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Alta mortalidade empresarial acende alerta em MT e imersão propõe novo olhar estratégico

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A cada ano, milhares de empresas encerram as atividades no Brasil. Dados amplamente divulgados por órgãos de apoio ao empreendedorismo indicam que uma parcela significativa dos negócios não ultrapassa os primeiros cinco anos de funcionamento. Entre os principais fatores estão falhas na gestão, dificuldade de planejamento estratégico, desorganização financeira e ausência de visão integrada do negócio.

Em Mato Grosso, o cenário acompanha a realidade nacional. Apesar do ambiente favorável ao agronegócio e ao comércio, empresários enfrentam desafios relacionados à profissionalização da gestão, à sobrecarga do fundador e à dificuldade de estruturar crescimento sustentável.

 

 

É nesse contexto que Cuiabá recebe, no dia 28 de fevereiro, o Tour Semear – Semear Business Day, imersão estratégica voltada a empresários estabelecidos e empreendedores em expansão que buscam clareza sobre o próximo passo.

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A proposta do encontro é trabalhar a visão sistêmica aplicada aos negócios, abordagem que entende a empresa como um ecossistema onde pessoas, processos, vendas, cultura e propósito estão interligados. A metodologia é conduzida por Simone Bernardino, mentora sistêmica de empresários com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento humano e empresarial.

https://simonebernardino.com/semear-cuiaba-2026?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnLdG01Y3wQNynWdPduNMHjwSY9CRoVM_jycvxj5YfCRNZKtxuXrWv5lbOXEs_aem__CEn15gS_TDSfCxQ7g4mfg

Com atuação internacional e influência de referências como Bert Hellinger, Tony Robbins e Tim Gallwey, Simone é reconhecida por integrar mentalidade, comportamento e estratégia de negócios. Criadora do método SB – Self & Business, ela atua no destravamento de padrões que impactam faturamento, liderança e tomada de decisão.

“Diante de um cenário em que abrir e sustentar uma empresa exige cada vez mais do empreendedor, não basta preparo estratégico nem domínio de ferramentas técnicas. O verdadeiro diferencial está na mentalidade que sustenta as decisões, na visão interna que direciona os movimentos e no posicionamento que define como você ocupa o seu lugar no mercado. Porque antes de escalar resultados, é preciso expandir consciência”, destaca  a mentora.

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Segundo a especialista, muitos negócios quebram não apenas por fatores externos, mas por desalinhamentos internos que impedem decisões estratégicas consistentes. A proposta da imersão é oferecer ferramentas práticas de crescimento, networking qualificado e aplicação imediata de estratégias estruturais.

O evento é direcionado a empresários que desejam ampliar visão, identificar gargalos, fortalecer liderança e acessar novas oportunidades de negócio. As vagas são limitadas, com foco em profundidade e interação entre os participantes.

“Existe uma diferença muito grande entre ter um negócio e ser dono dele de verdade. Muitos empresários acreditam que o problema está no mercado, na equipe ou na concorrência. Mas, na maioria das vezes, o que está travando o crescimento não é visível está na forma como esse líder enxerga, decide e se posiciona dentro do próprio sistema empresarial.

Eu vejo empresários faturando mais, mas vivendo com menos clareza. Crescem em números, mas permanecem inseguros nas decisões. Trabalham mais horas, assumem mais responsabilidades e, ainda assim, sentem que algo está desalinhado. Isso não é falta de esforço. É falta de ordem.

Quando você aprende a olhar seu negócio como um ecossistema  onde pessoas, processos, cultura, vendas e propósito estão conectados  você deixa de apagar incêndios e começa a construir direção. A visão sistêmica não é sobre motivação momentânea. É sobre consciência estratégica.

A mentora explica que a imersão conduz empresários a identificarem as travas invisíveis que impactam faturamento, liderança e expansão. “Porque toda empresa cresce até o limite da consciência do seu líder. Se você muda a forma como vê, muda a forma como decide. E, quando a decisão muda, o resultado acompanha”, pontuou.

