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Vídeo mostra dono de mercado executando agiota em MT

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Imagens das câmeras de segurança de uma empresa mostram o dono de um mercado matando com quatro tiros um suposto agiota na cidade de Pontes e Lacerda (443 quilômetros de Cuiabá). De acordo com informações do programa Balança MT (TV Cidade Verde), o crime ocorreu no último dia 31 de dezembro por volta das 18h00.

As imagens mostram a vítima Dalcivan Leite da Silva, de 47 anos, conhecida na cidade como “Cabelo”, segurando um celular enquanto o empresário, conhecido como Fabinho, estava armado. Em seguida, ele atira e atinge o braço da vítima, que fica se contorcendo em dor.

Pouco depois, o dono do mercado atira na cabeça do rapaz, que já cai morto e tinha ido ao local cobrar uma dívida. Após o crime, o dono do mercado sumiu e não foi mais localizado.

As informações são de que o crime foi motivado por uma cobrança que “Cabelo” fazia contra “Fabinho”. A vítima seria agiota no município.

O crime causou revolta na população. O estabelecimento do assassino foi incendiado no último dia 5 e seria uma represália ao assassinato. Populares ainda saquearam o estabelecimento.

 

 

*FONTE:Folha Max

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Enterro de Sebastião Rodrigues é alvo de inquérito do MPE

Para o MP, a aglomeração de pessoas violou as regras de distanciamento social então vigentes em Cuiabá para evitar contágio pelo covid-19

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Da Redação

O Ministério Público Estadual (MPE) abriu inquérito para apurar danos causados à saúde pública provocados pela aglomeração de cerca de 5 mil pessoas em torno do cortejo e enterro do líder religioso Sebastião Rodrigues, presidente da Assembleia de Deus, ocorrido em julho de 2020 em plena pandemia do coronavírus (covid-19) em Cuiabá.

O inquérito, assinado pelo promotor Alexandre Guedes no dia 18 deste mês, apura crime contra a saúde pública, pois o procedimento fúnebre poderia ser classificado como uma ‘suposta lesão ao direito da saúde coletiva em razão da aglomeração ilegal’ durante a pandemia.

“O inquérito civil objetiva apurar suposta lesão ao direto a saúde da coletividade em virtude de aglomeração ilegal ocorrida no sepultamento de líder religioso nesta Capital, em 08 de julho de 2020, violando-se as regras de distanciamento social então vigentes em Cuiabá, com o consequente aumento de risco de contágio de COVID-19 à comunidade decorrente da aglomeração citada”, diz o documento.

O pastor morreu em 8 de julho de 2020, após passar 5 dias internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Cerca de 5 mil pessoas acompanharam o cotejo desde a sede do Grande Templo, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, até o enterro no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá.

À época, o juiz da Vara Estadual da Saúde Pública de Mato Grosso, José Luiz Leite Lindote, afirmou que a aglomeração contribuiu para disseminação do coronavírus e multou a prefeitura da capital. Para o magistrado, houve omissão por parte do prefeito e do secretário, pois eles deveriam impedir qualquer tipo de aglomeração e que trataram o sepultamento do pastor como um ato excepcional.

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VLT de Maceió mostra a Mato Grosso um modal eficiente e de baixo custo

Cada composição pode transportar até 640 pessoas. Cada vagão transporta o mesmo que 6 ônibus tradicionais ou três ônibus do modelo BRT

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Isso é Notícias

Primeiro VLT do Brasil, o Sistema de Trens de Veículo Leve sob Trilho de Maceió, capital do Alagoas, transporta cerca de 9,5 mil passageiros de três cidades da região metropolitana da Capital a um preço de apenas R$ 2. Já o ônibus convencional da cidade tem tarifa de R$ 3,35.

A reportagem do Isso É Notícia esteve na cidade para gravar a série de reportagens “Conhecendo o VLT e o BRT pelo Brasil”, em parceria com o grupo GW100.

Recentemente, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) anunciou que pretende abandonar as obras do VLT de Cuiabá avaliadas em R$ 2 bilhões e que já têm 30% de sua execução concluída.

Com 32 quilômetros de extensão, a linha começa na moderna estação de Jaraguá, região central próxima à orla da praia e passa por 15 estações até chegar aos municípios de Satuba e Rio Largo.

