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Policiais civis são homenageados com mérito Guardiões do Roncador

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Assessoria/Polícia Civil-MT 

Policiais civis de Barra do Garças foram homenageados nesta quinta-feira (21.10) com a medalha do mérito Guardiões do Roncador, conferida pelo 5o Comando Regional da Polícia Militar, sediado no município.

A homenagem é um reconhecimento a servidores pelos serviços prestados na segurança pública, que contribuíram para a redução de índices de criminalidade na região, especialmente nos crimes de homicídio.

Pela Polícia Civil foram homenageados o delegado regional de Barra do Garças, Wilyney Santana Borges e a equipe da 1ª Delegacia, representada pelos delegados Adriano Marcos Alencar e Pablo Borges Rigo e os investigadores Raimundo Oliveira Silva Neto e Sidney Cardoso.

Fonte: PJC MT

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Polícia

PF faz operação contra grupo por usar “banco paralelo” que movimentou R$ 500 milhões com tráfico

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (1), em Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), a “Operação Argentarius”, que tem o objetivo de desestruturar uma organização criminosa que atuava como um banco paralelo financiando atividades criminosas como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas. As investigações mostraram que foram movimentados mais de meio bilhão de reais.

Estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão, sendo 27 em Mato Grosso – 23 em Rondonópolis e 4 em Cuiabá, um no Paraná (Paranavaí)e outro no Pará (Santana do Araguaia). Mais informações serão repassadas à imprensa por meio de uma coletiva às 9h30 desta manhã.

De acordo coma PF, o grupo atuava como um ‘banco paralelo’ da quadrilha, que movimentou mais de meio bilhão de reais. Só os dois principais alvos da operação movimentaram uma quantia superior a R$ 220 milhões e esses valores e bens são incompatíveis com a renda dos envolvidos, indicando que sejam produtos de atividades criminosas.

Verificou-se também a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Da mesma forma, essas pessoas não possuem poder econômico para tais movimentações. A quadrilha também usa empresa de fachada. Foi constatada a existência de várias que não possuem nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

O nome da operação faz referência aos “Argentarius”, que eram personagens do Império Romano responsáveis por bancos de depósito e operações de câmbio. Eram bancos particulares, com atuação, portanto, semelhante ao do principal alvo da operação.

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Inquérito sobre homicídio de produtor rural é concluído e 4 são indiciados pelo crime

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil em Campo Novo do Parecis concluiu o inquérito que apurou o homicídio do produtor rural Jeferson Mariussi, de 36 anos, e indiciou o mandante do crime por homicídio qualificado e os executores por homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo de uso proibido.

Os quatro envolvidos no homicídio permanecem presos. O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário na segunda-feira (29), quando foram cumpridos os mandados de prisão preventiva contra os criminosos.

Jeferson foi alvejado por disparos de arma de fogo, na noite do dia 27 de outubro, ao chegar em um imóvel, no Jardim Alvorada, em Campo Novo do Parecis. Ao descer do seu veículo, ele foi alvejado por tiros disparados de dentro de um veículo Pálio onde estavam os três identificados como executores do homicídio.

Prisões em flagrante

Logo após atirarem em Jeferson, o trio fugiu em direção a Tangará da Serra e foi interceptado por militares da Força Tática do município, depois da comunicação do crime. Com os suspeitos foram apreendidas duas armas de fogo, uma pistola e um revólver, e outros materiais utilizados na empreitada criminosa.

Durante a abordagem, os três afirmaram que o homem de 34 anos teria sido o mentor e executor do crime de homicídio.

Investigação

Conduzida pela Delegacia de Campo Novo do Parecis, a investigação apurou que o mandante do crime contratou um dos executores, de 33 anos, aproveitando que este prestava serviços de vigilante e segurança e era seu conhecido. Depois, o executor contratado chamou outras duas pessoas, de 26 e 30 anos, para planejar a execução da vítima.

A Polícia Civil esclareceu ainda que o mandante teria realizado transferências bancárias para um dos executores, em valor aproximado de R$ 25 mil.

Os investigadores reuniram informações que demonstram que os executores estiveram em Campo Novo do Parecis em pelo menos duas ocasiões nos dias antecedentes o crime, em uma delas o trio foi até a propriedade da família da vítima para ofertar serviços de segurança. Assim como o mandante esteve em Tangará da Serra, mantendo contato com dois dos envolvidos na execução.

Conforme a apuração da Polícia Civil, o mandante decidiu pelo crime porque sua ex-mulher reatou com a vítima, com havia mantido um longo relacionamento no passado.

Crime

No dia do fato, o mandante deixou seu veículo, uma camionete, na casa do cunhado de um dos executores, de quem haviam alugado o Pálio usado no homicídio, e seguiu para Campo Novo do Parecis. Depois, um dos executores buscou a camionete do mandante e a levou até Campo Novo.

A vítima e sua mulher estavam em Tangará da Serra e seguiram em carros diferentes até Campo Novo do Parecis, indo primeiramente à casa de um familiar de Jeferson. Os policiais civis apuraram que o veículo com os executores já estava vigiando a vítima e quando Jeferson saiu do local, eles seguiram logo atrás.

Depois que a vítima e sua mulher chegaram na residência que iriam comprar, ela entrou com o veículo na garagem e ele estacionou na rua. Em seguida, surgiu em alta velocidade o veículo com os criminosos, que se aproximaram da vítima e efetuaram vários disparos de arma de fogo. Jeferson ainda tentou correr, mas os executores o alcançaram e fizeram outros disparos e fugiram na sequência.

Enquanto o trio fugia em direção a Tangará da Serra, o mandante do crime foi para a cidade de Sapezal, na tentativa de assegurar um álibi. Posteriormente, ele voltou a Campo Novo do Parecis e procurou uma companhia da Polícia Militar, após o trio ser preso em Tangará da Serra e afirmado que ele seria o mandante do crime.

O delegado Honório Gonçalves Neto, responsável pelo inquérito, destaca que toda a dinâmica do crime, desde os movimentos do mandante e dos executores, até a execução de Jeferson Mariussi, está comprovada em depoimentos de testemunhas, materiais coletados nos locais, perícias, assim como outras informações que atestam que os quatro estiveram nos locais e horários apontados na investigação.

No decorrer da apuração do crime, o delegado representou pela prisão temporária dos quatro e na conclusão do inquérito foi decretada a prisão preventiva, cumprida nesta segunda-feira.

Fonte: PJC MT

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Nota de esclarecimento – Diretoria da Polícia Civil 

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Em relação à entrevista concedida à Televisão Centro América, nesta terça-feira (30.11), pelo delegado titular da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá, a Polícia Civil reitera que as declarações do profissional não refletem a opinião e posicionamento desta instituição em relação ao Poder Judiciário e seus integrantes.

A Polícia Civil reafirma a relação institucional harmônica com o Judiciário mato-grossense, com quem vem desenvolvendo diversos projetos, a exemplo, do SOS Mulher e Botão do Pânico de atendimento a vítimas de violência doméstica, que se tornaram mais uma ferramenta para o acolhimento e proteção às mulheres de Mato Grosso.

A Diretoria da Polícia Civil destaca a contribuição do Judiciário no fortalecimento da instituição policial, a fim de que os serviços essenciais de investigação criminal possam ser continuamente prestados com a melhor qualidade à sociedade mato-grossense.

Fonte: PJC MT

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