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Michelly afirma que caso de assédio não deve ser explorado politicamente

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A vereadora Michelly Alencar (União) criticou o que classificou como “uso político e midiático” da denúncia de assédio sexual envolvendo o ex-secretário municipal de Trabalho, William Leite de Campos. A declaração foi feita durante sessão realizada nesta terça-feira (10), na Câmara Municipal.

A manifestação ocorreu após o vereador Jeferson Siqueira (PSD) afirmar que Michelly teria se “calado” diante da denúncia. Em resposta, a parlamentar rejeitou a acusação e afirmou ser contrária à exploração política do caso.

Segundo ela, transformar a situação em um embate midiático desvia o foco da gravidade da denúncia. “Sou contra tornar isso um fato midiático. Um fato para pressionar uma Mesa Diretora feminina, como se nós não defendêssemos as mulheres. Isso pra mim é horrível. É absurdo, porque você esquece do fato em si, que é um assédio que é grave, e acaba focando naquilo que é politiqueiro”, declarou.

O episódio gerou debate entre os parlamentares e ampliou a discussão sobre a condução do caso no âmbito político e institucional. A denúncia segue sendo apurada pelas instâncias competentes.

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Abadás liberados e contagem regressiva iniciada para o Chapada FeijoFolia 2026

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A contagem regressiva já começou e o clima de Carnaval tomou conta de vez da Chapada dos Guimarães. Faltando poucos dias para o Chapada FeijoFolia 2026, a organização anunciou o início da retirada dos abadás de camarote, marcando oficialmente a reta final para um dos eventos mais aguardados da temporada em Mato Grosso.

Com data marcada para 14 de fevereiro, a festa promete reunir mais de 10 mil foliões em um dia inteiro de música, gastronomia e celebração em meio às paisagens naturais que são cartão-postal da região. Agora, com os abadás disponíveis, a energia do público sai do virtual e ganha as ruas, reforçando a expectativa para o grande dia.

Os foliões que garantiram espaço no setor camarote já podem retirar o abadá em três pontos estratégicos. Em Cuiabá, a entrega acontece no Shopping Estação, em quiosque no piso L1, e também no Shopping 3 Américas, na loja Prime Eventos. Já em Chapada dos Guimarães, a retirada é feita na Eddy Eddy Shop. A recomendação é não deixar para a última hora, evitando filas e imprevistos.

Vestir o abadá, para muitos, é o sinal oficial de que o Carnaval começou. E no FeijoFolia, ele é o passaporte para uma experiência diferenciada, com acesso a áreas exclusivas, vista privilegiada do palco e um ambiente mais confortável para curtir os shows.

A programação musical é um dos grandes destaques desta edição. Estão confirmadas atrações nacionais como Art Popular, Grupo CDB – Categoria de Base, Trio Maravilha e a dupla Yuri e Gustavo, além da participação de blocos que já são tradição na folia regional, como Beijo Me Liga, Bode do Karuá, Farofa Cuiabana, Quem Te Viu Mentiu, Nunca Nem Vi e Turma da Laje. A mistura de estilos promete manter o público animado do início ao fim, já que o evento não tem hora para acabar.

Outro ponto alto é a já tradicional feijoada do Buffet Leila Malouf, servida para quem adquiriu camarotes e bangalôs, unindo sabor e festa em uma das combinações mais esperadas do evento.

Além da diversão, o Chapada FeijoFolia mantém o viés solidário. A entrada social é garantida mediante a doação de cinco quilos de alimentos não perecíveis, reforçando o compromisso do evento com ações de apoio à comunidade.

Com abadá em mãos e ansiedade lá em cima, os foliões já vivem o esquenta. A orientação da organização é clara: retirar o kit com antecedência, separar o look, reunir os amigos e se preparar, porque a explosão de música, cores e alegria está prestes a tomar conta da Chapada. O FeijoFolia 2026 já bate à porta.

