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Projeto social forma jovens em vulnerabilidade social e garante 29,4% de empregabilidade imediata no setor de TI em Cuiabá

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Enquanto o Brasil enfrenta um déficit de mais de 500 mil profissionais na área de tecnologia (Brasscom), uma iniciativa em Mato Grosso está mudando a realidade dos jovens em situação de vulnerabilidade. Na próxima terça-feira (12/05), às 19h, o programa Conecta Jovem realiza a formatura de sua 1ª turma, com resultados expressivos: antes mesmo de receberem o diploma, muitos alunos já foram contratados por empresas do setor.

O programa é uma parceria entre a Log Lab e o Instituto de Computação da UFMT , oferecendo formação técnica gratuita, bolsa-auxílio de R$ 500, auxílio transporte e auxílio alimentação para jovens de 15 a 24 anos da Baixada Cuiabana.

Dois dos jovens contratados tiveram uma trajetória ainda mais singular. Durante o processo seletivo, a equipe da Log Lab concordou que o nível técnico apresentado aos candidatos já atendesse às exigências do mercado. Diante disso, a empresa decidiu contratá-los antes mesmo do início das aulas. Outros três participantes também foram admitidos pela Log Lab, enquanto mais três já estão inseridos no mercado de trabalho, atuando em diferentes empresas.
“O nosso maior indicador de sucesso são os jovens empregados. Isso mostra que estamos formando profissionais que o mercado quer e precisa”, destacou Fernando Pereira, fundador da Log Lab e idealizador do Conecta Jovem.
Observação; O evento contatará com a presença do presidente da AL-MT: Dep. Max Russi e da primeira-dama do município de Cuiabá , vereadora Samantha Iris.
SERVIÇO:
Data: Terça-feira (12/05)
Horário: 19h
Local: Yumit Hub (Log Lab) – Av. São Sebastião, 3205 – Quilombo, Cuiabá.
Contato: 65 996322709

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Cuiabá vai receber Baile de Máscaras imersivo inspirado na época aristocrata

“The Court” reúne gastronomia, performances artísticas e experiências sensoriais em evento noturno

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No próximo dia 06 de junho, Cuiabá recebe o “The Court – Baile de Máscaras”, evento que propõe uma experiência imersiva inspirada nos bailes da aristocracia, no Vivans Complexo de Eventos, a partir das 20h. A programação inclui open bar, open food com curadoria gastronômica assinada pelo chef Wil Gourmet, além de apresentações musicais e performances ao vivo. A proposta do evento é integrar diferentes linguagens artísticas e sensoriais ao longo da noite, com participação ativa do público.

Entre os destaques estão intervenções cênicas com atores e bailarinos, momentos conduzidos por música instrumental, incluindo violino, e um ato simbólico previsto para a meia-noite. O encerramento contará com apresentação do projeto E-Strings, que combina violino, discotecagem e percussão.

Os participantes poderão optar entre diferentes modalidades de ingresso, incluindo o acesso ao salão principal e áreas exclusivas. A experiência também se estende ao pré-evento, com a disponibilização de um kit temático que inclui itens personalizados.

A cenografia e a ambientação do baile são assinadas por Gra Moura Produções, com foco na construção de um ambiente imersivo. O traje exigido é social ou gala, com uso obrigatório de máscaras. O evento é destinado ao público maior de 18 anos.

“A proposta é oferecer um evento estruturado para que o público vivencie uma experiência completa, com integração entre arte, ambientação e gastronomia, em um formato ainda pouco explorado na cidade”, afirma a produtora de eventos Gra Moura.

Serviço
The Court – Baile de Máscaras”,
06 de junho, a partir das 20h, no Vivans
Mais informações e ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/the-court-baile-de-mascaras-thecourt-br/3393865

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Testemunho e discussões entre partes marcam sessão do júri sobre morte de policial em MT

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A sessão do Tribunal do Júri que julga o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves foi marcada por forte tensão entre acusação e defesa nesta terça-feira (12), em Cuiabá. O réu responde pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz, assassinato ocorrido em abril de 2023, em uma conveniência na Praça do Choppão.