“Se você sente que já tentou de tudo, mas continua repetindo os mesmos desafios… talvez o que falte não seja mais uma técnica, e sim um novo nível de percepção”, reflete.

Bernadino destaca que a imersão é para quem está pronto para sair da sobrevivência estratégica e entrar em crescimento estruturado. “Não é sobre fazer mais. É sobre fazer com clareza, direção e força. Se existe em você a sensação de que seu negócio pode ir além, mas algo ainda impede… esse pode ser o momento de atravessar esse limite.”

Diante de um cenário em que abrir empresa exige cada vez mais preparo estratégico, a organização reforça que as inscrições já estão abertas. A participação é restrita e as vagas são disponibilizadas por ordem de confirmação.

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Curso de Educação Patrimonial em Cuiabá reúne participantes do Brasil e do exterior e entra no segundo módulo com lista de espera

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O Curso de Educação Patrimonial “Conhecer para Preservar”, realizado em Cuiabá, alcançou grande adesão de público e segue com alta procura. A formação, promovida pela Associação dos Produtores Culturais de Mato Grosso – Ação Cultural, já conta com participantes presenciais e virtuais de diversas regiões do Brasil e também do exterior, e inicia seu segundo módulo a partir do dia 19 de fevereiro, com lista de espera para novas vagas.

Realizado entre 6 de fevereiro e 10 de abril de 2026, o curso possui 110 horas-aula, certificação gratuita e formato híbrido (presencial e virtual). A iniciativa integra as Ações Formativas em Patrimônio Histórico e Museológico, no âmbito da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Termo de Colaboração nº 002/2025/04426, firmado com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (SECEL/MT).

Segundo a coordenação do curso, a diversidade do público é um dos principais destaques desta edição. Há participantes presenciais de Cuiabá e Várzea Grande, além de bolsistas vindos do interior de Mato Grosso, de municípios como Alta Floresta, Sorriso, Juara, Cáceres, Sinop e Rondonópolis. A modalidade virtual reúne alunos de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Amazonas, além de participantes da Bolívia e da República Dominicana.

“O curso demonstra o quanto a educação patrimonial desperta interesse e gera impacto real. Temos profissionais, educadores, estudantes e agentes culturais de diferentes territórios, o que amplia o alcance dos debates e fortalece a formação de multiplicadores”, destaca Viviene Lozi, diretora-geral da Ação Cultural e coordenadora pedagógica do curso.

Ao todo, foram 289 inscrições e todas homologadas, distribuídas entre as modalidades presencial e EaD, conforme os critérios técnicos, territoriais e de ações afirmativas previstos em edital.

Primeiro módulo e próximos encontros

O primeiro módulo do curso ocorreu nos dias 6 e 7 de fevereiro, com aulas presenciais em Cuiabá e transmissão ao vivo para os participantes EaD. Entre os destaques estiveram as participações da arqueóloga e superintendente do IPHAN-MT, professora Ana Joaquina da Cruz Oliveira, do arquiteto e superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da SECEL-MT, professor Robinson de Carvalho Araújo, além da museóloga Viviene Lozi, que apresentou metodologias de inventários participativos.

O módulo se encerra com aula online da professora Marielle Costa Gonçalves (IBRAM/MinC) sobre a Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

O Módulo 2 – Patrimônio Cultural e Turismo: Integração e Valorização tem início no dia 20 de fevereiro, com aulas online e presenciais, abordando temas como turismo cultural, sustentabilidade, economia criativa e planejamento territorial, reunindo docentes de referência nacional.

Formação estratégica para o patrimônio cultural

Voltado a profissionais de museus, professores, agentes culturais, estudantes, gestores públicos e profissionais do turismo, o curso busca qualificar agentes multiplicadores para atuação na preservação, valorização e uso social dos patrimônios culturais materiais e imateriais, com foco especial na realidade mato-grossense.

A formação conta com a parceria da SECEL/MT, do Conselho Estadual de Cultura, da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e do Ministério da Cultura, reunindo professores e pesquisadores de instituições como IPHAN, IBRAM, UNIRIO, UFMT e UNEMAT.

