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Roberto França quer Garcia como vice em chapa para prefeitura

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Política MT

A respeito de um possível recuo na disputa do DEM à Prefeitura de Cuiabá, o pré-candidato ao pleito e o ex-prefeito Roberto França (Patriota) comentou que gostaria de que o suplente de senador Fábio Garcia (DEM) compusesse chapa e aceitasse oferta para ocupar o cargo de vice. Questionado sobre o assunto, Garcia afirmou: “gentileza gera gentileza. Também gostaria que ele fosse meu vice”, disse em tom de brincadeira.

Segundo ele, primeiro vão construir uma candidatura dentro do Democratas e depois, se for necessário, conversar com outras siglas.”Nós vamos partir conversando dentro casa, primeiro o DEM, depois partimos para os partidos que estão próximos de nós”.

O presidente do diretório municipal do DEM, Alberto Machado, o Beto Dois a Um, também comentou sobre a possível parceria entre as siglas.”Nós respeitamos a candidatura do Roberto, temos muito pensamentos que vão como um acordo, mas a última conversa que tivemos com o nosso diretório é que o DEM teria candidato, então até segunda ordem o DEM aguarda a posição do Fábio Garcia em relação a isso”.

Porém, ele afirmou que defende que o Democratas lance um candidato pelo partido na Capital. “Eu defendo uma candidatura majoritária do DEM, que tenha um candidato à prefeito, porque essa foi construção que nós fizemos, seja Fábio, seja Marcelo Bussiki. Caso algo nesse sentido não se concretize nós devemos avaliar e Roberto com certeza será avaliado”.

Alberto ainda falou sobre a pesquisa interna que teria deixado Fábio Garcia “animado” em entrar na disputa pela vaga no Alencastro. “A pesquisa mostra uma dificuldade muito grande do atual prefeito Emanuel Pinheiro, caso ele venha ser candidato, e coloca Fábio num perfil muito próximo do que o eleitor cuiabano deseja quando se fala em mudar a atual gestão que está presente”.

Para o presidente, Garcia é jovem empreendedor e está num grupo político que vem trabalhando por Mato Grosso.

 

 

 

*FONTE:Gazeta Digital

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Política MT

Fumaça na recepção

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A baixada cuiabana e o Pantanal, ou MT arde em chamas, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decide visitar Mato Grosso. O Estado sofre com a seca que já dura mais de 100 dias e por conta das queimadas, essas já atingiram 15% do Pantanal e em risco a maior planície alagada do mundo.
Com Cuiabá encoberta por fumaça, a população começa a culpar os políticos pela tragédia ambiental depois da divulgação de que menos de 200 pessoas foram escaladas para apagar o maior incêndio das últimas décadas na região e ameaça a fauna e a flora.
Bolsonaro, o ministro Ricardo Sales (aquele que falou em passar a boiada), o governador Mauro Mendes e a secretaria Mauren Lazaretti demoram a agir e hoje toda a população sofre as consequências das áreas queimadas. No entanto, eles acreditam que nada está acontecendo e acham motivos para comemorar. “Alegria de uns, desgraça de outros”, já dizia o ditado.

