Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

Bebê de 7 meses passa por cirurgia de emergência em Várzea Grande e caso é investigado

Publicados

em

 

Um bebê de apenas sete meses foi submetido a uma cirurgia de emergência na madrugada deste sábado (21), no Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, após dar entrada na unidade com quadro clínico grave.

Segundo informações médicas, a criança apresentava inchaço e a presença de coágulo na região da cabeça, o que levantou suspeita de possível agressão ou maus-tratos. Diante da situação, a equipe acionou a Polícia Militar de Mato Grosso, que foi comunicada via Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública) para averiguar o caso.

Em depoimento aos policiais, a babá, de 47 anos, relatou que o bebê vinha apresentando sonolência incomum há alguns dias e que decidiu procurar atendimento médico ao perceber que o quadro persistia. Ela afirmou desconhecer a gravidade apontada pelos exames.

A mãe da criança, de 29 anos, também foi ouvida e declarou que não tinha conhecimento do estado de saúde do filho até o diagnóstico realizado na unidade hospitalar. Diante da gravidade da lesão e da necessidade de intervenção cirúrgica imediata, ambas foram encaminhadas à Central de Flagrantes para prestar esclarecimentos.

O caso foi registrado como lesão corporal consumada e será investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso, que irá apurar as circunstâncias e eventuais responsabilidades.

Comentários Facebook
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Operação mira núcleo financeiro de facção criminosa no Estado

Publicados

em

 

A Polícia Civil deflagrou nesta sexta-feira (20.2) a Operação Sangria II, com foco na desarticulação de integrantes de um grupo criminoso com atuação no médio-norte de Mato Grosso.

A ação, coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado de Sinop, resultou no cumprimento de 13 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, quatro quebras de sigilo telefônico e quatro medidas de bloqueio de bens e valores, cumpridas nos municípios de Sinop, Itaúba e Colíder.

Entre os principais alvos está um investigado de 27 anos que possuía dois mandados de prisão em aberto e diversas passagens por crimes graves, incluindo homicídio. Conforme apurado, ele exercia papel relevante na estrutura da facção criminosa, com ligação direta a ações violentas atribuídas ao grupo.

As medidas de bloqueio de bens e valores têm como objetivo atingir o núcleo financeiro da facção, enfraquecendo sua capacidade operacional.

Os presos estão sendo encaminhados às unidades policiais e permanecem à disposição da Justiça.

Operação Sangria

A Operação Sangria II integra as ações estratégicas da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, e também compõe o planejamento permanente da Operação Pharus, inserida no programa Tolerância Zero Contra Facções Criminosas, do Governo do Estado.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Empresário é agredido durante ação criminosa em Lucas do Rio Verde

Publicados

em

 

Uma noite de confraternização terminou em violência para um empresário de 67 anos e dois amigos, de 50 e 43 anos, na sexta-feira (20), em Lucas do Rio Verde. O grupo foi rendido por cerca de seis criminosos armados dentro de uma empresa de postes e pré-moldados e mantido em cárcere privado.

A Polícia Militar de Mato Grosso foi acionada pelo 13º Batalhão após testemunhas relatarem que duas caminhonetes da empresa deixaram o local em alta velocidade. Ao chegarem à sede, os policiais encontraram o escritório revirado e as vítimas desaparecidas.

Durante as buscas, os três homens foram localizados em uma residência abandonada na Rua Turquesa, nas proximidades da empresa. Segundo relato das vítimas, elas foram amarradas enquanto os criminosos exigiam transferências bancárias via PIX.

O proprietário da empresa sofreu agressões físicas sob ameaças, conforme registrado no boletim de ocorrência. O caso será investigado pelas autoridades para identificação e prisão dos envolvidos.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Após retratação, tio é inocentado e mulher passa a ser investigada

Publicados

em

 

A Polícia Civil de Mato Grosso encerrou uma investigação por estupro de vulnerável após a suposta vítima, de 21 anos, admitir que inventou a acusação contra o próprio tio, de 32 anos. O caso ocorreu no município de Confresa e agora resultará no indiciamento da mulher por denunciação caluniosa.

A jovem havia procurado a delegacia em dezembro do ano passado, afirmando ter sido estuprada pelo familiar enquanto estaria inconsciente devido ao consumo de álcool. O laudo pericial confirmou a ocorrência de conjunção carnal. No entanto, em janeiro deste ano, ela retornou espontaneamente à Delegacia de Confresa para se retratar, declarando que a relação foi consensual e que estava consciente durante todo o ato.

Segundo a nova versão apresentada, a jovem afirmou que já sentia atração pelo tio e que a denúncia inicial foi influenciada por terceiros. A mãe da mulher também confirmou às autoridades que a filha reconheceu o caráter consensual da relação.

Diante da retratação, o delegado Rogério da Silva Irlandes determinou o arquivamento do inquérito contra o investigado por ausência de elementos que sustentassem a acusação. Paralelamente, foi instaurado novo inquérito para apurar o crime de denunciação caluniosa, previsto no artigo 339 do Código Penal.

De acordo com o delegado, a conduta da jovem mobilizou indevidamente diversos órgãos públicos, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil, Politec, Ministério Público e Poder Judiciário. “É forçoso reconhecer que a falsa vítima utilizou-se indevidamente de todo o aparato estatal para satisfazer motivações pessoais desconhecidas”, afirmou Rogério Irlandes.

Ele ressaltou ainda que o crime de estupro de vulnerável é considerado um dos mais graves do ordenamento jurídico brasileiro, com penas severas, e que a imputação falsa compromete investigações legítimas. A denunciação caluniosa pode resultar em pena de até oito anos de reclusão, além de multa.

O procedimento será encaminhado ao Ministério Público para análise e posterior manifestação ao Judiciário. Conforme a Polícia Civil, cópias integrais do inquérito arquivado serão utilizadas para fundamentar a nova investigação, com o objetivo de responsabilizar a autora da denúncia falsa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana