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Advogado de MT representa empregadores da América Latina em evento da OIT que discute impactos da Covid-19 no trabalho

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A recuperação produtiva e as condições de trabalho nas Américas e no Caribe foi o tema discutido na reunião realizada na manhã desta quinta-feira (2/7) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). O advogado de Cuiabá, Alexandre Furlan, atual vice-presidente da Organização Internacional dos Empregadores (OIE) para a América Latina, participou do evento junto com membros de entidades de todos os países das Américas.

Durante o encontro, Furlan apresentou alguns números atualizados da pandemia no mundo e na regional da OIT que abrange a América Latina e o Caribe. “Entre idas e vindas, alguns países do continente estão saindo lentamente do isolamento social. Em outros, no entanto, a situação segue agravando-se. Em nível global, temos mais de 500 mil mortos e superamos 10 milhões de pessoas infectadas pela Covid-19. Na América Latina e Caribe, já são mais de 110 mil óbitos registrados, com uma estimativa de 2,6 milhões de contagiados.”

Ele ressalta que o impacto econômico e social causado pela pandemia é devastador. “Temos os irreparáveis danos causados pelas vidas perdidas. Agora começam a chegar as informações que demonstram as questões econômicas e os dados também são bem preocupantes.”

Em abril, o Banco Mundial fez um prognóstico de queda de 4,6% no PIB em nossa região. Entretanto, há uma semana, o Fundo Monetário Internacional subiu esse índice, prevê uma queda de 9,4%, com uma perda de mais de 510 bilhões de dólares. “Segundo dados da OIT, a taxa de desemprego no fim de 2019 era de 8,1% na América Latina e Caribe. A projeção era de crescimento de até 5 pontos percentuais. Agora, empresas de todos os tamanhos no continente lutam para manter os empregos e não fechar as portas”, disse.

Alexandre Furlan falou aos participantes que, do ponto de vista dos empregadores, a reativação da economia e consequente reconstrução das empresas deverá ser um trabalho coletivo e irá requerer um esforço extraordinário. “Cada semana que passamos sem atividade econômica custa algo em torno de meio ponto percentual ao PIB de nossa região. Uma situação insustentável tanto para os empregados quanto para os empregadores”, frisou.

O vice-presidente da OIE para a América Latina falou aos participantes que a solução para os graves efeitos sociais da economia começaram a surgir por iniciativa das organizações de empregadores, mas agora é necessário uma iniciativa governamental. “Iniciamos com propostas concretas aos governos para reduzir os danos aos empregos e manter os postos de trabalho. No início da crise esse foi o principal papel dos empregadores, assegurar a saúde das pessoas e preservar os empregos. Agora chega um momento em que as empresas precisam de um suporte direto para continuarem a existir, principalmente as pequenas e médias empresas.”

A médio e longo prazo, Furlan acredita que a retomada da geração de emprego e renda surge da oportunidade única que a sociedade tem para refletir e desenhar uma estratégia para reduzir a informalidade a partir de um enfoque integral e baseado em incentivos. “Não se trata somente de pensar em subsídios passageiros. É preciso incrementar a produtividade da economia global construindo uma comunidade de negócios que possibilite o desenvolvimento empresarial e a geração de oportunidades de emprego. Se a América deseja sair dessa crise com chances reais de seguir adiante, proponho que a OIT, junto com as organizações de empregadores e trabalhadores unam esforços em torno desses temas.”

No final, o representante da Organização Internacional do Empregadores na América Latina reforçou que a mudança começa com ações efetivas do setor governamental. “Os governos podem fazer muitas coisas pelo setor privado no sentido de melhorar a produtividade e as formas de suporte para os negócios. Precisam investir em infraestrutura, logística, inovação científica e tecnológica, fomento ao comércio, melhoria na gestão digital do setor público, na qualidade da educação de modo geral, em possibilitar à população acesso a serviços públicos de qualidade. Esses são recursos sociais que não atendem diretamente as empresas , mas que contribuem para o aumento da produtividade global. Com eles, o setor produtivo fica mais competitivo e pode cumprir uma de suas fundamentais vocações: gerar emprego e riqueza nas Américas.”

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