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Unesco retira cidade de Liverpool da lista de patrimônio mundial

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A cidade de Liverpool, na Inglaterra, foi retirada da lista de patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) nesta quarta-feira (21) porque novos prédios prejudicaram a atratividade das suas docas vitorianas, tornando-a o terceiro local a ser removido da lista de prestígio.

Liverpool foi nomeada patrimônio mundial pela organização cultural das Nações Unidas em 2004, se juntando a referências como a Grande Muralha da China, o Taj Mahal e a Torre de Pisa.

Após uma votação na China de membros do Comitê do Patrimônio Mundial, a Unesco afirmou que novos prédios em Liverpool prejudicavam a “autenticidade e integridade” da cidade.

Liverpool – lar dos Beatles – foi colocada na lista em reconhecimento ao seu papel como um dos portos mais importantes do mundo durante os séculos 18 e 19 e pela sua beleza arquitetônica.

A prefeita de Liverpool, Joanne Anderson, disse que a decisão de retirar a cidade da lista é “incompreensível” e chega uma década depois da última visita das autoridades da Unesco. Anderson afirmou que vai apelar da decisão.

Os outros locais que perderam o título foram um santuário de vida selvagem em Omã, em 2007, após caça ilegal e destruição de habitat, e o vale do Elba, em Dresden, Alemanha, em 2009, quando uma ponte com quatro faixas foi construída sobre o rio.

O selo de Patrimônio Mundial concede a locais históricos acesso a fundos de conservação da ONU e também os coloca em guias turísticos do mundo inteiro.

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Portugal e Brasil analisam restrições a viagens

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Portugal e Brasil discutem a possibilidade de aliviar as restrições à entrada de passageiros provenientes do país sul-americano devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje (4) o ministro dos Negócios Estrangeiros português.

“Iniciamos um trabalho conjunto com as autoridades brasileiras para ver em que condições e quando poderemos reduzir algumas restrições que hoje vigoram sobre passageiros que chegam a Portugal provenientes do Brasil”, disse Augusto Santos Silva.

O chefe da diplomacia portuguesa falou em entrevista coletiva, juntamente com o chanceler espanhol, José Manuel Albares, que se deslocou a Lisboa para uma reunião de trabalho.

Atualmente, os passageiros provenientes do Brasil só podem viajar para Portugal por razões familiares, profissionais, de estudo ou humanitárias, têm de apresentar teste negativo à covid-19 e cumprir um período de quarentena.

Augusto Santos Silva disse que Portugal pode “avaliar as restrições que estão hoje em curso” à medida que a situação da pandemia evoluir positivamente em cada um dos países.

“Foi esse trabalho que começou no dia 30 de julho, entre Portugal e o Brasil, e que continuará depois de férias”, afirmou o ministro, ao ser questionado sobre a diferença de critérios entre Portugal e Espanha quanto ao reconhecimento da certificação de vacinas contra a covid-19.

Portugal só reconhece a vacinação feita com imunizantes aprovados pela Agência Europeia do Medicamento, enquanto a Espanha segue o critério da Organização Mundial da Saúde, que inclui vacinas chinesas e indianas.

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Covid-19: sintomas de longa duração são raros nas crianças, diz estudo

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A maioria das crianças que contrai covid-19 se recupera em menos de uma semana e apenas algumas ainda têm alguns dos sintomas mais comuns após um mês, mostra estudo publicado na revista The Lancet.

A pesquisa, liderada por peritos do King’s College London (UK), analisou 1.734 pacientes sintomáticos com idade entre 5 e 17 anos, com base em dados colhidos numa aplicação móvel por pais e prestadores de cuidados envolvidos no projeto “Zoe Covid”.

A principal conclusão é que os casos com sintomas duradouros são “raros”, diz uma das autoras do estudo, Emma Duncan, professora do King’s College.

“É reconfortante saber que o número de crianças que experimentam sintomas de covid-19 de longa duração é baixo. No entanto, um pequeno número de crianças sofre de doenças prolongadas”, acrescentou.

Dos 1.734 positivos relatados na aplicação móvel, apenas 77 (4,4%) ainda tinham pelo menos dois dos três sintomas mais comuns (fadiga, dor de cabeça e perda de cheiro/paladar) após quatro semanas.

Além disso, o estudo concluiu que após oito semanas, praticamente todos (98,2%) os que apresentavam sintomas tinham se recuperado.

A fadiga foi o sintoma mais prevalente nesse grupo (84%), enquanto 77,9% também sentiram dor de cabeça e perda de cheiro/paladar, respectivamente, em alguma fase da doença.

Os peritos indicam que a dor de cabeça é o sintoma mais comum no início da doença, enquanto a perda de cheiro/gosto aparece mais tarde e permanece por um período de tempo mais longo.

O estudo encontrou diferenças na duração média da doença entre crianças do ensino primário (5 a 11 anos de idade) e do ensino secundário (12 a 17 anos de idade): nas crianças mais velhas, a covid-19 durou em média sete dias, em comparação com cinco dias nas crianças mais novas.

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Lago seca na Bolívia e cientistas temem que nunca mais volte a encher

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O Lago Poopó, na Bolívia, já foi fonte de vida para os habitantes locais que pescavam em suas águas abundantes e cultivavam ao longo de suas margens. Agora, é um deserto.

Cientistas dizem que o antigo lago, que se espalha pelo altiplano ensolarado da Bolívia, é vítima de décadas de desvio de água para necessidades regionais de irrigação. E o clima mais quente e seco torna sua recuperação cada vez mais improvável.

“É como uma tempestade perfeita”, diz Jorge Molina, pesquisador da Universidad Mayor de San Andrés. “A cada ano que passa, a situação piora.”

O lago, o segundo maior da Bolívia, era muito raso e tradicionalmente subia e descia de nível, de acordo com cientistas e antigos habitantes aymarás do lago.

Valerio Rojas, que antes ganhava a vida pescando no lago, diz que os anciãos da aldeia contam que o lago recarregava a cada 50 anos. Mas, olhando para a área ressecada que resta, ele tem suas dúvidas.

“O lago vai encher de novo? Com ​​essa mudança climática e poluição, me parece que o clima não pode mais ser previsto”, disse Rojas. “Em nossa língua aymara diz-se: ‘Nossa mãe terra está cansada’.”

Os cientistas também estão ficando céticos. Molina diz que os Andes estão ultrapassando o aumento da temperatura média global, especialmente durante o dia, o que significa que a evaporação aumentou, tornando especialmente difícil para um lago raso – e sua flora e fauna – sobreviver.

“Não é mais um lago funcional. Um lago que seca com muita frequência não é mais funcional para a fauna, a flora e a biodiversidade”, disse Molina à Reuters.

A seca também está afastando as comunidades que antes viviam ao longo de suas margens, diz Benedicta Uguera, uma indígena de Untavi que criava gado em uma ilha no lago.

“As famílias decidiram deixar a ilha, porque não podemos sobreviver sem água e não há mais vida”, afirmou.

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