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Política MT

Procurador disputa a oitava eleição

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Secreto na política em Mato Grosso não é somente o voto – além dele, há outro: o posicionamento do Procurador Mauro diante dos problemas enfrentados pela população. Quanto ao dito sufrágio universal, nada estranho que seja sigiloso. Porém, sobre tal personagem, o que acontece? Ele é um poço misterioso, que por ser mistério ninguém sabe seu conteúdo. Alguém poderia dizer: pelo menos esse político nunca se meteu em escândalo – se alguém fizer esse questionamento cairá do cavalo. Em suma, ele está em cena pela oitava vez em busca de mandato eletivo.
Procurador Mauro é como se apresenta Mauro César Lara de Barros (PSOL), que, nunca exerceu mandato eletivo, mas disputou as últimas sete eleições ora concorrendo a prefeito de Cuiabá, ora ao Senado, ora a deputado federal, ora a governador. Esse político disputará mais uma eleição, essa suplementar, em razão da cassação da chapa encabeçada pela senadora Selma Arruda (Pode) com os suplentes Beto Possamai e Clerie Fabiana (ambos do PSL). A chapa foi cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (6 a 1), em 10 de dezembro do ano passado, por crimes de caixa 2 e abuso de poder econômico na campanha em 2018.
No dia 16 deste setembro, em convenção, o PSOL homologou uma chapa partidária ao Senado na eleição suplementar de novembro. O Procurador Mauro a encabeça com os suplentes Gonçalina Pereira de Souza Melo – a Gonça de Melo, e Vanderley da Guia – o Enfermeiro Vanderley Guia.
Procurador Mauro tem 45 anos, é servidor da Receita Federal lotado em Cuiabá, onde nasceu. Também é músico e cantor da Banda Os Ciganos, grupo familiar cuiabano que é uma das referências do ritmo Lambadão – uma das paixões musicais na capital e demais municípios do Vale do Rio Cuiabá.
Em nenhuma manifestação, protesto ou ato político o PSL se faz presente em Mato Grosso. O partido somente dá o ar da graça a cada eleição, quando se apresenta no horário eleitoral e nas reuniões, sempre contra tudo e todos na esfera política. Mesmo tão ausente, a sigla do Procurador Mauro mantém vínculo permanente com parte da população mato-grossense, e o faz por meio das redes sociais, de forma sútil: lançando mão de Os Ciganos, grupo que tem canais de comunicação, principalmente com o segmento jovem que curte Lambadão.
Palanqueiro
O Procurador Mauro exibiu seu cartão de visita eleitoral em 2006, quando concorreu ao governo e foi apresentado pela Justiça Eleitoral e a Imprensa com seu verdadeiro nome: Mauro Barros. Mas, fora do rótulo oficial e da mídia convencional ele adotava Procurador Mauro. Naquele pleito Blairo Maggi (PPS) se reelegeu tendo em sua chapa o vice Silval Barbosa (PMDB). O estreante em política Procurador Mauro não passou despercebido. Blairo ganhou em primeiro turno, com 922.765 votos (65,39%). Em segundo lugar ficou o senador tucano Antero Paes de Barros, com 279.873 (19,83%). A senadora Serys Slhessarenko (PT) cravou 159.686 ficando em terceiro lugar. Em seguida, o Procurador Mauro coligado com o PSTU, mas com Marcos de Castro vice e filiado ao PSOL. Em ordem decrescente de votação, o ex-deputado federal Bento Porto (PSC), Josmar Alderete (PSDC), Gugu Vieira (PRP) e Roberto Pereira (PHS). Desde então, é o Senhor Palanque.
O Procurador Mauro pegou gosto pelo palanque. Foi candidato a prefeito de Cuiabá em 2008, quando recebeu 10.833 votos. Em 2010 disputou o Senado recebendo 97.803 votos numa chapa com os suplentes Manoel Parrião Birinha e Gilberto Lopes Filho. Em 2012 novamente disputou a prefeitura da capital, quando conquistou 16.920 votos e seu vice foi José Roberto Freitas Cavalcante. Na eleição de 2014 concorreu para deputado federal alcançando 84.208 votos, mas seu partido não teve votação suficiente para garantir uma vaga na Câmara. Em 2016, pela terceira vez, disputou a prefeitura, mas foi batido no primeiro turno, com 71.336 votos e seu companheiro de chapa foi José Roberto. Em 2018, com duas cadeiras do Senado em disputa o Procurador Mauro disputou uma delas ficando em sexto lugar com 226.053 votos. Foram eleitos Selma Arruda (PSL), com 678.542 votos; e Jayme Campos (DEM), com 490.699. O terceiro lugar foi de Carlos Fávaro (PSD), com 434.972; Adilton Sachetti (PRB) recebeu 333.082 votos; Nilson Leitão (PSDB), 330.430; e na sequência o Procurador Mauro. Em ordem decrescente de votação os candidatos: Maria Lúcia Cavalli (PCdoB), 172.259; Waldir Caldas (Novo), 71.494; Aladir Leite (PPL), 9.325; Gilberto Lopes Filho (PSOL), 6.079; e Sebastião Carlos (REDE), que não teve os votos computados.

Escândalo, também

Misterioso. Assim é o PSOL de Mato Grosso, que é controlado pelo Procurador Mauro com parentes e amigos. Em setembro de 2018, um miltante daquele partido e descontente com a forma como o Fundo Partidário estaria sendo usado, denunciou o fato a um site cuiabano, que postou reportagem sobre o assunto.
Um militante descontente procura a Imprensa e denuncia o direcionamento do Fundo Partidário do PSOL para o Procurador Mauro e o grupo que o cerca. O partido rebateu com respostas contraditórias, mas sua principal figura, o Procurador Mauro, esquivou-se e não tocou no assunto, deixando que o assunto se volatilizasse.

 

 

 

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Servidores públicos são suplentes na chapa de Pedro Taques

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Dois servidores públicos compõem a coligação  “Mato Grosso por Inteiro”, encabeçada pelo ex-senador e ex-governador, Pedro Taques (Solidariedade). Foram indicados pelo Cidadania a médica Elza Queiroz e o delegado Fausto Freitas, ambos do partido.

Para o ex-senador Pedro Taques, a composição da chapa mostra o seu compromisso de trabalhar pelo servidor público, e pela melhoria da saúde e da educação.

“O Fausto foi um brilhante secretário do nosso governo e vai contribuir muito na nossa nova caminhada. Doutora Elza foi uma grata surpresa. É uma pessoa qualificada e que entende muito de saúde pública, uma servidora descente e com serviços prestados”, destacou.

Fausto Freitas tem 39 anos e atua como delegado em Mato Grosso há 13 anos. Em 2016 foi presidente do Intermat, e em 2017 assumiu o Gabinete de Transparência e Combate à Corrupção (GTCC), na gestão de Pedro como governador. No fim de 2017, assumiu o comando da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh). Ele voltou à Polícia Civil na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em 2019.

Elza Queiroz é médica, anestesiologista, professora da Universidade Federal de Mato Grosso e servidora da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso  (SES). Foi presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso e é filiada ao Cidadania.

 

 

*FONTE: site MT mais

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