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Mato Grosso

Benedito Carlos de Almeida representa Crea-MT no Colégio de Presidentes em Aracajú

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O 1° Vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), eng. florestal, Benedito Carlos de Almeida representou o Regional Mato-Grossense na 5ª Reunião ordinária do Colégio de Presidentes (CP) realizado em Aracaju neste mês de setembro.  Na oportunidade ele destacou o panorama do encontro em si, avaliando como um Fórum enriquecedor para os profissionais do Sistema Confea/Crea.

“Todas as vezes que participamos podemos observar a realidade de outros regionais. A partir daí absorvamos as experiências vivenciadas por cada um deles e quando viável levamos para Mato Grosso, dependendo do assunto implementamos no nosso Regional. Um dos temas importantes que discutimos no CP foi sobre as eleições e suas tratativas e investimentos.

 Na ocasião, sugeri para a comissão organizadora desenvolver ferramentas para publicidade e divulgação das eleições, para dessa forma atrair um maior número de profissionais/eleitores “, explanou Benedito, lembrando que o Crea-MT trabalha juntamente com as entidades nesse proposito, inclusive ele é presidente da Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Florestais (Amef).

 Na oportunidade foi aprovada a proposta de criação de um Grupo de Trabalho para discutir a participação do Sistema na aplicação da Lei de Serviços de Assistência Técnica em Habitações de Interesse Social (Lei n. 11.888/2008). A proposta foi relatada pela presidente do Crea-AL, eng. civ. Rosa Tenório, em nome do Fórum Nordeste. Com a aprovação da proposta, foram aclamadas as presidentes engenheiras civis Ana Adalgisa (Crea-RN), Carmem Nardino (Crea-AC) e Fátima Có (Crea-DF) para integrar o GT.

“Precisamos nos posicionar e ser um ator nesse processo. Uma das prioridades hoje no Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) é fazer a assistência técnica. E precisamos ser lembrados. Nós precisamos agir. Independentemente de quem esteja no governo no próximo ano, já que isso é uma política de Estado”, comentou a presidente do Crea-RN, eng. civ. Ana Adalgisa. “Podemos trabalhar junto ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), nisso”, enfatizou. “A Lei realmente fala de arquiteto, e a Lei de criação do CAU estabelece que 2% da receita deles vão para assistência técnica. A sigla ATHIS está ainda ligada à Arquitetura, mas temos que credenciar os profissionais à assistência social”, testemunhou a presidente do Crea-DF, Fátima Có.

Durante o encontro foi apresentado sobre eficiência energética. O assunto foi conduzido pelo enge. eletricista  Pedro Martiniano Lins Neto, especialista em eficiência energética do Grupo Energisa, associado à Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica. Após apresentar a pauta com a intenção dos assuntos que abordaria, Pedro mostrou uma linha do tempo dos programas de eficiência energética no Brasil de 1984 a 2016.

“Esta é uma pauta importante para o meio ambiente, para o desenvolvimento sustentável. As crises energéticas são cíclicas, temos que nos planejar”, disse o eng. eletricista Pedro Martiniano antes de pontuar que o sinônimo de eficiência energética é justamente sustentabilidade e competitividade. Segundo notas técnicas do Ministério de Minas e Energia apresentadas por Pedro, a cada R$ 1 retirado do investimento em eficiência energética, perdem-se R$ 12,66 em economia que poderia ter sido feita.

 

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Mato Grosso

Defensoria garante que pensionista seja restituída e indenizada por bancos

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A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), por meio do Núcleo de Dom Aquino e Poxoréu, conseguiu, na Justiça, que a idosa e pensionista L.A., seja indenizada pelos bancos Bradesco e BMG e tenha restituição de valores, num total de mais de R$ 20 mil. A sentença que garante o direito foi publicada esse mês, após a idosa ter identificado que foi vítima de descontos ilegais de valores de sua pensão alimentícia, por um período de seis anos e quatro meses.

Na ação, feita pelo defensor público Marcelo De Nardi e a assessora jurídica Isabella Fernandes, a idosa informa que os descontos ilegais começaram em dezembro de 2018, após a implantação irregular do contrato nº 14492433, que constava como autorizado desde outubro de 2018. Em 21 de outubro de 2024, L. entrou em contato com o banco e descobriu que estava sendo cobrada por um cartão que nunca contratou, nunca recebeu e nunca utilizou.

Ao verificar seu extrato no “Meu INSS”, ela também constatou que a cobrança ocorria há seis anos e quatro meses.

A equipe da DPEMT em Dom Aquino tentou solucionar o problema administrativamente, enviando ofícios e registrando reclamações formais. Em mensagens anexadas ao processo, o próprio Banco BMG admitiu que os descontos eram indevidos e chegou a oferecer um valor de reembolso, muito inferior ao prejuízo real. O Bradesco também reconheceu a cobrança indevida em ligações gravadas e em mensagens enviadas à idosa.

