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Polícia busca segundo envolvido em morte de motorista

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Um homem de 26 anos, identificado como Michael Douglas de Paula Santos, foi preso na manhã desta quarta-feira (11), suspeito de envolvimento na morte do advogado e motorista de aplicativo Paulo de Souza Freitas Júnior, em Rondonópolis, a 212 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito teve o mandado de prisão temporária cumprido no Residencial Celina Bezerra. Em depoimento, ele confessou participação no crime e relatou que a vítima teria reagido ao assalto.

Paulo estava desaparecido desde a noite de quinta-feira (5), quando saiu para realizar uma corrida por aplicativo e não retornou. Na manhã de sexta-feira (6), o veículo dele, um BYD Mini Dolphin branco, foi localizado abandonado em uma estrada vicinal aos fundos do bairro Celina Bezerra. Dentro do carro, documentos foram encontrados parcialmente queimados.

Horas depois, o corpo do advogado foi encontrado em uma área de mata no bairro Alto Vista Parque.

Segundo as investigações, Michael Douglas e um comparsa, que ainda não foi localizado, teriam solicitado a corrida de forma aleatória pelo aplicativo. Durante o trajeto, anunciaram o assalto. Conforme relato do suspeito, Paulo teria reagido, momento em que foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”. A vítima morreu no local e, em seguida, o corpo foi deixado na área de mata.

Após o depoimento, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia. A Polícia Civil continua as buscas para localizar o segundo envolvido no crime e concluir o inquérito.

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Braço direito de “Vovozona” é capturado no Rio de Janeiro; VEJA VÍDEO

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O braço direito do principal alvo da Operação Imperium, o faccionado A.A.S.N. foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, após ser localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ação resultou ainda na apreensão dois veículos, uma BMW ligada ao grupo criminoso e uma caminhonete Chevrolet S-10, que era utilizada pelo faccionado no estado fluminense.

Deflagrada na terça-feira (10.2), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a operação tem como foco a asfixia financeira de um dos núcleos da facção criminosa atuante na região sul de Mato Grosso. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria firmada entre as instituições, que já resultou em diversas prisões

 

O preso, apontado como principal executor das tarefas determinadas pelo líder da facção, G.R.S., o “Vovozona”, foi localizado e preso, em um momento de lazer, enquanto desfrutava o dia e consumia produtos em uma conveniência em frente a praia do Recreio. Com ele, foi apreendida a caminhonete S-10, adquirida por meio da atividade criminosa.

Dentre suas funções na estrutura criminosa, o faccionado era o responsável por repassar para os valores entre a “ponta” da facção e a liderança, atuando como uma espécie de contador e prestador de contas do grupo ligado diretamente ao líder.

Outro trabalho executado pelo investigado, era o de adquirir e levar veículos de luxo, de alto valor, para o Rio de Janeiro, onde seriam utilizados pelo líder da facção criminosa. Durante os levantamentos, foi possível identificar registros do veículo BMW, rodando na cidade do Rio de Janeiro.

As investigações identificaram que a BMW, estava registrada em nome de uma empresa cuja sócia-proprietária é apontada como operadora financeira da facção, que também foi alvo da operação, presa no estado do Paraná.

Além de ser apontado como braço direito de Vovozona, A.A.S.N. possui condenação por tráfico de drogas e possui uma empresa registrada em Lucas do Rio Verde, inexistente fisicamente.

Para o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os elementos apurados evidenciam a prática de crimes de uso de documentos falsos e de lavagem de dinheiro, realizada pela facção criminosa de forma estruturada, estável e permanente.

“A prisão do braço direito do líder  e a apreensão de bens atende diretamente o foco da operação, que é  atacar o poder financeiro do grupo criminoso, seja assegurando o bem para evitar perecimento e dilapidação, seja bloqueando valores em contas, enfraquecendo a sua atuação”, disse o delegado.

VEJA VÍDEO:

 

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MT tem 18 foragidos por feminicídio e Coronel Fernanda cobra rigor no cumprimento de prisões

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Mato Grosso possui atualmente 18 homens foragidos da Justiça acusados de feminicídio, conforme levantamento divulgado nesta semana. Os mandados incluem prisões preventivas, temporárias, ordens de recaptura e até casos com condenação definitiva, quando o réu já deveria estar cumprindo pena.

Os mandados em aberto foram expedidos na Capital, Cuiabá, e em municípios como Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Alta Floresta, Vila Rica, Porto Alegre do Norte, São Félix do Araguaia, entre outros.

Os casos envolvem crimes registrados entre agosto de 2019 e junho de 2024.

O feminicídio é caracterizado pelo assassinato de mulheres em razão de sua condição de ser mulher e representa a forma mais extrema de violência. Em Mato Grosso, somente em 2025, mais de 50 mulheres foram mortas nessa condição, segundo dados recentes.

A deputada federal Coronel Fernanda, que também é Procuradora da Mulher na Câmara, manifestou preocupação com os números e defendeu maior rigor no cumprimento das ordens judiciais.

Segundo a parlamentar, a existência de criminosos foragidos representa ameaça direta à segurança das mulheres e reforça a sensação de impunidade.

A deputada destacou que muitos casos de feminicídio são precedidos por histórico de violência doméstica, ameaças e agressões. Para ela, o enfrentamento ao crime exige atuação integrada entre forças de segurança, Judiciário e redes de proteção às vítimas.

Coronel Fernanda ressaltou que, como Procuradora da Mulher, tem atuado para fortalecer políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e à responsabilização dos agressores.

