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Política Nacional

‘Sem voto eletrônico, não sei se seria eleito presidente’, diz Lula

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Em resposta às investidas de Jair Bolsonaro para retornar com o sistema de votação impressa, o ex-presidente Lula declarou que o atual chefe de Estado está tentando “trazer de volta o tempo dos dinossauros”. A declaração foi dada durante entrevista nesta quarta-feira, 11, para a rádio Aparecida, em São Paulo. Durante a conversa, Lula também questionou o propósito de recentes medidas que considerou populistas do governo.

“O próprio presidente Bolsonaro e sua família sempre foram eleitos pelo voto eletrônico e nunca reclamaram. A única eleição que houve fraude foi a dele porque foi mentirosa com base em milhões de fake news”, apontou Lula. Segundo ele, sua primeira vitória, em 2002, só foi possível graças ao sistema atual. “Sou favorável ao voto eletrônico porque se não fosse isso eu não sei se teria um dia sido presidente da República nesse país”, completou.

De acordo com o ex-presidente, o Congresso Nacional acertou em tentar encerrar esse debate. No entanto, o conservadorismo do Parlamento é alarmante. “Nós temos possivelmente o Congresso mais conservador desde a Proclamação da República. Um Congresso que tem muitos militares, muito ex-sargento, ex-cabo, ex-coronel que defendem liberar arma pra todo mundo e não acredita na educação”, afirmou. “Mas mesmo partidos que têm ministros não votaram totalmente favorável ao governo.”

Durante a entrevista, Lula também falou sobre o novo benefício social que pretende substituir o Bolsa Família: o Auxílio Brasil. Segundo o petista, a alteração do nome não é um problema, mas sim o objetivo do governo federal com a implementação. “Bolsonaro tentar fazer um programa pensando apenas nas eleições, mas, de qualquer forma, quanto mais dinheiro no bolso do povo pobre melhor”, ponderou.

Ainda, segundo o ex-presidente, uma candidatura nas eleições de 2022 ainda não foi definida pelo partido. “Eu não disse que sou candidato, disse que tenho disposição de disputar as eleições, se for o caso. Mas as pessoas têm que entender que, se formos candidatos, será para ganhar as eleições”, explicou.

Fonte: O Povo

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Politica

Senador do PT pede que MP investigue dispensa de licitação para transporte de vacinas

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Fonte: Agência Senado
O senador Humberto Costa (PT-PE) protocolou ofícios no Ministério Público Federal e na Procuradoria-Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitando investigação da contratação, pelo governo federal, da empresa Intermodal Brasil Logística (IBL) por R$ 62,2 milhões em dezembro de 2021, com dispensa de licitação, para o transporte de vacinas contra a covid-19 destinadas a crianças.
“O país precisa saber as reais condições dessa contratação, os valores envolvidos e os relatos de falhas”, afirmou Humberto nas redes sociais.
Nos ofícios, Humberto Costa pede também a apuração dos relatos de “amadorismo e ineficiência” no transporte das vacinas e da possibilidade de “cominações de multa e de devolução de recursos ao erário, inclusive contra as autoridades do Ministério da Saúde” envolvidas com os fatos.
Denúncia publicada pelo jornal Folha de S.Paulo no último domingo (16) apontou que a IBL não tem experiência no transporte de vacinas e que havia tempo hábil para a realização de licitação. O governo invocou a Lei 14.124, de março de 2021, que autoriza a administração pública a celebrar contratos com dispensa de licitação durante a pandemia.
Nos últimos dias, a imprensa publicou relatos de problemas de logística na distribuição dos primeiros lotes de vacinas destinadas a crianças. A vacinação infantil contra a covid começou esta semana em diversos estados brasileiros, após uma polêmica motivada por declarações do presidente Jair Bolsonaro colocando em dúvida a necessidade de vacinar crianças.

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Politica

Barbudo participa de lançamento de programa do Banco do Brasil

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Deputado federal foi o único de MT a acompanhar, em Brasília, pauta presidencial nessa segunda-feira (17.01)

O deputado federal Nelson Barbudo (PSL-MT) foi o único parlamentar do Estado a comparecer ao evento organizado pelo presidente Jair Bolsonaro para o lançamento da etapa 2022 do “Circuito Agro”. O evento ocorreu em Brasília, nessa segunda-feira (17.01) e também contou com a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Teresa Cristina.

O Circuito Agro trata-se de, ao longo de 2022, ter três carretas adaptadas como agências do Banco do Brasil percorrendo os principais polos do agronegócio no país, para fomentar os negócios no setor.

A expectativa, segundo o presidente, é visitar quase 600 cidades. No discurso, Bolsonaro falou sobre pandemia e agradeceu ao agronegócio brasileiro.

“É uma satisfação muito grande estar aqui ao lado de homens e mulheres que produzem, que enfrentam os desafios e que são realmente a locomotiva da nossa economia”, destacou.

Para Barbudo, o lançamento do Circuito Agro é mais uma prova do compromisso assumido por Bolsonaro com o setor brasileiro.

“Como homem do campo, que sabe as agruras que muitos produtores rurais passam e passaram, posso dizer que este Circuito e o que ele oportunizará é mais uma ação do nosso presidente para que caminhemos cada vez mais e melhor. Fico muito feliz e satisfeito pelo convite de participar deste lançamento e com certeza vou levar mais informações sobre o programa ao povo mato-grossense”, disse.

Assessoria

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Mato Grosso

Senador mato-grossense é cotado para ser líder do presidente Jair Bolsonaro

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Reportagem do site UOL traz o senador mato-grossense Wellington Fagundes (PL) como um dos para assumir a liderança do presidente Jair Bolsonaro (PL) no Senado Federal. O cargo está vago desde que o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) deixou a liderança após perder uma vaga de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) para o colega Antonio Anastasia (PSD-MG), em dezembro.

O perfil para ocupara o posto costuma ser de políticos mais experientes e com bom trânsito entre os colegas. Além de Wellington, são cotados Marcos Rogério (DEM-RO), Carlos Viana (PSD-MG), Jorginho Mello (PL-SC), Luis Carlos Heinze (PPRS), Elmano Férrer (PP-PI) e Carlos Portinho (PL-RJ).

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