Na ação, o defensor destacou que a pensionista jamais firmou qualquer contrato com os bancos e teve seu benefício descontado irregularmente por mais de seis anos. “Esses descontos comprometeram a verba essencial à sua sobrevivência. Ela recebe uma pensão por morte no valor de R$ 1,5 mil, e a cobrança unilateral é manifestamente ilegal e viola direitos básicos do consumidor”, explicou.

O contrato irregular foi firmado pelo Banco BMG, mas o Bradesco também foi responsabilizado porque era a instituição financeira responsável por receber o benefício da pensionista e efetuar, mês a mês, os descontos indevidos, sem base em comprovação de contratação do cartão pela idosa. Na prática, enquanto o BMG criou o contrato ilegal, o Bradesco fez a cobrança sem critério legal. Por esse motivo, ambos respondem solidariamente pelos danos.

A sentença foi proferida pela juíza da Vara Única de Dom Aquino, Marina França, que declarou nulo o contrato que originou a cobrança ilegal e determinou a suspensão imediata dos descontos, medida que já havia sido concedida anteriormente, em liminar. Ela ainda destacou que os bancos não apresentaram qualquer prova válida da contratação, sendo que um deles, o BMG nem contestou a acusação, foi condenado à revelia.

A decisão ainda determina a devolução do valor descontado ilegalmente, em dobro, como determina o Código de Defesa do Consumidor e o pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 6 mil, tudo, acrescido de juros pela taxa SELIC e correção monetária pelo IPCA, conforme estabelecido em lei. “Nesse caso houve violação de direitos fundamentais e a apropriação indevida de verbas de natureza alimentar e a sentença restituiu a justiça que a idosa merecia, após a atuação da Defensoria, pois o banco, a princípio, queria apenas restituir o valor descontado e não atuar conforme determina o Código de Defesa do Consumidor”, concluiu o defensor.

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Mato Grosso

Projeto “Cores da Resistência” promove reflexão sobre racismo

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Diamantino (183 km de Cuiabá), marcou presença no evento “Cores da Resistência”, realizado nesta quinta-feira (27) na Escola Estadual Militar Tiradentes Dr. Manoel José Murtinho.

A iniciativa, desenvolvida pela disciplina de Arte da unidade escolar, teve como objetivo promover reflexões sobre a importância da luta antirracista e valorizar a cultura afro-brasileira no ambiente educacional.

A promotora de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima integrou o júri avaliador das atividades apresentadas pelos estudantes, que foram protagonistas na produção de trabalhos artísticos e culturais. Entre as ações realizadas, destacaram-se exposições de imagens, declamação de poemas, desfiles temáticos e culinária inspirada na matriz africana.

Segundo os organizadores, o projeto buscou conscientizar alunos, familiares e toda a comunidade escolar sobre a necessidade de combater o racismo como uma postura ética e social, indo além de um simples tema de estudo. “É fundamental que a escola seja um espaço de empatia, respeito e valorização da diversidade”, reforçou o professor da disciplina de Arte, Walter Nascimento.

A promotora de Justiça destacou a importância da ação. “O combate ao racismo começa com a conscientização e a educação. Projetos como o ‘Cores da Resistência’ mostram que a escola é um espaço essencial para promover respeito, empatia e valorização da diversidade. É uma honra para o Ministério Público participar e apoiar ações que fortalecem esses valores.”

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Tragédia em Confresa: queda de avião mata jovens de 21 e 25 anos

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Dois jovens morreram após a queda de uma aeronave de pequeno porte no final da tarde desta sexta-feira (28), nas proximidades do aeroporto de Confresa, em área próxima à empresa Case Máquinas Agrícolas. As vítimas foram identificadas como Gustavo Martins de Oliveira, de 21 anos, e Mateus, de 25, cujo sobrenome ainda não havia sido confirmado até o encerramento da ocorrência.

A Polícia Militar foi acionada às 17h34, por meio do telefone de emergência, com a informação de que o avião havia caído pouco depois de levantar voo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram populares tentando socorrer os jovens. Eles já haviam sido retirados das ferragens, porém não apresentavam sinais vitais.

A área do acidente foi isolada imediatamente. Equipes do Corpo de Bombeiros, Samu, Polícia Civil e Politec foram mobilizadas para os procedimentos padrões de atendimento, perícia e investigação. Os superiores da Polícia Militar também foram comunicados sobre o caso.

As causas da queda ainda serão apuradas pelos órgãos responsáveis, que deverão analisar as condições da aeronave, possíveis falhas mecânicas e demais circunstâncias que antecederam o acidente.

O caso segue em investigação.

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