping, Daniela Rossi, o encerramento da programação foi pensado para proporcionar momentos de lazer e convivência para diferentes públicos. “O Arraiá do Pan já faz parte do calendário do shopping e reúne elementos que valorizam nossa cultura e aproximam as famílias. Neste fim de semana, teremos uma programação bastante diversificada, que une tradição, entretenimento e a emoção de acompanhar a Seleção Brasileira em um ambiente preparado para receber o público”, destaca.

A entrada é gratuita e o evento também mantém a campanha solidária em prol da Associação Lunaar. Quem desejar pode contribuir com a doação de produtos de limpeza, sachês ou patês para cães e gatos, que serão arrecadados na entrada do evento. A participação na ação é voluntária e não condiciona o acesso ao Arraiá.

O mascote Pandog também estará presente durante a programação, garantindo momentos de interação com o público.

Serviço

5º Arraiá do Pan

Data: até 5 de julho de 2026
Sábado: a partir das 17h
Domingo: a partir das 16h (com transmissão do jogo do Brasil)
Local: Estacionamento – Acesso E | Pa

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Férias não podem ser sinônimo de confinamento digital

Por: Dra. Giovanna Marchezine é médica oftalmologista com atuação voltada à oftalmopediatria e ao tratamento do estrabismo em crianças e adultos. 

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A mochila escolar foi guardada, o despertador deixou de tocar tão cedo e a rotina ficou mais leve. Mas, em muitas casas, a criança apenas trocou a tela usada durante as aulas pela tela do celular, do tablet, da televisão ou do videogame.

Nas férias, o tempo parece aumentar. Enquanto os filhos estão em casa, muitos pais continuam trabalhando, administrando compromissos e tentando conciliar uma rotina que nem sempre permite passeios, atividades programadas ou acompanhamento durante todo o dia. Nesse cenário, as telas acabam ocupando um espaço importante: entretêm, ajudam a passar o tempo e, em alguns momentos, tornam o dia possível.

A tecnologia faz parte da infância atual e não precisa ser tratada como inimiga. O cuidado começa quando ela deixa de ser uma das opções de lazer e passa a ocupar praticamente todas as horas livres da criança.

Como oftalmopediatra, vejo as férias como uma oportunidade para observar como a criança utiliza a visão ao longo do dia.

Celulares e tablets exigem que os olhos permaneçam concentrados em uma distância muito próxima. Quando a criança está envolvida em um jogo ou em uma sequência de vídeos, pode passar longos períodos nessa mesma condição e piscar menos do que o habitual.

Ao final do dia, podem aparecer ardência, ressecamento, lacrimejamento, visão embaçada, dor de cabeça, sensação de peso nos olhos e dificuldade de concentração. Nem sempre, porém, a criança consegue explicar o que está sentindo.

Em vez de reclamar de cansaço visual, ela pode esfregar os olhos, ficar irritada, perder o interesse pela atividade ou aproximar ainda mais o rosto da tela. São comportamentos que merecem ser observados.

Durante as férias, a mudança na rotina também pode revelar outros sinais. Apertar os olhos para enxergar, inclinar a cabeça, cobrir um dos olhos, aproximar-se excessivamente da televisão, tropeçar com frequência ou evitar brincadeiras que exigem atenção visual são atitudes que podem indicar a necessidade de uma avaliação oftalmológica.

O uso prolongado das telas também costuma diminuir o tempo dedicado às atividades ao ar livre. E esse contato com ambientes externos é importante para o desenvolvimento visual infantil.

Quando brinca fora de casa, a criança alterna o olhar entre diferentes distâncias, movimenta o corpo, explora o espaço ao redor e tem contato com a luz natural. Não é necessário organizar grandes viagens ou preencher todos os dias com passeios. Uma caminhada, uma ida à praça, uma brincadeira no quintal ou alguns minutos de bicicleta já ajudam a interromper a sequência de horas em frente aos dispositivos.

Dentro de casa, também existem alternativas simples. Desenhar, montar brinquedos, criar histórias, ajudar no preparo de uma receita ou construir uma cabana com lençóis são atividades que estimulam a criatividade e permitem que os olhos e o corpo experimentem outros tipos de esforço.

Mais importante do que estabelecer uma proibição difícil de cumprir é construir uma rotina possível. Os pais podem definir momentos para o uso das telas, evitar que todas as refeições aconteçam diante dos aparelhos e incentivar pequenas pausas ao longo do dia.

Depois de algum tempo no celular ou no videogame, a criança pode levantar, beber água, olhar pela janela, caminhar ou mudar de atividade. Essas interrupções simples ajudam a reduzir o desconforto causado pelo esforço visual contínuo.

A distância do aparelho, a iluminação do ambiente e a postura também precisam ser observadas. Usar o celular muito próximo do rosto, permanecer em um local escuro ou assistir a vídeos deitado por longos períodos pode aumentar o cansaço dos olhos.

