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Política Nacional

Pesquisas internas acendem alerta no PT durante o Carnaval; Flávio Bolsonaro estaria na frente

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Pesquisas internas de acompanhamento diário, produzidas para o mercado financeiro e que chegaram a lideranças do Partido dos Trabalhadores e integrantes do governo, acenderam um sinal de alerta entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o Carnaval. A informação foi divulgada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Em ao menos dois dias do período, simulações de segundo turno teriam apontado o senador Flávio Bolsonaro à frente de Lula. Segundo relatos de pessoas com acesso aos dados, houve aumento na rejeição ao presidente, chegando a superar a aprovação em mais de quatro pontos percentuais, o que ampliou a preocupação no Palácio do Planalto.

Após o Carnaval, no entanto, o cenário teria apresentado ajustes. As mesmas sondagens indicaram recuo na desaprovação de Lula, movimento que também teria atingido seu principal adversário no atual cenário pré-eleitoral.

De acordo com uma liderança petista que acompanha os levantamentos, a alta na rejeição não se consolidou em um novo patamar mais elevado. Apesar da melhora pontual, o governo ainda enfrenta o desafio de fazer a aprovação voltar a superar a reprovação.

Pesquisas divulgadas em dezembro e janeiro já apontavam cenário desfavorável ao presidente. No início de dezembro, levantamento do Datafolha indicou empate técnico na avaliação pessoal do chefe do Executivo: 49% de desaprovação contra 48% de aprovação.

Desde então, levantamentos públicos passaram a registrar de forma recorrente a avaliação negativa acima da positiva, reforçando a necessidade de ajustes na estratégia política e de comunicação do governo.

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Política Nacional

Gisela é reconduzida à CCJ e consolida protagonismo no núcleo mais estratégico da Câmara

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Vice-líder do maior bloco parlamentar da Câmara dos Deputados – que reúne oito partidos e 363 parlamentares -, a deputada federal Gisela Simona (União Brasil-MT) foi reconduzida, pelo terceiro ano consecutivo, à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), considerada a instância mais estratégica e influente do Parlamento brasileiro.

A CCJ é o principal filtro constitucional da Câmara. É por ela que passam todos os projetos de lei antes de seguirem para votação em plenário. Assim, cabe à comissão analisar a constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa das propostas, além de abrir o primeiro grande campo de debate sobre temas que frequentemente dominam a agenda nacional.

A permanência de Gisela na CCJ consolida o reconhecimento de sua atuação técnica, firme e combativa em pautas estruturantes. E a consolida dentro de um espaço político que definitivamente é o centro das decisões legislativas.

“Ser membro da comissão mais importante da Câmara exige responsabilidade, coragem e compromisso com a Constituição. É ali que garantimos que cada projeto aprovado esteja em sintonia com os princípios que regem o país e com o que a sociedade espera do Parlamento”, afirma.

Nos últimos 32 meses, a parlamentar se posicionou de forma clara em debates sensíveis. E deve analisar, em breve, junto com outros membros da CCJ, propostas como o fim da escala 6×1: regime em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um, e a discussão sobre a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes cometidos com violência extrema.

Advogada de formação, sua atuação técnica lhe garantiu a relatoria do chamado ‘Pacote Antifeminicídio’, aprovado na Câmara em setembro de 2024 e convertido em lei no mês seguinte, ampliando o rigor das penas e estabelecendo punição de até 40 anos de prisão para feminicidas: um marco no enfrentamento à violência de gênero no país. A parlamentar igualmente lidera a bancada feminina do partido, composta por 11 deputadas na Câmara, ampliando sua influência nos debates de gênero e direitos fundamentais.

Gisela igualmente integra a comissão especial que analisa a chamada ‘PEC da Reparação’ –  PEC 27/2024 -, proposta que cria mecanismos de correção histórica e promoção de igualdade à população negra brasileira, a Comissão de Defesa da Mulher e  faz parte da Comissão dos Direitos do Consumidor. Outra de suas frentes históricas de atuação, que levou a deputada  a protocolar o PL 4698/2025, que propõe a extinção do crédito consignado para aposentados e pensionistas, diante de denúncias recorrentes de falta de informação adequada e endividamento abusivo. E pediu a proibição de operações de crédito em nome de menores de idade, após a revelação, na CPMI do INSS, do uso irregular de mais de 500 mil CPFs de crianças e adolescentes.

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Estela Aranha assume relatoria de ação sobre enredo da Acadêmicos de Niterói

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A ministra Estela Aranha, indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Tribunal Superior Eleitoral, foi definida como relatora da ação que questiona o samba-enredo da Acadêmicos de Niterói para o Carnaval 2026.

A representação foi apresentada pelo Partido Novo, que acusa Lula, o Partido dos Trabalhadores e a escola de samba de prática de propaganda eleitoral antecipada. O questionamento tem como base o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.

Na ação, o Novo solicita a aplicação de multa de R$ 9,65 milhões — valor que, segundo a legenda, corresponde ao custo total estimado do desfile. O partido argumenta que a apresentação ultrapassaria o caráter de homenagem cultural, configurando, na sua avaliação, promoção política antecipada ao associar a trajetória do presidente a elementos tradicionalmente presentes em campanhas eleitorais.

Estela Aranha tomou posse como ministra do TSE em agosto de 2025. Com atuação reconhecida na área de regulação digital, ela já exerceu o cargo de secretária nacional de Direitos Digitais no Ministério da Justiça e Segurança Pública e foi assessora especial do ministro Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal.

A relatoria caberá à ministra analisar os argumentos apresentados e conduzir o processo dentro dos trâmites da Justiça Eleitoral.

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Michelle Bolsonaro reage a deboche contra Bolsonaro na Sapucaí

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou uma das alegorias apresentadas pela Acadêmicos de Niterói durante o desfile que homenageia Luiz Inácio Lula da Silva.

O carro em questão traz um palhaço preso, usando uma tornozeleira eletrônica danificada, interpretação associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro por Michelle e toda a posição.

Em publicação feita nas redes sociais por volta das 22h20, Michelle rebateu o simbolismo do desfile e afirmou: “Só pra registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”.

Na sinopse do desfile, a escola afirma ainda que Lula “resistiu também a uma tentativa de golpe de Estado, que levou seus mentores para a prisão”. O texto menciona que Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão

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