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Acadêmicos de Niterói se pronuncia após fezes serem encontradas em carro alegórico

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A Acadêmicos de Niterói se pronunciou após a repercussão de um episódio inusitado envolvendo um dos carros alegóricos apresentados no desfile do último domingo (15/02), na Marquês da Sapucaí. A escola levou para a avenida um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Horas depois da apresentação, começaram a circular relatos nas redes sociais de que fezes teriam sido encontradas em uma das alegorias. O assunto rapidamente ganhou destaque entre foliões e páginas especializadas na cobertura do Carnaval.

Diante da repercussão, a agremiação decidiu esclarecer o caso. Em entrevista à coluna de Fábia Oliveira, no portal Metrópoles, o carnavalesco Tiago Martins confirmou que o episódio ocorreu durante o desfile.

Segundo ele, o responsável pelo ato não foi identificado. O carnavalesco afirmou que não houve como descobrir quem teria cometido a ação e que, até o momento, o caso segue sem explicação. Apesar da situação, ele tratou o assunto com leveza ao comentar a repercussão nas redes.

A escola reforçou que o desfile ocorreu normalmente e destacou a importância do enredo apresentado na avenida.

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10 marcas de café são suspensas pela ANVISA após identificar riscos à saúde

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, ao longo de 2025, a suspensão de 10 marcas de café comercializadas no Brasil após identificar irregularidades que podem representar riscos à saúde dos consumidores. As medidas incluem recolhimento de lotes, interdição de produtos e exigência de adequações por parte das empresas.

O café, um dos alimentos mais consumidos no país, passa por uma extensa cadeia de fiscalização que envolve desde o plantio até a chegada às prateleiras. A atuação conjunta da Anvisa e do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) é fundamental para garantir padrões de qualidade e segurança alimentar.

Marcas afetadas

Segundo informações divulgadas, as seguintes marcas foram alvo de medidas sanitárias:

  • Terra da Gente

  • Jalapão, Made in Brazil

  • Q-Delícia

  • Melissa

  • Pingo Preto

  • Oficial do Brasil

  • Café Câmara

  • Fellow Criativo

  • Vibe Coffee

As ações ocorreram após identificação de problemas como excesso de impurezas, presença de corpos estranhos, contaminação microbiológica ou química, além de falhas na rotulagem e ausência de informações obrigatórias.

Como funciona a fiscalização

O controle sanitário do café é dividido entre dois órgãos principais:

  • O Ministério da Agricultura e Pecuária acompanha a cadeia produtiva desde a produção agrícola, definindo padrões de identidade e qualidade, como limite de impurezas físicas e teor de umidade.

  • A Agência Nacional de Vigilância Sanitária fiscaliza o produto pronto para consumo, estabelecendo limites para contaminantes, como micotoxinas, resíduos químicos e micro-organismos.

Quando surgem irregularidades, os dois órgãos podem atuar de forma integrada, compartilhando laudos técnicos, dados de rastreabilidade e realizando inspeções conjuntas.

Principais motivos de intervenção

Entre as irregularidades mais recorrentes identificadas nas ações de fiscalização estão:

  • Excesso de impurezas ou presença de materiais estranhos

  • Contaminação microbiológica ou química

  • Informações incompletas ou enganosas nos rótulos

  • Falhas nos processos de fabricação e controle de qualidade

Além da retirada dos produtos, as empresas são orientadas a corrigir falhas, revisar fornecedores e aprimorar seus controles internos antes de retomar a comercialização.

Como o consumidor pode se proteger

Especialistas orientam que, além de acompanhar comunicados oficiais, o consumidor adote alguns cuidados simples no momento da compra:

  • Conferir rótulo, CNPJ, data de validade e número do lote

  • Verificar se a embalagem está íntegra, sem sinais de umidade ou violação

  • Guardar a nota fiscal para eventuais trocas ou denúncias

  • Desconfiar de promessas de benefícios terapêuticos sem respaldo científico

A fiscalização oficial atua como barreira de proteção, mas a atenção do consumidor também é essencial para reduzir riscos e garantir escolhas mais seguras no dia a dia.

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