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Polícia

Polícia Civil identifica e cumpre prisão de assaltante de residência na Capital

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil cumpriu, nesta terça-feira (16.04), o mandado de prisão contra um dos autores de um roubo a residência ocorrido no mês de janeiro na Capital. O suspeito Jonas Ferreira da Rosa, já era monitorado por tornozeleira eletrônica e teve a ordem de prisão temporária decretada pela Justiça com base em investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

O roubo a residência com restrição de liberdade da vítima ocorreu no dia 17 janeiro, no bairro Jardim Imperial em Cuiabá. Na ocasião, a vítima chegava a casa quando foi abordada por três criminosos armados que anunciaram o assalto. Os assaltantes ficaram na residência por cerca de 15 minutos e subtraíram vários objetos como televisões, bolsa, celulares e joias.

Após ser reconhecido em investigações da Derf Cuiabá como um dos autores do roubo, o suspeito teve o pedido de prisão representado pelo delegado Eduardo Rizzoto de Carvalho e deferido pela Justiça. Jonas foi localizado em sua residência no bairro Jardim Imperial II, onde teve a ordem de prisão cumprida.

No momento do prisão, o suspeito que tem passagens anteriores, estava com o dispositivo de monitoramento eletrônico, porém o equipamento estava desligado desde setembro de 2018, ocasião em que foi colocado em razão de um furto qualificado. 

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Polícia

Dois irmãos são assassinados a tiros em frente de residência em Barra do Garças

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Dois irmãos foram mortos a tiros no Bairro Novo Horizonte, em Barra do Garças (516 km de Cuiabá), nessa quinta-feira (5). De acordo com a Polícia Militar, testemunhas disseram que Jânio Rodrigues de França, de 37 anos, e Jalmin Rodrigues de França, de 36, estavam sentados na frente da casa de um deles, na rua JK, quando homens armados chegaram a pé, se aproximaram das vítimas e efetuaram os disparos.

Jânio e Jalmin ainda tentaram correr, cada um para um lado, mas não conseguiram fugir dos criminosos. Foram baleados e caíram no chão. Os suspeitos fugiram em seguida. Vizinhos dos irmãos ouviram os tiros e acionaram a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Quando os militares chegaram no local, os irmãos já estavam mortos.

Policiais Militares fizeram rondas pela região, mas os suspeitos ainda não foram encontrados. A Polícia Civil investiga o caso.

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Polícia

A pauladas: Homem que matou trabalhador rural é preso em Tabaporã

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O homem que matou o trabalhador rural Ronaldo Batista de Oliveira, de 46 anos, no município de Tabaporã, foi preso nesta quarta-feira (3) após ser localizado no distrito de União do Sul.

 

 

As investigações apontam que o crime aconteceu devido a uma discussão por causa de uma panela de comida. A propriedade rural onde o crime aconteceu está localizada a cerca de 35 quilômetros do centro de Tabaporã.

A vítima foi encontrada caída no chão, já sem vida, com lesões na cabeça e um pedaço de madeira próximo ao corpo.

Com base em investigações, o delegado de Tabaporã, Bruno Palmiro, representou pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça.

 

Após deferimento da ordem judicial, os policiais realizaram diversas diligências para localizar o suspeito, descobrindo o seu paradeiro no distrito de União do Sul.

Diante da informação, os policiais de Tabaporã, com apoio das Delegacias de Sinop e Cláudia, diligenciaram até o distrito dando cumprimento ao mandado de prisão contra o foragido.

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Mato Grosso

Operação prende líderes de quadrilha envolvida em golpes online

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Na manhã desta quarta-feira (3) a da 2° fase da Operação Miqueias foi deflagrada, a operação tem como objetivo desarticular uma quadrilha de estelionatários . Ao todo são 12 mandados de prisão preventiva, sendo que até o momento 9 já foram cumpridos. Os alvos seriam os líderes do esquema.

 

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 13 de abril, onde 21 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça de São José do Rio Preto (SP). A quadrilha de Cuiabá e Várzea Grande chegou a fazer mais de 100 vítimas somente em São Paulo, apesar de agir em todo o território nacional.

 

Conforme a assessoria da Polícia Civil, as ordens judiciais são cumpridas na cidade de Cuiabá e Várzea Grande. Os trabalhos são coordenados pelo delegado de São José do Rio Preto, Renato Gomes Camacho, e pelo delegado Pablo Carneiro, da Delegacia de Estelionato de Cuiabá e contam com apoio de policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

 

Novos rumos

Nas investigações, foi identificado que os recebedores dos valores ilícitos estavam em Mato Grosso, sendo cumpridos mandados de busca e apreensão contra os alvos na primeira fase da operação.

 

Na ocasião, o cumprimento das ordens judiciais resultou na oitiva de suspeitos, telefones celulares e equipamentos eletrônicos apreendidos, além de uma prisão em flagrante por tráfico de drogas.

 

Com as apreensões realizadas foi possível trazer novas informações e provas à investigação, aprofundando as investigações e identificando uma grande organização criminosa, com repasse de valores escalonados, hierarquia, divisão de funções, atuando em um esquema criminoso que lesa muitas vítimas.

 

Diante dos levantamentos, chegou-se a novas figuras do esquema, sendo então identificados os possíveis chefes da organização criminosa, apontados como os destinatários finais dos valores angariados de forma ilícita.

 

 

 

Modo de ação

Conforme divulgado, o grupo praticava o crime nas modalidades “Golpe do WhatsApp” e golpes por meio de fraudes de anuncios em sites de compra e venda.

 

No primeiro, os criminosos criavam um perfil falso no aplicativo de troca de mensagens, utilizavam a foto de uma vítima e depois, enviavam mensagens para familiares e amigos pedindo dinheiro emprestado.

 

Já no segundo, a quadrilha procurava forjava anúncios no site de compra e venda, oferecendo automóveis, ludibriando compradores, até que o dinheiro seja depositado na conta dos criminosos, configurando o golpe logo em seguida.

 

Os valores arrecadados podem ultrapassar a casa de milhões de reais. A polícia ainda não conseguiu identificar esse montante e nem mesmo o número total de pessoas vítimas dos golpes. (Com assessoria)

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