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Chapa 2 é reeleita para comandar o CRMV-MT em Estado que lidera produção agropecuária do país

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O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Mato Grosso (CRMV-MT) realizou nesta sexta-feira (08) a eleição que definiu a nova Diretoria Executiva e os Conselheiros responsáveis pela condução da autarquia no triênio 2026-2029.

Com 1.438 votos e 55% dos votos válidos, a Chapa 2 – Construindo Legado foi reeleita para seguir à frente do Conselho em um dos Estados mais importantes do agronegócio brasileiro e que possui papel estratégico na produção de alimentos, defesa sanitária animal e saúde pública.

A eleição ocorreu de forma 100% on-line, permitindo a participação de médicos-veterinários e zootecnistas de todas as regiões de Mato Grosso. Ao todo, foram registrados 2.841 votos, sendo: 1.177 destinados à Chapa 1 – INTEGRA CRMV-MT e 1.438 à Chapa 2 – CONSTRUINDO LEGADO. Também foram contabilizados 104 votos em branco e 122 votos nulos.

A Medicina Veterinária e a Zootecnia exercem papel fundamental em Mato Grosso, Estado que lidera a produção agropecuária nacional e possui destaque na pecuária, produção de proteína animal, exportações e vigilância sanitária. Os profissionais das duas áreas atuam diretamente na saúde animal, saúde pública, segurança alimentar, sustentabilidade, inspeção de produtos de origem animal e fortalecimento da economia.

Durante todo o processo eleitoral, os trabalhos foram acompanhados pela Comissão Eleitoral Regional de Mato Grosso (CER-MT), presidida pela médica-veterinária Isabela Thommen Maciel Sarto, juntamente com os representantes enviados pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV): o delegado observador José Cecílio Martins Neto e o assessor jurídico Thiago Mattos da Silva, além de representantes das chapas concorrentes.

A condução do pleito contou ainda com o suporte de empresa especializada em eleições eletrônicas, garantindo transparência, segurança e lisura ao processo eleitoral.
O mandato da nova gestão do CRMV-MT será exercido no período de 09 de setembro de 2026 a 08 de setembro de 2029.

Confira abaixo a Diretoria Executiva e os Conselheiros eleitos para a gestão 2026-2029:

Diretoria Executiva
Presidente: Méd. Vet. Aruaque Lotufo Ferraz de Oliveira – CRMV-MT 2683
Vice-presidente: Méd. Vet. Kátia Gouveia Sales – CRMV-MT 2354
Secretário-geral: Méd. Vet. Valney Souza Correa – CRMV-MT 1641
Tesoureira: Méd. Vet. Andréia Stragliotto Pires – CRMV-MT 2203

Conselheiros efetivos
Méd. Vet. Danny Franciele da Silva Dias Moraes – CRMV-MT 4271
Méd. Vet. Nilton Cecílio de Mesquita Júnior – CRMV-MT 3337
Méd. Vet. Laura Gabriela da Cunha – CRMV-MT 1632
Méd. Vet. Leny Rosa Filho – CRMV-MT 1642
Méd. Vet. Afonso Lodovico Sinkoc – CRMV-MT 1565
Zoot. Luciano da Silva Cabral – CRMV-MT 0224/Z

Conselheiros suplentes
Méd. Vet. Jader Luis de Araújo Mendes Bahia – CRMV-MT 3379
Méd. Vet. Liana Cristina de Moura Soares – CRMV-MT 3499
Méd. Vet. Marta Maria Alves de Sousa – CRMV-MT 2175
Méd. Vet. Karl Hermann Bertogna Degenhard – CRMV-MT 3180
Zoot. Eduardo Bueno de Queiroz Baroni – CRMV-MT 0554/Z
Méd. Vet. Alessandra Kataoka – CRMV-MT 4502

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Defesa de Bolsonaro questiona julgamento e pede revisão criminal no STF

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O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a acionar o Supremo Tribunal Federal em uma nova tentativa de reverter a condenação relacionada às investigações sobre a suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

A defesa do ex-chefe do Executivo protocolou um pedido de revisão criminal solicitando a anulação da pena, que ultrapassa 27 anos de prisão. Os advogados alegam que o processo apresenta falhas processuais e questionam a condução do julgamento realizado no STF.

Entre os argumentos apresentados pela equipe jurídica está a contestação sobre a forma como o caso foi analisado pela Corte. Segundo a defesa, o julgamento deveria ter ocorrido no plenário completo do Supremo e não apenas em uma das turmas do tribunal.

Outro ponto levantado pelos advogados envolve a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, considerada uma das principais bases das investigações. A defesa sustenta que o acordo de colaboração possui inconsistências que comprometeriam a validade das provas utilizadas no processo.

