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Política Nacional

Zema e Nikolas são criticados por ‘falta de apoio’ em tragédias em MG

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O estado de Minas Gerais enfrenta uma das piores tragédias causadas por fortes chuvas dos últimos anos. A cidade de Juiz de Fora, uma das mais atingidas por deslizamentos de terra e inundações, está em estado de calamidade pública desde a madrugada de terça-feira (24). O município registra mais de 4.200 desabrigados e desalojados.

Em Ubá, segundo o Corpo de Bombeiros, há cerca de 1.200 desalojados e 500 desabrigados. Já em Matias Barbosa, cidade vizinha a Juiz de Fora, são 810 desalojados. Ao todo, as cidades afetadas já contabilizam 62 mortes e nove pessoas seguem desaparecidas.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, visitou algumas das áreas atingidas, mas recebeu críticas de moradores. Parte da população alega falta de investimentos em prevenção de desastres e políticas voltadas às mudanças climáticas. Durante agenda em Ubá, uma moradora protestou e cobrou apoio imediato às famílias afetadas pelos temporais. Outros moradores afirmaram que a visita teve caráter mais simbólico do que prático.

O deputado federal Nikolas Ferreira também foi alvo de cobranças nas redes sociais por suposta ausência de apoio às vítimas. Após ser questionado, o parlamentar trocou críticas públicas com o influenciador digital Rafael Lange. O embate ganhou repercussão online e gerou novos questionamentos por parte de internautas.

Diante da repercussão, Nikolas visitou cidades afetadas e afirmou que a tragédia era “anunciada”, cobrando providências das autoridades, sem mencionar diretamente o governador, que é aliado político.

Enquanto isso, equipes de resgate seguem atuando nas áreas atingidas, e municípios organizam ações emergenciais para acolher desabrigados e restabelecer serviços essenciais.

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Política Nacional

Veja antecipa cenário com liderança de Flávio Bolsonaro em nova sondagem

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A próxima pesquisa do Paraná Pesquisas pode indicar uma alteração relevante no cenário eleitoral nacional. De acordo com antecipação divulgada pela revista Veja, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na primeira colocação nas intenções de voto, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A informação foi tornada pública nesta terça-feira (24), a partir de comentário do colunista Robson Bonin, da coluna Radar, durante participação no programa Ponto de Vista. Segundo a publicação, os dados ainda não oficialmente divulgados indicariam crescimento do parlamentar fluminense no eleitorado.

A possível liderança de Flávio Bolsonaro estaria relacionada a fatores políticos recentes e à movimentação de eleitores identificados com o campo conservador. Entre os elementos citados pela revista está a repercussão negativa do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, além da transferência de parte do capital eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o filho.

A tendência apontada, caso confirmada na divulgação oficial da pesquisa, poderá redesenhar o debate político e influenciar articulações partidárias para as eleições de 2026.

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Política Nacional

Haddad prepara estudo sobre ‘tarifa zero’ e proposta pode virar bandeira de Lula em 2026

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Antes de deixar o comando do Ministério da Fazenda, Fernando Haddad recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a missão de apresentar, até abril, um estudo detalhado sobre como financiar a tarifa zero no transporte público.

A proposta, chamada nos bastidores de “SUS do Transporte Público”, é vista como uma das possíveis bandeiras centrais da campanha presidencial de 2026. A ideia do governo é enviar o projeto ao Congresso ainda neste ano e incorporá-lo oficialmente ao programa de governo, estruturando um sistema nacional unificado de financiamento do transporte coletivo, nos moldes do Sistema Único de Saúde.

Reformulação estrutural no financiamento

A avaliação interna é de que zerar a tarifa não pode depender apenas de repasses pontuais da União, estados ou municípios. O entendimento é que será necessária uma reformulação ampla e permanente da forma como o transporte público é financiado no país, com fontes estáveis de recursos.

O secretário de Comunicação do PT, Jilmar Tatto, afirmou que o tema já foi discutido diretamente com Lula e que há reuniões em andamento para estruturar a proposta.

Congresso sinaliza abertura ao debate

No Legislativo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou a parlamentares e prefeitos que pretende criar uma subcomissão específica para discutir as fontes de financiamento da tarifa zero, institucionalizando o debate na Casa.

Custo estimado entre R$ 65 bilhões e R$ 90 bilhões

Enquanto o estudo oficial da Fazenda não é concluído, o governo se apoia em pesquisas acadêmicas. Um levantamento indica que a gratuidade no transporte municipal teria custo anual estimado em R$ 65 bilhões. Já projeções mais amplas apontam que a implementação em escala nacional pode chegar a R$ 90 bilhões por ano.

Vale-transporte pode ser reformulado

Uma das alternativas em discussão prevê mudanças no atual modelo de vale-transporte. A proposta, atribuída a Jilmar Tatto, sugere o fim do desconto de 6% no salário do trabalhador e a criação de uma contribuição fixa mensal por empregado — entre R$ 100 e R$ 200 — paga pelos empregadores.

Os recursos arrecadados formariam um fundo nacional estimado em cerca de R$ 100 bilhões anuais, valor que, segundo cálculos defendidos por integrantes do PT, seria suficiente para sustentar a política de gratuidade.

Com o compromisso assumido diretamente com Lula, Haddad deve concluir o estudo antes de deixar o cargo. A expectativa é de que o tema ganhe ritmo nas próximas semanas e se consolide como uma das principais apostas estratégicas do governo para 2026.

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Política Nacional

Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni são escolhidos para disputa em SC

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) definiu a composição da chapa do partido ao Senado por Santa Catarina. Segundo aliados, os escolhidos são o vereador Carlos Bolsonaro (PL) e a deputada federal Caroline de Toni (PL).

A decisão foi relatada pelo líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), após visita ao ex-presidente neste mês. De acordo com ele, Bolsonaro comunicou pessoalmente a definição, informação que também foi confirmada por outros interlocutores próximos.

Caroline de Toni era apontada como o nome preferido da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para disputar a vaga no Senado por Santa Catarina. Aliados afirmam que essa preferência teve peso na escolha final.

A composição indica a estratégia de chapa pura do PL no estado e, na prática, diverge da posição do governador Jorginho Mello (PL), que defende a manutenção do apoio à reeleição do senador Esperidião Amin (PP).

Embora Amin seja considerado aliado do bolsonarismo em Santa Catarina, a decisão de Bolsonaro teria levado em conta levantamentos internos que apontam melhor desempenho eleitoral da deputada, além de maior alinhamento político e confiança na sua candidatura.

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