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Crime brutal em Mato Grosso termina com dois detidos e investigação em andamento

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A jovem Julia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, foi morta na noite de sexta-feira no município de Tapurah, a cerca de 433 quilômetros de Cuiabá. O crime, classificado como feminicídio, foi cometido com golpes de facão e pé de cabra.

Segundo a Polícia Civil, a equipe foi acionada após denúncias de um possível homicídio no bairro São Cristóvão, onde um homem estaria armado. Ao chegar ao local, os policiais encontraram o suspeito, de 75 anos, no quintal da residência, ainda com o facão em mãos. Ele foi contido e preso em flagrante.

Durante as diligências, os agentes localizaram o corpo da vítima próximo a um veículo com o porta-malas aberto, o que levantou a suspeita de tentativa de ocultação. De acordo com as investigações, um segundo homem, de 66 anos, teria auxiliado na ação e fugido antes da chegada da polícia. Ele foi localizado posteriormente na região central da cidade e também acabou preso.

O autor confessou o crime e indicou onde estavam as ferramentas utilizadas. Já o segundo envolvido afirmou que tentou ajudar a colocar o corpo no carro, mas recuou após a aproximação de outras pessoas.

Os dois suspeitos foram encaminhados à delegacia, e a área foi isolada para perícia. O caso segue sob investigação.

Dados do Ministério Público de Mato Grosso apontam que Julia Vitória é a 13ª vítima de feminicídio registrada no estado em 2026 e a terceira apenas no mês de abril.

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Polícia

Entre dúvidas e perdas: sargento que apontava possível assassinato do filho morre em casa

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A 3ª sargento da Polícia Militar, Heloísa Pérola, foi encontrada morta dentro de casa na quarta-feira, 8 de abril, no município de Alto Boa Vista. O caso é investigado e, inicialmente, tratado como morte por disparo de arma de fogo.


Heloísa Pérola comandava o Núcleo da Polícia Militar na cidade, vinculado ao 10º Comando Regional. A morte da militar ocorre em um contexto familiar delicado, marcado por outra perda recente.

Em janeiro deste ano, o filho da sargento, Gabriel Pertusi Pérola de Araújo, de 27 anos, foi encontrado morto em Barra do Garças. À época, o caso foi registrado pela Polícia Civil como suicídio, hipótese que não era aceita pela mãe.

Convicta de que o filho poderia ter sido vítima de um crime, Heloísa passou a defender publicamente outra versão para o caso. Em entrevistas que repercutiram nas redes sociais, ela sustentava a possibilidade de um acerto de contas.

No caso mais recente, as circunstâncias da morte da sargento ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil, que conduz a investigação. Informações preliminares indicam que se trata de um episódio ocorrido dentro da residência da militar, mas detalhes oficiais ainda não foram divulgados.

A coronel Susane Tamanho, anunciada para comandar a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso, manifestou pesar pela morte nas redes sociais. Ela será a primeira mulher a chefiar a pasta no estado, conforme indicação do governador Otaviano Pivetta.

A Prefeitura de Alto Boa Vista também divulgou nota lamentando a morte da sargento e destacando sua trajetória de ծառայ e dedicação à comunidade.

Até o momento, a Polícia Militar de Mato Grosso não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

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Falso profissional de saúde é preso por golpes e crimes sexuais em Nobres

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Um caso grave registrado no interior de Mato Grosso acendeu alerta sobre golpes envolvendo falsas práticas na área da saúde. Um homem de 37 anos foi preso pela Polícia Civil em Nobres, acusado de se passar por profissional da área médica para enganar pacientes, obter vantagens financeiras e cometer crimes sexuais.

A prisão ocorreu nesta terça-feira, no Centro da cidade, durante a Operação Falso Jaleco, conduzida pela Delegacia de Polícia local. O suspeito atuava em uma clínica da região, onde se apresentava como especialista em diversas áreas, mesmo sem possuir qualquer formação ou habilitação.

De acordo com as investigações, ele afirmava atuar em mais de 15 segmentos, entre eles Medicina Chinesa, Neurociência, Psicanálise e práticas alternativas. Com esse discurso, cobrava até R$ 3 mil por atendimento, oferecendo tratamentos e promessas de cura que não tinham respaldo técnico.

As apurações também indicam que o investigado se aproveitava da fragilidade emocional e física das vítimas. Durante os atendimentos, ele prescrevia substâncias de origem desconhecida e, em alguns casos, cometia abusos, utilizando-se da confiança estabelecida com os pacientes.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Marcus Vinicius Ferreira Silva, o suspeito divulgava uma série de especialidades inexistentes para atrair vítimas. Entre as áreas mencionadas estavam terapias integrativas, homeopatia, quiropraxia, liberação miofascial, além de abordagens holísticas e até práticas como astroterapia.

Durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Civil encontrou um laboratório clandestino tanto na residência quanto na clínica utilizada pelo investigado. No local, havia manipulação de substâncias químicas e uma quantidade significativa de medicamentos sem registro ou procedência comprovada.

O homem foi autuado por exercício ilegal da medicina, curandeirismo, estelionato e violação sexual mediante fraude. Após a prisão, ele foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.

A Polícia Civil orienta que possíveis novas vítimas procurem a delegacia para registrar denúncia. As autoridades garantem que todas as informações serão tratadas com sigilo.

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Polícia Civil mira facção e cumpre 21 ordens na Operação Coroa Quebrada

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (7), a Operação Coroa Quebrada, com o objetivo de desarticular uma facção criminosa atuante em Cáceres e região. Ao todo, foram cumpridas 21 ordens judiciais, incluindo quatro mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão.

As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, com parecer favorável do Ministério Público. As ações ocorreram simultaneamente nos municípios de Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum.

Entre os alvos está uma mulher apontada como líder da organização criminosa na região, conhecida pelo apelido de “Princesa”. Ela já se encontra presa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, mas, segundo as investigações, continuava comandando as atividades ilícitas de dentro da unidade prisional.

A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá. De acordo com a apuração, o grupo possui estrutura hierarquizada, divisão de funções e envolvimento de pelo menos 28 integrantes.

Conforme a Polícia Civil, a facção atuava em crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídios qualificados, estes últimos relacionados à disputa territorial com um grupo rival.

As investigações também apontaram que a liderança feminina era responsável por ordenar execuções, aplicar punições internas e distribuir armamentos. Mesmo presa por um homicídio anterior, ela mantinha comunicação constante com outros membros da organização e continuava gerenciando o tráfico na região.

Os demais integrantes desempenhavam funções específicas, como fornecimento de armas e munições, execução de homicídios, logística de drogas e participação em roubos de veículos utilizados pela facção.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Fabrício Alencar, o grupo demonstrava alto nível de organização e periculosidade, utilizando aplicativos de mensagens para coordenar ações criminosas.

O nome da operação, “Coroa Quebrada”, faz referência à desarticulação da liderança da facção, simbolizando a queda da estrutura comandada pela suspeita conhecida como “Princesa”.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil para 2026, dentro da Operação Pharus, vinculada ao programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso. A operação também faz parte das iniciativas da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a atuação do grupo criminoso.

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