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Polícia Civil de Mato Grosso adota nova identidade visual nacional

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Assessoria | PJC-MT

Uma identidade visual única reconhecida em qualquer parte do País foi adotada pelas Polícias Civis dos 26 estados da federação e mais o Distrito Federal. A identidade visual das polícias civis foi instituída pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), que congrega todos os dirigentes das instituições de Polícia Civil do Brasil, e passará a ser seguida pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso. As mudanças ocorrerão até dezembro de 2020.

A nova padronização, que compreende o Brasão, principal símbolo institucional formado por um escudo dourado contendo faixa superior com a palavra Polícia e na parte inferior a palavra Civil e no centro os elementos do brasão do estado, foi apresentada pela Diretoria Geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em reunião gerencial que ocorreu na quinta-feira e nesta sexta-feira (11 e 12. 04), na Academia de Polícia Civil, em Cuiabá. 

“Estamos trabalhando para uma mudança de postura, colocando a instituição em primeiro plano, dentro de um padrão uniforme que será seguido em todo o País”, defendeu o delegado geral da Polícia Civil de Mato Grosso, Mário Dermeval Aravéchia de Resende.

A padronização das policiais civis visa atender quesitos de modernidade e uniformidade estabelecidos na Resolução 01/2017, aprovada em 8 de novembro de 2017, durante reunião do CONCPC, ocorrida em Santarém no Pará, que instituiu a identidade visual das polícias civis dos estados e do Distrito Federal.

A identidade visual nacional leva as cores oficiais do preto, branco e cinza, que estarão dispostas nas vestimentas, painel oficial (banner), viaturas, prédios de delegacia. Todos conterão o novo brasão, assim como os distintivos, a bandeira, a carteira funcional, e também os documentos oficiais (papelaria: envelopes, pastas, capas de processos/inquéritos, cartões de visitas), placas de portas, de mesa e obras, entre outros.

A vestimenta da Polícia Civil de Mato Grosso, que já usa o preto e o branco, sofrerá mudança apenas na insígnia (brasão), mantendo os demais elementos já uniformizados pela instituição, como a bandeira do estado na manga do lado direito e no esquerdo a escrita Polícia Civil, na cor em branco. Nas costas deverá apenas conter POLÍCIA CIVIL, logo abaixo o estado (Mato Grosso). Os bonés seguem a mesma referência. A cor da camiseta é o preto.

As delegacias passarão a terceiro plano e não deverão estar identificadas nos uniformes, para que a imagem, uma vez circulada reforce a instituição policial como um todo, especificando apenas o estado a que pertence.

Marcas individuais das unidades policiais, muitas delas com simbologia animal, serão proibidas, visando reforçar a identidade institucional como padrão único da Polícia Civil, bem como facilitar o reconhecimento pelos cidadãos em qualquer parte do País.

As viaturas serão nas cores preto e branco, com designer reformulado,  contendo o novo brasão institucional com escudo no dourado. Já os prédios das delegacias sofrerão alteração apenas no Brasão. As cores no branco, preto e cinza são mantidas.

 

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Mato Grosso

Delegado diz não acreditar em arrependimento de acusado por estuprar meninas de 10 anos

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Acusado de estuprar duas meninas de 10, o jovem Rodrigo de Oliveira Antunes, de 19 anos, foi indiciado  e é investigado em outros três casos de estupro. Ele confessou o crime, disse que estava “muito arrependido” e afirmou que estava alcoolizado quando cometeu os abusos.

 

Apesar de se dizer arrependido, a Polícia não crê nessa hipótese, uma vez que ele já foi reconhecido por outras duas vítimas. Todos os crimes foram cometidos no Município de Cotriguaçu.

 

Segundo o delegado Mateus Almeida Oliveira Reiners, que conduziu as investigações, tudo leva a crer que Rodrigo continuaria a cometer crimes.

“Acho que ele não se sente arrependido, não. Por ter cometido vários delitos, tem-se a sensação de que não iria parar”.

 

Em um vídeo gravado pelos próprios investigadores, Rodrigo relata os passos que antecederam o crime e confessa a autoria.

 

“Eu estava andando de moto, aí furou o pneu e eu vi a menina, estava de moletom vermelho, e aí fui até a casa delas”, disse.

 

Ele é questionado pelos investigadores: “O que você fez com elas na casa delas?”. De cabeça baixa e quase que ininteligível, Rodrigo diz: “Estuprei”.

 

Durante todo o relato Rodrigo olha majoritariamente para baixo, pisca com frequência tentando passar um “ar de inocência” com feições suaves

Mais uma vez os investigadores questionam: “Você está arrependido do que fez?”. Mantendo o mesmo padrão no discurso, ele responde: “Muito senhor”.

 

A prisão de Rodrigo aconteceu no dia 30 de julho, logo após o estupro das menores. Nesta segunda-feira (8) o inquérito foi concluído e o jovem indiciado por estupro de vulnerável.

 

Além das duas menores, Rodrigo é investigado em outros três crimes, em que o mesmo modus operandi se repete.

 

Dos três casos com as investigações em andamento, em dois deles as vítimas também são menores. Rodrigo foi reconhecido por duas delas.