Durante o andamento da audiência, o advogado de defesa e o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins trocaram críticas em meio aos questionamentos feitos à ex-convivente da vítima. A testemunha reclamou da repetição de perguntas e afirmou que se sentiu desconfortável ao ser questionada sobre aspectos pessoais.

O clima se intensificou quando o promotor se manifestou em apoio à testemunha, o que levou a defesa a reagir, pedindo respeito ao direito de formular perguntas no plenário.

Em tom de embate, o advogado afirmou que cada parte deveria manter sua atuação dentro dos limites do julgamento, criticando a postura da acusação. O promotor respondeu em seguida, rebatendo as declarações e afirmando não atuar na função de defesa, o que gerou novas réplicas entre as partes.

Em outro momento do depoimento, a primeira testemunha ouvida, Walkiria Filipaldi Corrêa, convivente do policial militar morto, relatou o impacto emocional do crime na família. Segundo ela, a filha do casal, que tinha 11 anos à época, passou a apresentar sofrimento psicológico após a morte do pai.

Walkiria também afirmou acreditar na inocência de Thiago, dizendo que ele não teria intenção de matar o colega de farda. Ela relatou ainda dificuldades profissionais após o crime e mencionou suposta perseguição dentro da instituição policial, além de conflitos relacionados à sua permanência em unidades da Polícia Civil.

A testemunha afirmou ainda que o acusado trabalha em uma delegacia próxima à sua residência e que teria solicitado providências à corregedoria. Segundo ela, a única medida adotada foi uma orientação para que ele realizasse refeições dentro da unidade policial.

Sobre acusações anteriores, Walkiria explicou que houve registro de boletim de ocorrência há mais de uma década, mas que as medidas protetivas foram posteriormente revogadas por ela mesma.

O julgamento ocorre sob a presidência do juiz Marcos Faleiros da Silva e conta com sete jurados, sendo cinco homens e duas mulheres. O Ministério Público sustenta a acusação de homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma interação inicial entre os envolvidos no local. Imagens de segurança mostram o momento em que o investigador teria tomado a arma do policial militar e efetuado os disparos.

A sessão segue em andamento e deve ouvir novas testemunhas ao longo do julgamento.

 

 

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Justiça deve analisar pedido para suspender seletivo de vigilantes prisionais em MT

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O Sindicato dos Policias Penais de Mato Grosso- SINDSPPEN-MT, ingressou com pedido de tutela cautelar incidental com liminar contra o Estado de Mato Grosso para tentar barrar a contratação temporária de 1.077 Vigilantes Prisionais Temporários (VTPs) destinados ao sistema penitenciário estadual.

A medida foi tomada após o sindicato ter acesso ao Processo Administrativo SEJUS-PRO-2026/09714, instaurado em 7 de maio de 2026 pela Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso, que solicita a abertura de processo seletivo simplificado para reforçar o quadro funcional das unidades prisionais.

De acordo com os documentos, o secretário estadual de Justiça, Valter Furtado Filho, encaminhou ofício à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso apontando a necessidade urgente de contratação temporária diante do aumento da população carcerária, afastamentos de servidores, sobrecarga de trabalho e expansão das unidades prisionais.

O documento menciona ainda manifestação favorável da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária para abertura do seletivo destinado à contratação de 1.077 vigilantes temporários, considerados essenciais para manutenção das atividades operacionais e cumprimento das metas do sistema prisional.

Na ação, porém, o sindicato sustenta que a medida apresenta “inconstitucionalidade flagrante” e questiona a legalidade da contratação temporária em larga escala para funções ligadas à segurança penitenciária.

Segundo a entidade sindical, o modelo proposto pelo governo estadual pode afrontar princípios constitucionais relacionados ao ingresso no serviço público, especialmente por envolver atividade considerada permanente e essencial ao Estado.

Os autos também mostram que a Secretaria de Planejamento encaminhou o processo para análise técnica da Superintendência de Provimento, Aplicação e Monitoramento, responsável por avaliar aspectos administrativos, quantitativos e financeiros da possível contratação.

O caso deverá ser analisado pelo Poder Judiciário, que decidirá sobre o pedido liminar apresentado pelo sindicato.

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