Os representantes de Bolsonaro também afirmam que não há elementos concretos que liguem diretamente o ex-presidente aos atos de 8 de janeiro ou a uma eventual articulação para ruptura institucional.

Além da revisão criminal, os advogados pedem que o caso deixe de estar sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelas investigações relacionadas aos atos antidemocráticos.

Conforme as regras internas do STF, o recurso deverá ser analisado pela Segunda Turma da Corte, atualmente composta pelos ministros André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.

O novo recurso amplia mais um capítulo da disputa jurídica envolvendo Bolsonaro e os processos relacionados aos atos investigados pela Suprema Corte.

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Polícia busca autor de execução de jovem dentro de casa noturna em Poxoréu

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Uma jovem identificada como Lavignia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, foi assassinada a tiros na cabeça na madrugada deste sábado (10), dentro da casa noturna Casa Noturna Rezende, em Poxoréu, município localizado a 259 quilômetros de Cuiabá.

Segundo informações da Polícia Militar de Mato Grosso, a jovem havia acabado de chegar ao estabelecimento quando foi surpreendida por um homem armado. Testemunhas relataram que o suspeito se aproximou por trás da vítima, sacou uma arma de fogo da cintura e efetuou um disparo na cabeça dela.

Ainda conforme os relatos, após Lavignia cair no chão, o criminoso teria feito um segundo disparo na cabeça da jovem antes de fugir do local. O caso causou pânico entre frequentadores da casa noturna.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil de Mato Grosso e da Politec, responsáveis pelos procedimentos de investigação e perícia.

Até o momento, nenhum suspeito foi preso. A Polícia Civil investiga a motivação do crime e trabalha com a hipótese de feminicídio.

A violência contra a mulher pode ser denunciada de forma anônima pelos telefones 180, 181, 190 ou 197. Em Mato Grosso, também é possível registrar boletim de ocorrência por meio da Delegacia Digital.

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Vítimas de violência doméstica podem pedir medidas protetivas sem sair de casa

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Você sabia que em Mato Grosso é possível registrar uma ocorrência e solicitar medidas protetivas totalmente online, por meio dos canais SOS Mulher e Delegacia Virtual? Os canais também estão disponíveis por meio dos aplicativos oficiais e podem ser baixados gratuitamente.

E o processo é simples e pode ser realizado em poucos passos:

  • Acesse delegaciadigital.pjc.mt.gov.br ou sosmulher.pjc.mt.gov.br;
  • Realize o registro do boletim de ocorrência;
  • Após o registro, solicite a medida protetiva de urgência;
  • Preencha as informações necessárias para análise;
  • Após o envio, os dados são encaminhados automaticamente para continuidade do atendimento.

Em 2025, foram solicitadas 18.223 medidas protetivas de urgência em Mato Grosso.

“Embora seja um importante instrumento de proteção, muitas vítimas não solicitam medidas protetivas quando são atendidas na delegacia, mesmo após relatarem a violência sofrida, e diversos fatores contribuem para essa decisão”, observou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, delegada Judá Maali.

A coordenadora acredita que a facilidade de solicitar as medidas protetivas imediatamente após o registro do boletim de ocorrência, sem nem mesmo precisar sair de casa, promove uma maior adesão das vítimas a esse mecanismo de proteção.

Atendimento ágil e integrado

Segundo o coordenador de tecnologia da Polícia Civil, Fábio Ferreira, ao registrar a ocorrência na Delegacia Virtual, a vítima é direcionada automaticamente ao sistema SOS Mulher, permitindo continuidade no atendimento sem necessidade de novo preenchimento.

A solicitação é analisada por um delegado(a) da Polícia Civil, com validade inicial de até cinco dias, até apreciação pelo Poder Judiciário. O sistema é integrado ao Processo Judicial eletrônico (PJe), garantindo maior agilidade e segurança, com respostas que podem ocorrer em poucas horas.

Funcionalidades adicionais

O SOS Mulher também conta com o recurso de botão do pânico virtual, que pode ser acionado pela vítima em caso de descumprimento da medida protetiva, permitindo resposta rápida das forças de segurança.

O serviço atende todos os tipos de violência doméstica, com exceção dos casos de violência sexual, que exigem atendimento presencial especializado.

O acesso aos sistemas está disponível de forma contínua, permitindo que a vítima registre e solicite proteção a qualquer momento.

Integração institucional

O SOS Mulher MT foi criado em 2021 e é resultado da integração entre a Polícia Judiciária Civil, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso e a Secretaria de Estado de Segurança Pública, com o objetivo de ampliar o acesso à proteção e garantir maior celeridade no atendimento às vítimas.

Acesse a Delegacia Virtual em delegaciadigital.pjc.mt.gov.br e o aplicativo SOS Mulher pelo portal sosmulher.pjc.mt.gov.br.

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