Entre as iniciativas defendidas pela parlamentar está o Projeto de Lei nº 2525/2024, de sua autoria, que institui um protocolo nacional para padronizar o atendimento às vítimas de crimes sexuais. A proposta estabelece prazos para realização de exame de corpo de delito, atendimento médico imediato, administração de medicamentos preventivos contra doenças e gravidez, além da preservação de provas e acompanhamento psicológico e social às vítimas. O projeto deve ser votado ainda neste ano na Câmara dos Deputados.

Para a deputada, a proposta representa um avanço no combate à violência contra a mulher, ao garantir respostas mais rápidas do Estado e maior eficiência na responsabilização dos criminosos. Segundo ela, a padronização dos procedimentos contribui para evitar falhas na coleta de provas e amplia a proteção às vítimas desde os primeiros momentos após a denúncia.

Ela também defendeu a ampliação do acesso às medidas protetivas, o fortalecimento das estruturas de acolhimento e campanhas de conscientização para incentivar denúncias.

A parlamentar afirmou ainda que a resposta do Estado precisa ser rápida e eficaz, destacando que falhas na punição contribuem para a continuidade do ciclo de violência.

Para a deputada, combater o feminicídio deve ser prioridade permanente das instituições públicas e da sociedade.

Saiba quem são os procurados por feminicídio com mandados de prisão pendentes em Mato Grosso:

* Antonio Pereira de Souza
Data de nascimento: não consta
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 30/08/2019
* Rai Santiago do Nascimento
Data de nascimento: 20/09/1991
Tipo de prisão: por condenação transitada em julgado
Procurado desde: 03/07/2020
* Rinaldo Martins
Data de nascimento: 05/11/1964
Tipo de prisão: temporária
Procurado desde: 05/08/2020
* Jorge Alves dos Santos
Data de nascimento: 22/06/1993
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 01/12/2020
* Helton Jonshon Dutra Lopes
Data de nascimento: 20/07/1989
Tipo de prisão: por condenação transitada em julgado
Procurado desde: 25/03/2021
* João Correia Diniz
Data de nascimento: 01/09/1954
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 30/09/2021
* João da Cruz Mariano
Data de nascimento: 01/04/1964
Tipo de prisão: recaptura
Procurado desde: 17/11/2021
* José de Jesus Florencio
Data de nascimento: não consta
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 02/02/2022
* Raffael Campos Martins
Data de nascimento: 06/07/1989
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 30/04/2022
* Francisco Sousa
Data de nascimento: 04/08/1958
Tipo de prisão: por condenação transitada em julgado
Procurado desde: 23/02/2023
* Robson Paula Franco
Data de nascimento: 13/04/1970
Tipo de prisão: por condenação transitada em julgado
Procurado desde: 27/04/2023
* Julio Cesar Gonçalves de Sousa
Data de nascimento: 13/03/1987
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 01/06/2023
* Raimundo Jose Marques
Data de nascimento: 26/08/1975
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 23/08/2023
* Aluizio Bruno Barros Filho
Data de nascimento: 13/04/1976
Tipo de prisão: por condenação transitada em julgado
Procurado desde: 11/10/2023
* Luzenilson Rodrigues Reis
Data de nascimento: não consta
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 29/12/2023
* Marco Aurelio Franca Siqueira
Data de nascimento: não consta
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 04/01/2024
* Manoel Antonio dos Santos
Data de nascimento: 08/07/1932
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 18/01/2024
* Carlos Rangel Ferreira da Costa
Data de nascimento: não consta
Tipo de prisão: preventiva
Procurado desde: 07/06/2024

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Delegado afirma que prints e áudios contra policiais foram manipulados por facção

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A divulgação de prints e áudios que sugerem supostos abusos policiais na Delegacia de Sorriso, no interior de Mato Grosso, teve um novo desdobramento nesta segunda-feira (9). Em entrevista exclusiva, o delegado Bruno França Ferreira afirmou que o material faz parte de uma estratégia articulada pela cúpula de uma organização criminosa para tentar descredibilizar agentes da unidade.

Segundo o delegado, os conteúdos teriam sido produzidos a partir de um celular institucional furtado em outubro de 2025. O aparelho, conforme relatado, teria sido entregue diretamente a lideranças do crime organizado, que passaram a utilizar mensagens e áudios para criar “provas” manipuladas contra policiais civis.

De acordo com França, a pessoa responsável pelo furto já foi identificada. Ele explica que parte do material divulgado contém mensagens reais, porém editadas ou recortadas de forma a alterar completamente o sentido original das conversas. “Iniciou-se a publicação de vários prints, alguns falsificados e outros editados, sempre induzindo a interpretação de algum ato ilícito por parte de policiais”, afirmou.

O delegado ressaltou ainda que os áudios divulgados estariam fora de contexto ou corresponderiam a conversas informais, utilizadas de maneira isolada para sugerir irregularidades. “São áudios de tiração de sarro ou diálogos que, quando retirados do contexto, passam a impressão de ilegalidade, quando na verdade se tratava de atividade legal da Polícia Civil”, explicou.

Segundo ele, a delegacia possui os registros originais das conversas, o que permitiria comprovar a manipulação. “Alguns prints são verdadeiros, mas houve recortes estratégicos para distorcer o que estava sendo dito”, completou.

França também criticou a repercussão do material sem a apresentação do contraponto institucional. De acordo com o delegado, veículos de imprensa da capital teriam publicado o conteúdo sem ouvir a versão da Polícia Civil, o que, segundo ele, causou prejuízos à imagem da corporação.

A circulação das mensagens coincidiu com a prisão do investigador Manoel Batista da Silva, acusado de estupro contra uma detenta. Para o delegado, o crime organizado se aproveitou do momento de fragilidade institucional para voltar a disseminar o material furtado meses antes, ampliando a crise e tentando enfraquecer a atuação da delegacia.

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