Vendas pelo WhatsApp com Wender Arruda: (65) 99220-5969
Ou pelo site: www.primeeventoscba.com.br

Informações e cotas comerciais
Wender Arruda – (65) 99220-5969
Edson Guilherme – (65) 99907-6144
Lenise Cavalcanti – (65) 99605-4244
Roberth Melo – (65) 99930-2877

Chapada FeijoFolia 2026 já entrou no radar de quem sabe onde a festa certa acontece. Quem vai, entende. Quem entende… garante o abadá antes que acabe.

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VÍDEO: “Todo mundo vai trabalhar com as armas que tem”, afirma Max Russi

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), avaliou que o cenário político para as eleições de 2026 já começou de forma acirrada e que a tendência é de intensificação das disputas ao longo do ano. A declaração foi dada nesta segunda-feira (2).

Segundo o parlamentar, o ambiente pré-eleitoral deve ser marcado por ações judiciais, embates públicos e estratégias de confronto entre os grupos políticos que disputam espaço nas majoritárias.

Ao comentar a ação popular movida pelo ex-governador Pedro Taques contra o atual governador Mauro Mendes (União), que vem repercutindo no meio político, Russi afirmou que esse tipo de iniciativa é comum em períodos que antecedem as eleições.

“A eleição é assim mesmo e acho que isso vai avançar. A tendência é esquentar ainda mais esse processo, esquentar ainda mais esse debate”, declarou.

Para o presidente da ALMT, a judicialização e o uso de discursos mais duros fazem parte da dinâmica eleitoral, especialmente em cenários de maior polarização.

“Todo mundo vai trabalhar com as armas que tem, fazer a construção que pode, para poder chegar bem ao pleito”, completou.

A avaliação de Russi reforça a percepção de que, mesmo faltando mais de um ano para o pleito, o clima político em Mato Grosso já entrou em ritmo de pré-campanha, com movimentações estratégicas nos bastidores e aumento da tensão entre lideranças estaduais.

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Mato Grosso

Hanseníase tem cura, mas preconceito segue como um dos maiores desafios

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O preconceito histórico em torno da hanseníase ainda é um dos maiores entraves para o diagnóstico precoce e o controle da doença no Brasil. Apesar de ter tratamento e cura, a enfermidade continua cercada por estigmas que levam pacientes ao silêncio, ao medo da exclusão social e até ao abandono do acompanhamento médico.

Em entrevista ao Agora Pod Entretê, a médica dermatologista e hansenóloga Lianni Borges destacou que a discriminação está diretamente ligada à desinformação e a uma herança histórica que associava a doença ao isolamento. No passado, quando não havia medicamentos eficazes, pessoas diagnosticadas eram afastadas da família e da sociedade, imagem que ainda persiste no imaginário popular.

A especialista explicou que a hanseníase é transmitida pelas vias respiratórias, por meio da convivência prolongada com pessoas que não estão em tratamento. Contatos como abraço, beijo, relação sexual ou compartilhamento de objetos não transmitem a doença. Ela também reforçou que, após o início do tratamento, o paciente deixa de transmitir a bactéria e não precisa ser isolado.

Mesmo assim, o medo do preconceito ainda provoca consequências graves. Segundo Lianni, muitos pacientes perdem o emprego, se afastam do convívio social e escondem o diagnóstico até de familiares. Esse silêncio dificulta a identificação de novos casos, mantém a cadeia de transmissão ativa e contribui para a subnotificação.

Outro ponto de alerta é que os sintomas iniciais podem ser neurológicos e pouco visíveis, o que faz com que muitas pessoas demorem a procurar atendimento ou duvidem do diagnóstico, justamente por associarem a hanseníase a imagens antigas e extremas da doença. A falta de informação, segundo a médica, mantém o tema fora das conversas e enfraquece os alertas de saúde pública.

Para Lianni Borges, combater o preconceito é tão importante quanto garantir diagnóstico e tratamento. Sem informação e acolhimento, pacientes chegam tardiamente aos serviços de saúde, muitas vezes já com sequelas irreversíveis. A mensagem central é clara: falar sobre hanseníase de forma aberta e natural é passo fundamental para quebrar o estigma e fortalecer a prevenção.

 

 

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