Os hábitos dos adultos igualmente fazem parte dessa construção. Momentos em que toda a família deixa os aparelhos de lado para conversar, comer ou realizar alguma atividade juntos podem produzir mais efeito do que regras impostas apenas às crianças.

As férias não precisam ser preenchidas por uma programação perfeita. Também não precisam se transformar em uma disputa diária pelo celular. O objetivo é impedir que todas as experiências da infância sejam substituídas por uma única forma de entretenimento.

A criança pode assistir a desenhos, jogar e conversar com os amigos pela internet. Mas também precisa correr, imaginar, conversar, observar o que está longe, descobrir novos espaços e até aprender a lidar com alguns momentos de tédio.

O problema não é olhar para uma tela durante as férias. É passar tanto tempo diante dela que a criança deixe de olhar para o mundo.

Férias de verdade também precisam oferecer descanso aos olhos, movimento para o corpo e espaço para que a infância aconteça fora do ambiente digital.

Por: Dra. Giovanna Marchezine é médica oftalmologista com atuação voltada à oftalmopediatria e ao tratamento do estrabismo em crianças e adultos.

Por: Dra. Giovanna Marchezine é médica oftalmologista com atuação voltada à oftalmopediatria e ao tratamento do estrabismo em crianças e adultos.

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Moraes endurece medidas contra Bolsonaro e determina recolhimento de armas

Como alternativa, pediu a realização de uma perícia oficial para avaliar suas condições clínicas, mantendo a medida até a conclusão do exame.

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta sexta-feira (3) manter a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na mesma decisão, determinou a revogação do porte de arma e do Certificado de Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), além do recolhimento de todas as armas de fogo registradas em nome do ex-chefe do Executivo.

A medida foi adotada após uma pistola Glock calibre 9 milímetros, registrada em nome de Bolsonaro, ser localizada durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal, no último dia 15. A arma estava em um veículo conduzido por Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe de segurança do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 27 de março, quando Moraes autorizou a substituição da prisão por uma medida humanitária em razão de seu estado de saúde. A decisão inicial estabelecia prazo de 90 dias, contados a partir da alta hospitalar, para recuperação de um quadro de broncopneumonia aspirativa.

Encerrado o período, a defesa solicitou a prorrogação da prisão domiciliar, alegando que o ex-presidente ainda necessita de acompanhamento médico. Como alternativa, pediu a realização de uma perícia oficial para avaliar suas condições clínicas, mantendo a medida até a conclusão do exame.

Ao analisar o pedido, Alexandre de Moraes concluiu que os relatórios médicos apresentados pela defesa apontam melhora no estado de saúde de Bolsonaro, tanto em relação à broncopneumonia quanto às demais comorbidades. Apesar da evolução clínica, o ministro decidiu manter a prisão domiciliar, mas endureceu as restrições ao determinar a suspensão das autorizações para posse e porte de armas e o recolhimento de todo o armamento vinculado ao ex-presidente.

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“É de muito mau gosto”, diz Vanessa da Mata sobre memes da Copa do Mundo

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A cantora Vanessa da Mata usou as redes sociais nesta sexta-feira (3) para criticar os memes que viralizaram nas últimas semanas envolvendo o atacante brasileiro Vinicius Jr. e o norueguês Erling Haaland. As montagens, produzidas com inteligência artificial e inspiradas em cenas do filme “As Branquelas” (2004), ganharam grande repercussão às vésperas do confronto entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Em um longo desabafo, a artista afirmou que não vê humor nas publicações e classificou o conteúdo como de “mau gosto”. Para ela, as montagens banalizam temas relacionados à violência sexual e transformam situações de abuso em motivo de entretenimento.

“Não estou achando graça. Estou achando de muito mau gosto e bem simbólico do que vivemos nesses últimos momentos”, escreveu.

Vanessa afirmou que as imagens utilizam uma abordagem hipersexualizada e acabam ironizando situações que envolvem medo, violência e estupro, ainda que façam referência a uma comédia lançada há mais de duas décadas.

A cantora também destacou que a discussão não deve ser limitada às mulheres, lembrando que homens também podem ser vítimas de violência sexual e carregar traumas decorrentes desse tipo de crime.

“Achar engraçada a cultura do estupro é, no mínimo, suspeito. Muitos homens héteros já sofreram isso, tiveram traumas ou medos terríveis”, afirmou.

Os memes começaram a circular utilizando cenas clássicas de “As Branquelas”, substituindo os rostos dos personagens pelos de Vinicius Jr. e Haaland com auxílio de inteligência artificial. Inicialmente, os próprios jogadores demonstraram encarar a brincadeira com bom humor. Haaland chegou a sugerir que os dois recriassem uma das cenas, enquanto Vinicius respondeu com emojis de risada.

Com a evolução das montagens, porém, parte do público passou a considerar que o conteúdo extrapolou os limites do humor, gerando críticas nas redes sociais. Para Vanessa da Mata, a popularização desse tipo de meme revela uma naturalização preocupante de temas ligados à violência sexual.

“Isso é altamente preocupante e não é engraçado”, concluiu a cantora.

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