Assim como o Metrô de Teresina, nosso primeiro destino da série especial de reportagens, as oito composições do VLT de Maceió também são movidas a diesel e foram fabricadas pela empresa brasileira Bom Sinal.

Cada composição pode transportar até 640 pessoas, das quais 400 em pé e 140 sentados. Cada vagão do VLT representa a lotação de 6 ônibus tradicionais outro três ônibus do modelo BRT.

Os modelos também são bi-tracionados, ou seja, não necessitam de manobras para mudar o sentido da rota. Em cada viagem o maquinista controla o VLT em uma das duas cabines localizadas nas extremidades das composições.

A gerente operacional da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) de Maceió, Morgana Moraes, explicou que o sistema VLT trouxe um novo conceito de transporte para a cidade e se tornou uma alternativa mais segura, rápida e barata para os usuários que precisam se locomover entre as regiões atendidas.

Em Maceió, o VLT também é conhecido como Sistema de Trens Urbanos ou Metrô de Superfície.

Sobre a explicação para a tarifa de R$ 2, Morgana também explicou que qualquer sistema ferroviário do mundo é subsidiado pelo governo porque é considerado uma atividade com fim social.

“O nosso maior objetivo não é o lucro, é transportar pessoas de baixa renda, é promover a mobilidade para todas as esferas da população”, comentou a gerente operacional ao Isso É Notícia.

Entre as vantagens apontadas por ela em relação ao sistema BRT, estão o conforto, a segurança, o tempo de embarque que é menor no VLT em razão do número de portas ser maior e o menor número de registro de

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Pacientes de Rondônia serão transferidos pelo SUS para UTIs de MT

O sistema de saúde local está entrando em colapso. Outros pacientes já foram transferidos par Curitiba e Brasília.

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Mato Grosso vai receber na tarde desta terça-feira (26), 10 pacientes de Rondônia para tratamento contra o covid-19. A taxa de ocupação das UTIs é de 67,67% e das enfermarias de 34%. Portanto, o Sistema Único de Saúde detectou que há vagas e optou pela transferência dos pacientes. A informação foi confirmada pelo secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Em Rondônia o sistema de saúde está prestes a entrar em colapso, como aconteceu no Amazonas. Por conta do caos, pacientes já foram transferidos para Curitiba (PR)  e Brasília (DF).  Todos os que viram para Mato Grosso vão necessitar de UTIs.

“Não existe leitos exclusivos de Mato Grosso, São Paulo ou dos municípios. Existem leitos do SUS. Nesse momento temos que ser solidários com estado que está colapsado, precisando de leitos e nós temos a disposição”, observou Gilberto Figueiredo em coletiva realizada no Centro de Triagem para pacientes com Covid, localizado na Arena Pantanal.

O secretário garantiu que a chegada de pacientes de outros estados não aumenta  o risco do surgimento de novas cepas do coronavírus em Mato Grosso, já que qualquer pessoa em viagem pode contrair a nova variante do vírus durante viagens para outros locais.

“Não são só pacientes que trazem a nova cepa, mas qualquer cidadão que se desloca no país e vir para o Estado. Não existe barreira sanitária estabelecida no país, nem proibição de deslocamento nos país. Então não precisa ser paciente. Basta ser uma pessoa que está infectada, sem saber, e circular pelo país. A probabilidade desses pacientes infectarem outras pessoas, é a mesma que existe com qualquer cidadão”, ponderou Figueiredo, confirmando que as unidades de saúde estão preparadas para evitar que profissionais sejam contaminados no atendimento aos pacientes.

NOVA CEPA                                                               

De acordo com a BBC News Brasil, a nova variante do Coronavírus foi detectada em Manaus há cerca de duas semanas. Para isso, os cientistas analisaram o material genético de 31 amostras de pacientes com covid-19 na cidade de Manaus, coletado entre os dias 15 e 23 de dezembro. Desses, 13 indivíduos (ou 42% do total) apresentavam justamente a nova linhagem que recebeu o nome de P.1.  Alguns dias antes, o Japão havia anunciado a detecção de uma nova cepa de coronavírus em pessoas que viajaram do Brasil para lá.

Durante uma pandemia é esperado que o vírus sofra mutações conforme é transmitido de pessoa para pessoa. O monitoramento dessas alterações no código genético ajuda a acompanhar os casos preocupantes e eventualmente tomar medidas que bloqueiem a cadeia de transmissão.

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