 

Mesmo modus operandi

 

Conforme as investigações, Rodrigo empregava o mesmo modus operandi. Ele sondava as vítimas e cometia os abusos armado com uma faca. A arma, com seu nome cravado na bainha, foi encontrada em seus pertences.

 

Conforme a Polícia Civil, o jovem viu as meninas quando elas saíam de uma festa de aniversário.

 

Ele estacionou a sua moto na rua de cima e voltou a pé para a residência em que viu as meninas entrando.

 

Com a faca ele rendeu as menores e ordenou que elas se despissem, cometendo o crime. Vídeos de câmeras de segurança mostraram ele seguindo as meninas.

 

Durante as investigações, a Polícia descobriu que em outros dois casos que estavam em andamento, o rapaz também era o autor dos crimes. As vítimas o reconheceram.

 

“Um dos casos aconteceu em janeiro, com o mesmo modus operandi. Ao colocar uma faca no pescoço da vítima a levou para um terreno baldio e a estupro”, explicou o delegado.

 

Em outro caso, Rodrigo desligou a energia da casa e tentou estuprar a vítima, que conseguiu se desvencilhar.

 

Existe ainda outro caso em que o jovem é apontado como um dos principais suspeitos.

 

As investigações seguem em andamento.

 

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Motociclista tem cabeça esmagada por carreta em MT

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Um homem de 59 anos, identificado como Esmeraldo David de Melo, morreu na manhã desta quinta-feira (11), após se envolver em um acidente de trânsito em Barra do Garças. Ele teve a cabeça esmagada ao bater a moto que pilotava em uma carreta.

 

De acordo com a imprensa local, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para a ocorrência, na Avenida Ministro João Alberto (BR-070), bem no centro da cidade, por volta das 10h15.

 

Esmeraldo, que trabalhava como mototaxista, teria perdido a direção da moto, uma Honda CG 160 Titan e foi atingido pela carreta Volvo. Com o impacto, ele teve a cabeça esmagada e morreu na hora.

 

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas apenas constatou o óbito.

“É importante registrar que a urna eletrônica não tem qualquer contato com a internet com cabo, com bluetooth… Ela é um equipamento que funciona de forma isolada”, disse.

 

Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e isolou a área para as investigações que o caso requer.

 

Polícia Rodoviária Federal interditou parcialmente a pista.

 

Conforme testemunhas, o condutor da carreta seguiu viagem normalmente e só parou na ponte que liga Barra do Garças a Aragarças (GO).

 

Questionado pelos policiais rodoviários, ele alegou que não percebeu quando Esmeraldo colidiu em sua carreta. Mesmo assim, de acordo com informações, ele deve responder por homicídio culposo.

Esmeraldo era de Aragarças (GO) e trabalhava como mototaxista há pelo menos 10 anos. Ele deixa esposa e filha.

 

Polícia Civil vai investigar o caso.

 

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MP denuncia 17 membros do CV por matar e torturar jovens

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Dezessete pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Alta Floresta, por organização criminosa, prática de tortura mediante sequestro, homicídio qualificado (consumado e tentado), ocultação de cadáver, extorsão qualificada e corrupção de menores. As penas poderão passar de 100 anos em relação a alguns acusados.
A denúncia, oferecida na sexta-feira (5), é resultado da Operação Torquemada. Os crimes foram motivados por disputa territorial pelo mercado de tráfico ilícito de drogas entre as facções criminosas comando vermelho e primeiro comando da capital. De acordo com o MPMT, os crimes foram cometidos contra as vítimas Raiane do Nascimento Silva e Carlos Eduardo Santos Azevedo, porque os acusados acreditavam que elas possuíam envolvimento com o PCC.

Consta na denúncia, que a vítima Raiane foi torturada por horas, com agressões físicas em dois cativeiros. Os acusados chegaram a inserir agulhas embaixo das unhas de suas mãos e pés, além de terem arrancado oito unhas dos pés e jogado álcool nos dedos. Partes de seu corpo também foram queimadas com isqueiro.

Carlos Eduardo Santos Azevedo também foi torturado e ao final foi executado com golpes de faca e disparos de arma de fogo. Conforme o MPMT, os denunciados também tentaram matar Raiane com disparos que a atingiram na região da nuca e nas costas. A vítima só sobreviveu porque fingiu-se de morta e depois saiu em busca de ajuda, recebendo tratamento médico no Hospital Regional de Alta Floresta.
Foram denunciados: Alan Caliel Felício Coelho, Alan Rodrigues Antunes, Alícia Santos da Silva, Amanda Rosa Pereira, Angélica Saraiva de Sá, Bruno Barbosa de Souza, Cleidiane Hilário Dorca, Cleiton Cordeiro Rodrigues, Eric Gabriel da Mata Godoy, Lucas Tiago de Freitas, Manoel Messias Oliveira Neto, Oziel Júnior Moreira de Lima, Rayanne Caroline Baez Vera, Sabrina Costa de Arruda da Silveira, Solange de Freitas Mendia, Uelber Souza de Oliveira e Wesley de Souza da Silva.

Do grupo,13 estão presos em unidades prisionais de Alta Floresta, Colíder e Cuiabá. Os atos também tiveram a participação de cinco adolescentes. A organização, segundo o MPMT, era liderada por Angélica Saraiva de Sá, atualmente presa e recolhida no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May. Os crimes ocorreram em abril deste ano.

 

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