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Vocalista do 3 Doors Down, Brad Arnold falece após batalha contra câncer renal

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O vocalista da banda de rock alternativo 3 Doors Down, Brad Arnold, morreu neste sábado (7), aos 47 anos, após enfrentar um câncer renal. A morte do artista norte-americano foi confirmada pelo próprio grupo por meio das redes sociais.

Arnold havia tornado público o diagnóstico da doença em 2025 e, na ocasião, chegou a cancelar sua participação em uma turnê da banda para se dedicar integralmente ao tratamento. Em uma publicação feita naquele ano, o cantor revelou que o câncer havia evoluído para metástase no pulmão, em estágio 4.

Ainda segundo o relato, a música It’s Not My Time, composta pelo 3 Doors Down, passou a representar um símbolo pessoal de força e resistência durante o enfrentamento da doença.

De acordo com a banda, Brad Arnold morreu em casa, enquanto dormia, cercado pela esposa, Jennifer, e por outros familiares.

Em homenagem ao vocalista, o 3 Doors Down destacou a importância de Arnold para a história do rock contemporâneo. “Como membro fundador, vocalista e baterista original da banda, Brad ajudou a redefinir o rock mainstream, unindo o pós-grunge a letras diretas e emocionalmente acessíveis. Suas composições marcaram uma geração e ultrapassaram os palcos, criando conexões profundas com o público”, publicou o grupo no Instagram.

Brad Arnold fundou o 3 Doors Down em 1996, ao lado de Matt Roberts e Todd Harrell. A banda alcançou projeção internacional com o lançamento do álbum The Better Life, em 2000. Entre os maiores sucessos estão Kryptonite e Here Without You, esta última bastante popular no Brasil após integrar a trilha sonora da novela Malhação, da TV Globo, em 2004.

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Rainha do sertanejo grava projeto audiovisual em casa noturna de Cuiabá

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A cantora Roberta Miranda grava, nesta quinta-feira, seu novo videoclipe na boate Valley, em Cuiabá. A produção será aberta ao público, mediante compra de ingresso na portaria,  com portões liberados a partir das 21h, reunindo fãs e frequentadores da casa noturna para acompanhar de perto o momento.

Com 13 anos de atuação na capital, a Valley se consolidou como um dos principais espaços de entretenimento noturno de Mato Grosso. O local recebe artistas de projeção nacional e se tornou ponto de referência para lançamentos musicais e gravações de projetos audiovisuais, reforçando a presença de Cuiabá no circuito da música brasileira.

A canção escolhida por Roberta Miranda é inédita e integra mais um capítulo da trajetória da artista, que mantém forte ligação com o sertanejo tradicional. Nascida em João Pessoa e criada em São Paulo, ela é reconhecida como uma das principais vozes femininas do gênero, com carreira iniciada nos anos 1980 e mais de 28 milhões de discos vendidos.

Mesmo após décadas de atividade artística, a cantora segue com agenda ativa, presença nas plataformas digitais e reconhecimento recente no Prêmio da Música Popular Brasileira de 2024, onde foi premiada como melhor intérprete de sertanejo.

Além da gravação do clipe, a programação da noite inclui apresentações de Fernando Siqueira, Douglas Cabral e da dupla Leo & Leandro, movimentando a cena cultural da capital e reunindo o público em torno de um momento marcante da carreira de Roberta Miranda.

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De Luma a Virginia: coleira volta à avenida em versão apaixonada

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Estreando na Marquês de Sapucaí, Virginia Fonseca mostrou que não veio para ser figurante no Carnaval — veio para virar assunto. A influenciadora apostou em uma releitura de um dos looks mais icônicos da folia: a famosa coleira usada por Luma de Oliveira no desfile da Tradição, em 1998. Só que, claro, com um toque bem 2026.

No acessório, Virginia estampou o nome do namorado, o jogador Vini Jr., transformando a fantasia em uma verdadeira declaração pública de amor. E a reação dele? Segundo contou ao Gshow, foi bem a cara do casal: “Ele sempre fala: ‘Você é a mais maluca que eu já conheci na vida’”, disse ela, entre risos.

Rainha de bateria da Grande Rio, Virginia também comentou as comparações com Luma e a antiga polêmica em torno do figurino. Para ela, a leitura é outra. “Na época, falaram que a Luma estava sendo submissa ao marido. Não vejo com esse olhar. Acredito que ela era apaixonada e quis exaltar o marido em um momento em que estava sendo exaltada. Casal é isso: os dois crescem juntos, somam… se não for soma, não faz sentido”, refletiu.

Entre brilho, ousadia e romantismo em plena avenida, Virginia provou que, além de fantasia, sabe criar narrativa — e das que fazem o Carnaval sair do sambódromo direto para as redes.

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Catherine O’Hara, estrela de Esqueceram de Mim, morre aos 71 anos

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Morreu na sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, aos 71 anos, a atriz canadense Catherine O’Hara, conhecidamundialmente por papéis marcantes em filmes e séries como Esqueceram de Mim, Beetlejuice e Schitt’s Creek. A causa da morte não foi oficialmente divulgada.


A confirmação da morte de Catherine O’Hara foi divulgada por representantes da atriz à imprensa e repercutiu amplamente nas mídias internacionais nesta sexta-feira. A artista faleceu aos 71 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, deixando um legado de mais de quatro décadas de carreira no cinema e na televisão.

O’Hara ganhou fama mundial ao interpretar Kate McCallister, a mãe do jovem Kevin na franquia de comédias Esqueceram de Mim, um dos filmes mais populares da cultura pop nos anos 1990. Além desse papel, ela também foi lembrada por sua atuação como Delia Deetz no clássico Beetlejuice e como a excêntrica Moira Rose na aclamada série Schitt’s Creek, papel que lhe rendeu prêmios e reconhecimento da crítica.

A atriz iniciou sua trajetória artística no grupo de comédia de improviso Second City Television (SCTV) e construiu uma carreira marcada pela versatilidade e humor, transitando entre papéis em longas-metragens, televisão e projetos de comédia ao longo de décadas.

A causa exata da morte ainda não foi tornada pública pelas autoridades ou familiares. O’Hara deixa o marido, o designer de produção Bo Welch, e dois filhos.


Artistas, fãs e colegas de elenco têm prestado homenagens nas redes sociais, lembrando a contribuição de O’Hara para o cinema e para a comédia mundial. Sua carreira influenciou gerações de atores e espectadores, e suas performances permanecem entre as mais lembradas da história recente do entretenimento.

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